mai 31

Aprendizagem Informal – A utilização de Redes Sociais para o Aprendizado

 

Muitos estudos apontam um crescimento do conhecimento nas organizações oriundo de atividades informais. Mas o que é isso? É a aprendizagem adquirida através da vivência. Esse tipo de aprendizagem não requer uma intencionalidade, não precisa ser estruturada através de treinamentos. Ela surge naturalmente em diálogos com colegas, leituras de blogs, livros, participação em redes sociais, observações, etc. Análises apontam que 80% do conhecimento adquirido no ambiente de trabalho vem desse tipo de aprendizagem e apenas 20% da aprendizagem formal, com treinamentos estruturados.

Por meio dessa constatação, percebemos facilmente que é muito importante estimular a aprendizagem informal dentro de sua organização.

Uma das formas mais fáceis de fazer isso é criar uma Rede Social Empresarial.

E o que vem a ser uma Rede Social Empresarial? Nada mais é do que uma rede social como Facebook, LinkedIn e Orkut focada em sua organização ou em um determinado tema. Um bom exemplo é a Rede Brasil e-Learning.

A rede pode ser muito útil, pois possibilita explorar várias discussões por meio de fóruns, recados, grupos de discussão, avisos de eventos, agendamento de treinamentos formais, etc. Ela pode servir como um canal de comunicação para a aprendizagem de sua organização e como uma importante ferramenta para a gestão do conhecimento, tendo em vista que todos os assuntos tratados nela ficam disponíveis para qualquer colaborador.

Veja, a seguir, um exemplo de rede social e algumas possibilidades de utilização desse instrumento. Caso você tenha interesse em customizar uma rede social para a sua empresa, entre em contato conosco, clicando aqui.

 

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
mai 10

Compartilhamento rápido

Recebi o vídeo abaixo do Bruno Weiblen e achei interessante. Existem muitos outros deste tipo no YouTube, aproveitem.

Vou colocar abaixo dois vídeos. O primeiro é em inglês porque é a versão mais recente, com dados bem atualizados e mais bonito visualmente. O segundo tem legenda em português e o conteúdo é quase o mesmo só que com visual menos trabalhado e com alguns dados desatualizados (poucas coisas, não influencia na mensagem).

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
dez 10

O que é esse Triângulo Dourado e o que tem a ver com e-learning?

Li um artigo publicado no blog do famoso evento DevLearn Conference & Expo, e achei que valia a pena compartilhá-lo com vocês. Segue abaixo minha livre interpretação do texto.

Muito tem se perguntado entre os estudiosos e praticantes do e-elearning qual será a próxima grande novidade quando falamos em aprendizado através de tecnologia. E a resposta é bem simples: NADA DEMAIS. O passo seguinte para o e-learning não virá de nenhuma grande tecnologia ou aplicativo e sim da convergência de várias coisas que já estão por aí.

Isoladamente, muitas das novas ferramentas que tem surgido não passam de divertimento, mas unidas podem se tornar potenciais desenvolvedoras de conhecimento e operadoras de mudanças no estilo de vida das pessoas. A essa convergência foi dado o nome de Triângulo Dourado.

Humm… Mas por que “Triângulo Dourado”?

Bom, essa resposta é fácil. Atualmente, existem três megatendências na web: mobilidade, redes sociais e tempo real; e isso é o Triângulo Dourado.

Ok… E como esse triângulo se encaixa no e-elearning?

Aqui muitos poderão discordar, mas eu digo “PERFEITAMENTE”.

Analisando cada um dos elementos, vamos começar com a Mobilidade. Essa não tem mais volta, está presente no dia-a-dia. Quantos a sua volta têm celular? Quantos tinham 5 anos atrás? Quantos têm celulares que acessam a internet? Quantos tinham 5 anos atrás?

Aparelhos móveis

Os aparelhos móveis (celulares, smartphones, netbooks, etc.) estão se popularizando e ficando cada vez mais baratos e mais acessíveis. E esse aparelhos tem muitos aplicativos que facilitam nossa vida: ajudam a encontrar o lugar que procuramos, o telefone que precisamos, a informação necessária. Olhe os serviços de banco. Eu fui ao Banco do Brasil, ontem à noite, e o caixa me ofereceu um serviço que custa R$ 2,50 ao mês e que me deixa atualizado do meu saldo na conta corrente toda vez que houver movimentação. ÓTIMO, encaixa perfeito com o aplicativo de celular que estou usando para gerenciar minhas finanças! A qualquer momento eu poderei usar essa combinação de ferramentas e tirar relatórios sobre os meus gastos, o que consome mais e em que ponto posso economizar. E isso não é aprendizagem?

