mar 27

Cursos e-learning para se apreciar

Quer conhecer algunas cursos e-learning interessantes? Pois bem,  nos exemplos de cursos  e-learning disponíveis abaixo, partilho aqui para refletir e encontrar inspiração ( e quem sabe aprender), quem sabe você também não?

Fonte: www.selmavedor.net

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 27

"Melhoria da educação no Brasil passa pelo ensino à distância", diz especialista

A fim de melhorar esse quadro, inúmeras formas de incentivo à educação e novas maneiras de aprendizado têm surgido. Uma delas que tem crescido significativamente no Brasil é o e-learning. Entre 2004 e 2007, de acordo com o último levantamento realizado pelo Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância (ABRAEAD) , a educação à distância registrou um aumento de 213%. Mais de 2,5 milhões de usuários se utilizaram dessa modalidade em 2007, em cursos formais de educação básica, especialização e graduação, formação continuada das empresas e de formação técnica.

O estudo aponta ainda que quase um milhão deles freqüentou o Ensino Formal, que inclui os cursos de graduação, pós-graduação, técnicos e educação de jovens e adultos. Na graduação são 430 mil alunos, o que representa 45% do montante total. Já os cursos de especialização e extensão atingem 390 mil estudantes. Na graduação e na pós-graduação são 356% de crescimento em quatro anos.

A iniciativa privada também tem grande responsabilidade por esse crescimento. Isso porque as empresas aumentaram os investimentos em enducação à distância (EaD). Em 2006 investiam 5%, no ano seguinte passaram para 26%. Em 2008, o índice chegou a pouco mais de 50%.

Dentro dos modelos de EaD, o e-learning vem em primeiro lugar, principalmente no meio corporativo que, entre suas ações de EaD, 97,1% é pela Internet, ainda segundo dados do ABRAEAD. Para pessoas físicas, o barateamento de computadores e o crescimento do número de internautas serão o passaporte para que mais alunos participem dessa modalidade educacional e especializem-se nas mais diferentes áreas do conhecimento.

Todo esse panorama mostra que o EaD tem sido uma opção inteligente de empresários e profissionais que entendem a necessidade da formação permanente sem precisar se ausentar do trabalho. Aquela desculpa de não ter ‘tempo’ para fazer determinado curso não tem mais validade.

Trata-se de uma excelente forma de se fazer educação de qualidade. Mas, para isso, é necessário entender que e-learning não é somente ter um ambiente online com um amontoado de informações disponíveis ao aluno. É um modelo que exige adequação pedagógica do conteúdo, metodologia própria e uma equipe educacional especializada para a mediação entre o conhecimento e os estudantes.

Fonte: www.regiaonoroeste.com

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 24

Jogo virtual estimula empreendedorismo jovem

O uso de jogos e simulações para contextualização do aprendizado vem ganhando uma importância cada vez maior nas empresas. Da mesma forma, as instituições que promovem o empreendedorismo em jovens vem buscando formas alternativas para atrair sua atenção. Assim, é notória a popularidade do Desafio Sebrae, jogo virtual promovido pelo SEBRAE Nacional, que vem ganhando diversos upgrades a cada edição, buscando maior interatividade e proximidade com o mundo dos negócios real. Sobre isso, relato abaixo uma reportagem do www.paraiba.com.br que evidencia o trabalho pelo estímulo ao empreendedorismo no Brasil, bem como o papel do jogo virtual (Desafio Sebrae) como suporte a esse projeto.

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Os jovens brasileiros estão empreendendo mais. Foi o que revelou a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2008, lançada semana passada pelo Sebrae e Fundação Getúlio Vargas. Do total de jovens entre 18 e 24 anos no Brasil, 15% empreendem, ou seja, o que equivalente a 3,82 milhões de pessoas em todo o país. Do total de empreendedores brasileiros, 25% são jovens, o que coloca o País em terceiro lugar no ranking mundial, atrás apenas do Irã (29%) e da Jamaica (28%). Pensando em estimular essa realidade, o Sebrae lança nesta terça-feira, 24, as inscrições para a competição do ‘Desafio Sebrae 10 Anos’, disponibilizadas, a partir das 12h, através do site www.desafio.sebrae.com.br. A Taxa de inscrição cobrada será de R$ 30,00.

