mai 24

O que você acha mais importante num curso online?

Nos últimos dias fizemos uma pesquisa/enquete através do site da GSI perguntando “O que você acha mais importante num curso online?”.

As alternativas que os respondentes tinham eram: didática, interatividade, qualidade gráfica, simulações e a opção outros.

O resultado você pode ver abaixo e tirar suas próximas conclusões. Aproveite e compartilhe elas com a gente através dos comentários. :-)

O que você acha mais importante num curso online?

Obrigado a todos que votaram.

A próxima enquete já está no ar: “Quais elementos podem agregar mais valor a um projeto educacional?”

Entre no site www.gsionline.com.br e participe! ;-)

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
mai 20

Não compre gato por lebre…

Compartilho esse post publicado no blog Educação Próxima que fala sobre uma discussão que começou na Rede Brasil e-Learning e acabou tomando outros espaços. Contribua você também, deixe seus comentários ou entre na maior comunidade brasileira sobre e-learning e acrescente suas ideias nessa e em várias outras discussões que há por lá.

[por Régis Tractenberg]

Faz poucos dias respondi a uma mensagem do Carlos Rodrigues na comunidade Rede Brasil e-learning. O título aberto pelo Carlos foi: “Não compre gato por lebre … Certificação é coisa séria!” Vale a pena conferir o debate na íntegra que teve também a contribuição de Paolla Luciana Zecchinelli.

Dentre os pontos levantados tivemos:

- Podem empresas e professores independentes emitir certificados para cursos livres?

- Esses certificados tem algum valor legal?

- Quando a empresa ou professor é associado(a) à ABED (selo que vem sendo amplamente adquirido por aqueles que oferecem cursos online) isso confere alguma garantia de qualidade aos cursos e algum reconhecimento adicional aos certificados emitidos por essas instituições e professores?

- É legal que certas  ´instituições´ afirmem que seus cursos (livres) sejam reconhecidos por secretarias estaduais de educação?

A seguir minhas respostas:

—–

Olá Carlos,

Agradeço por você estar levantando essa discussão. Como lhe disse, também vejo ´instituições´ que afirmam serem seus cursos (cursos livres na verdade) reconhecidos por secretarias estaduais de educação (mas possuem apenas simples registros dos cursos junto a sec. municipais), registro esse feito em nome de instituições terceiras como você bem colocou.

Esse debate é um passo inicial para se esclarecer as coisas perante o público.

Sobre certificados…

Quando iniciei meus cursos online consultei mais de um advogado para perguntar se poderíamos emitir certificados.

Ocorre que qualquer indivíduo ou instituição pode certificar (dar como certo), atestar ou declarar por escrito o que quiser e ser considerado responsável pelo que escreveu.

Um professor, mesmo independente, pode certificar não só a participação de um estudante em seus cursos, como também seu nível de aproveitamento e suas competências. Tal documento tem valor legal.

Se terá reconhecimento, essa é uma outra questão que depende da reputação junto à sociedade e ao mercado por parte do indivíduo ou instituição que declara / certifica.

Não é ilegal portanto emitir certificados. Ilegal é fazer propaganda enganosa, mentindo sobre o reconhecimento dos mesmos junto ao MEC ou secretarias de educação, que não tem como atribuição conferir reconhecimento a cursos livres.

Sobre o uso do logo da ABED…

Trata-se de propaganda enganosa se a instituição e seus professores não participam dos eventos acadêmicos e não contribuem com estudos na área. Afirmar-se como membro de uma associação científica significa isso, e não dar a entender que essa atesta a qualidade de suas práticas.

A ABED, deveria ser mais criteriosa na concessão do uso de sua logo. Não deveria aceitar que fosse usada por instituições que afirmam terem cursos reconhecidos por órgãos oficiais, quando não o são.

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
mai 13

Dicas para Implementação de Mobile Learning

Primeiro é importante definir que Mobile Learning consiste em usar dispositivos móveis (celulares, smartphones, PDA’s,etc…) para transmitir conhecimento.

Não existem grandes diferenças na implementação de aprendizagem via mobile e outros programas de treinamento, afinal as principais orientações que se aplicam a um bom projeto de capacitação são inerentes ao meio que é usado, pois são mais ligadas a parte pedagógica.

Abaixo seguem algumas dicas que podem ser uma luz para entrar nessa nova modalidade de treinamento.

