mar 24

Jogo virtual estimula empreendedorismo jovem

O uso de jogos e simulações para contextualização do aprendizado vem ganhando uma importância cada vez maior nas empresas. Da mesma forma, as instituições que promovem o empreendedorismo em jovens vem buscando formas alternativas para atrair sua atenção. Assim, é notória a popularidade do Desafio Sebrae, jogo virtual promovido pelo SEBRAE Nacional, que vem ganhando diversos upgrades a cada edição, buscando maior interatividade e proximidade com o mundo dos negócios real. Sobre isso, relato abaixo uma reportagem do www.paraiba.com.br que evidencia o trabalho pelo estímulo ao empreendedorismo no Brasil, bem como o papel do jogo virtual (Desafio Sebrae) como suporte a esse projeto.

0011682

Os jovens brasileiros estão empreendendo mais. Foi o que revelou a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2008, lançada semana passada pelo Sebrae e Fundação Getúlio Vargas. Do total de jovens entre 18 e 24 anos no Brasil, 15% empreendem, ou seja, o que equivalente a 3,82 milhões de pessoas em todo o país. Do total de empreendedores brasileiros, 25% são jovens, o que coloca o País em terceiro lugar no ranking mundial, atrás apenas do Irã (29%) e da Jamaica (28%). Pensando em estimular essa realidade, o Sebrae lança nesta terça-feira, 24, as inscrições para a competição do ‘Desafio Sebrae 10 Anos’, disponibilizadas, a partir das 12h, através do site www.desafio.sebrae.com.br. A Taxa de inscrição cobrada será de R$ 30,00.

O Desafio é um jogo interativo destinado a estudantes universitários que, em equipe, recebem a missão de administrar, por meio de um software, uma empresa fictícia. No jogo, os participantes têm que tomar decisões de compra, venda, posicionamento no mercado e também analisar produtos e a concorrência. As equipes devem ter formação de 3 a 5 participantes, todos estudantes de uma mesma unidade da federação. Na edição 2008, cerca de 80 mil universitários de todo o país se inscreveram no Desafio e a Paraíba chegou até a final do prêmio, realizado em Brasília. Para 2009, aqui no estado, está prevista a inscrição de 3 mil estudantes.

Este ano a empresa fictícia será no ramo brinquedos artesanais, bem ao estilo da Paraíba, onde o artesanato tem se destacado em feiras e premiações nacionais e internacionais. Mas a simulação não será limitada à atuação de uma indústria. O jogo prevê a abertura de uma loja para incluir desafios também pertinentes ao comércio e serviços, além do tema exportação e importação. Para administrar a fábrica de brinquedos artesanais, os participantes vão dispor de sete áreas: Recepção, Desenvolvimento de Produtos, Gestão de Produção, Recursos Humanos, Design, Sala de Reunião da Diretoria e Oficina.

Socorro Vasconcelos, gestora do Desafio Sebrae na Paraíba, participou de treinamentos no Rio de Janeiro sobre as novas regras da competição. Segundo ela, o jogo se tornou peça chave no aprendizado dos universitários. “Esse ano o conceito do jogo é que para construir sua história, você tem que dar o primeiro passo, para ser empreendedor de você mesmo, você tem que sair do lugar e buscar seus ideais. Você faz sua historia e você que determina a história da sua vida”, afirmou Socorro, lembrando que as ilustrações da arte de divulgação mostram estudantes trilhando suas próprias vidas.

O Desafio não é restrito a estudantes de administração. Estudantes de diferentes cursos, das cerca de 40 instituições de ensino superior do estado, incluindo as de educação à distância, podem formar equipes, que passarão por cinco fases durante o jogo, três estaduais e duas nacionais. As três primeiras etapas acontecerão de forma digital, onde os estudantes jogarão apenas no meio on-line, já as etapas semifinal e final nacionais, acontecerão em uma maratona de oito dias, na cidade de Brasília. Como parte da comemoração dos dez anos, a cerimônia de premiação poderá acontecer no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Lula.

Inovação tecnológica – A décima edição ganhou uma plataforma mais sofisticada, em 3D, com vídeos trazendo notícias atualizadas a cada rodada e instalação do jogo via internet, entre outros recursos tecnológicos, e promete levar os participantes a real sensação de estar à frente de uma mesa no comando do seu negócio.

Antes os jogadores recebiam CD´s com os softwares, mas a partir deste ano, o jogo será disponibilizado pela internet, em sites autorizados e o download poderá ser feito em todos os computadores da equipe. O manual com todas as regras e terminologias empresariais também será lançado via online e será totalmente interativo, com links explicativos dos termos mais técnicos ou desconhecidos.

