mai 28

e-Learning SUL consolida-se como referência na edição 2009

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O e- Learning SUL mostrou que veio para ficar. Após laurear-se através da presença de um público de mais de 100 pessoas, o evento consolidou-se como uma referência para discussão de e-learning no Sul do Brasil e até mesmo nacionalmente. Discussões essas fomentadas pela palestra de Rafael Fernandez da Alcatel-Lucent que questionou o público sobre o status quo das áreas de educação corporativa nas empresas brasileiras, muito acostumadas a “dar respostas” e não a “questionar” as áreas demandantes, trabalhando em conjunto para achar a melhor solução para problemas de “negócio” que podem ser impulsionados por melhores estratégias de aprendizagem.

elsul2009Dentro dessa ideia de fomentar o debate, o e-Learning SUL procurou trazer Cases nos mais diversos estágios de implementação. Assim, o Habib´s procurou mostrar que tem uma Universidade Corporativa bem estruturada e que o próximo passo é implementar o e-learning a fim de transpor as barreiras geográficas e otimizar investimentos.

Já a Paraná Clínicas mostrou que pode-se começar a usar a internet para educação corporativa com a aplicação de projetos-piloto. Assim, com o sucesso dos dois primeiros cursos no Ambiente e-Learning Paraná Clínicas, a empresa agora traça as estratégias para consolidar o projeto como um pilar da educação corporativa.

O Grupo RBS mostrou, por outro lado, que a consolidação do e-learning como ferramenta de treinamento está muito mais próxima, ao passo que existem um número já bastante interessante de cursos online disponíveis e os resultados das iniciativas até então já são consistentes.

Para mostrar projetos de e-learning já maduros e avançados, que permeiam toda a organização, Renault e HSBC evidenciaram os resultados das boas práticas de e-learning em suas empresas, com equipes mais competitivas, de forma mais ágil e com menor investimento.

Assim, os Cases ratificaram que a ferramenta é uma questão de tempo para a maior parte das organizações brasileiras, face os resultados apresentados.

Em um outro momento do evento, buscou-se propiciar um espaço mais instrumental, com temas específicos ligados ao treinamento online, com workhops sobre Design Instrucional, LMS (Learning Management System) e ROI (Return On Investment).

Por fim, vale ressaltar que o e-Learning SUL 2009 procurou trazer uma novidade para o evento. Essa novidade foi a Mesa Redonda sobre Aprendizagem Online que trouxe à tona o anseio do público em discutir sobre o tema. Enfim, um espaço a ser incrementado e trabalhado para render melhores frutos em 2010.

É, exatamente isso que você leu, o e-Learning SUL 2010 espera por você!!!

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 27

e-Learning SUL 2009! O maior evento de e-learning da região Sul do Brasil! 8 de maio em Porto Alegre!

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Vem aí o maior evento sobre e-learning da Região Sul! Nós da GSI Online, estamos trazendo workshops de duas profissionais de altíssimo nível:

Andrea Filatro, que já escreveu dois livros respeitadíssimos sobre Design Instrucional, os quais você pode ver aqui e aqui.

Cristina Palmeira, que trabalha na Universidade Petrobras e que vem paralelamente desenvolvendo um excelente trabalho como palestrante e consultora para avaliação em treinamento pelo seus livros sobre ROI em Treinamento. Mais sobre o livro aqui (esgotado) e aqui.

Além disso, teremos Cases de grandes empresas como Renault, HSBC, Grupo RBS, Alcatel-Lucent, Habib´s e Paraná Clínicas.

É para não perder de jeito nenhum. Um espaço riquíssimo para aprender e trocar experiências sobre o uso do e-learning nas organizações.

Inscrições abertas no site do evento: www.elearningsul.com.br!

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hsbc

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ALCATEL LUCENT

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 21

Erros fatais na implementação de projetos de e-learning

Pessoal,

Aproveitando o período de carnaval, estou clipando esse post do amigo Allan Brito (editado em algumas partes por mim) do Colaborativo.org, aliás, excelente, ao buscar relatar um artigo sobre os principais erros na formatação de uma iniciativa de e-learning, originalmente publicado pela ASTD (American Society for Training and Development ou Associação Americana para o Treinamento e Desenvolvimento).

Os motivos que geralmente fazem um curso a distância fracassar, geralmente são parecidos em todos os casos, pois são fruto da falta de experiência ou planejamento do corpo diretivo ou do desiger instrucional. Um dos motivos mais comuns está relacionado com o baixo investimento em tutoria, e não estou falando de investimento financeiro, mas sim da baixa importancia que a tutoria tem nos cursos.