O segundo lado do Triângulo Dourado são as redes sociais ou a socialização na internet. Muitos estudiosos dizem que toda a aprendizagem é social, e eu concordo muito. O ser humano é social por natureza e aprende muito com a interação com outros. Em “lugares” como Facebook, LinkedIn e blogs, encontramos pessoas que querem compartilhar informações sobre praticamente qualquer coisa formando grupos de aprendizagem coletiva. Vocês acessam o Pense e-Learning para quê? A longo prazo o conhecimento reside menos no seu próprio cérebro e mais no coletivo cérebro da internet.

Por último, temos a face do Tempo Real para completar o triângulo. Aí o Twitter é o melhor exemplo. Quando acessamos o micro blog entramos num turbilhão de conversas que estão acontecendo neste exato momento (um turbilhão de conversas ou, no fim da contas, uma única GIGANTESCA conversa?). Tudo em tempo real. Quando acessamos o You Tube e olhamos os vídeos “sendo assistidos agora”, o que estamos fazendo? Participando de um movimento em tempo real!

Assim, podemos construir conteúdos que podem ser acessados por dispositivos móveis com um elemento social nos conectando com especialistas no assunto em tempo real?

Com certeza! Claro que ainda vamos enfrentar muitas mudanças estruturais e comportamentais que vão facilitar essa convergência. Talvez o triângulo vire um quadrado ou um hexágono. Mas, por enquanto, o desafio é fazer isso acontecer com as ferramentas que já temos em mãos.

O artigo na íntegra pode ser lido clicando aqui. (Está em inglês, mas, pra quem não domina a língua “universal”, recomendo o uso do Google Tradutor, que é uma maravilha de ferramenta).

Abraços a todos,

Pavlos Dias

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
set 29

A revolução da colaboração online

A reportagem da Revista Exame do dia 24/09 (reportagem aqui) é a síntese do que podemos ver pela frente num horizonte de 5 a 10 anos ou menos, haja vista a evolução da internet e das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação).

Fundamentada no Case da Cisco Systems, do lendário John Chambers, que outrora já havia profetizado acerca de outras tecnologias. É famosa a frase do CEO e presidente de que a próxima grande aplicação para a internet será a educação. “A educação na internet será tão importante que fará o uso do e-mail parecer um erro de cálculo”, profetizou ele anos atrás numa palestra. Internamente, o entusiasmo de Chambers se traduz numa estrutura de treinamento gigantesca, capaz de atingir 100% dos seus trabalhadores. “O e-learning é usado até na integração dos novos funcionários”, afirmou Maurício Russo, outrora gerente de desenvolvimento de soluções da Cisco do Brasil.

Tom Kelly, na época vice-presidente mundial de treinamento da Cisco, resumiu de forma brilhante o descompasso entre as necessidades das corporações e o treinamento tradicional numa entrevista à revista Fast Company. “Se é necessário ensinar 100 pessoas sobre um assunto, é possível treinar 25 pessoas numa sala de aula de cada vez e repetir o curso quatro vezes. Mas se você precisa treinar 3000 pessoas a cada sessenta dias sobre um novo produto, uma nova tecnologia ou um novo mercado, não há como a sala de aula funcionar.”

Constatação como essa levou a Cisco a investir pesado em e-learning, tanto como usuária quanto como fornecedora de soluções e incentivadora. Entretanto a Cisco vem profetizando, principalmente através do seu lendário CEO, uma nova revolução. A empresa que nos primeiros meses do ano 2000, em meio a centenas de ponto-com que surgiam diariamente, conseguiu traduzir em números concretos tudo o que a internet poderia render em negócios. Não se tratava de nenhuma start-up com planos revolucionários sobre o mundo online ou algum site de comércio eletrônico que crescera vertiginosamente na onda da bolha. O exemplo veio de uma empresa de infra-estrutura de redes. No fim do pregão de 24 de março, uma sexta-feira, a Cisco Systems, fabricante de equipamentos de telecomunicações, comemorava uma façanha: havia desbancado a Microsoft como companhia mais valiosa do mundo, chegando a um valor de mercado de 555 bilhões de dólares. O que chamava a atenção na ocasião, além das cifras, era a forma como a empresa tinha chegado até elas. A Cisco quase quintuplicou de tamanho entre os anos de 1996 e 2000. Passou de 4 bilhões para mais de 18 bilhões de dólares de faturamento, apresentando a si mesma como caso de sucesso da revolução digital. Foi uma das pioneiras na adoção da intranet, ferramenta que reduziu em 50% o número de funcionários de recursos humanos, e também encabeçou a migração das relações entre empresas para o mundo online para cortar custos e ganhar agilidade. As experiências da Cisco foram fonte de inspiração para todo e qualquer tipo de negócio e fizeram disparar as vendas de roteadores e switches, fundamentais para a conexão à internet.