Perfil jovem- A GEM 2008 mostra que o jovem empreendedor por necessidade tem renda concentrada na faixa de um a três salários mínimos e nível de escolaridade de cinco a 11 anos. Eles desempenham principalmente serviços orientados ao consumidor (70%), em segmentos como comércio e alimentação, seguidos do setor de transformação (30%), em trabalhos como pequenas atividades de manufatura e industriais.

Enquanto isso, o jovem empreendedor por oportunidade diferencia-se por dispor de uma renda maior (36% até três salários mínimos; 34% de três a seis salários) e uma escolaridade maior, sendo que 25% estão cursando ou já terminaram o nível superior. Em geral, iniciam seus negócios com atividades mais especializadas, por conta de um nível maior de qualificação e renda.

Os jovens empreendedores por oportunidade participam com mais intensidade de serviços orientados à empresa (19%), uma vez que esse tipo de trabalho exige maior nível de qualificação e formação. “O jovem universitário, por exemplo, frente à escassez do trabalho formal, abre seu negócio em serviços especializados, tais como contabilidade, apoio jurídico, suporte de informática e outros”, exemplifica Simara Greco, responsável técnica pela pesquisa GEM.

(Fonte – www.paraiba.com.br)

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 3,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 17

e-Learning para a Copa de 2014 – Cursos Online de Inglês e Espanhol

Pela Copa 2014, programa na Internet dará aula de inglês

Em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o governo federal vai investir R$ 13,92 milhões em um programa de formação em inglês e espanhol para profissionais de turismo.

O objetivo é habilitar 80 mil trabalhadores para recepcionar meio milhão de turistas estrangeiros que devem desembarcar no Brasil para a Copa do Mundo de 2014.

As aulas do programa serão presenciais e a distância, mediadas pelo uso de recursos audiovisuais e conduzidas pela equipe pedagógica da Fundação Roberto Marinho.

Um portal na Internet, desenvolvido exclusivamente para o projeto, disponibilizará a ferramenta de e-learning para os cursos de espanhol e inglês, tutoria à distância e biblioteca virtual. A estrutura prevê também a implementação de 30 tec-salas, espaços com capacidade de atendimento presencial de 40 horas semanais equipadas com recursos multimídia e conexão de Internet.

Essas salas serão utilizadas por alunos que não dispuserem da infra-estrutura necessária para o acompanhamento das atividades online, favorecendo também a familiarização com a tecnologia. O conteúdo das aulas será produzido pelo Canal Futura, que terá o papel de mobilizar os interessados por meio de programas educativos.

No médio prazo, a meta é levar a iniciativa para as 12 cidades-sede da Copa 2014. Entre os resultados esperados está a formação de uma rede de estabelecimentos certificados. Selos de qualidade serão concedidos pelo Ministério do Turismo para identificar as empresas qualificadas pelo projeto.

A experiência-piloto começa no segundo semestre deste ano no Rio de Janeiro e em Salvador (BA).

Fonte: Campo Grande News

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 1,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 13

e-Learning do CIEE contribui para a conquista de estágio para 72% dos alunos

Uma pesquisa realizada pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) com os estudantes que participaram do programa de Educação a Distância (EaD) oferecidos pela entidade indica que 72% dos respondentes afirmam que os cursos contribuem para a conquista do estágio. A enquete foi realizada em janeiro, por meio do portal do CIEE, com 7.549 estudantes.
“É muito gratificante verificar que nosso programa de EaD tem atingido seu principal objetivo, que é capacitar o estudante para o mundo do trabalho” comemora Rosa Maria Simone, supervisora de EaD do CIEE.

Atualmente o CIEE oferece 26 cursos gratuitos de EaD, que podem ser feitos pelos estudantes cadastrados em seu banco de dados. Quem ainda não for cadastrado, pode fazê-lo gratuitamente no site www.ciee.org.br, onde também ficam hospedados os cursos de EaD da entidade.

Todos os cursos oferecem apostilas para download, monitoria on-line e esclarecimento de dúvidas em salas de bate-papo, FAQs (frequent asked questions ou dúvidas mais freqüentes) e possibilitam solicitar esclarecimentos por e-mail, além de oferecer certificados para os aprovados.

Pesquisa:

Os cursos de Educação a Distância promovidos pelo CIEE contribuem para o alcance de uma vaga de estágio?