Como sempre é bom relembrar os principais motivos que fazem esses cursos fracassar, recomendo a leitura desse artigo listando esses motivos para a falta de sucesso dos cursos. O texto está em inglês, mas ainda assim quase todos os aspectos abordados no artigo se aplicam a realidade das nossas instituições de ensino e respectivos projetos de curso, além, claro às iniciativas corporativas mundo afora.

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Esse é um breve resumo do conteúdo apresentado no artigo, com alguns comentários.

  • Depois que o curso for lançado, ele não precisa mais de suporte: Muitos gestores de e-learning acham que um curso pela internet, pode sobreviver sem nenhum tipo de manutenção, o que é um absurdo. O funcionamento desse tipo de iniciativa é semelhante aos cursos presenciais, eles precisam de acompanhamento constante.
  • Ignorar o público-alvo: No projeto do curso é necessário antes de qualquer planejamento, identificar e mensurar o público-alvo, para que as iniciativas e material didático possa ser planejado especificamente para essas pessoas.
  • Não se preocupe com o material didático: Os cursos EAD são basicamente fundamentados em auto-estudo. O que faz o material didático parte fundamental de qualquer iniciativa de aprendizagem pela internet. Deixar esse tipo de elemento em segundo plano pode ser fatal.
  • Não escolher ou usar de maneira adequada o LMS: Essa é uma parte do planejamento em que muitos acabam sacrificando um bom design instrucional, com a escolha de um LMS deficitário. Antes de fazer a escolha do sistema, faça pesquisas e procure se informar sobre a opinião do sistema escolhido para fazer comparações com a aplicação em outras instituições. Além disso, procure, gradualmente, explorar ao máximo as ferramentas do LMS.
  • Não é necessário ensinar aos alunos como funciona o sistema LMS: Com o LMS definido é hora de ensinar aos alunos os procedimentos necessários para usar o sistema. Não assuma que a interface é intuitiva, ensine tudo que os alunos precisam aprender. O erro mais grave que um projeto pode cometer é assumir que os alunos já conhecem alguma coisa.

Para conferir mais alguns itens, com comentários mais abrangentes do tipo mito vs. realidade, visite o artigo original.

A lista mostra alguns problemas que podem ser facilmente evitados e contornados com simples planejamento. Por isso é que a equipe de design instrucional precisa planejar e simular os ambientes em que o curso deve ser oferecido. Se as características de infra-estrutura de hardware dos alunos, laboratórios da instuição de ensino ou mesmo das empresas, não oferecerem condições para material didático multimídia a solução é investir em texto e uso de ilustrações estáticas para contextualização do aprendizado.

Um bom LMS é fundamental também, mas é necessário planejar a oferta do curso e também o fechamento dele.

Qual o fator mais importante? Bem, acredito que falta de orientação para os alunos é a pior de todas. Se as pessoas não conseguem usar o seu sistema LMS, para localizar os conteúdos e recursos do curso não é possível nem dizer que o projeto falhou, pois ele sequer começou. Antes de qualquer coisa é necessário presumir que os alunos não sabem absolutamente nada! Presumir que as pessoas já conhecem alguma coisa, significa começar errado.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
set 15

A cultura de e-learning (EaD) do Unibanco

Dando continuidade à exposição dos cases de empresas que têm projetos de e-learning de sucesso, vamos falar do Case do Unibanco, o quarto maior banco do Brasil.

Como os próprios gestores do projeto intitularam o seu Case, “A cultura de e-learning do Unibanco”, fica bem claro, que após alguns anos eles mesmos creditam ao projeto o “selo” do sucesso, ou seja, a equipe gestora do e-learning no Unibanco já conseguiu imprimir a cultura de educação continuada via internet na empresa.

Assim, dado o desafio de uma organização extremamente dinâmica, dinamicidade essa inerente ao mercado financeiro, espalhada por todo o Brasil em mais de 750 agências e 500 pontos da Fininvest, o projeto de e-learning surgiu sob as seguintes bases:

  • Aumentar a capacidade intelectual dos colaboradores e propiciar melhores possibilidades profissionais;
  • Desenvolver as competências estratégicas do conglomerado Unibanco;
  • Promover o ensino a distância, o autodesenvolvimento e a mudança de cultura organizacional;
  • Racionalizar os investimentos em treinamento;
  • Contribuir para o atingimento das metas do negócio.

E qual a situação do projeto atualmente, quantitativamente falando? A figura abaixo resume claramente.

Realmente, os números do projeto fazem do Case superlativo dentre os seus pares nacionais. Justamente por isso, inicialmente o projeto foi abortado e retomado numa estratégia totalmente remodelada que resultou nos números que aqui falamos.

Mas e quais as principais evidências após a implementação do projeto?

