dez 29

Moodle 2.0 – Uma solução de ensino gratuita e confiável

       Pesquisando sobre as principais tendências do ensino a distância para 2011, deparei-me com um artigo muito interessante escrito por Pedro Pinto, o qual apresenta as novidades que foram efetuadas na nova versão do Moodle, o Moodle 2.0. Dessa forma, segue abaixo uma releitura desse artigo.

       O Moodle é um CMS (Course Management System), também definido como um LMS (Learning Management System) ou VLE (Virtual Learning Environment). É uma plataforma de apoio à aprendizagem a distância. Através dele, é possível programar estratégias de treinamento a distância com total controle dos colaboradores, criar cursos, disponibilizar leituras complementares, criar mecanismos modernos de comunicação síncrona e assíncrona, fazer com que alunos criem e disseminem conhecimentos através de Wiki, emitir relatórios de controle, entre outras funções.

       A versão 2.0 do Moodle apresenta uma série de melhorias que tornam essa plataforma de ensino mais confiável e segura e que, com certeza, irão alavancar sua utilização no meio corporativo. Por se tratar de uma plataforma de ensino gratuita e com licença Open Source, o Moodle terá entrada fácil naquelas empresas que sempre sonharam em ter seu programa de capacitação a distância estruturado, mas que não possuíam orçamento para fazer aquisição de uma plataforma de ensino própria. Diante das vantagens e das facilidades encontradas no Moodle, a GSI Online, ao lado de seus clientes, construiu em 2010 vários cases de sucesso com a utilização do Moodle. Algumas empresas que pretendiam investir em uma plataforma de ensino própria, mas apresentavam restrições orçamentárias, conseguiram otimizar seus custos e disponibilizar aos seus colaboradores essa importante ferramenta de aprendizagem, implementando e obtendo resultados excelentes com essa plataforma de ensino.

Clique na imagem e confira como a GSI Online trabalha com essa ferramenta

Confira como trabalhamos com essa ferramenta

     

         Para saber mais sobre as principais mudanças na nova versão, veja o artigo de Pedro Pinto na íntegra, acesse:

http://pplware.sapo.pt/internet/moodle-2-0-a-plataforma-gratuita-para-o-ensino/

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
mai 26

QUENTE: Google lança LMS, chama-se CloudCourse

É pessoal, o todo poderoso Google está voltando seus olhos para o mercado educacional e lançando um software open source para gerenciamento do aprendizado (LMS), chamado CloudCourse. Segue abaixo a íntegra do post CloudCourse: An Enterprise Application in the Cloud , em tradução livre, no qual os engenheiros de software Boutboul Irwin & Vemuru Phaneendhar falam sobre esse novo aplicativo.

O que você acha? Essa iniciativa será um sucesso ou será apenas mais uma ideia lançada e deixada de lado (como Google Wave e outros aplicativos que o Google já “criou”)?

Na minha opinião, servirá, pelo menos, como alternativa ao Moodle, o único LMS open source realmente bom.

CloudCourse: um aplicativo corporativo na “nuvem”

Quarta-feira 19 de maio de 2010 | 13:30

No Google, nós temos especialistas em tudo, de Python a pinguins. No entanto, conectar nossos professores especialistas a estudantes de todo o mundo pode não ser uma tarefa muito fácil. Por isso, estamos animados em lançar nossa nova plataforma interna de aprendizagem, o CloudCourse, sob uma licença open source. Desenvolvido inteiramente sobre o App Engine, o CloudCourse permite a qualquer pessoa criar e controlar atividades de aprendizagem. Ele também dispõe de calendário, gerenciamento de lista de espera e controle para avaliações e aprovações.

O CloudCourse é totalmente integrável ao Google Calendar e pode ser customizado para a sua organização com as seguintes funcionalidades (substituíveis):

  • Sincronia – permite a sincronização de dados do CloudCourse com seus sistemas internos;
  • Informações das classes - permite agendar aulas nos locais desejados;
  • Informações do usuário - permite visualizar os perfis dos usuários (cargo, imagem, etc.).

Foi desenvolvido em Python, utilizando o framework Django e a Closure Javascript libraryImplantar o CloudCourse na App Engine é muito simples, exigindo menos de 5 minutos.

Nós desenvolvemos o CloudCourse para:

• Fornecer um sistema de agendamento de curso totalmente integrado com os serviços do Google;
• Demonstrar o que é preciso para construir um aplicativo utilizando o App Engine.

Ao disponibilizar o CloudCourse como software livre, esperamos ajudar desenvolvedores que têm interesse em modificar ou criar aplicativos no App Engine. Analisando o código-fonte, você pode conferir como lidamos com desafios como processos de longa duração, locking, sincronização com sistemas externos, workflows de alta performance, entre outros.