Sobre o CIEE

Fundado há 45 anos, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE é uma organização não governamental (ONG), filantrópica e sem fins lucrativos. Nessas quatro décadas, já inseriu por meio do estágio oito milhões de jovens estudantes no mercado de trabalho, contando com a parceria de 245 mil empresas e órgãos públicos. Mantido pelo empresariado brasileiro, sua atuação se pauta pela legislação específica para o estágio: a Lei 11.788/2008.

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 13

Estudo científico sobre o uso de gráficos em e-learning

Pessoal,

Nos próximos posts, estarei falando sobre o Design Instrucional, função essa notadamente conhecida por ser um dos pontos nevrálgicos no desenvolvimento de Cursos e-Learning.

E nesse primeiro post, usarei, mais uma vez, do nosso amigo Allan Brito, do Colaborativo.org, que fala nesse post com primazia sobre o assunto, mais precisamente, sobre o uso de gráficos em e-learning.

Parte do trabalho de qualquer designer instrucional é transferir informações, do formato textual para uma linguagem mais visual. Isso envolve o uso intensivo de gráficos e outros artifícios, para apresentar dados. Muitas vezes o teor dos dados não importa para o design, mas sim a maneira como o aluno irá interpretar e compreender aqueles dados.

Sempre que precisamos fazer essa representação, algumas dúvidas e perguntas costumam aparecer na nossa mente; qual a melhor maneira de representar? Será que esse esquema de cores é a melhor opção? Como transmitir a informação?

Encontrar essas respostas não é tarefa fácil! Boa parte da interpretação desse tipo de gráfico é subjetiva, então cada pessoa apresenta um padrão bem definido.

Como sempre estou buscando fontes de informação sobre design instrucional, como artigos e textos científicos que expliquem as maneiras como as pessoas interpretam esse material. Acabei achando um muito interessante, na base de dados da universidade de Amsterdã. O título do artigo é “The Language of Graphics”, em uma tradução literal ficaria algo como “A linguagem dos gráficos”.

Linguagem Visual

A tese tem aproximadamente 218 páginas, estando disponível para download gratuito no seguinte endereço. O tema principal estudado na pesquisa é a maneira como se comportam e se classificam os principais tipos, de representação gráfica.

O estudo até cita algo interessante, a possível criação de uma gramática para a representação visual. Ela seria um norteador para qualquer tipo de comunicação visual. Com a vantagem de ser universal muito diferente das gramáticas para a língua escrita, que precisa lidar com um infindável número de regras para construir um padrão.

Veja uma descrição traduzida do sumário dessa tese:

  1. Representação gráfica
  2. Sintaxe dos gráficos
  3. Interpretação das representações gráficas
  4. Classificação das representações gráficas
  5. Análise das representações gráficas e a teoria dos gráficos
  6. Conclusões

Se você trabalha com design instrucional, para cursos de educação à distância, pode se aproveitar dos conhecimentos publicados nessa pesquisa. Podemos melhorar muito o nosso material educacional, fundamentando as nossas decisões com pesquisas científicas. Isso trará mais credibilidade para o seu material.

Ainda não terminei de ler a tese, mas com certeza ele vai ajudar muito na minha produção. Sem falar que é uma ótima referencia, para futuros trabalhos de pesquisa já que estou planejando entrar em um mestrado sobre EAD.

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 27

e-Learning SUL 2009! O maior evento de e-learning da região Sul do Brasil! 8 de maio em Porto Alegre!

elsul2009

Vem aí o maior evento sobre e-learning da Região Sul! Nós da GSI Online, estamos trazendo workshops de duas profissionais de altíssimo nível:

Andrea Filatro, que já escreveu dois livros respeitadíssimos sobre Design Instrucional, os quais você pode ver aqui e aqui.

Cristina Palmeira, que trabalha na Universidade Petrobras e que vem paralelamente desenvolvendo um excelente trabalho como palestrante e consultora para avaliação em treinamento pelo seus livros sobre ROI em Treinamento. Mais sobre o livro aqui (esgotado) e aqui.

Além disso, teremos Cases de grandes empresas como Renault, HSBC, Grupo RBS, Alcatel-Lucent, Habib´s e Paraná Clínicas.

É para não perder de jeito nenhum. Um espaço riquíssimo para aprender e trocar experiências sobre o uso do e-learning nas organizações.

Inscrições abertas no site do evento: www.elearningsul.com.br!

habibs-1

hsbc

rbs-color_pos

paranaclinicas

renault

ALCATEL LUCENT

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 16

Avaliação de treinamento (e-Learning) – algumas dicas valiosas

Em tempos de crise, é preciso provar cada vez mais o valor dos investimentos em T&D

EvaluationAo passo que os investimentos em T&D (Treinamento e Desenvolvimento) ficam cada vez mais escassos, as cúpulas executivas cobram cada vez mais o retorno sobre o investimento (ROI) das ações de treinamento. Dessa forma, Arif Ahmed, argumenta que métodos tradicionais para mensurar o aprendizado podem estar ultrapassados. Veja abaixo como Ahmed recomenda avaliar o aprendizado online.


