mai 31

Aprendizagem Informal – A utilização de Redes Sociais para o Aprendizado

 

Muitos estudos apontam um crescimento do conhecimento nas organizações oriundo de atividades informais. Mas o que é isso? É a aprendizagem adquirida através da vivência. Esse tipo de aprendizagem não requer uma intencionalidade, não precisa ser estruturada através de treinamentos. Ela surge naturalmente em diálogos com colegas, leituras de blogs, livros, participação em redes sociais, observações, etc. Análises apontam que 80% do conhecimento adquirido no ambiente de trabalho vem desse tipo de aprendizagem e apenas 20% da aprendizagem formal, com treinamentos estruturados.

Por meio dessa constatação, percebemos facilmente que é muito importante estimular a aprendizagem informal dentro de sua organização.

Uma das formas mais fáceis de fazer isso é criar uma Rede Social Empresarial.

E o que vem a ser uma Rede Social Empresarial? Nada mais é do que uma rede social como Facebook, LinkedIn e Orkut focada em sua organização ou em um determinado tema. Um bom exemplo é a Rede Brasil e-Learning.

A rede pode ser muito útil, pois possibilita explorar várias discussões por meio de fóruns, recados, grupos de discussão, avisos de eventos, agendamento de treinamentos formais, etc. Ela pode servir como um canal de comunicação para a aprendizagem de sua organização e como uma importante ferramenta para a gestão do conhecimento, tendo em vista que todos os assuntos tratados nela ficam disponíveis para qualquer colaborador.

Veja, a seguir, um exemplo de rede social e algumas possibilidades de utilização desse instrumento. Caso você tenha interesse em customizar uma rede social para a sua empresa, entre em contato conosco, clicando aqui.

 

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
dez 29

Moodle 2.0 – Uma solução de ensino gratuita e confiável

       Pesquisando sobre as principais tendências do ensino a distância para 2011, deparei-me com um artigo muito interessante escrito por Pedro Pinto, o qual apresenta as novidades que foram efetuadas na nova versão do Moodle, o Moodle 2.0. Dessa forma, segue abaixo uma releitura desse artigo.

       O Moodle é um CMS (Course Management System), também definido como um LMS (Learning Management System) ou VLE (Virtual Learning Environment). É uma plataforma de apoio à aprendizagem a distância. Através dele, é possível programar estratégias de treinamento a distância com total controle dos colaboradores, criar cursos, disponibilizar leituras complementares, criar mecanismos modernos de comunicação síncrona e assíncrona, fazer com que alunos criem e disseminem conhecimentos através de Wiki, emitir relatórios de controle, entre outras funções.

       A versão 2.0 do Moodle apresenta uma série de melhorias que tornam essa plataforma de ensino mais confiável e segura e que, com certeza, irão alavancar sua utilização no meio corporativo. Por se tratar de uma plataforma de ensino gratuita e com licença Open Source, o Moodle terá entrada fácil naquelas empresas que sempre sonharam em ter seu programa de capacitação a distância estruturado, mas que não possuíam orçamento para fazer aquisição de uma plataforma de ensino própria. Diante das vantagens e das facilidades encontradas no Moodle, a GSI Online, ao lado de seus clientes, construiu em 2010 vários cases de sucesso com a utilização do Moodle. Algumas empresas que pretendiam investir em uma plataforma de ensino própria, mas apresentavam restrições orçamentárias, conseguiram otimizar seus custos e disponibilizar aos seus colaboradores essa importante ferramenta de aprendizagem, implementando e obtendo resultados excelentes com essa plataforma de ensino.

Clique na imagem e confira como a GSI Online trabalha com essa ferramenta

Confira como trabalhamos com essa ferramenta

     

         Para saber mais sobre as principais mudanças na nova versão, veja o artigo de Pedro Pinto na íntegra, acesse:

http://pplware.sapo.pt/internet/moodle-2-0-a-plataforma-gratuita-para-o-ensino/

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
jun 14

Pesquisa revela percepção do e-learning pelos usuários

No mundo corporativo, o e-learning se tornou uma vertente da EAD muito difundida, por ser capaz de atender a diversas necessidades de aprendizagem das organizações. Naturalmente, o seu sucesso e a consequente obtenção dos resultados desejados passam pela aceitação das pessoas que o utilizam. E como será que elas veem essa ferramenta?