1 – Seja curto e simples

Apesar desta regra ser importante em qualquer tipo de treinamento, aqui ela é crucial para o sucesso em função da natureza dos dispositivos móveis e das situações em que eles tendem a ser utilizados. Durante o treinamento o aluno poderá ser frequentemente interrompido, então o tempo de atenção do aluno pode ser curto e os conceitos passados devem ser fechados em pequenos blocos. Assim caso o aluno tenha que atender alguma coisa e voltar ele não esteja em meio a um texto ou animação enormes.

Digamos que nenhuma parte de um treinamento via mobile deva demorar mais de 5 minutos para ser concluída.

Além disso, evite usar interações e animações complexas que possam ser conflituosas com os diferentes tamanhos de telas e tipos de softwares presentes nos dispositivos móveis.

2 – Evite conteúdos densos

Não tente transmitir conteúdos muitos densos através de dispositivos móveis. É muito desmotivante ficar lendo textos muito complexos em uma letrinha miudinha rolando páginas e páginas com seu dedo. Tente coisa mais pontuais, use o aparelho como uma ferramenta de lembrança, consulta rápida e outras possibilidades mais diretas.

3 – Vá devagar com as diferentes mídias

O uso cuidadoso de elementos de mídia são importantes para o aprendizado móvel. Não use mídias em situações onde não há necessidade como animações de abertura, elementos gráficos que são puramente estéticos e interações desnecessárias.

Na maioria dos casos, existe um custo associado ao desenvolvimento e até mesmo ao acesso de tais conteúdos, pois é provável que haja um custo para downloads e quanto mais pesado for o arquivo mais caro sairá esse download.

No entanto, é importante mencionar que muitos dispositivos móveis podem ser conectados a um computador e os arquivos podem ser copiados para eles, evitando o download direto e os custos associados a isso. Caso o treinamento possa ser entregue dessa forma pode haver mais liberdade no uso dos elementos citados anteriormente.

4 – Inclua elementos de colaboração

Os dispositivos móveis são incomparáveis na capacidade de comunicação síncrona e como ferramenta social. Quando usados como parte de um treinamento e-learning ou presencial pode ser uma fonte muito interessante de interação entre os participantes. Essas interações, se feitas de forma correta, podem trazer um enorme valor para o processo de aprendizagem.

Por enquanto ficaremos por aqui, mas em breve vamos trazer mais ideias interessantes sobre Mobile Learning.

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
abr 26

Learning Trends – Elliot Masie – Fundador do Netflix investe em aprendizado online

Pessoal, reproduzo abaixo parte do texto do Learning Trends do Elliot Masie
1. Fundador do Netflix investe em Aprendizado Online Venture.
Em breve nota extraída do The New York Times: “Reed Hastings, o fundador e presidente-executivo da Netflix, usou a web para torná-la mais fácil para para alugar filmes. Agora o Sr. Hastings, que também é professor de matemática do ensino médio, está usando a Web para algo talvez menos divertido e, sim, mais educacional – ensino de matemática para crianças. Na terça-feira, o Sr. Hastings irá anunciar que ele financiou a aquisição de DreamBox Learning, uma start-up que utiliza jogos online para ensinar matemática, através do  Charter School Growth Fund, um fundo de investimento sem fins lucrativos para as escolas charter, que são escolas públicas independentes dos EUA.
Sr. Hastings disse que achar que os netbooks serão onipresentes nas escolas dentro de alguns anos, criando enormes oportunidades para a aprendizagem on-line de software. “Eu acho que estamos à beira de um ponto de inflexão real, onde o hardware se torna tão barato que a aprendizagem da Web será realmente possível em todas as escolas”, disse ele. (Nota para a nossa realidade brasileira – espero que isso seja possível aqui, também”… “Mas o que eu observei é que realmente não há muitas pessoas trabalhando nesse segmento.” O DreamBox foi iniciado no ano passado e cria planos de aula personalizdos, “escondido” no jogo, baseado em conceitos que as crianças compreendam ou precisam trabalhar. “
O reconhecimento do papel da aprendizagem on-line como ativos, sendo investimentos viáveis por empresários, como o fundador da Netflix, são indicadores interessantes do crescimento e expansão desta parte do mercado de educação.

Pessoal, reproduzo abaixo parte do texto do Learning Trends do Elliot Masie

1. Fundador do Netflix investe em Aprendizado Online.

Em breve nota extraída do The New York Times: “Reed Hastings, o fundador e presidente-executivo da Netflix, usou a web para tornar mais fácil a locação de filmes. Agora o Sr. Hastings, que também é professor de matemática do ensino médio, está usando a Web para algo talvez menos divertido e, sim, mais educacional – ensino de matemática para crianças. Na terça-feira, o Sr. Hastings irá anunciar que ele financiou a aquisição de DreamBox Learning, uma start-up que utiliza jogos online para ensinar matemática, através do  Charter School Growth Fund, um fundo de investimento sem fins lucrativos para as escolas charter, que são escolas públicas independentes dos EUA.