O Desafio é um jogo interativo destinado a estudantes universitários que, em equipe, recebem a missão de administrar, por meio de um software, uma empresa fictícia. No jogo, os participantes têm que tomar decisões de compra, venda, posicionamento no mercado e também analisar produtos e a concorrência. As equipes devem ter formação de 3 a 5 participantes, todos estudantes de uma mesma unidade da federação. Na edição 2008, cerca de 80 mil universitários de todo o país se inscreveram no Desafio e a Paraíba chegou até a final do prêmio, realizado em Brasília. Para 2009, aqui no estado, está prevista a inscrição de 3 mil estudantes.

Este ano a empresa fictícia será no ramo brinquedos artesanais, bem ao estilo da Paraíba, onde o artesanato tem se destacado em feiras e premiações nacionais e internacionais. Mas a simulação não será limitada à atuação de uma indústria. O jogo prevê a abertura de uma loja para incluir desafios também pertinentes ao comércio e serviços, além do tema exportação e importação. Para administrar a fábrica de brinquedos artesanais, os participantes vão dispor de sete áreas: Recepção, Desenvolvimento de Produtos, Gestão de Produção, Recursos Humanos, Design, Sala de Reunião da Diretoria e Oficina.

Socorro Vasconcelos, gestora do Desafio Sebrae na Paraíba, participou de treinamentos no Rio de Janeiro sobre as novas regras da competição. Segundo ela, o jogo se tornou peça chave no aprendizado dos universitários. “Esse ano o conceito do jogo é que para construir sua história, você tem que dar o primeiro passo, para ser empreendedor de você mesmo, você tem que sair do lugar e buscar seus ideais. Você faz sua historia e você que determina a história da sua vida”, afirmou Socorro, lembrando que as ilustrações da arte de divulgação mostram estudantes trilhando suas próprias vidas.

O Desafio não é restrito a estudantes de administração. Estudantes de diferentes cursos, das cerca de 40 instituições de ensino superior do estado, incluindo as de educação à distância, podem formar equipes, que passarão por cinco fases durante o jogo, três estaduais e duas nacionais. As três primeiras etapas acontecerão de forma digital, onde os estudantes jogarão apenas no meio on-line, já as etapas semifinal e final nacionais, acontecerão em uma maratona de oito dias, na cidade de Brasília. Como parte da comemoração dos dez anos, a cerimônia de premiação poderá acontecer no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Lula.

Inovação tecnológica – A décima edição ganhou uma plataforma mais sofisticada, em 3D, com vídeos trazendo notícias atualizadas a cada rodada e instalação do jogo via internet, entre outros recursos tecnológicos, e promete levar os participantes a real sensação de estar à frente de uma mesa no comando do seu negócio.

Antes os jogadores recebiam CD´s com os softwares, mas a partir deste ano, o jogo será disponibilizado pela internet, em sites autorizados e o download poderá ser feito em todos os computadores da equipe. O manual com todas as regras e terminologias empresariais também será lançado via online e será totalmente interativo, com links explicativos dos termos mais técnicos ou desconhecidos.

Perfil jovem- A GEM 2008 mostra que o jovem empreendedor por necessidade tem renda concentrada na faixa de um a três salários mínimos e nível de escolaridade de cinco a 11 anos. Eles desempenham principalmente serviços orientados ao consumidor (70%), em segmentos como comércio e alimentação, seguidos do setor de transformação (30%), em trabalhos como pequenas atividades de manufatura e industriais.

Enquanto isso, o jovem empreendedor por oportunidade diferencia-se por dispor de uma renda maior (36% até três salários mínimos; 34% de três a seis salários) e uma escolaridade maior, sendo que 25% estão cursando ou já terminaram o nível superior. Em geral, iniciam seus negócios com atividades mais especializadas, por conta de um nível maior de qualificação e renda.

Os jovens empreendedores por oportunidade participam com mais intensidade de serviços orientados à empresa (19%), uma vez que esse tipo de trabalho exige maior nível de qualificação e formação. “O jovem universitário, por exemplo, frente à escassez do trabalho formal, abre seu negócio em serviços especializados, tais como contabilidade, apoio jurídico, suporte de informática e outros”, exemplifica Simara Greco, responsável técnica pela pesquisa GEM.

(Fonte – www.paraiba.com.br)

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 17

e-Learning para a Copa de 2014 – Cursos Online de Inglês e Espanhol

Pela Copa 2014, programa na Internet dará aula de inglês

Em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o governo federal vai investir R$ 13,92 milhões em um programa de formação em inglês e espanhol para profissionais de turismo.