Um artigo publicado na revista EAD em FOCO (eademfoco.cecierj.edu.br), traz um estudo muito interessante sobre esse assunto. Além de apresentar uma análise sobre o cenário atual da EAD, ele revela uma pesquisa realizada em uma grande instituição financeira em 2008, sobre a percepção de seus empregados em relação aos cursos de e-learning utilizados na empresa.

A pesquisa contou com 90 funcionários da organização, que responderam um questionário composto de afirmativas relacionadas ao e-learning envolvendo nove aspectos:

- Facilidade para utilização dos recursos de informática

- Autodisciplina para realizar o curso

- Relação entre ausência do instrutor em tempo integral e a qualidade do curso

- Comparação do nível de aprendizado dos cursos e-learning em relação aos cursos presenciais

- Apresentação gráfica e nível de interação dos cursos

- Vantagem de determinar o horário de estudo

- Relação entre os cursos e-learning e as competências essenciais

- Aplicabilidade dos temas abordados

- Percepção se o e-learning é uma tendência ou moda passageira

Foi analisado o nível de concordância dos participantes em relação a esses itens, baseados nas respostas 1 – Discordo completamente, 2 – Discordo, 3 – Concordo e 4 – Concordo plenamente (escala Likert).

O gráfico abaixo mostra a média das respostas:

Nível de concordância - respostas

Clique na imagem para ampliá-la.

 

Destaco alguns pontos que me chamaram a atenção:

1)      Embora a maioria dos participantes considere o fato de poder determinar o horário de estudo uma vantagem do curso e-learning, na média, eles não têm disciplina para planejar seus estudos.

2)      Na média, os respondentes enxergam claramente a ligação entre os cursos e as competências que devem ser desenvolvidas, ou seja, estão conscientes dos objetivos que precisam ser atingidos.

3)      Mesmo que grande parte dos participantes não acredite que o treinamento e-learning proporcione o nível de aprendizagem de um curso presencial, quase todos concordam que ele não é apenas uma moda, mas sim uma tendência que está se consolidando.

Um dos principais obstáculos enfrentados por projetos de educação a distância é a resistência por parte dos usuários a esse formato de ensino. Muitos ainda enxergam a modalidade com desconfiança e custam a se desfazer de preconceitos adquiridos na cultura do ensino presencial.

Evidentemente, trata-se de uma barreira difícil de contornar, pois exige, antes de qualquer coisa, uma mudança comportamental que leva tempo para ser consolidada. Enquanto nos modelos tradicionais de aprendizagem o aluno recebe o conhecimento, muitas vezes passivamente, no ensino a distância ele deve buscá-lo, ou seja, precisa assumir uma postura autodidata, baseada na disciplina.

Isso só pode acontecer se ele estiver convencido de que um curso a distância pode trazer resultados tão bons ou melhores que os de um curso convencional/presencial.

Leiam o artigo e publiquem suas opiniões no blog! Segue a referência:

Ferreira, A.; Valério, J.; Souza, G.. A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NAS ORGANIZAÇÕES: A PERCEPÇÃO SOBRE O E-LEARNING EM UMA GRANDE EMPRESA NACIONAL. EAD em FOCO, América do Norte, 115 04 2010.

Abraço.

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Postado por Tairon Martins - Gerente de Projetos - GSI Online.
mai 24

O que você acha mais importante num curso online?

Nos últimos dias fizemos uma pesquisa/enquete através do site da GSI perguntando “O que você acha mais importante num curso online?”.

As alternativas que os respondentes tinham eram: didática, interatividade, qualidade gráfica, simulações e a opção outros.

O resultado você pode ver abaixo e tirar suas próximas conclusões. Aproveite e compartilhe elas com a gente através dos comentários. :-)

O que você acha mais importante num curso online?

Obrigado a todos que votaram.

A próxima enquete já está no ar: “Quais elementos podem agregar mais valor a um projeto educacional?”

Entre no site www.gsionline.com.br e participe! ;-)

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
mai 20

Não compre gato por lebre…

Compartilho esse post publicado no blog Educação Próxima que fala sobre uma discussão que começou na Rede Brasil e-Learning e acabou tomando outros espaços. Contribua você também, deixe seus comentários ou entre na maior comunidade brasileira sobre e-learning e acrescente suas ideias nessa e em várias outras discussões que há por lá.

