set 5

GSI participa de Congresso sobre Qualidade Total

A GSI Online participou como expositora do 17º Congresso Estadual para a Qualidade Total e 22º Congresso Estadual de CCQ, promovidos pelo nosso cliente, Associação Gáucha para a Qualidade.

O evento que teve como tema: “Sustentabilidade: Ações e reações no mundo em transformação”, alcançou seus objetivos e agregou com informação e integração, através das palestras e cases.

A presença nesse evento contemplou o alinhamento da estratégia da GSI em torno das empresas que estão no movimento da Qualidade Total, uma vez que a GSI já trabalha com uma das principais entidades do setor, a já referida AGQ, além de uma parceria com o portal Escola da Qualidade em torno do Mapa da Qualidade no Brasil, que deve atingir 25.000 organizações.

Bruno Weiblen e Rodrigo Madeira, Gerentes de Vendas - GSI Online

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
ago 29

Mantendo a interatividade como foco no desenvolvimento de e-learning

Pessoal,

Ainda fazendo um link aos posts da Kara Lopez, do Blog Ideários e da empresa XnX, a respeito das sessões da Conferência Internacional da ASTD, compartilho o post da Karla a respeito da interatividade como foco no desenvolvimento de e-learning. Não estive lá, mas a palestra pelo jeito foi muitíssimo interessante….Excelente para qualquer nível de aplicação do e-learning.

Bryan Chapman, da ChapmanAlliance, fez uma sessão de ID ou DI (Instructional Designer ou Designer Instrucional) para ID. Segunda Karla, das que ela assistiu, foi a que conseguiu mais sucesso nesse sentido.

A idéia era falar sobre desenvolvimento rápido e as emboscadas que levam os IDs a utilizar cada vez menos recursos, por conta da pressão do tempo e da limitação das ferramentas.

Chapman iniciou falando um pouco sobre tempo de desenvolvimento de diferentes tipos de ações, citando uma pesquisa da Brandon Hall Research:

Razão Tipo de ação
34:1 Treinamento presencial, com instrutor, incluindo planejamento de aula, de material de apoio, apresentação PowerPoint etc.
33:1 Conversão PowerPoint-to-eLearning.
220:1 eLearning tradicional, com apresentação, áudio, exercícios e 20% de interação.
345:1 Tempo gasto na produção de um curso de prateleira.
750:1 Simulações personalizadas, com alto nível de interação.

Em seguida, falou um pouco sobre investimento, estimando o retorno em cima do custo de desenvolvimento e dos custos recorrentes ao longo do tempo. Segundo Chapman, em 10 meses o ROI de um curso presencial e do curso on-line alcançando mesmo retorno e partir daí, o eLearning passa a ser mais vantajoso porque os custos recorrentes caem.

Ainda sobre custo, ainda com dados do Brandon Hall Research, ele comparou o custo dos “tipos” de interação em um curso on-line:

Tipo de interação Desenvolvimento terceirizado (por hora produzida) Desenvolvimento interno (por hora produzida)
Tipo 1
- Virada de página
- Testes
Médio: $15.067
Baixo: $10.009
Alto: $20.088
Razão: 30-50:1
Custo: $1.200 – $2.000
(equipe interna a $40 por hora)
Tipo 2
- Tipo 1 +
- 25% de exercícios interativos, games e mini-simulações
Médio: $24.672
Baixo: $17.627
Alto: $33.711
Razão: 221:1
Custo: $8.840
(equipe interna a $40 por hora)
Tipo 3
- Games e simulações com alto nível de interação
Médio: $41.138
Baixo: $29.639
Alto: $70.279
Razão: 750:1
Custo: $30.000
(equipe interna a $40 por hora)

Para entrar na parte mais prática da sessão, a primeira dica de Chapmam foi separar os verbos de ação em uma lista segundo a taxonomia de Bloom:

Conhecimento: listar, definir, explicar, descrever, identificar, mostrar, coletar, examinar, tabular, citar, nomear quem, quando e onde etc.

Compreensão: Resumir, descrever, interpretar, comparar, prever, associar, distinguir, estimar, mudar, discutir etc.

Aplicação: Aplicar, demonstrar, calcular, completar, ilustrar, mostrar, resolver, examinar, modificar, relacionar, mudar, classificar, experimentar, descobrir etc.

Analise: Analisar, separar, ordenar, explicar, conectar, classificar, arranjar, dividir, comparar, selecionar, explicar, inferir etc.

