mai 24

O que você acha mais importante num curso online?

Nos últimos dias fizemos uma pesquisa/enquete através do site da GSI perguntando “O que você acha mais importante num curso online?”.

As alternativas que os respondentes tinham eram: didática, interatividade, qualidade gráfica, simulações e a opção outros.

O resultado você pode ver abaixo e tirar suas próximas conclusões. Aproveite e compartilhe elas com a gente através dos comentários. :-)

O que você acha mais importante num curso online?

Obrigado a todos que votaram.

A próxima enquete já está no ar: “Quais elementos podem agregar mais valor a um projeto educacional?”

Entre no site www.gsionline.com.br e participe! ;-)

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
abr 26

Learning Trends – Elliot Masie – Fundador do Netflix investe em aprendizado online

Pessoal, reproduzo abaixo parte do texto do Learning Trends do Elliot Masie
1. Fundador do Netflix investe em Aprendizado Online Venture.
Em breve nota extraída do The New York Times: “Reed Hastings, o fundador e presidente-executivo da Netflix, usou a web para torná-la mais fácil para para alugar filmes. Agora o Sr. Hastings, que também é professor de matemática do ensino médio, está usando a Web para algo talvez menos divertido e, sim, mais educacional – ensino de matemática para crianças. Na terça-feira, o Sr. Hastings irá anunciar que ele financiou a aquisição de DreamBox Learning, uma start-up que utiliza jogos online para ensinar matemática, através do  Charter School Growth Fund, um fundo de investimento sem fins lucrativos para as escolas charter, que são escolas públicas independentes dos EUA.
Sr. Hastings disse que achar que os netbooks serão onipresentes nas escolas dentro de alguns anos, criando enormes oportunidades para a aprendizagem on-line de software. “Eu acho que estamos à beira de um ponto de inflexão real, onde o hardware se torna tão barato que a aprendizagem da Web será realmente possível em todas as escolas”, disse ele. (Nota para a nossa realidade brasileira – espero que isso seja possível aqui, também”… “Mas o que eu observei é que realmente não há muitas pessoas trabalhando nesse segmento.” O DreamBox foi iniciado no ano passado e cria planos de aula personalizdos, “escondido” no jogo, baseado em conceitos que as crianças compreendam ou precisam trabalhar. “
O reconhecimento do papel da aprendizagem on-line como ativos, sendo investimentos viáveis por empresários, como o fundador da Netflix, são indicadores interessantes do crescimento e expansão desta parte do mercado de educação.

Pessoal, reproduzo abaixo parte do texto do Learning Trends do Elliot Masie

1. Fundador do Netflix investe em Aprendizado Online.

Em breve nota extraída do The New York Times: “Reed Hastings, o fundador e presidente-executivo da Netflix, usou a web para tornar mais fácil a locação de filmes. Agora o Sr. Hastings, que também é professor de matemática do ensino médio, está usando a Web para algo talvez menos divertido e, sim, mais educacional – ensino de matemática para crianças. Na terça-feira, o Sr. Hastings irá anunciar que ele financiou a aquisição de DreamBox Learning, uma start-up que utiliza jogos online para ensinar matemática, através do  Charter School Growth Fund, um fundo de investimento sem fins lucrativos para as escolas charter, que são escolas públicas independentes dos EUA.

Sr. Hastings acredita que os netbooks serão onipresentes nas escolas dentro de alguns anos, criando enormes oportunidades para os softwares de aprendizagem on-line. “Eu acho que estamos à beira de um ponto de inflexão real, onde o hardware se torna tão barato que a aprendizagem da Web será realmente possível em todas as escolas”, disse ele. (Nota para a nossa realidade brasileira – espero que isso seja possível aqui, também…) “Mas o que eu observei é que realmente não há muitas pessoas trabalhando nesse segmento.” A DreamBox começou no ano passado e cria planos de aula personalizados, “escondidos” em jogos, baseados em conceitos que as crianças compreendem ou precisam trabalhar.”

O reconhecimento do papel da aprendizagem on-line como ativos, sendo investimentos viáveis por empresários, como o fundador da Netflix, são indicadores interessantes do crescimento e expansão desta parte do mercado de educação.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
jan 26

Cinco palavras para definir o Aprendizado Corporativo em 2010

O texto a seguir foi baseado num artigo escrito por Jeanne Meister, mais detalhes no final.