O objetivo é habilitar 80 mil trabalhadores para recepcionar meio milhão de turistas estrangeiros que devem desembarcar no Brasil para a Copa do Mundo de 2014.

As aulas do programa serão presenciais e a distância, mediadas pelo uso de recursos audiovisuais e conduzidas pela equipe pedagógica da Fundação Roberto Marinho.

Um portal na Internet, desenvolvido exclusivamente para o projeto, disponibilizará a ferramenta de e-learning para os cursos de espanhol e inglês, tutoria à distância e biblioteca virtual. A estrutura prevê também a implementação de 30 tec-salas, espaços com capacidade de atendimento presencial de 40 horas semanais equipadas com recursos multimídia e conexão de Internet.

Essas salas serão utilizadas por alunos que não dispuserem da infra-estrutura necessária para o acompanhamento das atividades online, favorecendo também a familiarização com a tecnologia. O conteúdo das aulas será produzido pelo Canal Futura, que terá o papel de mobilizar os interessados por meio de programas educativos.

No médio prazo, a meta é levar a iniciativa para as 12 cidades-sede da Copa 2014. Entre os resultados esperados está a formação de uma rede de estabelecimentos certificados. Selos de qualidade serão concedidos pelo Ministério do Turismo para identificar as empresas qualificadas pelo projeto.

A experiência-piloto começa no segundo semestre deste ano no Rio de Janeiro e em Salvador (BA).

Fonte: Campo Grande News

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 13

e-Learning do CIEE contribui para a conquista de estágio para 72% dos alunos

Uma pesquisa realizada pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) com os estudantes que participaram do programa de Educação a Distância (EaD) oferecidos pela entidade indica que 72% dos respondentes afirmam que os cursos contribuem para a conquista do estágio. A enquete foi realizada em janeiro, por meio do portal do CIEE, com 7.549 estudantes.
“É muito gratificante verificar que nosso programa de EaD tem atingido seu principal objetivo, que é capacitar o estudante para o mundo do trabalho” comemora Rosa Maria Simone, supervisora de EaD do CIEE.

Atualmente o CIEE oferece 26 cursos gratuitos de EaD, que podem ser feitos pelos estudantes cadastrados em seu banco de dados. Quem ainda não for cadastrado, pode fazê-lo gratuitamente no site www.ciee.org.br, onde também ficam hospedados os cursos de EaD da entidade.

Todos os cursos oferecem apostilas para download, monitoria on-line e esclarecimento de dúvidas em salas de bate-papo, FAQs (frequent asked questions ou dúvidas mais freqüentes) e possibilitam solicitar esclarecimentos por e-mail, além de oferecer certificados para os aprovados.

Pesquisa:

Os cursos de Educação a Distância promovidos pelo CIEE contribuem para o alcance de uma vaga de estágio?

Sobre o CIEE

Fundado há 45 anos, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE é uma organização não governamental (ONG), filantrópica e sem fins lucrativos. Nessas quatro décadas, já inseriu por meio do estágio oito milhões de jovens estudantes no mercado de trabalho, contando com a parceria de 245 mil empresas e órgãos públicos. Mantido pelo empresariado brasileiro, sua atuação se pauta pela legislação específica para o estágio: a Lei 11.788/2008.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 13

Estudo científico sobre o uso de gráficos em e-learning

Pessoal,

Nos próximos posts, estarei falando sobre o Design Instrucional, função essa notadamente conhecida por ser um dos pontos nevrálgicos no desenvolvimento de Cursos e-Learning.

E nesse primeiro post, usarei, mais uma vez, do nosso amigo Allan Brito, do Colaborativo.org, que fala nesse post com primazia sobre o assunto, mais precisamente, sobre o uso de gráficos em e-learning.

Parte do trabalho de qualquer designer instrucional é transferir informações, do formato textual para uma linguagem mais visual. Isso envolve o uso intensivo de gráficos e outros artifícios, para apresentar dados. Muitas vezes o teor dos dados não importa para o design, mas sim a maneira como o aluno irá interpretar e compreender aqueles dados.

Sempre que precisamos fazer essa representação, algumas dúvidas e perguntas costumam aparecer na nossa mente; qual a melhor maneira de representar? Será que esse esquema de cores é a melhor opção? Como transmitir a informação?