“…a pressão por eficiência está colocando as análises de performances como prioridade nas empresas.”

Muitas organizações continuam a mensurar o aprendizado através de estatísticas como o número de cursos completados ou mesmo o número de competências essenciais já preenchidas através de treinamentos –  e em alguns casos esses dados são cruzados com planos de desenvolvimento individuais. O maior desafio para a maioria das empresas é ‘alinhar os objetivos pessoais com os organizacionais”. Olhar para méticas básicas significa que ninguém está medindo o que realmente o aprendizado está impactando na empresa. Além disso, à medida que o treinamento percorre toda a organização é importante saber como gerenciar dados, muitas vezes, em bases diferentes e desconexos.

Com a incerteza econômica, que vem causando o enxugamento dos orçamentos mundo afora, a busca pela eficiência nos investimentos em T&D será um imperativo. Assim, Ahmed acredita que é possível evoluir no que diz respeito aos atuais processos de mensuração, simplesmente pela inclusão de algumas “métricas de valor” como:

  • O número de queixas de clientes reduziu?
  • A satisfação do consumidor aumentou ou diminuiu?
  • A qualidade do produção (produto final da linha de produção) aumentou ou diminuiu?
  • Existe alinhamento entre a performance individual e organizacional?
  • Quão rapidamente (evolução) as reclamações ao suporte técnico são resolvidas?
  • A retenção de clientes e colaboradores está maior ou menor??
  • O conselho do consultor a empresas que queiram aperfeiçoar as formas de mensuração dos sistemas de aprendizado passa pelos seguintes passos:

    1. Concentre seus esforços: Decida em que métricas focar para fins de alinhamento com a estratégia da empresa. Você está pensando em usar mais e-learning para diminuir custos? Então pense em métricas que colaborem nesse sentido.

    2. Desenvolva métricas baseadas em eficiência e não em número de treinamentos entregues ou pessoas treinadas, por exemplo: Busque evidências de satisfação do cliente, alinhamento entre objetivos individuais e organizacionais, como receita por colaborador, reclamações resolvidas por colaborador da área de suporte técnico e não o número de cursos completados e atendimento a reclamações de clientes.

    3. Pense em formas de mensurar o aprendizado informal: A maior parte do aprendizado é informal e não é normalmente contabilzado, justamente pela sua intangibilidade inerente. Novas tecnologias estão surgindo para tornar esse processo mais simples.

    4. Teste suas hipóteses: Você deve ter idéias intuitivas de como fazer economias. Use suas métricas e ferramentas de mensuração para explorar essas questões em maior detalhe. Por exemplo, após um treinamento para a área de suporte técnico e para a área de controle da qualidade, as queixas diminuem?

    “Você somente precisa medir aquilo que é necessário.”

    5. Pense a respeito dos processos: A sua organização dissemina o treinamento por toda a empresa? Você deveria centralizar as atividades de treinamento para ter melhores métricas.

    6. Pense nas questões relacionadas à TI: Você tem dados dispersos e em formatos diferentes, desconexos? Por exemplo, no banco de dados do ERP, outro tanto no banco de dados do software de RH que não está integrado com o ERP, planilhas em Excel e outro tanto num LMS? Então considere demandar o suporte da área de TI para integrar em uma única base de dados todas essas informações. As mesmas serão extremamente importantes para uma análise gerencial fidedigna. O invetimento nessa remodelação valerá a pena.

    7. Relatórios gerenciais com propósito: Você deve concentrar esforços no que deve ser medido. Muitos acabam medindo por medir e gerando uma infinidade de relatórios sem serventia, entretanto, deve-se adotar uma postura mais pragmática, mais focada em resultados. Procure sua área de TI a fim de questioná-los em como eles podem ajudar nesse sentido. Isso vai potencializar ainda mais o ROI.

    8. Pense em como aproveitar as tecnologias da web 2.0: Quanto mais o aprendizado multiplica suas fontes no ambiente organizacional (wikis, blogs, podcasts, EPSS (electronic performance support system ou sistemas eletrônicos de suporte à performance), UGC (user generated content, conteúdo gerado pelo usuário), etc., considere métricas como o número de downloads, page views ou mesmo hits.