E, então, desfez-se a bolha. A Cisco e todo o setor de tecnologia caíram na real na mesma velocidade vertiginosa com que chegaram ao topo.

Agora, quase uma década depois, a tal revolução que a empresa vem profetizando é a revolução da colaboração online como ferramenta estratégica para o sucesso das empresas desse novo milênio. “Estamos falando de comunidades”, disse a EXAME John Chambers, presidente da Cisco. “Elas surgiram com as comunidades virtuais freqüentadas especialmente pelos jovens.”

Dentre as novidades no dia-a-dia da Cisco que poderão ser vistas em outras empresas como alavancador da produtividade, podemos citar:

Integração online

Sistemas colaborativos apóiam a interação na Cisco. Conheça alguns deles

CISCOPEDIA
Enciclopédia virtual inspirada na Wikipedia, permite a seleção, a publicação e o cruzamento de textos e conteúdos relevantes aos projetos da empresa

CVISION
Ferramenta de publicação de vídeos, fotos e videoblogs, nos moldes do YouTube, pode ser usada para transmitir treinamentos, antes feitos presencialmente

WIKIS
Divididos por temas, servem de plataforma virtual de distribuição de tarefas e fórum de discussão para grupos de trabalho com membros em todo o mundo

Outras grandes corporações já caminham nessa direção, entre elas a gigante Procter & Gamble, que tem como meta ser a empresa mais colaborativa do mundo. Segundo Dave Ubachs, diretor de soluções de informação da Procter, o objetivo é fazer com que mais da metade das idéias de novos produtos venha de fora da empresa. Para isso, tecnologias colaborativas são fundamentais. Não apenas para receber contribuições de fora mas também para promover a troca interna de idéias, segundo Jeff DeGraff, professor de gestão da Universidade de Michigan. A aplicação corporativa das tecnologias de colaboração é um bom exemplo, especialmente porque teve inspiração em sistemas voltados para usuários finais, como MySpace e YouTube. “A incorporação das tecnologias da web 2.0 é apenas o primeiro passo nas companhias. A chave está em criar comunidades sustentáveis de praticantes”, afirma DeGraff. Em outras palavras: de nada adianta ter o software se as pessoas não o utilizarem.

O exemplo da Cisco mostra que a cultura da interação colaborativa já deixou de ser uma opção. Grupos interdisciplinares têm sido formados em várias regiões do mundo para discutir, via telepresença ou por wikis, questões de negócios e o papel da empresa perante a sociedade. À participação de cada diretor ou vice-presidente envolvido em tais projetos colaborativos será atribuída uma espécie de nota de avaliação, que tem impacto direto nos rendimentos variáveis. “Esse é um exemplo de como a colaboração poderá mudar os controles tradicionais e os modelos de remuneração das empresas”, diz Ripper.

Embora as tendências indiquem que a colaboração de fato deve crescer, a adoção desses sistemas não tem sido uniforme em todas as regiões do mundo. Companhias americanas e européias estão na dianteira de projetos de grande porte, como a Boeing, que utiliza wikis para o desenvolvimento de sua aeronave 7E7, e também a Siemens, que aposta na ferramenta para interagir com acadêmicos e fornecedores. O Brasil não deverá ver tão cedo projetos avançados nesse sentido, na avaliação da Cisco Brasil. Segundo o presidente da subsidiária local, o país tende a começar a adotar tecnologias que já existem no mercado há algum tempo, como a convergência das várias redes de comunicação — fixa, móvel e de dados — em um único sistema.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
jun 27

e-Learning Brasil 2008 – Segundo dia

Dando continuidade à cobertura do e-Learning Brasil 2008, posso dizer que o momento alto do segundo dia foram os cases. Posso, de antemão, dizer que as empresas brasileiras estão, em geral, com cases muito bem implantados e com resultados interessantíssimos.

