mai 10

Compartilhamento rápido

Recebi o vídeo abaixo do Bruno Weiblen e achei interessante. Existem muitos outros deste tipo no YouTube, aproveitem.

Vou colocar abaixo dois vídeos. O primeiro é em inglês porque é a versão mais recente, com dados bem atualizados e mais bonito visualmente. O segundo tem legenda em português e o conteúdo é quase o mesmo só que com visual menos trabalhado e com alguns dados desatualizados (poucas coisas, não influencia na mensagem).

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
dez 10

O que é esse Triângulo Dourado e o que tem a ver com e-learning?

Li um artigo publicado no blog do famoso evento DevLearn Conference & Expo, e achei que valia a pena compartilhá-lo com vocês. Segue abaixo minha livre interpretação do texto.

Muito tem se perguntado entre os estudiosos e praticantes do e-elearning qual será a próxima grande novidade quando falamos em aprendizado através de tecnologia. E a resposta é bem simples: NADA DEMAIS. O passo seguinte para o e-learning não virá de nenhuma grande tecnologia ou aplicativo e sim da convergência de várias coisas que já estão por aí.

Isoladamente, muitas das novas ferramentas que tem surgido não passam de divertimento, mas unidas podem se tornar potenciais desenvolvedoras de conhecimento e operadoras de mudanças no estilo de vida das pessoas. A essa convergência foi dado o nome de Triângulo Dourado.

Humm… Mas por que “Triângulo Dourado”?

Bom, essa resposta é fácil. Atualmente, existem três megatendências na web: mobilidade, redes sociais e tempo real; e isso é o Triângulo Dourado.

Ok… E como esse triângulo se encaixa no e-elearning?

Aqui muitos poderão discordar, mas eu digo “PERFEITAMENTE”.

Analisando cada um dos elementos, vamos começar com a Mobilidade. Essa não tem mais volta, está presente no dia-a-dia. Quantos a sua volta têm celular? Quantos tinham 5 anos atrás? Quantos têm celulares que acessam a internet? Quantos tinham 5 anos atrás?

Aparelhos móveis

Os aparelhos móveis (celulares, smartphones, netbooks, etc.) estão se popularizando e ficando cada vez mais baratos e mais acessíveis. E esse aparelhos tem muitos aplicativos que facilitam nossa vida: ajudam a encontrar o lugar que procuramos, o telefone que precisamos, a informação necessária. Olhe os serviços de banco. Eu fui ao Banco do Brasil, ontem à noite, e o caixa me ofereceu um serviço que custa R$ 2,50 ao mês e que me deixa atualizado do meu saldo na conta corrente toda vez que houver movimentação. ÓTIMO, encaixa perfeito com o aplicativo de celular que estou usando para gerenciar minhas finanças! A qualquer momento eu poderei usar essa combinação de ferramentas e tirar relatórios sobre os meus gastos, o que consome mais e em que ponto posso economizar. E isso não é aprendizagem?

O segundo lado do Triângulo Dourado são as redes sociais ou a socialização na internet. Muitos estudiosos dizem que toda a aprendizagem é social, e eu concordo muito. O ser humano é social por natureza e aprende muito com a interação com outros. Em “lugares” como Facebook, LinkedIn e blogs, encontramos pessoas que querem compartilhar informações sobre praticamente qualquer coisa formando grupos de aprendizagem coletiva. Vocês acessam o Pense e-Learning para quê? A longo prazo o conhecimento reside menos no seu próprio cérebro e mais no coletivo cérebro da internet.

Por último, temos a face do Tempo Real para completar o triângulo. Aí o Twitter é o melhor exemplo. Quando acessamos o micro blog entramos num turbilhão de conversas que estão acontecendo neste exato momento (um turbilhão de conversas ou, no fim da contas, uma única GIGANTESCA conversa?). Tudo em tempo real. Quando acessamos o You Tube e olhamos os vídeos “sendo assistidos agora”, o que estamos fazendo? Participando de um movimento em tempo real!

Assim, podemos construir conteúdos que podem ser acessados por dispositivos móveis com um elemento social nos conectando com especialistas no assunto em tempo real?