    Arif Ahmed, do qual é propriedade o texto original desse artigo, é co-fundador da ikonami. Ele tem 7 anos de experiência no fornecimento de soluções de aprendizagem customizadas para o setor público e privado. ikonami é uma empresa de tecnologia que combina sua expertise em software com uma variada gama de soluções gerenciais, incluindo a completa terceirização dos processos de aprendizagem da sua empresa, do inglês, learning process outsourcing (LPO).

    1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (3 votos, média: 4,33 de 5)
    Loading ... Loading ...
    Compartilhar / Salvar



    Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
    fev 5

    Apostas para o e-learning em 2009

    Pessoal,

    Lendo um post do Blog da Selma Fernandes, SelmaVedor.net, achei algo interessante. Fundamentada numa lista do tablóide britânico The Guardian, Selma listou dois elementos que devem ser promissores no e-learning para o presente ano e, na minha opinião, firmar-se nos anos subsequentes.

    Esss lista que enumera o top 100 dos sites para 2009, o The Guardian avança as tendências que marcarão a Web em 2009. Estas apontam-nos 2 importantes áreas de desenvolvimento do e-learning onde há que apostar:

    1. Mobile-learning (m-learning): sendo o crescimento da Web móvel uma das tendências apontadas para 2009, há que aproveitar as oportunidades que esta área abre à aprendizagem. Já são várias as ferramentas de autor dotadas de funcionalidades de desenvolvimento de conteúdos para dispositivos móveis, como o eXeLearning, Toolbook ) e Lectora (este dois últimos vocacionados para o iPhone).
    2. Uso do vídeo nos conteúdos: não só a Web está repleta de vídeos como também existem serviços online que tornam esta tecnologia acessível a todos. O uso de  vídeos contribui para tornar os conteúdos de formação/aprendizagem multi-sensoriais (lembramos 50% do que vemos e ouvimos, por comparação aos 10% do que lemos.) Ler post sobre como “Enriquecer conteúdos pedagógicos recorrendo a vídeos“.

    O m-learning e o uso de vídeos são duas das áreas onde apostar no e-learning em 2009

    Entre os sites listados no top destaco algumas ferramentas que podem rechear o kit dos profissionais do e-learning:

    • 280slides – permite criar apresentações online, grátis e sem necessidade de fazer downloads.
    • Google Visualisation tools – uma galeria recheada de ferramentas para trabalhar informação e torná-las mais compreensiva e atractiva.
    • Many Eyes, IBM – mais ferramentas para trabalhar a apresentação da informação, como a do Google.

    E no que respeita ao e-learning, quais são os seus planos, previsões e desafios para 2009?

    1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 5,00 de 5)
    Loading ... Loading ...
    Compartilhar / Salvar



    Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
    ago 17

    3 questionamentos que todo usuário de e-learning gostaria de ter respostas

    Por Tom Kuhlmann

    Aqueles que desenvolvem cursos e-learning são a “ponte” entre o cliente, que tem expectativas peculiares e o usuário, que tem de fazer o curso. Pensando em termos do “ideal”, os usuários têm expectativas, mas às vezes eles fazem o curso por obrigação e não porque querem fazer ou acham importante fazê-lo.

    Construir essa “ponte” para cursos baseados em melhoria de performance no trabalho não é difícil. Pelo fato do cliente ter expectativas quanto a performance, é conveniente desenvolver o ambiente do curso fundamentando-se em conceitos relativos à melhoria de performance. Assim, tais cursos tendem a ser mais relevantes para os usuários.  Ultimamente, o usuário de e-learning sabe que a medida do sucesso não está “no curso” e sim no incremento da performance no trabalho. Portanto, a sua motivação é um diferencial para o sucesso de qualquer curso.

    É mais desafiador quando você enfrenta uma realidade dominante de cursos com base informacional. Eu já evidenciei que o cliente é quase sempre focado na informação do que propriamente no aprendizado. É aí que entra o papel do desenho instrucional. Como quebrar esse paradigma, quando a maioria ainda é estritamente focada em informação e não no aprendizado?

    A boa notícia é que um ambiente provido de usuários motivados já é meio caminho andado. Por exemplo, eu estava fazendo um projeto de melhoria da minha casa e precisei aprender sobre molduras para rodapés. Eu fiz uma pesquisa online e encontrei a informação que precisava. Um curso ou ambiente de aprendizado totalmente construído em volta da informação pode não criar problemas em situações como esta. Nesse caso, a informação estava mal formatada, com fontes ruins, sem alguma interatividade, porém, eu não dei boa para isso, pois havia encontrado o que queria para a necessidade iminente naquele momento.

