mai 31

Aprendizagem Informal – A utilização de Redes Sociais para o Aprendizado

 

Muitos estudos apontam um crescimento do conhecimento nas organizações oriundo de atividades informais. Mas o que é isso? É a aprendizagem adquirida através da vivência. Esse tipo de aprendizagem não requer uma intencionalidade, não precisa ser estruturada através de treinamentos. Ela surge naturalmente em diálogos com colegas, leituras de blogs, livros, participação em redes sociais, observações, etc. Análises apontam que 80% do conhecimento adquirido no ambiente de trabalho vem desse tipo de aprendizagem e apenas 20% da aprendizagem formal, com treinamentos estruturados.

Por meio dessa constatação, percebemos facilmente que é muito importante estimular a aprendizagem informal dentro de sua organização.

Uma das formas mais fáceis de fazer isso é criar uma Rede Social Empresarial.

E o que vem a ser uma Rede Social Empresarial? Nada mais é do que uma rede social como Facebook, LinkedIn e Orkut focada em sua organização ou em um determinado tema. Um bom exemplo é a Rede Brasil e-Learning.

A rede pode ser muito útil, pois possibilita explorar várias discussões por meio de fóruns, recados, grupos de discussão, avisos de eventos, agendamento de treinamentos formais, etc. Ela pode servir como um canal de comunicação para a aprendizagem de sua organização e como uma importante ferramenta para a gestão do conhecimento, tendo em vista que todos os assuntos tratados nela ficam disponíveis para qualquer colaborador.

Veja, a seguir, um exemplo de rede social e algumas possibilidades de utilização desse instrumento. Caso você tenha interesse em customizar uma rede social para a sua empresa, entre em contato conosco, clicando aqui.

 

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
abr 15

Eis que surge uma nova solução para o aprendizado a distância: Já ouviram falar em iPad?

 

Estava navegando pela internet e me deparei com a seguinte notícia: “Exército Britânico realiza treinamento com iPad’s”, fiquei curioso e fui verificar o que esse pessoal estava fazendo. Pois bem, a informação é que o exército britânico, o qual se encontra na interminável Guerra do Afeganistão, está utilizando iPad’s e smartphones para agilizar o treinamento das missões armadas de apoio. Os aparelhos disponibilizam conteúdos que ensinam aos soldados os procedimentos de operações de ataque a quilômetros de distância do alvo. O iPad, particularmente, está sendo bastante utilizado por se tratar de um aparelho de grande portabilidade e fácil uso.

Diante disso, posso afirmar que uma tendência, no mundo corporativo, será a inserção desses aplicativos nos seus projetos de e-learning, venho acompanhando o setor e constatei que várias empresas já estão comprando tablets para seus colaboradores. Daqui a algum tempo, não bastará apenas que o conteúdo esteja disponível 24 horas por dia, 7 dias da semana, mas, também, que ele esteja acessível de maneira fácil, rápida e portável. Com isso, as tablets e os smartphones estão em vantagem em relação aos desktops e aos notebooks, uma vez que a portabilidade e a facilidade de uso desses novos aplicativos são muito maiores.

Veja abaixo uma lista dos 10 melhores aplicativos para iPad listados pelo site http://www.infomaniaco.com.br

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
dez 29

Moodle 2.0 – Uma solução de ensino gratuita e confiável

       Pesquisando sobre as principais tendências do ensino a distância para 2011, deparei-me com um artigo muito interessante escrito por Pedro Pinto, o qual apresenta as novidades que foram efetuadas na nova versão do Moodle, o Moodle 2.0. Dessa forma, segue abaixo uma releitura desse artigo.

       O Moodle é um CMS (Course Management System), também definido como um LMS (Learning Management System) ou VLE (Virtual Learning Environment). É uma plataforma de apoio à aprendizagem a distância. Através dele, é possível programar estratégias de treinamento a distância com total controle dos colaboradores, criar cursos, disponibilizar leituras complementares, criar mecanismos modernos de comunicação síncrona e assíncrona, fazer com que alunos criem e disseminem conhecimentos através de Wiki, emitir relatórios de controle, entre outras funções.