Com certeza! Claro que ainda vamos enfrentar muitas mudanças estruturais e comportamentais que vão facilitar essa convergência. Talvez o triângulo vire um quadrado ou um hexágono. Mas, por enquanto, o desafio é fazer isso acontecer com as ferramentas que já temos em mãos.

O artigo na íntegra pode ser lido clicando aqui. (Está em inglês, mas, pra quem não domina a língua “universal”, recomendo o uso do Google Tradutor, que é uma maravilha de ferramenta).

Abraços a todos,

Pavlos Dias

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
mai 29

A Revolução da Web

Já falamos aqui nesse espaço o poder da web como potencializadora do e-learning, das ferramentas de colaboração, enfim de uma nova forma de encarar o mundo. Ou como diria Alvin Toffler, hoje em dia, precisamos saber aprender, desaprender e aprender novamente. Tudo porquê o que hoje é, amanhã pode ter mudado. Assim, ilustro com esse vídeo, com uma dublagem não tão boa quanto a narração original em inglês, porém, acessível a todos!

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 2

Campus Party mostra o potencial da Internet rápida

Pessoal,

Reproduzo abaixo uma reportagem de Zero Hora que dá uma idéia da evolução que teremos com o aumento da velocidade de conexão à internet no futuro próximo. E o exemplo vem dos países europeus, asiáticos, além de Canadá e EUA. Assim, poderemos explorar melhor o uso de áudio e vídeo, além de jogos educacionais colaborativos mais complexos.

Um jovem pega o megafone e anuncia entre as bancadas de computadores da Campus Party Brasil, evento de tecnologia que ocorreu na última semana no Centro Imigrantes, em São Paulo:

– Excursão para Santa Ifigênia em duas horas.

Na rua que é o principal reduto de venda de eletrônicos do país, um produto encabeçaria a lista de compras do público da Campus Party: os discos rígidos (HDs) externos. Também pudera: no evento, 4 mil pessoas compartilhavam um link de internet de altíssima velocidade – 10 gigabits por segundo (Gbps) – aproximadamente 500 vezes mais rápido do que a maior velocidade oferecida no Estado.

Quem não foi preparado, como o universitário Roger Vargas, 22 anos, deu um pulo na Santa Ifigênia. Pagou R$ 500 por um disco de 1 terabyte.

– Nem dá tempo de ver o download. Baixo 700 mega em menos de um minuto – afirma Roger, morador de Itaqui, onde tem conexão de 1,5 megabits por segundo (Mbps) em casa.

No Brasil, segundo a consultoria IDC, apenas um terço das conexões consideradas banda larga tem mais de 1 Mbps. Algumas empresas adotam franquia de dados – caso o cliente extrapole o limite de download mensal, a conexão é reduzida. Eduardo Aspesi, vice-presidente de marketing e vendas da NET, explica que é uma forma de garantir que quem utiliza mais a rede pague mais.

O programador web Caio Santos, 25 anos, de São Paulo, levou dois computadores para a Campus Party – um com oito HDs e outro com quatro, mais dois extras (cada um com 160 GB):

– Tinha de me preparar para baixar bastante (con- teúdo da internet) nessa semana – revela o jovem.

Para Marcelo Branco, diretor geral do evento, a Campus Party dá um “gostinho’’ do que é ter uma conexão de alta velocidade e estimula os participantes a desejarem uma banda melhor. No Estado, para ter a velocidade máxima de 20 Mbps é preciso pagar R$ 450 mensais. Ricardo Sanfelice, diretor de marketing da GVT, pondera que quando a operadora lançou 1 Mbps como velocidade máxima, em 2002, o custo era quatro vezes o seu valor atual.

– Alguns países estão em outro nível de infraestrutura. Na Coreia, o governo deu incentivos tributários para incentivar o e-learning (ensino pela web) e o teletrabalho para não prejudicar o trânsito – diz Sanfelice.

No Brasil, impostos encarecem o serviço em 40%.