    Dessa forma, o foco no aprendizado não passa somente pelo formato do curso, mas muito mais pela motivação do usuário, um dos fatores críticos de sucesso, ao meu ver. Isso funciona tanto para cursos baseados em performance quanto para cursos informacionais. Para fazer isso, coloque-se no papel do usuário e responda às 3 questões abaixo:

    Why am I taking this course?

    1. Por que estou fazendo esse curso?

    É importante delinear objetivos de aprendizagem e em seguida construir o conteúdo do curso tentando contemplar tais objetivos. Isso é muito bom. Entretanto, a forma usual de fazer isso é colocar marcadores, listando os objetivos “Você vai aprender isso e aquilo…”.

    Ao mesmo tempo que não é ruim fazer dessa forma, o que você mais quer como designer instrucional é convencer, persuadir o usuário de que esse curso vai agregar valor a ele.  Quando os usuários entendem que o curso agrega realmente valor, sua motivação aumenta e a adesão é muito mais natural, além de melhorar sobremaneira a experiência de aprendizagem.

    Assim, quando você arquitetar os objetivos do curso, pense menos em listar simplesmente os objetivos, mas tente “mastigá-los” e mostrar para o usuário o que realmente ele vai agregar com esse curso para seu trabalho, ou seja, como esse curso poderá tornar seu trabalho mais fácil, mais produtivo ou mesmo mais motivante.  É por isso que estudos de caso, exploração de cenários e simulações são tão importantes e tão efetivos em qualquer processo de aprendizagem. Esses recursos mostram a informação adquirida dentro de um contexto relevante, mais real, ou seja, mais próximo do cotidiano do usuário. E isso ajuda a perceber valor no curso.

    What am I supposed to do with all of this information?

    O que supostamente eu devo fazer com toda essa informação?

    Ninguém gosta de perder tempo com cursos e-learning que não sejam relevantes para o seu cotidiano. Quando as pessoas comprometem seu tempo e esforço com um curso, elas querem saber qual a importância e o que elas devem fazer com essas novas informações aprendidas.

    É por isso que você deve construir o conteúdo do curso estritamente em volta daquilo que o usuário realmente deve saber. Até mesmo treinamentos legais, regulatórios, ou seja, que são exigidos por governo ou agências regulamentadoras, os famosos (compliance trainings), são desenvolvidos pensando-se nas expectativas de performance.  Você não previne perdas auditivas, por exemplo, pelo simples fato deles saberem que têm de usar protetores auriculares, mas sim porque eles realmente estão usando proteção.

    How can I prove I know it?

    Como posso provar que eu realmente aprendi?

    Tudo está centrado em que ações, comportamentos, você espera. Quando as pessoas sabem o que você quer delas, elas são muito mais comprometidas em atingir esses objetivos, pela simples razão de realmente saberem o que se espera delas. Vamos voltar a um assunto já corriqueiro em e-learning, ou seja, por que as pessoas costumam muitas vezes simplesmente “passar as telas”, clicando continuamente. As razões pelas quais elas clicam adiante sem atenção cuidadosa ao conteúdo é porque elas não percebem o conteúdo como relevante. Nesse caso, a única expectativa quanto a performance que elas têm é quanto a “completar” o curso. Assim, elas se limitam a mostrar que “completaram” o curso. De certa forma, devido a não termos respondido corretamente às duas primeiras perguntas ou o design do curso incentiva-os a clicar continuamente até completar o curso simplesmente. Dessa forma, eis algunhos caminhos para prevenir isso:

    • Faça o curso tornar-se relevante para o aluno
    • Ajude o usuário entender como ele usuará a informação adquirida
    • Crie uma forma de provar ao usuário que ele entendeu o que recém foi aprendido. O mais perto que você conseguir chegar da “experiência real”, melhor a experiência de aprendizado.

    Questões no formatos de “quizes” são interessantes, entretanto, no mundo real não somos apresentados a situações “estanques” onde existem múltiplas respostas e uma a ser escolhida. O mundo é muito mais complexo que isso e precisamos cada vez mais nos aproximar e desenvolver cursos e-learning que se alinhem a essa realidade. Em um cenário ideal, nós deveríamos desenvolver uma forma de medir o aprendizado de uma forma bem mais ampla do que apenas selecionar respostas corretas.

    Eu li, esses tempos, sobre uma escola que ensinava nutrição. Eles poderiam ter usado “quizes”, mas eles fizeram os alunos montar um cardápio para o acampamento de verão. Os “menus” deveriam ser saudáveis e eles teriam de explicar suas escolhas. Como você pode imaginar, baseado nos cardápios desenvolvido, pode-se ter uma melhor noção do aprendizado do aluno do que simplesmente os fizesse escolher entre asalternativas corretas.