Quando penso nas tendências do Aprendizado Corporativo para a próxima década, cinco palavras logo me vem a mente.

Social

Embora o “e” venha dominando a internet (e-mail, e-commerce, e-business, e-learning, etc…) é cada vez mais presente a ascensão do “s” (mídia social, rede social e, porque não, aprendizado social).

Quando a palavra SOCIAL se mistura a APRENDIZAGEM, isso significa que teremos um ensino colaborativo, imediato, pertinente e contextualizado ao ambiente do público-alvo.

No contexto social, o aprendizado passa a ser menos sobre aprender e mais sobre como ser eficiente e eficaz para os negócios, aumentando a frequência das inovações, encurtando o tempo necessário para desenvolver pessoas e diminuindo os erros.

Mobile

O aprendizado em que as pessoas precisam estar no mesmo local ao mesmo tempo vai perder cada vez mais espaço. Os aprendizes corporativos estão buscando formas remotas/móveis para aprender.

Em alguns países, já existem mais celulares/smatphones do que pessoas. No Reino Unido, para cada 100 pessoas há 123,64 aparelhos. No Brasil, uma pesquisa do IBGE, de 2008, mostrou que 53,8% da população de dez anos ou mais de idade tem celular (são 86 milhões de pessoas!!!); se forem relacionadas apenas as pessoas com ensino superior completo este percentual sobe para 82,9%. Esta pesquisa já está defasada, mas é o último levantamento do IBGE; serve para termos um parâmetro de comparação.

Na minha opinião, esses percentuais só tendem a crescer, e de forma bastante acelerada. Já usamos celulares para tirar fotos, fazer vídeos, acessar a internet, usar GPS, etc… Por que não usaríamos para aprender?

Colaborativo

Mais empresas se esforçarão para ser como a P&G (Procter & Gamble), que há dois anos tomou uma atitude visionária determinando que 50% das inovações de produtos viriam da colaboração com clientes e parceiros.

Enquanto a estrutura tradicional das empresas prevê que as pessoas devem buscar soluções, opiniões e outras formas de colaboração dentro da organização, o local de trabalho do futuro será muito mais amplo, permitindo que os funcionários busquem informações globalmente, através de infinitas possibilidades online.

Empreender

O engajamento dos colaboradores continuará sendo um dos principais assuntos das reuniões de RH. A razão é simples: de acordo com uma pesquisa da Corporate  Executive Board (CEB), as empresas com altos índices de envolvimento das pessoas cresceram 20,1%, em 3 anos, em comparação com 8,9% de desempenho para empresas com médio envolvimento. A mesma pesquisa também demonstrou que o crescimento do EBITDA das corporações “engajadas” é três vezes maior.

Procure por mais objetivos de aprendizagem que aumentem o envolvimento e o comprometimento das pessoas que fazem parte da sua organização.

Diversão

Não importa nossa idade, queremos aprender de forma tão lúdica e fácil quanto compramos, pesquisamos e nos comunicamos com amigos. Isto significa que o aprendizado deve ficar cada vez mais divertido, social e colaborativo.

Algumas das ferramentas que devem crescer em importância incluem jogos de fixação, simulações da realidade e jogos de realidade alternativa que ajudam a desenvolver competências como liderança e pensamento crítico.

Existe ainda uma categoria de jogos chamada MMO (Massive Multiplayers Online), onde MUITAS pessoas interagem num ambiente online de jogo, fazem tarefas e evoluem. Estes jogos tem um potencial para se tornarem potentes simuladores para desenvolver líderes e equipes que tem que trabalhar em conjunto, analisando dados e tomando decisões.

Em 2010, se você não está prestando atenção ao modo como o mundo da aprendizagem corporativa está evoluindo, você pode perder muitas de suas vantagens competitivas.

Que palavras você acrescentaria a esta lista? Compartilhe!

Jeanne Meister é uma estudiosa que acompanha as tendências e inovações na aprendizagem entre empresas, instituições de ensino e organizações sem fins lucrativos.

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
nov 9

Construir conhecimento usando a Web 2.0 é possível?