Encontrar essas respostas não é tarefa fácil! Boa parte da interpretação desse tipo de gráfico é subjetiva, então cada pessoa apresenta um padrão bem definido.

Como sempre estou buscando fontes de informação sobre design instrucional, como artigos e textos científicos que expliquem as maneiras como as pessoas interpretam esse material. Acabei achando um muito interessante, na base de dados da universidade de Amsterdã. O título do artigo é “The Language of Graphics”, em uma tradução literal ficaria algo como “A linguagem dos gráficos”.

Linguagem Visual

A tese tem aproximadamente 218 páginas, estando disponível para download gratuito no seguinte endereço. O tema principal estudado na pesquisa é a maneira como se comportam e se classificam os principais tipos, de representação gráfica.

O estudo até cita algo interessante, a possível criação de uma gramática para a representação visual. Ela seria um norteador para qualquer tipo de comunicação visual. Com a vantagem de ser universal muito diferente das gramáticas para a língua escrita, que precisa lidar com um infindável número de regras para construir um padrão.

Veja uma descrição traduzida do sumário dessa tese:

  1. Representação gráfica
  2. Sintaxe dos gráficos
  3. Interpretação das representações gráficas
  4. Classificação das representações gráficas
  5. Análise das representações gráficas e a teoria dos gráficos
  6. Conclusões

Se você trabalha com design instrucional, para cursos de educação à distância, pode se aproveitar dos conhecimentos publicados nessa pesquisa. Podemos melhorar muito o nosso material educacional, fundamentando as nossas decisões com pesquisas científicas. Isso trará mais credibilidade para o seu material.

Ainda não terminei de ler a tese, mas com certeza ele vai ajudar muito na minha produção. Sem falar que é uma ótima referencia, para futuros trabalhos de pesquisa já que estou planejando entrar em um mestrado sobre EAD.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 11

Sistemas de conversão de texto em voz podem colaborar no aprendizado?

Pessoal,

Sempre que acho artigos ou posts interessantes de outras pessoas, faço questão de publicá-los aqui. Mais uma vez, o Allan Brito do Colaborativo.org foi muito feliz ao abordar formas de contemplarmos as pessoas com necessidades especiais ao desenvolvermos estratégias de treinamento e desenvolvimento (T&D) nas organizações. Além disso, pode ser uma ferramenta útil também para pessoas “normais”. Vejam abaixo e tirem suas próprias conclusões!

O uso de softwares educacionais permite que muitos alunos e pessoas com necessidades especiais tenham acesso a uma educação de qualidade, podemos dizer até mesmo que em pé de igualdade com alunos ditos normais. Entre esses softwares que permitem uma melhor integração na sala de aula, estão os sistemas que transformam palavras em áudio, permitindo que alunos com deficiência visual possam escutar o material que é lido pelos outros alunos. Existem várias opções e tipos de softwares para essa tarefa específica, mas dentre as opções para quem fala português temos apenas o Letras e o DosVox.

Essa última opção é a que mais conheço e já presenciei muitos alunos fazendo testes com o software para verificar a sua precisão, e posso dizer que o resultado da sua aplicação é fantástica. Mas, esse tipo de ferramenta pode representar um novo avanço para o aprendizado de todos os alunos com sérias deficiência em termos de leitura. Se você é professor ou já ministrou alguma aula, deve saber que a maioria dos alunos detesta a leitura e não faz a menor questão cultivar esse hábito.

Gathered for the IHR Headphone Roundup

Os softwares como o DosVox podem ajudar na conversão de material em texto digital para áudio. A vantagem em fazer isso é que os alunos podem ter acesso fácil e barato a dispositivos que reproduzam esse tipo de material, como os telefones celulares que podem reproduzir arquivos em MP3. Isso resolve o problema da leitura? Claro que não, mas ajudaria em muito no processo de aprendizagem e seria uma conveniência para as pessoas que tem pouco tempo ou gostariam de otimizar o período de estudos.

Entre os alunos que mais poderiam se beneficiar do uso de sistemas como esse estão os que participam de cursos a distância, pois a maioria do material já é distribuído em formato digital, o que facilita muito o uso do DosVox. Para começar a usar o DosVox, basta fazer uma visita ao web site do projeto para fazer o download do software que é totalmente gratuito. Quem sabe assim você consegue fazer com que seus alunos se interessem ainda mais pelos textos e material didáticos da sua disciplina.