A principal, e que já falamos, é que o e-Learning tornou-se uma realidade dentro daorganização, alinhado às estratégias do grupo, o que sabidamente é um dos pilares do sucesso do e-learning, ou seja, se o treinamento via internet não é assimilado por todos na organização como mais uma ferramenta para suporte ao trabalho, dificilmente teremos resultados satisfatórios nas métricas de negócio.

Além disso, citam-se alguns fatos relevantes abaixo:

  • EaD representou uma revolução no aprendizado;
  • Integração com presenciais auxiliou na disseminação da cultura de e-learning;
  • Gerenciamento do conhecimento: relatórios de acompanhamento, verificação de indicadores e efetividade;

E o que vale destacarmos desse 3 itens? A importância das métricas como forma de mensurar o sucesso do projeto e a importância de se colocar o e-learning dentro de uma estratégia mais ampla de educação corporativa, portanto, que inclua o treinamento presencial, estratégia comprovadamente de sucesso.

Abaixo, uma idéia do Portal de Treinamento Online do Unibanco:

O Unibanco, mais que uma estratégia de e-learning, conseguiu criar uma cultura de Gestão do Conhecimento, através do uso da ferramenta de e-learning como um grande repositório do conhecimento organizacional Unibanco, algo visado por muitas empresas.

E tudo isso ocorreu satisfatoriamente devido à credibilidade da ferramenta, impacto direto nos negócios e pela relação custo/benefício presencial x e-learning.

Portanto, fica claro que um projeto bem planejado, alinhado ao negócio da empresa, dificilmente tem insucesso.

Amanhã, coloco mais alguns detalhes, mas compartilho ainda algumas telas dos cursos do e-learning do Unibanco.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 22

Avaliação em e-learning

Volta e meia sentimos o anseio das empresas em implementar seu projeto de e-learning, porém, sempre procuramos lembrar que o projeto em si compreende muito mais etapas que somente o LMS e os cursos, sendo que uma das fases mais importantes é avaliação do projeto em si e o cuidado com as avaliações dos cursos propriamente ditos.

Lendo um post do colega do Colaborativo.org, lembrei-me de comentar mais profundamente essa questão. No artigo referido, ele comenta que um amigo próximo ministrou um treinamento numa empresa, sendo que na avaliação todos foram muito bem obrigado, porém, dias depois o gerente da empresa contatou-lhe criticando o seu treinamento pelo fato de que os colaboradores estavam tendo dificuldades na aplicação dos conceitos aprendidos.

Ratificando a idéia do autor do Colaborativo.org, digo que isso realmente foi um problema de contextualização do aprendizado e, ainda, um problema de avaliação, ou seja, o treinamento não foi contextualizado à realidade dos colaboradores e avaliação corroborou para explicar o fato, já que todos foram muito bem e não conseguiram aplicar os conceitos aprendidos.

Clique aqui para ler o artigo completo »

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 18

As empresas em direção ao mundo online

Pessoal,

Hoje eu gostaria de compartilhar uma notícia sobre e-learning veiculada no renomado Financial Times. A notícia, que pode ser vista na íntegra (em inglês), fala sobre um levantamento da área de Business Education (Educação Corporativa) do periódico a respeito das empresas que estão trabalhando online suas práticas de capacitação.

Descobriu-se nesse levantamento com cerca de 700 gerências de nível médio algo, ao menos, surpreendente. As empresas não só preferem e-learning porque realmente é mais barato que treinar presencialmente, argumento esse muito popular, mas também porque os executivos afirmam que as vantagens em termo de conveniência e flexibilidade do treinamento são inquestionáveis.

Uma grande empresa britânica, por exemplo, colocou que, com certeza, o aumento no uso de e-learning na empresa está relacionado ao custo/benefício, mas que a flexibilidade e conveniência para se adaptar melhor ao padrão de trabalho do colaborador, somam-se consideravelmente ao argumento da questão financeira, tão comentada nos projetos de e-learning.

Clique aqui para ler o artigo completo »

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 6

e-Learning – Por onde começar e por quê?

Nos últimos posts, vínhamos falando sobre tendências em e-learning, ou seja, coisas que para nossas corporações ainda estão longe de tornar-se realidade.

Nesse vou tentar esclarecer brevemente as seguintes perguntas:

O que leva uma empresa a investir em e-learning?

Qual a área que tem normalmente o maior apelo para aplicação de treinamentos online?

Os leitores do Blog Pense e-Learning que já têm experiência com e-learning dirão-me: necessidade de intensificar treinamentos dentro de um contexto de volatilidade dos mercados cada vez maior para a primeira pergunta e, para a segunda, o que parece ser uníssono no mercado, vendas.

Clique aqui para ler o artigo completo »

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.