Síntese: Combinar, integrar, modificar, rearranjar, substituir, planejar, criar, desenhar, inventar, compor, formular, preparar, generalizar, re-escrever etc.

Avaliação: avaliar, decidir, ranquear, graduar, testar, medir, recomendar, convencer, selecionar, julgar, explicar, auxiliar, concluir, comparar, sumarizar etc.

Relacionando seus objetivos de aprendizagem à taxonomia de Bloom, os verbos de ação vão ajudá-lo a prever o formato de exercício mais indicado para cumprir este objetivo e isso poderá ser planejado logo nos primeiros estágios do desenvolvimento.

Essa lista também pode gerar um ´Menu de Interatividade`, ou seja, “samples” de interação classificados de acordo com a taxonomia, servindo como suporte a performance para o DI.

Exemplos:

Compreensão: Exercício de associação

Aplicação: Exercício de árvore de decisão

Análise: Exercício de análise de situação

Síntese: Exercício de substituir

Avaliação: Exercício do tipo problema

Para encerrar a sessão, Bryan passou mais algumas sugestões de práticas para auxiliar o trabalho dos DIs que trabalham com ferramentas de desenvolvimento rápido:

Sugestões de Trabalho

    Manter um “Menu de Interatividades” e discutir isso com o conteudista antes da fase de desenho.
    Não usar navegação no nível de página, ou seja, não obrigue o usuário a clicar em mais um botão de avançar além daquele que o leva de uma tela para outra (“virada de página”. Esse recurso as vezes é utilizado para controlar uma animação dentro de uma tela. É perda de tempo e falta de usabilidade. Interrompa a animação e instrua o aluno a ir para a próxima tela. Prefira retomar por lá a ação, afinal, não muda nada pra ele.
    “Virada de página” não é um recurso ruim, apenas deve ser equilibrado com outras interações. Esse recurso ficou com fama ruim por causa dos conteúdos que tem praticamente só texto e o aluno apenas vira a página. A solução não é evitá-lo a todo custo, e sim usá-lo com sabedoria.

    Se você trabalha com protótipos (storyboard), desenhe o protótipo de cada interação e não somente de uma lição ou módulo. Primeiro, porque se você não estiver focado em uma determinada solução, você vai conseguir desenvolver uma interação com um escopo de aplicação mais amplo, re-utilizável. Depois, é sempre bom ter esses trunfos na manga para quando chega uma demanda urgente. É assim que você vai conseguir montar o seu “Menu de Interatividades”.
    Considere o uso de mais de uma ferramenta no mesmo desenvolvimento.
    Certifique-se de que a interação não seja mais importante de que a instrução.

Taxonomia das ferramentas de autoria

1. Ferramentas para vários tipos de fins
1.1. Adobe Flash
1.2. Adobe Authorware
1.3. Adobe Director
1.4. Adobe Dreamweaver
1.5. Lectora Publisher
1.6. OutStart Trainer (antigoTrainersoft)
1.7. ToolBook
1.8. Quest
1.9. Rapid Intake
1.10. ReadyGo Web Course Builder
1.11. Learn.com CourseMaker Studio
1.12. EasyAuthor
1.13. Intuition
1.14. Kallidua Authoring
1.15. Kookaburra KnowledgePresenter
1.16. TACTIC!
1.17. MaxIT
1.18. Toolbox
1.19. LearnPoint Creator
1.20. TEDS Learning Composer

2. Conversor de PowerPoint para E-Learning (SCORM)
2.1. Articulate Presenter
2.2. Adobe Connect (formerly Breeze)
2.3. Atlantic Link
2.4. PointeCast Publisher Professional
2.5. Brainshark
2.6. Impatica for PowerPoint
2.7. AcroTrain e-Learning System
2.8. MindFlash
2.9. FLEXeLEARN
2.10. Power Book Builder
2.11. Vox Proxy

3. Jogos
3.1. Raptivity
3.2. Learningware
3.3. Hot Potatoes
3.4. Classtools.net
3.5. Composica Enterprise
3.6. Intiva
3.7. MOS SOLO (Generator + Styler)
3.8. StudyMate

4. Simulação
4.1. Adobe Captivate
4.2. Kaplan STT Trainer
4.3. Assima
4.4. Camtasia Studio
4.5. Firefly
4.6. RapidBuilder
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4.7. Siebel SimBuilder
4.8. Experience Builder
4.9. TEDS SimCorder
4.10. SimShop Developer Tool
4.11. TurboDemo
4.12. Humentum
4.13. NexLearn
4.14. Qarbon ViewletBuilder