Web 2.0?!?Há algum tempo venho lendo sobre iniciativas de gerar e disseminar conhecimento usando ferramentas da tão falada web 2.0. Mas até onde isso é possível? Até que ponto essas ferramentas de comunicação tão intensas e tão interessantes (Twitter, redes sociais, blogs e outros) realmente podem ser úteis?

Claro que essa resposta não é fácil de ser dada e nem é meu interesse aqui esgotar esse assunto, na verdade quero apenas lançar uma semente que pode ou não germinar em cada uma das pessoas que lerem isso.

A minha opinião é que conteúdo GERADO através desse tipo de mídia é muito difícil de controlar e usar. Entretanto não podemos virar as costas pra isso, pois o valor que este tipo de conteúdo tem é imensurável. Dois pensam melhor do que um. TODOS pensam melhor do que dois!

Outro fator forte nessa questão é que o pessoal que vem entrando agora no mercado de trabalho – a chamada Geração Nativa Digital – já usa essas ferramentas pra tudo e certamente vão querer usá-las para aprender e ensinar.

Essa história de gerar conhecimento coletivamente não é exatamente nova. O método tem até nome: Crowdsourcing. O termo criado por Jeff Howe sintetiza a ideia de milhões de pessoas, pensando sobre algo e organizando esse conteúdo.

Porém, nas análises sobre Crowdsourcing nem tudo são flores. Os problemas que este tipo de trabalho geram também são significativos e estão ligados à maneira como o conteúdo gerado é organizado e o que se faz com o batalhão de informações suscitadas.

Isso tudo sem nos determos ao já tão falado problema de Direitos Autorais. Se todo mundo constrói junto, quem é o dono?!?

Olhando para tudo isso, vejo que ainda enfrentaremos muitos desafios com a web 2.0 e seu nível extraordinário de conhecimento. Mas não tem escapatória! Os computadores estão em todo lugar (na mesa, na maleta, na mão) e isso só vai ficar maior!

Se você é como eu e se impressiona a cada dia com a web 2.0, faça o seguinte: comece a pesquisar sobre web 3.0!

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
out 23

Mercado de e-Learning nos EUA atinge 16,7 bilhões de dólares em 2009

O mercado de soluções para e-Learning nos EUA atingiu  $16.7 bilhões de dólares em 2009. A demanda vem crescendo em torno de 7,4% e deverá chegar a $23.8 bilhões de dólares em 2014.

A taxa de crescimento vem diminuindo em relação ao último conjunto de análise. No período analisado de 2007-2012, o mercado de e-learning crescia 22% anualmente. Ainda assim, a taxa de declínio diminui significativamente, principalmente pela demanda crescente do mercado corporativo. Apesar da recessão mundial e, até mesmo devido a esta, a demana é positiva em todos os segmentos compradores de soluções e-learning.

A referida pesquisa abordou os seguintes segmentos de soluções para e-learning:

  • conteúdo de catálogo para TI
  • conteúdo de catálogo (excluindo TI)
  • desenvolvimento de conteúdo customizado
  • softwares específicos
  • plataforma de aprendizado (ambiente virtual de aprendizagem – AVA/LMS)

Serviços de plataforma de aprendizagem hospedadas é o segmento que mais cresce, a uma taxa de 12.8%. A demanda para conteúdo de catálogo (exceto TI) cresce 9,4%, puxada principalmente pelo segmento acadêmico.

E no Brasil? Difícil dizer. Ainda não temos nenhuma pesquisa confiável acerca do mercado brasileiro, principalmente no que tange ao mercado corporativo . Apenas alguns levantamentos e estimativas. Assim, se alguém se propõe a pesquisar a fundo esse mercado, acredito que terá clientes de sobra.

O mercado de soluções para e-learning nos EUA é relativamente maduro, mas o cenário competitivo é bastante fragmentado. Essa fragmentação é devido à diferenciação no comportamento de compra dos diferentes segmentos do mercado. Dificilmente algum fornecedor consegue atender as mais variadas necessidades de clientes distintos.

Bruno Weiblen - Gerente de Vendas - GSIonline.com.br - (55)3217-0407

Acesse o blog Pense e-Learning e mantenha-se atualizado.