       A versão 2.0 do Moodle apresenta uma série de melhorias que tornam essa plataforma de ensino mais confiável e segura e que, com certeza, irão alavancar sua utilização no meio corporativo. Por se tratar de uma plataforma de ensino gratuita e com licença Open Source, o Moodle terá entrada fácil naquelas empresas que sempre sonharam em ter seu programa de capacitação a distância estruturado, mas que não possuíam orçamento para fazer aquisição de uma plataforma de ensino própria. Diante das vantagens e das facilidades encontradas no Moodle, a GSI Online, ao lado de seus clientes, construiu em 2010 vários cases de sucesso com a utilização do Moodle. Algumas empresas que pretendiam investir em uma plataforma de ensino própria, mas apresentavam restrições orçamentárias, conseguiram otimizar seus custos e disponibilizar aos seus colaboradores essa importante ferramenta de aprendizagem, implementando e obtendo resultados excelentes com essa plataforma de ensino.

Clique na imagem e confira como a GSI Online trabalha com essa ferramenta

Confira como trabalhamos com essa ferramenta

     

         Para saber mais sobre as principais mudanças na nova versão, veja o artigo de Pedro Pinto na íntegra, acesse:

http://pplware.sapo.pt/internet/moodle-2-0-a-plataforma-gratuita-para-o-ensino/

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
mai 31

Colaboração: eLearning 2.0

O eLearning atinge seu potencial quando usado repetidamente ao longo do tempo e espaço. Mas o fator crucial do sucesso com certeza são participantes motivados. Pessoas envolvidas buscam aulas online e referências, e agora, neste mundo da Web 2.0, a maior novidade é que eles também contribuem generosamente para o aprendizado geral, fazendo a escolha de tanto consumir quanto criar conteúdo para seus semelhantes. Alguns exemplos úteis:

  • Pesquisadores de uma universidade encorajam membros de uma equipe espalhada por todo o mundo a trabalhar juntos para completar uma WebQuest.
  • Um auditor inventa novas práticas para resolver problemas frequentes em seu local de trabalho e, em seguida cria um Wiki para a documentação das lições aprendidas.
  • Gerente de vendas usa um CRM para conhecer melhor seus clientes e, em seguida, comenta em um blog para fornecer feedback sobre como a ferramenta poderia ser mais útil.
  • Um engenheiro petroquímico constrói uma simulação no Second Life para mostrar aos novatos implicações referente às decisões sobre onde e como fazer escavações.

Obviamente, o eLearning cresceu e hoje representa muito mais do que simples aulas e tutoriais transpostos ao mundo virtual. As gerações atuais, membros da geração X e Y, possuem uma forma diferente de encarar as situações profissionais. A medida que entram no mercado, eles esperam tanto colaborar em grandes projetos quanto utilizar as últimas tecnologias para fazê-lo. Cabe a todos nós aproveitarmos essa nova ótica colaborativa insurgente para elevar o conhecimento em nossas áreas, assim como a qualidade de nossos trabalhos.

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Postado por GSI Online.
mai 26

QUENTE: Google lança LMS, chama-se CloudCourse

É pessoal, o todo poderoso Google está voltando seus olhos para o mercado educacional e lançando um software open source para gerenciamento do aprendizado (LMS), chamado CloudCourse. Segue abaixo a íntegra do post CloudCourse: An Enterprise Application in the Cloud , em tradução livre, no qual os engenheiros de software Boutboul Irwin & Vemuru Phaneendhar falam sobre esse novo aplicativo.

O que você acha? Essa iniciativa será um sucesso ou será apenas mais uma ideia lançada e deixada de lado (como Google Wave e outros aplicativos que o Google já “criou”)?

Na minha opinião, servirá, pelo menos, como alternativa ao Moodle, o único LMS open source realmente bom.

CloudCourse: um aplicativo corporativo na “nuvem”

Quarta-feira 19 de maio de 2010 | 13:30

No Google, nós temos especialistas em tudo, de Python a pinguins. No entanto, conectar nossos professores especialistas a estudantes de todo o mundo pode não ser uma tarefa muito fácil. Por isso, estamos animados em lançar nossa nova plataforma interna de aprendizagem, o CloudCourse, sob uma licença open source. Desenvolvido inteiramente sobre o App Engine, o CloudCourse permite a qualquer pessoa criar e controlar atividades de aprendizagem. Ele também dispõe de calendário, gerenciamento de lista de espera e controle para avaliações e aprovações.