5. Testes/Avaliações
5.1. Questionmark Perception
5.2. Testcraft
5.3. Exam Engine
5.4. Respondus
5.5. Comartis
5.6. Articulate Quizmaker
5.7. Pedagogue Testing
5.8. Red inQ
5.9. ViewletAce

Softwares que disponibilizam demo

Job Aid

Os handouts da sessão traziam um formulário para cálculo de retorno de investimento de projetos de e-learning versus presencial. A Karla fez uma tradução livre em uma planilha Excel já com as fórmulas. Para ver os resultados automaticamente, preencha apenas os campos AMARELOS da planilha. Aproveito então para compartilhar a planilha traduzida pela Karla. Faça o download do arquivo aqui

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
ago 5

Ensino a distância é tendência na educação empresarial

Ensino a distância é tendência na educação empresarial

IT Careers – Convergência Digital
:: Da redação :: 17/07/2008 Segundo dados do AbraEAD (Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta a Distância) a tendência para o ano de 2008 é que as empresas invistam 56% a mais nos treinamentos a distância do que no ano passado.

Silvia Patriani, diretora da Patriani, empresa especializada em eventos e educação corporativos, explica que ao optar por esse método de treinamento as empresas se beneficiem por seus baixos custos, facilidade ao acesso das informações e um retorno dos investimentos (ROI) em curto prazo de tempo. Além dessas vantagens, Silvia ressalta que a grande abrangência desse modelo é o seu diferencial. “Quando se escolhe as webpalestras, as empresas podem oferecer um mesmo conteúdo ao maior número possível de funcionários, de acordo com suas necessidades”, afirma Silvia. “Além disso, ao contrário do que acontece em palestras comuns, quando cada participante paga uma taxa individual, nas webpalestras o preço da transmissão é único, não importando o número de expectadores”, diz a especialista.

Esse sistema ainda possibilita a integração dos públicos com os palestrantes. Isso acontece já que, simultaneamente às palestras, os expectadores podem enviar perguntas e sugestões de assuntos ligados ao tema principal para serem debatidos durante a apresentação. Além disso, participam de enquetes, nas quais podem expressar sua opinião sobre os temas abordados na palestra. “O grande diferencial das webpalestras é a possibilidade de interatividade que a Internet oferece. Nos eventos presenciais é grande o número de pessoas que voltam pra casa com muitas dúvidas sobre seus negócios, pois os palestrantes não conseguem atender a todos individualmente” afirma Sílvia. “No caso das palestras virtuais, os participantes enviam suas perguntas têm suas dúvidas esclarecidas ao vivo, ou seja, simultaneamente à apresentação. Por isso, o especialista responde às questões de todos, atuando como um consultor pessoal”, destaca a diretora da Patriani.

O ensino a distância já é utilizado com freqüência pelas universidades e colégios do Brasil e espera-se que esse sistema apresente um crescimento constante de 40% ao ano até 2010. Por meio dos avanços tecnológicos, o ensino a distancia tem se mostrado muito eficiente quando o palestrante não pode comparecer a determinados locais. Pessoas de diferentes cidades podem compartilhar de uma mesma palestra sem que ninguém se desloque, por exemplo. “Conseguimos democratizar a informação, levando um evento para inúmeras pessoas que talvez não tivessem condições de viajar, seja por conta das questões financeiras ou por conta da disponibilidade de tempo” , diz Silvia.

Os dados gerais do AbraEAD indicam que há no Brasil mais de dois milhões de usuários dos métodos da educação a distância, seja em cursos formais de educação básica, especialização e graduação, seja em cursos de formação continuada das empresas e de formação técnica.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
jun 27

e-Learning Brasil 2008 – Case Claro

Pessoal,

Começando com a descrição dos cases que assisti no e-Learning Brasil 2008, vou descrever os principais pontos expostos pela Letícia Serrão Chaves a respeito do Case da Claro.

E qual a primeira impressão que tive do Case?

Um Case consistente, principalmente pelas demandas do mercado telecom, que exige agilidade ao extremo, muito pela necessidade de treinar toda a força de vendas em tempo do lançamento de promoções. Assim, Letícia comentou, por exemplo, que eles desenvolvem um conteúdo em e-learning para ser lançado em 48h.

Outro fato que mostra a consistência do Case da Claro é que eles têm uma abrangência geográfica muito grande. Até então, só não operavam na Região Norte do Brasil, o que agora começa a ser realidade. A partir de agora, a Claro será uma empresa que terá atuação em todo o Brasil (mais de 40.000 colaboradores), um país de dimensões continentais, com diferentes perfis de colaboradores, dentre vários elementos que devem ser considerados para a implantação de projetos de e-learning. Portanto, todos esses fatores por si só já lançavam um desafio tremendo à equipe da Claro que conduziu o processo de implantação do e-learning na empresa.