    Muitas vezes, o ambiente de euforia do mercado e mesmo outras variáveis acabam forçando a todos a desenvolver cursos fora do ideal para o aprendizado do usuário.

    E pode-se, sim, fazer cursos simples, econômicos e efetivos.

    E todos sabemos que é muito mais fácil fazer um curso fundamentado em recuperação de informações do que um curso totalmente desenhado com base no usuário. Cursos assim, são mais rápidos e baratos, entretanto, não se deve confundir um curso simples com um curso excessivamente informacional, com problemas de design instrucional e não focados no usuário. Tudo isso leva a altos índices de desistência, que podem ficar entre 25% e 50%, além de criamos regras rígidas que não combinam com as potencialidades do e-learning, como “forçar” um caminho de navegação pelo curso ou mesmo tornar os cursos obrigatórios.

    Logo, retomando os 3 principais questionamentos, devemos responder as seguintes perguntas, a fim de formatar um curso relevante para o usuário e com altos índices de sucesso.

    • Por que estou fazendo esse curso?
    • O que fazer com todas as informações aprendidas?
    • Como posso provar que aprendi?

    E você, como responderia essas perguntas?

    Tom Kuhlmann

    Editor do Rapid e-Learning Blog

    1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
    Loading ... Loading ...
    Compartilhar / Salvar



    Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
    ago 5

    Ensino a distância é tendência na educação empresarial

    Ensino a distância é tendência na educação empresarial

    IT Careers – Convergência Digital
    :: Da redação :: 17/07/2008 Segundo dados do AbraEAD (Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta a Distância) a tendência para o ano de 2008 é que as empresas invistam 56% a mais nos treinamentos a distância do que no ano passado.

    Silvia Patriani, diretora da Patriani, empresa especializada em eventos e educação corporativos, explica que ao optar por esse método de treinamento as empresas se beneficiem por seus baixos custos, facilidade ao acesso das informações e um retorno dos investimentos (ROI) em curto prazo de tempo. Além dessas vantagens, Silvia ressalta que a grande abrangência desse modelo é o seu diferencial. “Quando se escolhe as webpalestras, as empresas podem oferecer um mesmo conteúdo ao maior número possível de funcionários, de acordo com suas necessidades”, afirma Silvia. “Além disso, ao contrário do que acontece em palestras comuns, quando cada participante paga uma taxa individual, nas webpalestras o preço da transmissão é único, não importando o número de expectadores”, diz a especialista.

    Esse sistema ainda possibilita a integração dos públicos com os palestrantes. Isso acontece já que, simultaneamente às palestras, os expectadores podem enviar perguntas e sugestões de assuntos ligados ao tema principal para serem debatidos durante a apresentação. Além disso, participam de enquetes, nas quais podem expressar sua opinião sobre os temas abordados na palestra. “O grande diferencial das webpalestras é a possibilidade de interatividade que a Internet oferece. Nos eventos presenciais é grande o número de pessoas que voltam pra casa com muitas dúvidas sobre seus negócios, pois os palestrantes não conseguem atender a todos individualmente” afirma Sílvia. “No caso das palestras virtuais, os participantes enviam suas perguntas têm suas dúvidas esclarecidas ao vivo, ou seja, simultaneamente à apresentação. Por isso, o especialista responde às questões de todos, atuando como um consultor pessoal”, destaca a diretora da Patriani.

    O ensino a distância já é utilizado com freqüência pelas universidades e colégios do Brasil e espera-se que esse sistema apresente um crescimento constante de 40% ao ano até 2010. Por meio dos avanços tecnológicos, o ensino a distancia tem se mostrado muito eficiente quando o palestrante não pode comparecer a determinados locais. Pessoas de diferentes cidades podem compartilhar de uma mesma palestra sem que ninguém se desloque, por exemplo. “Conseguimos democratizar a informação, levando um evento para inúmeras pessoas que talvez não tivessem condições de viajar, seja por conta das questões financeiras ou por conta da disponibilidade de tempo” , diz Silvia.

    Os dados gerais do AbraEAD indicam que há no Brasil mais de dois milhões de usuários dos métodos da educação a distância, seja em cursos formais de educação básica, especialização e graduação, seja em cursos de formação continuada das empresas e de formação técnica.