O ideal mesmo é incentivar a leitura, e o uso dessa incrível ferramenta para fomentar alunos perfeitamente normais a estudar é muito triste. Mas, é a nossa realidade.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 8

O que promete para o mercado de e-learning em 2009

Pessoal,

Nas minhas pesquisas correntes do mercado de e-learning, constantemente acho previsões para o mercado dentro da perspectiva de anos de crise. Veja a impressão desse pensador sobre o que podemos esperar no decorrer do ano:

Veja ainda um post (em inglês) do mesmo autor em Ten Predictions for eLearning 2008.

Aprendizado “Auto-dirigido” aumentará


Devido às pressões econômicas, as empresas poderão cortar seus investimentos em treinamento de forma drástica, sem produzir novos conteúdos para e-learning. Assim, a busca será por estimular os colaboradores que tomem iniciativa de se preparar para um cenário de aprendizado ”auto-dirigido”, com o mímino suporte organizacional. Particularmente, acredito que esse seja um cenário extremamente pessimista e que pode trazer consequências desastrosas futuramente, quando do reaquecimento dos mercados. Entretanto, é evidente que algumas empresas tomam essa direção. A questão que fica aqui é quem conseguirá fazer da crise uma oportunidade?

Aumento do uso do e-Learning 2.0

Uns dos melhores e mais baratos mecanismos para o aprendizado auto-dirigido são as ferramentas da web 2.0. Assim, o e-learning are 2.0 seguirá numa crescente. Isso tudo, principalmente, no que se refere ao uso de ferramentas de produção de conteúdo colaborativo como wiki, além das redes sociais.

Entretanto, seja simples e objetivo ao criar estratégias para o e-learning 2.0 ou você pode enfrentar problemas devido à dinamicidade do mercado.

Aumento da busca por ferramentas de aprendizagem social

As ferramentas de aprendizagem social podem se valer da crise para catapultar seu crescimento. E isso é o que tudo indica. Ferramentas como as que dão suporte para o trabalho em casa como as fornecidas por Cramster; CampusBug, Grockit, TutorVista, EduFire, English Cafe deverão ganhar mais status daqui pra frente como suporte ao desempenho organizacional. Essas ferramentas vêm desempenhando grande papel no mercado para jovens e agora, com as devidas adaptações, chegam ao mercado corporativo.

Suporte ao Desempenho

Ao invés de somente treinar uma equipe de marketing sobre estratégias de comunicação, o mercado tenderá a investir em soluções de suporte ao desempenho, como por exemplo, contratar uma empresa terceirizada para assumir ações de comunicação, com remuneração atrelada ao desempenho.

Uso de videoconferência


As soluções para salas de aula virtuais, baseadas em videoconferência devem crescer muito com o corte nos investimentos de viagens dos executivos.

Crescimento dos fornecedores de nicho do mercado de aprendizagem

As empresas especializadas em soluções de nicho para aprendizado, como empresas de games educacionais, empresas especializadas em ferramentas para avaliação terão um crescimento muito interessante.

Crescimento do mobile learning

Com o aumento da capilaridade dos aparelhos mais robustos e da difusão do 3G, mais e mais colaboradores de empresas com grande dispersão geográfica serão abastecidos com esses aparelhos, principalmente, para suporte a vendas, o que permitirá criar soluções de treinamento alinhadas à dinamicidade do cotidiano desses profissionais. Portanto, quem estiver preparado para fornecer soluções nesse sentido, estará um passo à frente dos demais.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 27

e-Learning SUL 2009! O maior evento de e-learning da região Sul do Brasil! 8 de maio em Porto Alegre!

elsul2009

Vem aí o maior evento sobre e-learning da Região Sul! Nós da GSI Online, estamos trazendo workshops de duas profissionais de altíssimo nível:

Andrea Filatro, que já escreveu dois livros respeitadíssimos sobre Design Instrucional, os quais você pode ver aqui e aqui.

Cristina Palmeira, que trabalha na Universidade Petrobras e que vem paralelamente desenvolvendo um excelente trabalho como palestrante e consultora para avaliação em treinamento pelo seus livros sobre ROI em Treinamento. Mais sobre o livro aqui (esgotado) e aqui.

Além disso, teremos Cases de grandes empresas como Renault, HSBC, Grupo RBS, Alcatel-Lucent, Habib´s e Paraná Clínicas.