O CloudCourse é totalmente integrável ao Google Calendar e pode ser customizado para a sua organização com as seguintes funcionalidades (substituíveis):

  • Sincronia – permite a sincronização de dados do CloudCourse com seus sistemas internos;
  • Informações das classes - permite agendar aulas nos locais desejados;
  • Informações do usuário - permite visualizar os perfis dos usuários (cargo, imagem, etc.).

Foi desenvolvido em Python, utilizando o framework Django e a Closure Javascript libraryImplantar o CloudCourse na App Engine é muito simples, exigindo menos de 5 minutos.

Nós desenvolvemos o CloudCourse para:

• Fornecer um sistema de agendamento de curso totalmente integrado com os serviços do Google;
• Demonstrar o que é preciso para construir um aplicativo utilizando o App Engine.

Ao disponibilizar o CloudCourse como software livre, esperamos ajudar desenvolvedores que têm interesse em modificar ou criar aplicativos no App Engine. Analisando o código-fonte, você pode conferir como lidamos com desafios como processos de longa duração, locking, sincronização com sistemas externos, workflows de alta performance, entre outros.

Todas as técnicas que utilizamos podem ser facilmente aplicadas em outros aplicativos. 

O CloudCourse já está disponível para download. Se você tem interesse em discutir sobre o projeto ou deseja esclarecer alguma dúvida, faça parte da Lista de discussão do CloudCourse.

Happy hacking!

Irwin Boutboul & Phaneendhar Vemuru, Software Engineering Team

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
mai 10

Compartilhamento rápido

Recebi o vídeo abaixo do Bruno Weiblen e achei interessante. Existem muitos outros deste tipo no YouTube, aproveitem.

Vou colocar abaixo dois vídeos. O primeiro é em inglês porque é a versão mais recente, com dados bem atualizados e mais bonito visualmente. O segundo tem legenda em português e o conteúdo é quase o mesmo só que com visual menos trabalhado e com alguns dados desatualizados (poucas coisas, não influencia na mensagem).

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
dez 10

O que é esse Triângulo Dourado e o que tem a ver com e-learning?

Li um artigo publicado no blog do famoso evento DevLearn Conference & Expo, e achei que valia a pena compartilhá-lo com vocês. Segue abaixo minha livre interpretação do texto.

Muito tem se perguntado entre os estudiosos e praticantes do e-elearning qual será a próxima grande novidade quando falamos em aprendizado através de tecnologia. E a resposta é bem simples: NADA DEMAIS. O passo seguinte para o e-learning não virá de nenhuma grande tecnologia ou aplicativo e sim da convergência de várias coisas que já estão por aí.

Isoladamente, muitas das novas ferramentas que tem surgido não passam de divertimento, mas unidas podem se tornar potenciais desenvolvedoras de conhecimento e operadoras de mudanças no estilo de vida das pessoas. A essa convergência foi dado o nome de Triângulo Dourado.

Humm… Mas por que “Triângulo Dourado”?

Bom, essa resposta é fácil. Atualmente, existem três megatendências na web: mobilidade, redes sociais e tempo real; e isso é o Triângulo Dourado.

Ok… E como esse triângulo se encaixa no e-elearning?

Aqui muitos poderão discordar, mas eu digo “PERFEITAMENTE”.

Analisando cada um dos elementos, vamos começar com a Mobilidade. Essa não tem mais volta, está presente no dia-a-dia. Quantos a sua volta têm celular? Quantos tinham 5 anos atrás? Quantos têm celulares que acessam a internet? Quantos tinham 5 anos atrás?

Aparelhos móveis

Os aparelhos móveis (celulares, smartphones, netbooks, etc.) estão se popularizando e ficando cada vez mais baratos e mais acessíveis. E esse aparelhos tem muitos aplicativos que facilitam nossa vida: ajudam a encontrar o lugar que procuramos, o telefone que precisamos, a informação necessária. Olhe os serviços de banco. Eu fui ao Banco do Brasil, ontem à noite, e o caixa me ofereceu um serviço que custa R$ 2,50 ao mês e que me deixa atualizado do meu saldo na conta corrente toda vez que houver movimentação. ÓTIMO, encaixa perfeito com o aplicativo de celular que estou usando para gerenciar minhas finanças! A qualquer momento eu poderei usar essa combinação de ferramentas e tirar relatórios sobre os meus gastos, o que consome mais e em que ponto posso economizar. E isso não é aprendizagem?