– A internet é tributada como supérfluo. Também falta disponibilidade do serviço, há cidades com demanda reprimida – avalia Vinicius Caetano, analista de telecom da consultoria IDC Brasil, acrescentando que as dimensões continentais do país dificultam levar a todos os locais a infraestrutura necessária.

Estudo da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp) aponta que, no Japão, a velocidade média de conexão chega a 61 Mbps. Naquele país, um pacote de 1 Mbps sai entre R$ 0,22 e R$ 3,5 devido à concorrência, segundo o presidente da entidade, Luis Cuza. Em Manaus (AM), o contraste: chega-se a pagar R$ 700 por 1 Mbps.

– O consumidor está na mão de poucas empresas. Além do preço, há má prestação de serviço – lamenta a coordenadora institucional da entidade de defesa do consumidor Pro Teste, Maria Inês Dolci.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
set 29

A revolução da colaboração online

A reportagem da Revista Exame do dia 24/09 (reportagem aqui) é a síntese do que podemos ver pela frente num horizonte de 5 a 10 anos ou menos, haja vista a evolução da internet e das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação).

Fundamentada no Case da Cisco Systems, do lendário John Chambers, que outrora já havia profetizado acerca de outras tecnologias. É famosa a frase do CEO e presidente de que a próxima grande aplicação para a internet será a educação. “A educação na internet será tão importante que fará o uso do e-mail parecer um erro de cálculo”, profetizou ele anos atrás numa palestra. Internamente, o entusiasmo de Chambers se traduz numa estrutura de treinamento gigantesca, capaz de atingir 100% dos seus trabalhadores. “O e-learning é usado até na integração dos novos funcionários”, afirmou Maurício Russo, outrora gerente de desenvolvimento de soluções da Cisco do Brasil.

Tom Kelly, na época vice-presidente mundial de treinamento da Cisco, resumiu de forma brilhante o descompasso entre as necessidades das corporações e o treinamento tradicional numa entrevista à revista Fast Company. “Se é necessário ensinar 100 pessoas sobre um assunto, é possível treinar 25 pessoas numa sala de aula de cada vez e repetir o curso quatro vezes. Mas se você precisa treinar 3000 pessoas a cada sessenta dias sobre um novo produto, uma nova tecnologia ou um novo mercado, não há como a sala de aula funcionar.”

Constatação como essa levou a Cisco a investir pesado em e-learning, tanto como usuária quanto como fornecedora de soluções e incentivadora. Entretanto a Cisco vem profetizando, principalmente através do seu lendário CEO, uma nova revolução. A empresa que nos primeiros meses do ano 2000, em meio a centenas de ponto-com que surgiam diariamente, conseguiu traduzir em números concretos tudo o que a internet poderia render em negócios. Não se tratava de nenhuma start-up com planos revolucionários sobre o mundo online ou algum site de comércio eletrônico que crescera vertiginosamente na onda da bolha. O exemplo veio de uma empresa de infra-estrutura de redes. No fim do pregão de 24 de março, uma sexta-feira, a Cisco Systems, fabricante de equipamentos de telecomunicações, comemorava uma façanha: havia desbancado a Microsoft como companhia mais valiosa do mundo, chegando a um valor de mercado de 555 bilhões de dólares. O que chamava a atenção na ocasião, além das cifras, era a forma como a empresa tinha chegado até elas. A Cisco quase quintuplicou de tamanho entre os anos de 1996 e 2000. Passou de 4 bilhões para mais de 18 bilhões de dólares de faturamento, apresentando a si mesma como caso de sucesso da revolução digital. Foi uma das pioneiras na adoção da intranet, ferramenta que reduziu em 50% o número de funcionários de recursos humanos, e também encabeçou a migração das relações entre empresas para o mundo online para cortar custos e ganhar agilidade. As experiências da Cisco foram fonte de inspiração para todo e qualquer tipo de negócio e fizeram disparar as vendas de roteadores e switches, fundamentais para a conexão à internet.

E, então, desfez-se a bolha. A Cisco e todo o setor de tecnologia caíram na real na mesma velocidade vertiginosa com que chegaram ao topo.