Todas as técnicas que utilizamos podem ser facilmente aplicadas em outros aplicativos. 

O CloudCourse já está disponível para download. Se você tem interesse em discutir sobre o projeto ou deseja esclarecer alguma dúvida, faça parte da Lista de discussão do CloudCourse.

Happy hacking!

Irwin Boutboul & Phaneendhar Vemuru, Software Engineering Team

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
fev 28

Suporte ao Aprendizado

Para finalizar os posts sobre os anseios em relação aos LMSs feitos por Elliot Masie, farei posts subseqüentes.

O que podemos dizer é que realmente ainda estamos muito longe dessa situação “ideal” que Elliot vislumbra.

Masie fala, por exemplo, em relação ao suporte ao aprendizado, que seria muito falho ainda nas plataformas existentes, pelo fato delas serem ainda pouco “inteligentes” no sentido de que quando fazemo um curso online, o mesmo foi projetado numa análise das necessidades de treinamento e desenvolvimento que podem já não representar as necessidades atuais. Particularmente, ainda não vejo como as ferramentas poderiam chegar a esse nível, porque invariavelmente precisamos identificar uma necessidade, ou ao menos projetá-la, para depois poder desenvolver o conteúdo e disponibilizá-lo à base de treinandos. Mas enfim, todos sabemos o quanto evoluímos rapidamente nos últimos anos.

Dessa forma, o que pode ser utópico hoje, pode não ser mais amanhã.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 26

Contexto

Dando continuidade aos principais anseios relacionados aos LMSs citados por Elliot Masie, vou comentar a questão do Contexto.

Masie comenta que o contexto é algo fundamental no processo de aprendizagem e que, portanto, deveríamos ter ferramentas capazes de potencializar a contextualização do aprendizado.

O contexto surge às vezes da experiência do colega com uma situação-problema semelhante ou mesmo do exemplo do tutor/professor. O que precisamos é criar mecanismos que facilitem essa questão. Somente a presença de Fóruns, Wikis, Chats e Blogs talvez não seja suficiente.

Na minha opinião, a questão não está nas funcionalidades e sim na gestão do projeto de e-learning que muitas vezes peca em não estimular o aprendizado de forma coletiva.

Qual empresa não gostaria de ver seus vendedores, por exemplo, aprendendo coletivamente com os acertos e erros de cada um? Pode parecer utopia para muitas empresas, mas algumas  já tem tornado concreto esse sonho.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 21

Disseminação de conteúdo com base na avaliação dos usuários

Continuando com a lista de anseios de Elliot Masie sobre os LMSs e LCMSs, aqui vai o terceiro da lista:

Disseminação de conteúdo com base na avaliação dos usuários

Masie diz que para que precisamos inverter o foco para o treinando, ou seja, a empresa disponibiliza toda a estrutura de e-learning fundamentada nas competências da empresa e o treinando fica livre para escolher aqueles cursos que mais se adaptam as suas necessidades. Entretanto, novamente aqui vale a ressalva de que isso ainda é tendência na Europa e nos EUA, portanto, aqui ainda nem estamos perto disso, é uma questão de médio e longo prazo.

Clique aqui para ler o artigo completo »

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 18

Conteúdo, Conteúdo, Conteúdo

Conteúdo,  conteúdo e conteúdo: Assim, Elliot Masie define o segundo anseio para nossos LMSs. Masie diz que quando os primeiros sistemas LMS foram lançados, eles eram como aquelas máquinas de latinhas de refrigerantes automáticas, ou seja, o objetivo era entregar e rastrear as atividades de e-learning, principalmente contratadas 100% de fornecedores terceirizados.

Na época, nem se conhecia a palavra e-learning propriamente dita, e sim CBT (Computer Based Training) ou Treinamento Baseado em Computador. Com o crescimento do desenvolvimento de conteúdo interno às empresas, muitas empresas começaram a investir em plataformas LCMS,  com ambiente de desenvolvimento de conteúdo próprio, claro que com certas limitações.

Assim, Masie diz que estamos no caminho de tirar o foco de desenvolvimento de conteúdo da empresa e dos fornecedores e migrarmos para o conteúdo desenvolvido pelos próprios usuários. Para tanto, precisaríamos ter LCMSs bem mais robustos, se quiséssemos ter conteúdos com uso de objetos de aprendizagem com bom grau de ludicidade.

Clique aqui para ler o artigo completo »

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 13

Foco no treinando

Ainda lendo o Learning Trends, comentarei a partir de hoje os pontos listados entre os 12 principais anseios em relação aos sistemas LMS (Learning Management System) e LCMS (Learning Content Management System), também conhecidos como AVAs (Ambientes Virtuais de Aprendizagem).

O primeiro da lista:

Clique aqui para ler o artigo completo »

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.