O segundo lado do Triângulo Dourado são as redes sociais ou a socialização na internet. Muitos estudiosos dizem que toda a aprendizagem é social, e eu concordo muito. O ser humano é social por natureza e aprende muito com a interação com outros. Em “lugares” como Facebook, LinkedIn e blogs, encontramos pessoas que querem compartilhar informações sobre praticamente qualquer coisa formando grupos de aprendizagem coletiva. Vocês acessam o Pense e-Learning para quê? A longo prazo o conhecimento reside menos no seu próprio cérebro e mais no coletivo cérebro da internet.

Por último, temos a face do Tempo Real para completar o triângulo. Aí o Twitter é o melhor exemplo. Quando acessamos o micro blog entramos num turbilhão de conversas que estão acontecendo neste exato momento (um turbilhão de conversas ou, no fim da contas, uma única GIGANTESCA conversa?). Tudo em tempo real. Quando acessamos o You Tube e olhamos os vídeos “sendo assistidos agora”, o que estamos fazendo? Participando de um movimento em tempo real!

Assim, podemos construir conteúdos que podem ser acessados por dispositivos móveis com um elemento social nos conectando com especialistas no assunto em tempo real?

Com certeza! Claro que ainda vamos enfrentar muitas mudanças estruturais e comportamentais que vão facilitar essa convergência. Talvez o triângulo vire um quadrado ou um hexágono. Mas, por enquanto, o desafio é fazer isso acontecer com as ferramentas que já temos em mãos.

O artigo na íntegra pode ser lido clicando aqui. (Está em inglês, mas, pra quem não domina a língua “universal”, recomendo o uso do Google Tradutor, que é uma maravilha de ferramenta).

Abraços a todos,

Pavlos Dias

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
nov 9

Construir conhecimento usando a Web 2.0 é possível?

Web 2.0?!?Há algum tempo venho lendo sobre iniciativas de gerar e disseminar conhecimento usando ferramentas da tão falada web 2.0. Mas até onde isso é possível? Até que ponto essas ferramentas de comunicação tão intensas e tão interessantes (Twitter, redes sociais, blogs e outros) realmente podem ser úteis?

Claro que essa resposta não é fácil de ser dada e nem é meu interesse aqui esgotar esse assunto, na verdade quero apenas lançar uma semente que pode ou não germinar em cada uma das pessoas que lerem isso.

A minha opinião é que conteúdo GERADO através desse tipo de mídia é muito difícil de controlar e usar. Entretanto não podemos virar as costas pra isso, pois o valor que este tipo de conteúdo tem é imensurável. Dois pensam melhor do que um. TODOS pensam melhor do que dois!

Outro fator forte nessa questão é que o pessoal que vem entrando agora no mercado de trabalho – a chamada Geração Nativa Digital – já usa essas ferramentas pra tudo e certamente vão querer usá-las para aprender e ensinar.

Essa história de gerar conhecimento coletivamente não é exatamente nova. O método tem até nome: Crowdsourcing. O termo criado por Jeff Howe sintetiza a ideia de milhões de pessoas, pensando sobre algo e organizando esse conteúdo.

Porém, nas análises sobre Crowdsourcing nem tudo são flores. Os problemas que este tipo de trabalho geram também são significativos e estão ligados à maneira como o conteúdo gerado é organizado e o que se faz com o batalhão de informações suscitadas.

Isso tudo sem nos determos ao já tão falado problema de Direitos Autorais. Se todo mundo constrói junto, quem é o dono?!?

Olhando para tudo isso, vejo que ainda enfrentaremos muitos desafios com a web 2.0 e seu nível extraordinário de conhecimento. Mas não tem escapatória! Os computadores estão em todo lugar (na mesa, na maleta, na mão) e isso só vai ficar maior!

Se você é como eu e se impressiona a cada dia com a web 2.0, faça o seguinte: comece a pesquisar sobre web 3.0!