Faça parte da Rede Brasil e-Learning e compartilhe seus conhecimentos.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
out 22

Ensino a Distância ganha espaço cada vez maior

Por Alex Macedo, Tempestade Comunicação/Especial para o Yahoo! Brasil

O EaD (ensino a distância) tem deixado de ser uma modalidade de aprendizado marginalizada, como era no passado, para se tornar parte integrante da grade das principais instituições de ensino no Brasil e no mundo. Cada vez mais estudantes buscam essa alternativa como forma de compensar a falta de tempo ou de proximidade à instituição.

O crescimento é impressionante. Dados do Censo de Educação Superior de 2006, do MEC (Ministério da Educação), apontam que o número de cursos a distância aumentou consideravelmente nos últimos anos. Para se ter uma ideia, as graduações nesse modelo tiveram alta de 8,3% no número de cursos em comparação a 2005 e de 5% nas matrículas, enquanto os cursos tecnológicos tiveram expansão 31,3% no número de inscritos. Em 2006, o total de alunos de EaD representava 4,4% de todos os estudantes do Brasil.

De acordo com Angeles Treitero Garcia Cônsolo, mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP e professora universitária de cursos presenciais e a distância, a praticidade do EaD é o seu diferencial. “Sua característica principal é permitir que os estudantes estejam em qualquer lugar possam ter acesso ao conteúdo a qualquer horário. Apesar de existir em diversos formatos, de revistas entregues pelo correio até cursos dados por meio de rádio, televisão, fitas cassetes e CDs, o EaD hoje funciona principalmente pela internet”, destaca.

Tipos de EaD

Hoje, existe uma variedade de modelos de aprendizado por meio de EaD, que vão de acordo com o perfil e o objetivo do estudante. Um deles é o Broadcasting, um módulo em que a interação entre aluno/professor e aluno/aluno é pequena, quando não nula. O estudante é autônomo na concepção de seu próprio conhecimento, sem praticamente a necessidade de ter de ir à instituição.

Outro modelo de ensino a distância é conhecido como Pólo Via Satélite. Trata-se de um sistema em que o aluno tem um lugar fixo – normalmente dentro da instituição ou em alguma unidade – para assistir às aulas via satélite e poder interagir ao vivo com o professor, mesmo com acompanhamento e mediação. A interação após as aulas é feita pela internet e o conteúdo, adaptado ao meio online. Nessa modalidade pode também haver encontros presenciais esporádicos.

Outro tipo é o EaD semipresencial, em que o estudante faz a maior parte dos estudos via internet, inclusive assiste às aulas. Porém, uma ou duas vezes por semana comparece à sala de aula com os demais alunos para discutir dúvidas com os professores presencialmente.

Variedade de mídias

Maria da Graça Moreira da Silva, docente do departamento de Ciências de Computação e do programa de pós-graduação em educação, coordenação de projetos de EaD da PUC-SP, cita a variedade de mídias utilizadas. “Podem ser impressas [livros, apostilas, manuais]; rádio [web rádio]; TV [aberta; IP TV; canais a cabo etc]; teleconferência; videoconferência; vídeos [CDs, DVDs]; internet [materiais hipermídia], além da combinação desses veículos”, destaca.

Conforme ela, a escolha de uma ou mais mídias, tanto pela instituição quanto pelo aluno, é feita de acordo com o projeto do curso, os objetivos, as características do público, o número de pessoas a serem atingidas e as condições estruturais e investimentos.

Diferenciação do ensino presencial

Para Marcelo Claro Silva, monitor técnico e blogueiro em EaD (www.moodlelivre.com.br), o ensino a distância não deve ser visto sob a mesma ótica do presencial. “É bom compreender que em momento algum tentamos comparar o EaD com a educação presencial. São duas modalidades diferentes de ensino que muitas vezes se combinam, mas que não se substituem”, afirma.

O ensino a distância conta com um público amplo, que visa, em sua maioria, fazer cursos livres, de curta duração, com o objetivo de complementar estudos ou conhecimento profissional, de entretenimento ou social. Exemplos disso são aulas de idiomas, formação de professores, além de cursos corporativos, que possuem a intenção de desenvolver competência na área profissional, correlata ou pessoal.