Já o ponto baixo diz respeito a um certo desvio de foco. Todos sabemos que e-learning traz à tona vários outros temas relevantes como liderença, gestão de talentos, entre outros. Porém, o e-learning no Brasil ainda tem muitas, mas muitas questões a serem discutidas com o objetivo de primeiramente, disseminar melhor o uso das tecnologias e ferramentas de educação a distância nas empresas fora do eixo Rio-SP e, segundo, refinar os projetos existentes, principalmente em termos de métricas e do uso de blended learning (no sentido mais amplo, com uso de portais de gestão do conhecimento, blogs, wikis, podcasts, videocasts, redes sociais).

No entanto, fazendo um balanço, pode-se dizer que encontramos um mercado com um cenário em processo firme de início de maturação. Resta-nos trabalhar para levantar a bandeira país afora, e a GSI Online, com o evento e-Learning SUL, faz sua parte em termos de contribuir para a disseminação e consolidação do e-learning no Brasil.Francisco Soeltl - CEO do e-Learning Brasil e da MicroPower

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
jun 26

e-Learning Brasil 2008 – Primeiras impressões

Pessoal,

Acompanhei, hoje, dia 25/06, o primeiro dia do e-Learning Brasil 2008 e minha avaliação até agora é positiva.

Mas e quais as impressões em geral?

Ao meu ver, é um momento único no mercado brasileiro para conhecermos as empresas que estão investindo em e-learning, podendo compartilhar experiências de sucesso e insucesso. Realmente, muitas empresas com um excelente nível de maturidade em seus projetos, além de várias empresas ansiosas para começarem seus projetos. Enfim, isso mostra o início do processo de maturação do mercado brasileiro de e-learning.

E a programação?

O momento alto de hoje foi, sem dúvidas, capitaneado pelo trio internacional do evento, Elliot Masie, Marc Rosenberg e Eric Shepard, todos do primeiro escalão do e-learning mundial, sempre visionários e com um raciocínio extremamente inteligente da situação do e-learning no mundo e suas perspectivas.

Falaram sobre coisas óbvias mas nem sempre atendidas como atentar para as diferenças culturais, trabalhar endomarketing, entre outros.

Mas a grande contribuição deles veio com o que virá pela frente. Redes Sociais integradas aos ambientes de aprendizagem, wikis, podcast, videocast, tudo integrado e trabalhado de forma colaborativa, criando um verdadeiro ambiente de suporte ao desempenho.

Enfim, recém estamos começando a vislumbrar os potenciais da tecnologia para o aprendizado.Videoconferência com Elliot Masie

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 28

Conhecimento Social

Elliot Masie diz que o ideal é que as plataformas LMS, no futuro, tenham integração com as redes sociais. Tudo isso para que o conhecimento mais relevante seja trocado diretamente, de pessoa para pessoa, dentro da organização.

Ou seja, de modo simples, isso propõe que as ferramentas de LMS propiciem essa integração nos projetos de e-learning, permitindo que, em empresas muito grandes, por exemplo, se um colaborador tem uma necessidade em relação ao conhecimento de algum mercado específico que a empresa esteja retomando e, que no passado, já foi trabalhado por algum outro colaborador que hoje em dia está em outra função, passe esse aprendizado diretamente para quem tem a necessidade atualmente.

Esse é o poder que as redes sociais, de cunho profissional, podem exercer sobre o processo de aprendizagem organizacional, contribuindo, inclusive, na gestão do conhecimento, tão essencial num mundo em processo de globalização e cada vez mais competitivo, o que não é mais novidade para ninguém!

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 7

As tendências em tecnologias para o aprendizado

Donald Taylor, diretor executivo da Conferência Learning Technologies em entrevista para o portal britânico Training Zone,mostra as tendências para o mercado em 2008

O que vai ser novidade no campo de novas tecnologias para o aprendizado em 2008? Existem três respostas para essa pergunta e o mais importante é que nenhuma delas têm ligação direta com a tecnologia em si.

A primeira tendência, continuando desde a segunda metade do ano passado, é que os Serviços de Redes Sociais (SRS) vão crescer muito. Tudo isso simplesmente por que as redes sociais estão se espalhando por todos os lados e porquê elas representam o tipo de aprendizado mais natural que conhecemos: a conversação.

Clique aqui para ler o artigo completo »

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.