Sr. Hastings acredita que os netbooks serão onipresentes nas escolas dentro de alguns anos, criando enormes oportunidades para os softwares de aprendizagem on-line. “Eu acho que estamos à beira de um ponto de inflexão real, onde o hardware se torna tão barato que a aprendizagem da Web será realmente possível em todas as escolas”, disse ele. (Nota para a nossa realidade brasileira – espero que isso seja possível aqui, também…) “Mas o que eu observei é que realmente não há muitas pessoas trabalhando nesse segmento.” A DreamBox começou no ano passado e cria planos de aula personalizados, “escondidos” em jogos, baseados em conceitos que as crianças compreendem ou precisam trabalhar.”

O reconhecimento do papel da aprendizagem on-line como ativos, sendo investimentos viáveis por empresários, como o fundador da Netflix, são indicadores interessantes do crescimento e expansão desta parte do mercado de educação.

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
dez 24

Feliz Natal e Próspero 2010 – e o e-Learning se renovará?

Pessoal,

Aproveitando para lhes desejar um Feliz Natal e Próspero 2010, gostaria de deixar a seguinte indagação: se todos nós entramos nessa época com a intenção de refletir sobre tudo que ocorreu durante o ano, repensando nossas atitudes, podemos também focar em nossa área de atuação, o e-learning. Por tudo que vemos e discutimos, qual o potencial de renovação das soluções e-learning? Será que podemos mudar a forma como o encaramos? Enfim, aqui fica a reflexão para que possamos entrar em 2010, encarando novos desafios frente a essa mudança de paradigma, trazida pelo e-learning.

Aproveite e conheça:

www.redebrasilelearning.com.br

www.gsionline.com.br

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
out 23

Mercado de e-Learning nos EUA atinge 16,7 bilhões de dólares em 2009

O mercado de soluções para e-Learning nos EUA atingiu  $16.7 bilhões de dólares em 2009. A demanda vem crescendo em torno de 7,4% e deverá chegar a $23.8 bilhões de dólares em 2014.

A taxa de crescimento vem diminuindo em relação ao último conjunto de análise. No período analisado de 2007-2012, o mercado de e-learning crescia 22% anualmente. Ainda assim, a taxa de declínio diminui significativamente, principalmente pela demanda crescente do mercado corporativo. Apesar da recessão mundial e, até mesmo devido a esta, a demana é positiva em todos os segmentos compradores de soluções e-learning.

A referida pesquisa abordou os seguintes segmentos de soluções para e-learning:

  • conteúdo de catálogo para TI
  • conteúdo de catálogo (excluindo TI)
  • desenvolvimento de conteúdo customizado
  • softwares específicos
  • plataforma de aprendizado (ambiente virtual de aprendizagem – AVA/LMS)

Serviços de plataforma de aprendizagem hospedadas é o segmento que mais cresce, a uma taxa de 12.8%. A demanda para conteúdo de catálogo (exceto TI) cresce 9,4%, puxada principalmente pelo segmento acadêmico.

E no Brasil? Difícil dizer. Ainda não temos nenhuma pesquisa confiável acerca do mercado brasileiro, principalmente no que tange ao mercado corporativo . Apenas alguns levantamentos e estimativas. Assim, se alguém se propõe a pesquisar a fundo esse mercado, acredito que terá clientes de sobra.

O mercado de soluções para e-learning nos EUA é relativamente maduro, mas o cenário competitivo é bastante fragmentado. Essa fragmentação é devido à diferenciação no comportamento de compra dos diferentes segmentos do mercado. Dificilmente algum fornecedor consegue atender as mais variadas necessidades de clientes distintos.

Bruno Weiblen - Gerente de Vendas - GSIonline.com.br - (55)3217-0407

Acesse o blog Pense e-Learning e mantenha-se atualizado.

Faça parte da Rede Brasil e-Learning e compartilhe seus conhecimentos.