[por Régis Tractenberg]

Faz poucos dias respondi a uma mensagem do Carlos Rodrigues na comunidade Rede Brasil e-learning. O título aberto pelo Carlos foi: “Não compre gato por lebre … Certificação é coisa séria!” Vale a pena conferir o debate na íntegra que teve também a contribuição de Paolla Luciana Zecchinelli.

Dentre os pontos levantados tivemos:

- Podem empresas e professores independentes emitir certificados para cursos livres?

- Esses certificados tem algum valor legal?

- Quando a empresa ou professor é associado(a) à ABED (selo que vem sendo amplamente adquirido por aqueles que oferecem cursos online) isso confere alguma garantia de qualidade aos cursos e algum reconhecimento adicional aos certificados emitidos por essas instituições e professores?

- É legal que certas  ´instituições´ afirmem que seus cursos (livres) sejam reconhecidos por secretarias estaduais de educação?

A seguir minhas respostas:

—–

Olá Carlos,

Agradeço por você estar levantando essa discussão. Como lhe disse, também vejo ´instituições´ que afirmam serem seus cursos (cursos livres na verdade) reconhecidos por secretarias estaduais de educação (mas possuem apenas simples registros dos cursos junto a sec. municipais), registro esse feito em nome de instituições terceiras como você bem colocou.

Esse debate é um passo inicial para se esclarecer as coisas perante o público.

Sobre certificados…

Quando iniciei meus cursos online consultei mais de um advogado para perguntar se poderíamos emitir certificados.

Ocorre que qualquer indivíduo ou instituição pode certificar (dar como certo), atestar ou declarar por escrito o que quiser e ser considerado responsável pelo que escreveu.

Um professor, mesmo independente, pode certificar não só a participação de um estudante em seus cursos, como também seu nível de aproveitamento e suas competências. Tal documento tem valor legal.

Se terá reconhecimento, essa é uma outra questão que depende da reputação junto à sociedade e ao mercado por parte do indivíduo ou instituição que declara / certifica.

Não é ilegal portanto emitir certificados. Ilegal é fazer propaganda enganosa, mentindo sobre o reconhecimento dos mesmos junto ao MEC ou secretarias de educação, que não tem como atribuição conferir reconhecimento a cursos livres.

Sobre o uso do logo da ABED…

Trata-se de propaganda enganosa se a instituição e seus professores não participam dos eventos acadêmicos e não contribuem com estudos na área. Afirmar-se como membro de uma associação científica significa isso, e não dar a entender que essa atesta a qualidade de suas práticas.

A ABED, deveria ser mais criteriosa na concessão do uso de sua logo. Não deveria aceitar que fosse usada por instituições que afirmam terem cursos reconhecidos por órgãos oficiais, quando não o são.

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
mai 13

Dicas para Implementação de Mobile Learning

Primeiro é importante definir que Mobile Learning consiste em usar dispositivos móveis (celulares, smartphones, PDA’s,etc…) para transmitir conhecimento.

Não existem grandes diferenças na implementação de aprendizagem via mobile e outros programas de treinamento, afinal as principais orientações que se aplicam a um bom projeto de capacitação são inerentes ao meio que é usado, pois são mais ligadas a parte pedagógica.

Abaixo seguem algumas dicas que podem ser uma luz para entrar nessa nova modalidade de treinamento.

1 – Seja curto e simples

Apesar desta regra ser importante em qualquer tipo de treinamento, aqui ela é crucial para o sucesso em função da natureza dos dispositivos móveis e das situações em que eles tendem a ser utilizados. Durante o treinamento o aluno poderá ser frequentemente interrompido, então o tempo de atenção do aluno pode ser curto e os conceitos passados devem ser fechados em pequenos blocos. Assim caso o aluno tenha que atender alguma coisa e voltar ele não esteja em meio a um texto ou animação enormes.

Digamos que nenhuma parte de um treinamento via mobile deva demorar mais de 5 minutos para ser concluída.

Além disso, evite usar interações e animações complexas que possam ser conflituosas com os diferentes tamanhos de telas e tipos de softwares presentes nos dispositivos móveis.