Já na esfera da graduação, diversas instituições contam com cursos de EaD nessa modalidade, além de ensino tecnológico, pós-graduação, especialização e MBA.

Reconhecimento no mercado e no mundo acadêmico

Muito bem visto por grandes universidades, os cursos de EaD contam cada vez mais com o reconhecimento por todos os órgãos responsáveis. Adriane Treitero Cônsolo acredita que o espaço conquistado pela educação a distancia é notório.

“Apesar de visto ainda com algum preconceito, aos poucos o EaD vem ganhando espaço, e hoje o MEC já regulamenta instituições com o tipo de ensino e insere espaço para novas profissões direcionadas a essa atividade”, explica.

Devido aos custos para implementação, o preço do EaD tende a ser igual ao dos demais cursos presenciais. Segundo Maria da Graça Moreira da Silva, haveria a possibilidade de redução desse valor. “O EaD, somente pode ficar mais barato que o ensino presencial caso seja veiculado em modelo comunicacional de broadcast com um número muito grade de alunos”, diz.

Para quem acredita que um certificado de curso virtual possa trazer preconceitos e perda de oportunidades, a realidade passa a ser cada vez mais diferente. Segundo Maria, a tendência do mercado atualmente é destacar o tipo de curso e a instituição, e assim valorizar o profissional e não apenas a modalidade cursada.

Já para Welington Luis Sachetti, professor e Mediador Pedagógico do Centro Paula Souza, mantido pelo governo do Estado de São Paulo para formação técnica e tecnóloga, o EaD tem sido aceito pelo mercado de trabalho. “Como sempre, há certo preconceito para situações novas. Porém, sabe-se que há muita coisa boa no mercado. Assim, a certificação tem sido aceita com certa tranquilidade. Além disso, não há nenhum tipo de exigência para que o diploma tenha impresso que o curso foi feito a distância”, explica.

O profissional de Marketing João Luiz Gonçalves, diretor da UniqueDB, de Curitiba, é um exemplo de quem fez um curso de EaD e recomenda. Ele terminou recentemente um MBA a distância de Marketing Interativo, pela Ai Group e Faculdade Impacta. O curso teve duração de 18 meses e trouxe boas lembranças a João: “Achei tudo muito bom. O fato de ser a distância permite ter um contato com professores que eventualmente não estariam disponíveis por causa da agenda”, diz.

João, que inclusive já havia feito um MBA presencial anteriormente, destaca que o EaD não perde em nada para o método tradicional. “Tudo depende da qualidade dos professores e de como eles conduzem as aulas. No meu caso, foi perfeito.”

O profissional de Marketing conta ter pago em média três vezes menos pelo curso do que o valor de mercado para um MBA presencial. “Paguei em torno de R$ 500 por mês pelo curso. Pelo que calculo, no presencial, seria algo em torno de R$ 2 mil”, diz. Mas nem sempre é assim. Em alguns casos, os valores entre cursos a distância e se igualam, de acordo com estudo da Abed (Associação Brasileira de Ensino a Distância).

Conheça alguns portais de EaD de instituições de ensino superior nacionais:

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
out 13

Pessoal,

Para aqueles que apreciam se aprofundar nos estudos relativos a games em EaD (e-learning), vale a pena conferir o novo livro do João Mattar, que inclusive tem um blog onde fala sobre educação.

O livro Games em Educação: como os nativos digitais aprendem já está à venda. Veja imagem abaixo.

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Nele, Mattar faz uma revisão geral da literatura teórica sobre o uso de games em educação, e também explora vários casos, no Brasil e no exterior, em que games foram e são utilizados em educação.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
set 24

3º Fórum do Instituto Claro: Mobilidade e Colaboração na Educação

O 3º Fórum do Instituto Claro aconteceu no dia 11 de setembro, na USP, em São Paulo, e teve a participação de dois especialistas, professor Rogério da Costa e professora Lynn Alves. Moderados por Priscila Cruz, do movimento Todos pela Educação, eles debateram o tema “Mobilidade e Colaboração na Educação”. Abaixo, confira os vídeos (versões resumida e completa) do evento, além de outros conteúdos desta edição do Fórum.