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (2 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
set 30

Para acompanhar web 2.0, objetos de aprendizagem e repositórios passam por reformulações

–>Por Giulliana Bianconi – Instituto Claro – link original

A web 2.0 é uma consequência da evolução da internet. Elementos, espaços virtuais e conceitos que tinham como base a colaboração e a autoria dos usuários ganharam espaço e ajudaram a fomentar o terreno onde, agora, todos os dias brotam diversas iniciativas voltadas para o compartilhamento de informações e ações. Na área da educação, os objetos de aprendizagem digitais (OAs) e seus repositórios sentiram intensamente essas mudanças e estão tendo de se adaptar. Lá no século passado, quando surgiram, já tinham a proposta de servir aos educadores que buscavam utilizar a tecnologia nas suas aulas e valorizavam a “reconstrução e recombinação”.

Os OAs, que podem ser qualquer ferramenta (animação, flash, game, apresentação em power point etc) capaz de apoiar o processo de ensino-aprendizagem, sempre carregaram uma característica fundamental: a reusabilidade. Um game criado por um professor de ciências, por exemplo, poderia ser ajustado para uma aula de geografia. Os professores das duas disciplinas, mesmo que fossem totais desconhecidos, compartilhariam o objeto. Continua sendo assim. Continuam existindo, inclusive, grandes repositórios, como o CESTA, criado pela professora de “Informática na Educação” da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Liane Tarouco, no qual podem ser encontradas centenas de objetos passíveis de modificações. Mas o uso deles, assim como o da internet, vem sendo reconfigurado.

No CESTA, parte de todo o material que é disponibilizado gratuitamente mediante acesso do repositório via login e senha é produzida pelos próprios alunos da UFRGS nos cursos de pós graduação. A outra parcela é contribuição de outros desenvolvedores que tiveram suas produções consideradas úteis para o aprendizado pela equipe da professora Liane. Apesar do espaço aberto à produção externa, ali não há espaço para se compartilhar nada mais além dos objetos.

Nos repositórios, professores não têm espaço para, no mesmo local onde acessam os recursos, contar as suas experiências com um determinado objeto em sala de aula, tampouco fazer simples comentários. Fóruns de discussão, então, são uma distante realidade. Os repositórios, embora muito úteis por agregarem tantos recursos que poderiam ficar “perdidos” na web e por permitirem a catalogação deles (por temas, autor, disciplinas etc), não tiveram incorporada toda a possibilidade de interação da web 2.0.

Pesquisador dos objetos e repositórios, o professor da Universidade Federal da Bahia Antônio Carlos de Souza diz que enxerga uma pequena desvalorização dos objetos de aprendizagem. Entretanto, ele não considera que os mesmos tenham perdido espaço nos ambientes pedagógicos. Destaca que, com o crescimento da educação a distância, os objetos garantem lugar na educação. Segundo o professor, as iniciativas públicas de apoio ao desenvolvimento desses recursos eram mais constantes no passado. “O PAPED (Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância, do Ministério da Educação) tinha um investimento nos objetos muito maior do que o atual e, atrelado ao Rived, que era o repositório do MEC, tinha o prêmio concedido aos melhores projetos de OA desenvolvidos por professores e pesquisadores”, diz Souza.

Atualmente, ele trabalha no desenvolvimento de um repositório para o Instituto Federal da Bahia, pois os cursos de EAD nessa instituição têm se multiplicado. “Esse repositório será inicialmente de acesso restrito ao Instituto. Hoje, que os custos de desenvolvimento desses ambientes caíram bastante, é possível fazer esse repositórios com caráter particular”, explica Souza.

Objetos inseridos na nova dinâmica da web
O Rived (Rede Interativa Virtual de Educação), citado pelo professor Antônio Carlos, ainda pode ser acessado pelos internautas, assim como os objetos de aprendizagem lá cadastrados. Mas o portal não conta mais com atualizações. Todos os esforços da Secretaria de Educação a Distância (mantenedora do projeto Rived) voltados para os conteúdos pedagógicos digitais agora estão direcionados para o Portal do Professor, lançado no ano passado.

O diretor de produção de conteúdo e formação em educação a distância do MEC, Demerval Bruzzi, explica os motivos dessa mudança: “Quando o Rived surgiu, não era somente um repositório, era uma parceria do Brasil com outros países, mas eles não cooperavam, e só o Brasil fazia a sua parte”. Em seguida, completa: “Além disso, tínhamos uma equipe de professores que desenvolvia objetos de aprendizagem para o nosso banco, nós promovíamos cursos para a capacitação das equipes selecionadas por meio de editais públicos, e essa metodologia precisava de investimentos milionários.”