E, na visão de Letícia, qual os principais pontos do sucesso do e-learning na Claro:

Em termos de conteúdo, ela diz que o conteúdo precisa ser relevante, ou seja, precisa de segmentação em termos dos diferentes públicos da empresa, necessita de aplicação prática, assim, o colaborador precisa ter efetividade na aplicação na realidade da empresa em em seu cotidiano e, por fim, jamais esquecer do alinhamento estratégico do e-learning com o negócio da empresa.

Em termos de formato, ela comenta que é preciso pensar em navegabilidade, na adequação da linguagem ao público-alvo, além de usar pouco texto, muita simulação, exemplos, cases, metáforas e games.

Enfim, uma empresa sólida com um projeto bem trabalho, com certeza maduro e que conta com 247 cursos online já publicados.Apresentação do Case da Claro - LetÃcia Serrão Chaves

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
jun 20

Mapas Mentais na Educação Corporativa

Pessoal,

Antes de mais nada, o post definitivo sobre fatores críticos de sucesso na educação corporativa a distância, com o resultado da mais nova pesquisa no Brasil sai nas próximas semanas. Aguardem!!!

Enquanto isso, veja o post que o colega do Blog Colaborativo.org escreveu recentemente sobre Mapas Mentais.

Post do Colaborativo.org:

Antes de mais nada, o que são mapas mentais? Os chamados mapas mentais foram criados por um pesquisador australiano, chamado Tony Buzan, para maximizar o potencial criativo do cérebro. Ora, se o objetivo da técnica é potencializar a criatividade e estimular o cérebro, isso tem aplicação na educação. Como funciona? Tudo é baseado em uma espécie de diagrama, construído em volta de uma idéia central. A pessoa interessada no mapa mental posiciona a idéia no centro do papel e começa a puxar ramificações com subcategorias de informações, para organizar as idéias.

Veja um exemplo de um mapa mental:

6 Keys to Effective Learning - Mind Map

Já pensou apresentar a ementa de um curso assim? Ou quem sabe os assuntos necessários para ensinar um determinado conteúdo?

Pode parecer utópico, mas isso tem aplicações na área da educação e na criação de material. Quando você está planejando um curso ou apresentação, geralmente acaba tentando colocar os assuntos “no papel” de maneira linear. Com os mapas mentais, podemos visualizar os assuntos e conteúdos de maneira mais ampla. Estou tentando organizar as idéias dos cursos que planejo, usando mapas mentais e o resultado está sendo muito bom.

Quer tentar fazer um? Seria pretensão minha tentar ensinar a técnica completa em apenas um artigo, mas posso passar algumas dicas, retiradas de um vídeo do próprio Tony Buzan:

  • Sempre comece com uma folha em branco, em que a idéia principal deve ser posicionada em destaque no centro da folha
  • Comece as ramificações, fazendo as linhas com mais espessura e depois vá diminuindo até chegar às extremidades.
  • Escreva sobre as ramificações
  • Use linhas curvas para as ramificações, elas chamam mais a atenção que linhas retas
  • Tente usar o máximo de cores, para segmentar as ramificações. Assim fica mais fácil para visualizar as informações
  • Se for possível associe imagens às ramificações do mapa mental, ficará ainda mais fácil de identificar os assuntos.

Uma última recomendação, essa é pessoal, faça os seus mapas mentais no papel! Sim, apesar de ser adepto de tecnologia e tudo mais, fazer esse tipo de ilustração e plano no papel, me pareceu muito mais proveitoso que diagramar tudo no computador.

Mind Maps - This is where I've been

Para saber mais sobre a técnica, recomendo uma visita ao instituto Buzan, que é o centro de informações sobre esses mapas mentais.

Recomendo e incentivo os colegas professores e profissionais da educação a tentar usar essa metodologia, no design e desenvolvimento de material instrucional. Você verá a melhoria na performance dos seus projetos. Assim que tiver mais informações e exemplos eu publico aqui.

E aí pessoal, que acham a respeito da aplicação na educação corporativa?

Acredito que ainda temos muito a aprimorar nossos processos de design instrucional. Novas técnicas e métodos, acredito eu, serão sempre um acréscimo.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
abr 22

e-Learning – Quais são os fatores críticos de sucesso?