É para não perder de jeito nenhum. Um espaço riquíssimo para aprender e trocar experiências sobre o uso do e-learning nas organizações.

Inscrições abertas no site do evento: www.elearningsul.com.br!

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hsbc

rbs-color_pos

paranaclinicas

renault

ALCATEL LUCENT

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 21

Erros fatais na implementação de projetos de e-learning

Pessoal,

Aproveitando o período de carnaval, estou clipando esse post do amigo Allan Brito (editado em algumas partes por mim) do Colaborativo.org, aliás, excelente, ao buscar relatar um artigo sobre os principais erros na formatação de uma iniciativa de e-learning, originalmente publicado pela ASTD (American Society for Training and Development ou Associação Americana para o Treinamento e Desenvolvimento).

Os motivos que geralmente fazem um curso a distância fracassar, geralmente são parecidos em todos os casos, pois são fruto da falta de experiência ou planejamento do corpo diretivo ou do desiger instrucional. Um dos motivos mais comuns está relacionado com o baixo investimento em tutoria, e não estou falando de investimento financeiro, mas sim da baixa importancia que a tutoria tem nos cursos.

Como sempre é bom relembrar os principais motivos que fazem esses cursos fracassar, recomendo a leitura desse artigo listando esses motivos para a falta de sucesso dos cursos. O texto está em inglês, mas ainda assim quase todos os aspectos abordados no artigo se aplicam a realidade das nossas instituições de ensino e respectivos projetos de curso, além, claro às iniciativas corporativas mundo afora.

horizontal

Esse é um breve resumo do conteúdo apresentado no artigo, com alguns comentários.

  • Depois que o curso for lançado, ele não precisa mais de suporte: Muitos gestores de e-learning acham que um curso pela internet, pode sobreviver sem nenhum tipo de manutenção, o que é um absurdo. O funcionamento desse tipo de iniciativa é semelhante aos cursos presenciais, eles precisam de acompanhamento constante.
  • Ignorar o público-alvo: No projeto do curso é necessário antes de qualquer planejamento, identificar e mensurar o público-alvo, para que as iniciativas e material didático possa ser planejado especificamente para essas pessoas.
  • Não se preocupe com o material didático: Os cursos EAD são basicamente fundamentados em auto-estudo. O que faz o material didático parte fundamental de qualquer iniciativa de aprendizagem pela internet. Deixar esse tipo de elemento em segundo plano pode ser fatal.
  • Não escolher ou usar de maneira adequada o LMS: Essa é uma parte do planejamento em que muitos acabam sacrificando um bom design instrucional, com a escolha de um LMS deficitário. Antes de fazer a escolha do sistema, faça pesquisas e procure se informar sobre a opinião do sistema escolhido para fazer comparações com a aplicação em outras instituições. Além disso, procure, gradualmente, explorar ao máximo as ferramentas do LMS.
  • Não é necessário ensinar aos alunos como funciona o sistema LMS: Com o LMS definido é hora de ensinar aos alunos os procedimentos necessários para usar o sistema. Não assuma que a interface é intuitiva, ensine tudo que os alunos precisam aprender. O erro mais grave que um projeto pode cometer é assumir que os alunos já conhecem alguma coisa.

Para conferir mais alguns itens, com comentários mais abrangentes do tipo mito vs. realidade, visite o artigo original.

A lista mostra alguns problemas que podem ser facilmente evitados e contornados com simples planejamento. Por isso é que a equipe de design instrucional precisa planejar e simular os ambientes em que o curso deve ser oferecido. Se as características de infra-estrutura de hardware dos alunos, laboratórios da instuição de ensino ou mesmo das empresas, não oferecerem condições para material didático multimídia a solução é investir em texto e uso de ilustrações estáticas para contextualização do aprendizado.

Um bom LMS é fundamental também, mas é necessário planejar a oferta do curso e também o fechamento dele.

Qual o fator mais importante? Bem, acredito que falta de orientação para os alunos é a pior de todas. Se as pessoas não conseguem usar o seu sistema LMS, para localizar os conteúdos e recursos do curso não é possível nem dizer que o projeto falhou, pois ele sequer começou. Antes de qualquer coisa é necessário presumir que os alunos não sabem absolutamente nada! Presumir que as pessoas já conhecem alguma coisa, significa começar errado.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.