Quanto à extinção do Concurso Rived, o qual premiava os melhores projetos de OAs, Bruzzi justifica dizendo que aquele processo foi considerado ultrapassado: “O prêmio incentivava a produção, mas não tinha impacto na aprendizagem. Não havia nenhuma garantia de que aqueles projetos promoveriam uma educação inovadora.”

Seguindo a tendência da integração e interatividade da web 2.0, o MEC decidiu integrar todos os conteúdos no Portal do Professor. Lá, há realmente espaços interativos. Os objetos ainda são mantidos em um repositório, que agora é denominado Banco Internacional de Objetos Educacionais. Atualmente, são 7.031 recursos cadastrados. As discussões sobre esses recursos podem ser levadas novamente as espaços do Portal (ver reportagem “Portal do Professor mostra como incorporar novas ferramentas ao ensino“).

A professora da UFRGS Liane Tarouco revela também que está se dedicando a um novo projeto de repositório, onde haverá mais do que o trabalho de catalogação de objetos. “Trabalharemos também com gestão de conteúdo de uma forma que poderemos agregar informações e saber onde os conteúdos estão sendo utilizados e de que forma”, diz Tarouco.

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mai 28

e-Learning SUL consolida-se como referência na edição 2009

foto_-034

O e- Learning SUL mostrou que veio para ficar. Após laurear-se através da presença de um público de mais de 100 pessoas, o evento consolidou-se como uma referência para discussão de e-learning no Sul do Brasil e até mesmo nacionalmente. Discussões essas fomentadas pela palestra de Rafael Fernandez da Alcatel-Lucent que questionou o público sobre o status quo das áreas de educação corporativa nas empresas brasileiras, muito acostumadas a “dar respostas” e não a “questionar” as áreas demandantes, trabalhando em conjunto para achar a melhor solução para problemas de “negócio” que podem ser impulsionados por melhores estratégias de aprendizagem.

elsul2009Dentro dessa ideia de fomentar o debate, o e-Learning SUL procurou trazer Cases nos mais diversos estágios de implementação. Assim, o Habib´s procurou mostrar que tem uma Universidade Corporativa bem estruturada e que o próximo passo é implementar o e-learning a fim de transpor as barreiras geográficas e otimizar investimentos.

Já a Paraná Clínicas mostrou que pode-se começar a usar a internet para educação corporativa com a aplicação de projetos-piloto. Assim, com o sucesso dos dois primeiros cursos no Ambiente e-Learning Paraná Clínicas, a empresa agora traça as estratégias para consolidar o projeto como um pilar da educação corporativa.

O Grupo RBS mostrou, por outro lado, que a consolidação do e-learning como ferramenta de treinamento está muito mais próxima, ao passo que existem um número já bastante interessante de cursos online disponíveis e os resultados das iniciativas até então já são consistentes.

Para mostrar projetos de e-learning já maduros e avançados, que permeiam toda a organização, Renault e HSBC evidenciaram os resultados das boas práticas de e-learning em suas empresas, com equipes mais competitivas, de forma mais ágil e com menor investimento.

Assim, os Cases ratificaram que a ferramenta é uma questão de tempo para a maior parte das organizações brasileiras, face os resultados apresentados.

Em um outro momento do evento, buscou-se propiciar um espaço mais instrumental, com temas específicos ligados ao treinamento online, com workhops sobre Design Instrucional, LMS (Learning Management System) e ROI (Return On Investment).

Por fim, vale ressaltar que o e-Learning SUL 2009 procurou trazer uma novidade para o evento. Essa novidade foi a Mesa Redonda sobre Aprendizagem Online que trouxe à tona o anseio do público em discutir sobre o tema. Enfim, um espaço a ser incrementado e trabalhado para render melhores frutos em 2010.

É, exatamente isso que você leu, o e-Learning SUL 2010 espera por você!!!

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (5 votos, média: 4,40 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 27

e-Learning SUL 2009! O maior evento de e-learning da região Sul do Brasil! 8 de maio em Porto Alegre!

elsul2009

Vem aí o maior evento sobre e-learning da Região Sul! Nós da GSI Online, estamos trazendo workshops de duas profissionais de altíssimo nível:

Andrea Filatro, que já escreveu dois livros respeitadíssimos sobre Design Instrucional, os quais você pode ver aqui e aqui.

Cristina Palmeira, que trabalha na Universidade Petrobras e que vem paralelamente desenvolvendo um excelente trabalho como palestrante e consultora para avaliação em treinamento pelo seus livros sobre ROI em Treinamento. Mais sobre o livro aqui (esgotado) e aqui.