Quando nos perguntamos quais são os fatores críticos de sucesso para qualquer iniciativa em nossas vidas, devemos lembrar que, por mais próximo que venhamos a chegar desses fatores, sempre teremos um viés, poderemos estar generalizando questões acerca de uma população (estatisticamente falando) sem os devidos cuidados, poderemos estar analisando uma determinada situação com especificidades de difícil replicação ou mesmo estarmos projetando uma situação “ideal”, de difícil tangibilização.

Clique aqui para ler o artigo completo »

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
abr 16

A massa crítica do e-learning na Região Sul

No dia 11 de abril, em Porto Alegre, pode-se presenciar uma iniciativa pioneira e que pode gerar efeitos a médio e longo prazo no desenvolvimento do mercado de e-learning. Ocorria então o 1º e-Learning SUL, primeiro evento corporativo voltado à discussão do uso de ferramentas de treinamento via internet na região Sul.

Quando a GSI Online decidiu promover e levar em frente a idéia de estruturar um evento com esse propósito, questionou-se os principais objetivos, que, resumindo-se seriam: chamar a atenção para as vantagens e benefícios que o uso desta ferramenta traz, assim como, destruir alguns mitos sobre o e-learning; demonstrar suas vantagens e limitações, mostrando como ele deve ser aplicado e comprovar seus resultados.

Mas e por que um evento focado somente na região Sul? Pelo fato de que o mercado recém despertou para o uso da ferramenta e-learning, estando ainda muito atrasada em relação a região Sudeste, por exemplo.

E foi assim que nasceu a idéia que concretizou-se no final da semana passada, com sucesso de público para uma primeira edição (cerca de 100 executivos de T&D e TI) e um consenso de que todos esperam que o evento se perpetue, se renove e expanda seus horizontes.

Clique aqui para ler o artigo completo »

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 27

LMSs sob fogo cruzado!!!

Lendo a crítica internacional sobre e-learning, principalmente Elliot Masie e suas iniciativas em questionar os atuais LMSs existentes no mercado frente aos desafios de aprendizagem colocados pelas empresas em todo o mundo.

E ele lista alguns dos questionamentos acerca dos LMSs:

Clique aqui para ler o artigo completo »

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 18

As empresas em direção ao mundo online

Pessoal,

Hoje eu gostaria de compartilhar uma notícia sobre e-learning veiculada no renomado Financial Times. A notícia, que pode ser vista na íntegra (em inglês), fala sobre um levantamento da área de Business Education (Educação Corporativa) do periódico a respeito das empresas que estão trabalhando online suas práticas de capacitação.

Descobriu-se nesse levantamento com cerca de 700 gerências de nível médio algo, ao menos, surpreendente. As empresas não só preferem e-learning porque realmente é mais barato que treinar presencialmente, argumento esse muito popular, mas também porque os executivos afirmam que as vantagens em termo de conveniência e flexibilidade do treinamento são inquestionáveis.

Uma grande empresa britânica, por exemplo, colocou que, com certeza, o aumento no uso de e-learning na empresa está relacionado ao custo/benefício, mas que a flexibilidade e conveniência para se adaptar melhor ao padrão de trabalho do colaborador, somam-se consideravelmente ao argumento da questão financeira, tão comentada nos projetos de e-learning.

Clique aqui para ler o artigo completo »

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 4

Quer conhecer a opinião de quem comanda o e-learning da Vale?

Você já ouviu falar na Vale do Rio Doce?

Ou melhor, agora só Vale, depois da reestruturação da marca em direção a um posicionamento mais globalizado.

Pois bem, no primeiro evento corporativo sobre e-learning da Região Sul do Brasil, o e-Learning SUL 2008, as empresas do estados de RS, SC e PR poderão conhecer as opiniões de Adriano Góes, Coordenador do Núcleo de Tecnologia Educacional da Valer, área de educação da Vale.

A Vale, hoje uma empresa, que vale quase $300 bilhões de dólares, longe da letargia dos tempos de estatal, é um dos expoentes quando falamos em aplicação de soluções e-learning na suas iniciativas de educação corporativa, inclusive promovendo a inclusão digital de colaboradores de “chão de fábrica”, como maquinistas.

Portanto, se você tem a curiosidade de desvendar como uma empresa aplica e-learning com sucesso, não perca tempo e inscreva-se no e-Learning SUL 2008.

Você terá a oportunidade de conhecer as idéias de um profissional que já geriu projetos de tecnologia educacional para empresas como: Petrobrás, Sul América, RDM, BNDES, Xerox e Souza Cruz.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.