Link para o Instituto Claro

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
set 19

Professores como agentes da cultura empreendedora

Pessoal,

Em uma análise precipitada, poder-se-ia dizer que esse post está fora do escopo desse blog, entretanto, a forma como nossos professores se posicionam durante toda a nossa vida escolar pode fazer uma enorme diferença na forma como enxergamos o aprendizado. Pois o aprendizado social (social learning) e a educação a distância (e-learning) tem tudo a ver com isso.

Vejam mais esse excelente post do Allan Brito, do Colaborativo.org e digam-me o que acham a respeito.

Professores como agentes da cultura empreendedora

Uma das coisas mais interessantes no estudo do empreendedorismo como fator de transformação pessoal para indivíduos. Para que uma pessoa possa começar a despertar o chamado espírito ou comportamento empreendedor, são necessárias uma série de mudanças e pequenos ajustes de comportamento para que o comportamento posse se desenvolver. Isso é referenciado no estudo do empreendedorismo como sendo a cultura empreendedora, que precisa ser disseminada e incentivada, principalmente no ambiente acadêmico, para que os professores sejam os primeiros agentes desse tipo de comportamento. A pergunta que faço aqui é: será que os professores estão preparados para incentivar esse tipo de cultura? Os professores são agentes de transformação?

Os professores são sim agentes de transformação, e por sinal muito importante, mas como na maioria dos casos em que disciplinas e exigências do mundo contemporâneo aparecem como desafios para que os docentes se adaptem e consigam passar esse tipo de conteúdo para seus alunos.

A Lecture upon the Shadow

Será que existe o empreendedor acadêmico? Claro que sim! Se formos fazer uma analogia direta entre os empreendedores e os pesquisadores, veremos que existem muitas semelhanças entre as pessoas que realizam pesquisas científicas e os empreendedores. Isso vai de encontro a um dos maiores mitos sobre o empreendedorismo, que é a associação direta de empreendedor com empresário. Nem todas as pessoas que são empreendedoras, necessariamente abrem empresas ou negócios. Basta ter vontade de realizar ou finalizar um projeto, deslocando seus esforços e recursos para tal, que você estará muito próximo de se tornar um empreendedor.

No caso dos professores dedicados a pesquisa científica, os mesmos podem ser chamados de empreendedores sim. Cada trabalho de pesquisa que resulta em artigos científicos, dissertações ou testes são frutos de um grande esforço de pesquisa. Esses são os projetos de realização pessoal, que fazem com que os professores possam ser “classificados” em uma categoria do empreendedorismo.

Como passar esse espírito de pesquisa e empreendedorismo acadêmico para os alunos? Esse é o grande desafio para os docentes interessados em formar pesquisadores, que futuramente podem se transformar em empreendedores acadêmicos. Uma coisa é certa em relação a esse tipo de comportamento, e disseminação da cultura empreendedora dentro da sala de aula: os professores são peças fundamentais. Veja algumas coisas que você pode fazer para potencializar o desenvolvimento desse tipo de empreendedor:

  • Não use aulas ou cursos voltados para conteúdos apenas
  • Sempre que possível aplique o aprendizado baseado na resolução de problemas
  • A resolução de problemas fará com que os alunos pesquisem as soluções
  • Sempre use trabalhos de pesquisa com resultado factível para a realidade dos alunos. Sem aplicação prática, os trabalhos acabam sendo feitos apenas em função da nota.

Essas são apenas algumas recomendações que podem ser aplicadas no design de uma disciplina ou curso, para ajudar na disseminação da cultura empreendedora, mesmo que os alunos não saibam o que isso significa. A transformação não se dará em todos os indivíduos, mas se uma pequena parcela dos alunos for cativada pela metodologia, já terá valido o esforço.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
set 17

Qual o valor educacional do Twitter?

Pessoal,

Estamos há algum tempo sem posts, mas estamos retomando o ritmo a partir de hoje.

Para a retomada, escolho um post bastante providencial para o momento de euforia em torno do Twitter.

Será que ele tem valor educacional?

Veja a opinião do nosso amigo do Colaborativo.org, Allan Brito.

Em tempo, acompanhe o Twitter da GSI Online e o meu, Bruno Weiblen e acompanhe tudo sobre  educação corporativa e e-learning!

Qual o valor Educacional do Twitter?