Além disso, teremos Cases de grandes empresas como Renault, HSBC, Grupo RBS, Alcatel-Lucent, Habib´s e Paraná Clínicas.

É para não perder de jeito nenhum. Um espaço riquíssimo para aprender e trocar experiências sobre o uso do e-learning nas organizações.

Inscrições abertas no site do evento: www.elearningsul.com.br!

habibs-1

hsbc

rbs-color_pos

paranaclinicas

renault

ALCATEL LUCENT

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 21

Erros fatais na implementação de projetos de e-learning

Pessoal,

Aproveitando o período de carnaval, estou clipando esse post do amigo Allan Brito (editado em algumas partes por mim) do Colaborativo.org, aliás, excelente, ao buscar relatar um artigo sobre os principais erros na formatação de uma iniciativa de e-learning, originalmente publicado pela ASTD (American Society for Training and Development ou Associação Americana para o Treinamento e Desenvolvimento).

Os motivos que geralmente fazem um curso a distância fracassar, geralmente são parecidos em todos os casos, pois são fruto da falta de experiência ou planejamento do corpo diretivo ou do desiger instrucional. Um dos motivos mais comuns está relacionado com o baixo investimento em tutoria, e não estou falando de investimento financeiro, mas sim da baixa importancia que a tutoria tem nos cursos.

Como sempre é bom relembrar os principais motivos que fazem esses cursos fracassar, recomendo a leitura desse artigo listando esses motivos para a falta de sucesso dos cursos. O texto está em inglês, mas ainda assim quase todos os aspectos abordados no artigo se aplicam a realidade das nossas instituições de ensino e respectivos projetos de curso, além, claro às iniciativas corporativas mundo afora.

horizontal

Esse é um breve resumo do conteúdo apresentado no artigo, com alguns comentários.

  • Depois que o curso for lançado, ele não precisa mais de suporte: Muitos gestores de e-learning acham que um curso pela internet, pode sobreviver sem nenhum tipo de manutenção, o que é um absurdo. O funcionamento desse tipo de iniciativa é semelhante aos cursos presenciais, eles precisam de acompanhamento constante.
  • Ignorar o público-alvo: No projeto do curso é necessário antes de qualquer planejamento, identificar e mensurar o público-alvo, para que as iniciativas e material didático possa ser planejado especificamente para essas pessoas.
  • Não se preocupe com o material didático: Os cursos EAD são basicamente fundamentados em auto-estudo. O que faz o material didático parte fundamental de qualquer iniciativa de aprendizagem pela internet. Deixar esse tipo de elemento em segundo plano pode ser fatal.
  • Não escolher ou usar de maneira adequada o LMS: Essa é uma parte do planejamento em que muitos acabam sacrificando um bom design instrucional, com a escolha de um LMS deficitário. Antes de fazer a escolha do sistema, faça pesquisas e procure se informar sobre a opinião do sistema escolhido para fazer comparações com a aplicação em outras instituições. Além disso, procure, gradualmente, explorar ao máximo as ferramentas do LMS.
  • Não é necessário ensinar aos alunos como funciona o sistema LMS: Com o LMS definido é hora de ensinar aos alunos os procedimentos necessários para usar o sistema. Não assuma que a interface é intuitiva, ensine tudo que os alunos precisam aprender. O erro mais grave que um projeto pode cometer é assumir que os alunos já conhecem alguma coisa.

Para conferir mais alguns itens, com comentários mais abrangentes do tipo mito vs. realidade, visite o artigo original.

A lista mostra alguns problemas que podem ser facilmente evitados e contornados com simples planejamento. Por isso é que a equipe de design instrucional precisa planejar e simular os ambientes em que o curso deve ser oferecido. Se as características de infra-estrutura de hardware dos alunos, laboratórios da instuição de ensino ou mesmo das empresas, não oferecerem condições para material didático multimídia a solução é investir em texto e uso de ilustrações estáticas para contextualização do aprendizado.

Um bom LMS é fundamental também, mas é necessário planejar a oferta do curso e também o fechamento dele.

Qual o fator mais importante? Bem, acredito que falta de orientação para os alunos é a pior de todas. Se as pessoas não conseguem usar o seu sistema LMS, para localizar os conteúdos e recursos do curso não é possível nem dizer que o projeto falhou, pois ele sequer começou. Antes de qualquer coisa é necessário presumir que os alunos não sabem absolutamente nada! Presumir que as pessoas já conhecem alguma coisa, significa começar errado.

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (2 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.