    1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
    Loading ... Loading ...
    Compartilhar / Salvar



    Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
    ago 5

    “Ensino a distância pode qualificar melhor do que o presencial”

    “Ensino a distância pode qualificar melhor do que o presencial”

    Divulgação

    Para Holtz, presidente da associação dos estudantes de ensino a distância, “o EAD veio para ficar”

    Aguirre Peixoto, do A Tarde On Line

    No mês passado, o Conselho Federal de Biologia impediu profissionais formados em ensino a distância (EAD) de obter registro de biólogo, alegando que eles não haviam passado pela quantidade necessária de aulas práticas. O fato colocou em discussão a qualidade do EAD. Em entrevista ao repórter Aguirre Peixoto, do A TARDE, o presidente da Associação Brasileira de Estudantes de Ensino a Distância, Ricardo Holtz, criticou a falta de conhecimento em relação à metodologia. “Em alguns casos os cursos a distância preparam até melhor do que os presenciais”, afirmou na última sexta-feira, quando veio a Salvador visitar a FTC-EAD (Faculdade de Tecnologia e Ciências) e concedeu a entrevista a A TARDE.

    A TARDE - Como os estudantes de cursos à distância podem ter um bom rendimento?

    Ricardo Holtz - A aplicação no ensino a distância (EAD) depende de dedicação. Muita gente acredita que é uma forma mais fácil e mais rápida de se formar. Isso é uma idéia completamente equivocada que as pessoas de fora têm. Para o aluno ser um bom estudante precisa ser disciplinado, esta é a questão principal. Se ele for um aluno assim, poderá ser bem melhor que um estudante do ensino presencial. Mas precisa ter uma agenda com os horários de estudos bem definidos. 51% dos alunos de ensino a distância têm família e trabalham. Você imagina um pai de família que trabalha o dia todo, tem três ou quatro filhos, ele precisa de muita disciplina para se dedicar aos estudos.

    AT - Recentemente o Conselho Federal de Biologia negou registro profissional de biólogos para os formados em ensino a distância, alegando a falta de aulas práticas. Os cursos à distância preparam os alunos tão bem quanto os cursos presenciais?

    RH - Prepara bem e em muitos casos prepara até melhor. No exemplo do conselho, é um grande equívoco por causa de desconhecimento. A aluna que teve o registro profissional negado vem de uma instituição do Rio de Janeiro que eu visitei pessoalmente e pude comprovar que possui qualidade, com horas práticas de ensino também. A aluna solicitou o registro e foi negado e aí gerou toda essa polêmica. No Rio, há cursos presenciais com qualidade infinitamente inferior a esse a distância e o conselho ainda assim concede o registro a alunos destes cursos. No meu ponto de vista, falta informação aos membros do conselho, que não conhece a metodologia e acredita que é uma coisa sem qualidade.
    O ensino a distância é uma forma positiva de democratizar o ensino superior com qualidade. Você só consegue incluir o estudante de baixa renda através do EAD. Como democratiza, está assustando pelo volume de alunos que formam. Recentemente também tem havido problemas na concessão de registros do Conselho Nacional de Serviço Social, que querem preservar a reserva de mercado para profissionais que já estão formados, mas vamos fazer de tudo para reverter as decisões e garantir que não haja outros casos do tipo.
    Existem treze cursos de graduação que são passíveis de comparação entre ensino a distância e presencial. Em sete deles, o EAD obteve notas maiores no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), o que por si só já diz a qualidade do EAD. É óbvio que há muito para melhorar ainda, é uma metodologia recente no Brasil, mas tem qualidade e chegou para ficar.

    AT - Que critérios devem ser levados em conta para a escolha de uma instituição de ensino a distância de qualidade?

    RH – O primeiro passo é verificar se a instituição é credenciada junto ao MEC. Também o estudante deve fazer uma visita, tentar assistir uma aula, conhecer a metodologia ofertada pela instituição e manter um contato prévio antes de se matricular.

    AT - Quais as principais vantagens e as desvantagens do ensino à distância?

    RH - Acho que a principal vantagem é a flexibilidade. A maioria dos estudantes tem mais de 30 anos de idade, normalmente trabalham, têm família e não poderiam estar freqüentando a sala de aula de um curso presencial. Segundo, a inclusão. A faculdade a distância pode ir a qualquer lugar. As presenciais não têm como fazer isso, não vão a cidades pequenas. O custo também é importante, pois é mais barato e tem a mesma qualidade. A desvantagem principal, eu diria dificuldade, é a disciplina. Temos uma cultura de ensino presencial e o aluno não tem tanta disciplina, está acostumado a ser mais cobrado. A educação a distância exige muita disciplina por parte do estudante.

    1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
    Loading ... Loading ...
    Compartilhar / Salvar



    Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.