Allan Brito

O ecossistema de tecnologias e recursos em que a maioria dos cursos EAD está envolvido sofre transformações e ajustes constantemente. Sendo que algumas novas tecnologias que parecem revolucionar a maneira com que as pessoas se relacionam na web, sempre resultam em desafios para professores e designers instrucionais na adaptação de aulas e metodologias, para adaptar os cursos aos novos sistemas. Um dos mais recentes ambientes em que os alunos estão inseridos, muito devido a uma exposição excessiva da mídia é o Twitter. O sistema de microblogs está fazendo muito sucesso hoje, sendo mais um canal de comunicação e relacionamentos entre pessoas.

A pergunta que devemos fazer sobre o Twitter é: qual o valor educacional desse sistema? Se é que ele existe.

Como base para comparação, podemos abordar o uso de blogs para educação que já estão inseridos nesse contexto educacional há um bom tempo. Os blogs são ferramentas poderosas para professores e tutores, e muitas pessoas se questionam se é possível migrar para o Twitter e fazer o mesmo tipo de abordagem com os alunos.

Twitter's

Como forma de abordar o uso do Twitter e blogs, podemos fazer uma comparação entre os recursos oferecidos por cada um dos sistemas/ambientes. Para facilitar a comparação, vamos usar os seguintes critérios para análise:

  • Texto
  • Uso de imagens
  • Uso de multimídia
  • Consulta ao histórico
  • Organização e classificação
  • Manutenção
  • Interação e diálogo

O primeiro a ser analisado é o blog:

  • Texto: Os blogs não apresentam nenhum tipo de restrição a quantidade de texto usado pelo professores, o que permite usar o sistema para qualquer tipo de descrição ou explicação envolvendo grandes quantidades de texto.
  • Uso de imagens: O uso de imagens e figuras é livre nos blogs, sendo que até nos sistemas gratuitos é possível enviar imagens para o sistema, sem a necessidade de usar artifícios para hospedar os arquivos em outros locais.
  • Uso de multimídia: Aqui também não há restrição de uso, mas o editor do blog precisa ter conhecimentos de html para colar os códigos necessários para mesclar os conteúdos no texto.
  • Consulta ao histórico: Os textos do blog são organizados em ordem cronológica, o que deixa mais fácil de acompanhar os textos.
  • Organização e classificação: A organização dos conteúdos pode ser realizada por categorias, tags ou mesmo em meses específicos.
  • Manutenção: Dependendo de como o blog é hospedado, a manutenção pode ser um desafio para pessoas sem conhecimentos técnicos.
  • Interação e diálogo: Os textos do blog podem permitir que os leitores publiquem comentários sobre o conteúdo apresentado no texto, se transformando em um mini fórum de discussão.

Agora analisando o Twitter:

  • Texto: Qualquer texto publicado no sistema só pode ter 140 caracteres.
  • Uso de imagens: Por padrão, não é possível usar imagens. Apensa links para lugares que hospedam a imagem de maneira externa.
  • Uso de multimídia: Assim como nas imagens, o material multimídia deve ser indicado por links.
  • Consulta ao histórico: Os textos são organizados em ordem cronológica, mas não há classificação específica. Os leitores podem fazer consultas por pesquisa textual.
  • Organização e classificação: Não há maneira simples de classificação como os blogs.
  • Manutenção: Não é necessária nenhuma manutenção, pois a hospedagem é feita nos servidores do próprio Twitter.
  • Interação e diálogo: Aqui existem uma grande diferença para os blogs. Os usuários podem citar outras pessoas nos comentários, como se fosse um diálogo. Também é possível enviar mensagens privadas entre usuários.

A comparação não tem como objetivo dissecar os serviços, mas mostra que para fins educacionais os blogs ainda não podem ser superados pelo Twitter. Os professores tem muito mais liberdade de organizar e publicar conteúdos do que no serviço de microblogs. O Twitter fica mais como uma ferramenta de comunicação rápida, que serve apenas para isso mesmo. Seria algo como comparar o uso de textos mais longos e trabalhados com o SMS do celular. É uma coisa útil, mas apresenta as suas limitações.

E você já fez a sua conta no Twitter? Se já fez, pode seguir o meu Twitter Allan Brito.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.