Agora, quase uma década depois, a tal revolução que a empresa vem profetizando é a revolução da colaboração online como ferramenta estratégica para o sucesso das empresas desse novo milênio. “Estamos falando de comunidades”, disse a EXAME John Chambers, presidente da Cisco. “Elas surgiram com as comunidades virtuais freqüentadas especialmente pelos jovens.”

Dentre as novidades no dia-a-dia da Cisco que poderão ser vistas em outras empresas como alavancador da produtividade, podemos citar:

Integração online

Sistemas colaborativos apóiam a interação na Cisco. Conheça alguns deles

CISCOPEDIA
Enciclopédia virtual inspirada na Wikipedia, permite a seleção, a publicação e o cruzamento de textos e conteúdos relevantes aos projetos da empresa

CVISION
Ferramenta de publicação de vídeos, fotos e videoblogs, nos moldes do YouTube, pode ser usada para transmitir treinamentos, antes feitos presencialmente

WIKIS
Divididos por temas, servem de plataforma virtual de distribuição de tarefas e fórum de discussão para grupos de trabalho com membros em todo o mundo

Outras grandes corporações já caminham nessa direção, entre elas a gigante Procter & Gamble, que tem como meta ser a empresa mais colaborativa do mundo. Segundo Dave Ubachs, diretor de soluções de informação da Procter, o objetivo é fazer com que mais da metade das idéias de novos produtos venha de fora da empresa. Para isso, tecnologias colaborativas são fundamentais. Não apenas para receber contribuições de fora mas também para promover a troca interna de idéias, segundo Jeff DeGraff, professor de gestão da Universidade de Michigan. A aplicação corporativa das tecnologias de colaboração é um bom exemplo, especialmente porque teve inspiração em sistemas voltados para usuários finais, como MySpace e YouTube. “A incorporação das tecnologias da web 2.0 é apenas o primeiro passo nas companhias. A chave está em criar comunidades sustentáveis de praticantes”, afirma DeGraff. Em outras palavras: de nada adianta ter o software se as pessoas não o utilizarem.

O exemplo da Cisco mostra que a cultura da interação colaborativa já deixou de ser uma opção. Grupos interdisciplinares têm sido formados em várias regiões do mundo para discutir, via telepresença ou por wikis, questões de negócios e o papel da empresa perante a sociedade. À participação de cada diretor ou vice-presidente envolvido em tais projetos colaborativos será atribuída uma espécie de nota de avaliação, que tem impacto direto nos rendimentos variáveis. “Esse é um exemplo de como a colaboração poderá mudar os controles tradicionais e os modelos de remuneração das empresas”, diz Ripper.

Embora as tendências indiquem que a colaboração de fato deve crescer, a adoção desses sistemas não tem sido uniforme em todas as regiões do mundo. Companhias americanas e européias estão na dianteira de projetos de grande porte, como a Boeing, que utiliza wikis para o desenvolvimento de sua aeronave 7E7, e também a Siemens, que aposta na ferramenta para interagir com acadêmicos e fornecedores. O Brasil não deverá ver tão cedo projetos avançados nesse sentido, na avaliação da Cisco Brasil. Segundo o presidente da subsidiária local, o país tende a começar a adotar tecnologias que já existem no mercado há algum tempo, como a convergência das várias redes de comunicação — fixa, móvel e de dados — em um único sistema.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mai 21

Pessoas 2.0

Olá Pessoal!

Quem lê esse blog com frequência já deve estar acostumado a ler os excelentes posts do meu amigo Bruno sobre os mais variados assuntos dentro do e-learning.

Não se preocupem, pois ele vai continuar nos alimentando com suas idéias e artigos. Porém, hoje, eu venho trazer uma coisa um pouco diferente, mas tudo no intuito de nos fazer pensar.

Lendo o blog do 1° Congresso Internacional de EAD, evento que vai acontecer no RJ, vi um vídeo muito inteligente e interessante. Este vídeo fala sobre internet, mobilidade, redes sociais, web 2.0 e outros assuntos. São aproximadamente 10 minutos, mas certamente serão minutos muito bem empregados! Abraço a todos e até a próxima.

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.