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
mar 8

O que promete para o mercado de e-learning em 2009

Pessoal,

Nas minhas pesquisas correntes do mercado de e-learning, constantemente acho previsões para o mercado dentro da perspectiva de anos de crise. Veja a impressão desse pensador sobre o que podemos esperar no decorrer do ano:

Veja ainda um post (em inglês) do mesmo autor em Ten Predictions for eLearning 2008.

Aprendizado “Auto-dirigido” aumentará


Devido às pressões econômicas, as empresas poderão cortar seus investimentos em treinamento de forma drástica, sem produzir novos conteúdos para e-learning. Assim, a busca será por estimular os colaboradores que tomem iniciativa de se preparar para um cenário de aprendizado ”auto-dirigido”, com o mímino suporte organizacional. Particularmente, acredito que esse seja um cenário extremamente pessimista e que pode trazer consequências desastrosas futuramente, quando do reaquecimento dos mercados. Entretanto, é evidente que algumas empresas tomam essa direção. A questão que fica aqui é quem conseguirá fazer da crise uma oportunidade?

Aumento do uso do e-Learning 2.0

Uns dos melhores e mais baratos mecanismos para o aprendizado auto-dirigido são as ferramentas da web 2.0. Assim, o e-learning are 2.0 seguirá numa crescente. Isso tudo, principalmente, no que se refere ao uso de ferramentas de produção de conteúdo colaborativo como wiki, além das redes sociais.

Entretanto, seja simples e objetivo ao criar estratégias para o e-learning 2.0 ou você pode enfrentar problemas devido à dinamicidade do mercado.

Aumento da busca por ferramentas de aprendizagem social

As ferramentas de aprendizagem social podem se valer da crise para catapultar seu crescimento. E isso é o que tudo indica. Ferramentas como as que dão suporte para o trabalho em casa como as fornecidas por Cramster; CampusBug, Grockit, TutorVista, EduFire, English Cafe deverão ganhar mais status daqui pra frente como suporte ao desempenho organizacional. Essas ferramentas vêm desempenhando grande papel no mercado para jovens e agora, com as devidas adaptações, chegam ao mercado corporativo.

Suporte ao Desempenho

Ao invés de somente treinar uma equipe de marketing sobre estratégias de comunicação, o mercado tenderá a investir em soluções de suporte ao desempenho, como por exemplo, contratar uma empresa terceirizada para assumir ações de comunicação, com remuneração atrelada ao desempenho.

Uso de videoconferência


As soluções para salas de aula virtuais, baseadas em videoconferência devem crescer muito com o corte nos investimentos de viagens dos executivos.

Crescimento dos fornecedores de nicho do mercado de aprendizagem

As empresas especializadas em soluções de nicho para aprendizado, como empresas de games educacionais, empresas especializadas em ferramentas para avaliação terão um crescimento muito interessante.

Crescimento do mobile learning

Com o aumento da capilaridade dos aparelhos mais robustos e da difusão do 3G, mais e mais colaboradores de empresas com grande dispersão geográfica serão abastecidos com esses aparelhos, principalmente, para suporte a vendas, o que permitirá criar soluções de treinamento alinhadas à dinamicidade do cotidiano desses profissionais. Portanto, quem estiver preparado para fornecer soluções nesse sentido, estará um passo à frente dos demais.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
jun 20

e-Learning 2.0 e 3.0 existe? Existirá???

Pessoal,

Será que a colaboração total existe hoje em dia nos projetos de e-learning de nossas empresas? Melhor, será que já temos cursos rodando nos LMSs país afora que estimulam a colaboração? Eu, particularmente, conheço poucos projetos que se utilizam da Wikipedia, Digg, Twitter, Redes Sociais, etc…Não que estes sempre serão benéficos para um curso no contexto corporativo, mas o bom uso, direcionado, pode ser sim, muito interessante.

Assim, será que esses termos, Web 2.0, 3.0 fazem ou farão parte um dia da realidade dos projetos de e-learning nas empresas?

Para pensarmos a respeito, aproveito para compartilhar um vídeo, bastante revolucionário e anárquico por sinal, porém serve como reflexão do futuro.

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Afinal, que vocês acham disso tudo?

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.