2 – Evite conteúdos densos

Não tente transmitir conteúdos muitos densos através de dispositivos móveis. É muito desmotivante ficar lendo textos muito complexos em uma letrinha miudinha rolando páginas e páginas com seu dedo. Tente coisa mais pontuais, use o aparelho como uma ferramenta de lembrança, consulta rápida e outras possibilidades mais diretas.

3 – Vá devagar com as diferentes mídias

O uso cuidadoso de elementos de mídia são importantes para o aprendizado móvel. Não use mídias em situações onde não há necessidade como animações de abertura, elementos gráficos que são puramente estéticos e interações desnecessárias.

Na maioria dos casos, existe um custo associado ao desenvolvimento e até mesmo ao acesso de tais conteúdos, pois é provável que haja um custo para downloads e quanto mais pesado for o arquivo mais caro sairá esse download.

No entanto, é importante mencionar que muitos dispositivos móveis podem ser conectados a um computador e os arquivos podem ser copiados para eles, evitando o download direto e os custos associados a isso. Caso o treinamento possa ser entregue dessa forma pode haver mais liberdade no uso dos elementos citados anteriormente.

4 – Inclua elementos de colaboração

Os dispositivos móveis são incomparáveis na capacidade de comunicação síncrona e como ferramenta social. Quando usados como parte de um treinamento e-learning ou presencial pode ser uma fonte muito interessante de interação entre os participantes. Essas interações, se feitas de forma correta, podem trazer um enorme valor para o processo de aprendizagem.

Por enquanto ficaremos por aqui, mas em breve vamos trazer mais ideias interessantes sobre Mobile Learning.

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
abr 26

Learning Trends – Elliot Masie – Fundador do Netflix investe em aprendizado online

Pessoal, reproduzo abaixo parte do texto do Learning Trends do Elliot Masie
1. Fundador do Netflix investe em Aprendizado Online Venture.
Em breve nota extraída do The New York Times: “Reed Hastings, o fundador e presidente-executivo da Netflix, usou a web para torná-la mais fácil para para alugar filmes. Agora o Sr. Hastings, que também é professor de matemática do ensino médio, está usando a Web para algo talvez menos divertido e, sim, mais educacional – ensino de matemática para crianças. Na terça-feira, o Sr. Hastings irá anunciar que ele financiou a aquisição de DreamBox Learning, uma start-up que utiliza jogos online para ensinar matemática, através do  Charter School Growth Fund, um fundo de investimento sem fins lucrativos para as escolas charter, que são escolas públicas independentes dos EUA.
Sr. Hastings disse que achar que os netbooks serão onipresentes nas escolas dentro de alguns anos, criando enormes oportunidades para a aprendizagem on-line de software. “Eu acho que estamos à beira de um ponto de inflexão real, onde o hardware se torna tão barato que a aprendizagem da Web será realmente possível em todas as escolas”, disse ele. (Nota para a nossa realidade brasileira – espero que isso seja possível aqui, também”… “Mas o que eu observei é que realmente não há muitas pessoas trabalhando nesse segmento.” O DreamBox foi iniciado no ano passado e cria planos de aula personalizdos, “escondido” no jogo, baseado em conceitos que as crianças compreendam ou precisam trabalhar. “
O reconhecimento do papel da aprendizagem on-line como ativos, sendo investimentos viáveis por empresários, como o fundador da Netflix, são indicadores interessantes do crescimento e expansão desta parte do mercado de educação.

Pessoal, reproduzo abaixo parte do texto do Learning Trends do Elliot Masie

1. Fundador do Netflix investe em Aprendizado Online.

Em breve nota extraída do The New York Times: “Reed Hastings, o fundador e presidente-executivo da Netflix, usou a web para tornar mais fácil a locação de filmes. Agora o Sr. Hastings, que também é professor de matemática do ensino médio, está usando a Web para algo talvez menos divertido e, sim, mais educacional – ensino de matemática para crianças. Na terça-feira, o Sr. Hastings irá anunciar que ele financiou a aquisição de DreamBox Learning, uma start-up que utiliza jogos online para ensinar matemática, através do  Charter School Growth Fund, um fundo de investimento sem fins lucrativos para as escolas charter, que são escolas públicas independentes dos EUA.

Sr. Hastings acredita que os netbooks serão onipresentes nas escolas dentro de alguns anos, criando enormes oportunidades para os softwares de aprendizagem on-line. “Eu acho que estamos à beira de um ponto de inflexão real, onde o hardware se torna tão barato que a aprendizagem da Web será realmente possível em todas as escolas”, disse ele. (Nota para a nossa realidade brasileira – espero que isso seja possível aqui, também…) “Mas o que eu observei é que realmente não há muitas pessoas trabalhando nesse segmento.” A DreamBox começou no ano passado e cria planos de aula personalizados, “escondidos” em jogos, baseados em conceitos que as crianças compreendem ou precisam trabalhar.”

O reconhecimento do papel da aprendizagem on-line como ativos, sendo investimentos viáveis por empresários, como o fundador da Netflix, são indicadores interessantes do crescimento e expansão desta parte do mercado de educação.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
dez 24

Feliz Natal e Próspero 2010 – e o e-Learning se renovará?

Pessoal,

Aproveitando para lhes desejar um Feliz Natal e Próspero 2010, gostaria de deixar a seguinte indagação: se todos nós entramos nessa época com a intenção de refletir sobre tudo que ocorreu durante o ano, repensando nossas atitudes, podemos também focar em nossa área de atuação, o e-learning. Por tudo que vemos e discutimos, qual o potencial de renovação das soluções e-learning? Será que podemos mudar a forma como o encaramos? Enfim, aqui fica a reflexão para que possamos entrar em 2010, encarando novos desafios frente a essa mudança de paradigma, trazida pelo e-learning.

Aproveite e conheça:

www.redebrasilelearning.com.br

www.gsionline.com.br

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
nov 25

Vídeo/propaganda de e-learning (muito interessante)

Talvez muitos de vocês já tenham visto esse vídeo, mas vi ele novamente esta semana e achei que seria interessante compartilhá-lo com vocês.

Na verdade esté vídeo é uma propaganda criada pela ADL (detentora do tão famoso padrão SCORM) e tem o objetivo de causar impacto mostrando o poder do e-learning.

Veja abaixo.

Grande abraço a todos,

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
out 23

Mercado de e-Learning nos EUA atinge 16,7 bilhões de dólares em 2009

O mercado de soluções para e-Learning nos EUA atingiu  $16.7 bilhões de dólares em 2009. A demanda vem crescendo em torno de 7,4% e deverá chegar a $23.8 bilhões de dólares em 2014.

A taxa de crescimento vem diminuindo em relação ao último conjunto de análise. No período analisado de 2007-2012, o mercado de e-learning crescia 22% anualmente. Ainda assim, a taxa de declínio diminui significativamente, principalmente pela demanda crescente do mercado corporativo. Apesar da recessão mundial e, até mesmo devido a esta, a demana é positiva em todos os segmentos compradores de soluções e-learning.

A referida pesquisa abordou os seguintes segmentos de soluções para e-learning:

  • conteúdo de catálogo para TI
  • conteúdo de catálogo (excluindo TI)
  • desenvolvimento de conteúdo customizado
  • softwares específicos
  • plataforma de aprendizado (ambiente virtual de aprendizagem – AVA/LMS)

Serviços de plataforma de aprendizagem hospedadas é o segmento que mais cresce, a uma taxa de 12.8%. A demanda para conteúdo de catálogo (exceto TI) cresce 9,4%, puxada principalmente pelo segmento acadêmico.

E no Brasil? Difícil dizer. Ainda não temos nenhuma pesquisa confiável acerca do mercado brasileiro, principalmente no que tange ao mercado corporativo . Apenas alguns levantamentos e estimativas. Assim, se alguém se propõe a pesquisar a fundo esse mercado, acredito que terá clientes de sobra.

O mercado de soluções para e-learning nos EUA é relativamente maduro, mas o cenário competitivo é bastante fragmentado. Essa fragmentação é devido à diferenciação no comportamento de compra dos diferentes segmentos do mercado. Dificilmente algum fornecedor consegue atender as mais variadas necessidades de clientes distintos.

Bruno Weiblen - Gerente de Vendas - GSIonline.com.br - (55)3217-0407

Acesse o blog Pense e-Learning e mantenha-se atualizado.

Faça parte da Rede Brasil e-Learning e compartilhe seus conhecimentos.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.