mai 24

O que você acha mais importante num curso online?

Nos últimos dias fizemos uma pesquisa/enquete através do site da GSI perguntando “O que você acha mais importante num curso online?”.

As alternativas que os respondentes tinham eram: didática, interatividade, qualidade gráfica, simulações e a opção outros.

O resultado você pode ver abaixo e tirar suas próximas conclusões. Aproveite e compartilhe elas com a gente através dos comentários. :-)

O que você acha mais importante num curso online?

Obrigado a todos que votaram.

A próxima enquete já está no ar: “Quais elementos podem agregar mais valor a um projeto educacional?”

Entre no site www.gsionline.com.br e participe! ;-)

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
mai 20

Não compre gato por lebre…

Compartilho esse post publicado no blog Educação Próxima que fala sobre uma discussão que começou na Rede Brasil e-Learning e acabou tomando outros espaços. Contribua você também, deixe seus comentários ou entre na maior comunidade brasileira sobre e-learning e acrescente suas ideias nessa e em várias outras discussões que há por lá.

[por Régis Tractenberg]

Faz poucos dias respondi a uma mensagem do Carlos Rodrigues na comunidade Rede Brasil e-learning. O título aberto pelo Carlos foi: “Não compre gato por lebre … Certificação é coisa séria!” Vale a pena conferir o debate na íntegra que teve também a contribuição de Paolla Luciana Zecchinelli.

Dentre os pontos levantados tivemos:

- Podem empresas e professores independentes emitir certificados para cursos livres?

- Esses certificados tem algum valor legal?

- Quando a empresa ou professor é associado(a) à ABED (selo que vem sendo amplamente adquirido por aqueles que oferecem cursos online) isso confere alguma garantia de qualidade aos cursos e algum reconhecimento adicional aos certificados emitidos por essas instituições e professores?

- É legal que certas  ´instituições´ afirmem que seus cursos (livres) sejam reconhecidos por secretarias estaduais de educação?

A seguir minhas respostas:

—–

Olá Carlos,

Agradeço por você estar levantando essa discussão. Como lhe disse, também vejo ´instituições´ que afirmam serem seus cursos (cursos livres na verdade) reconhecidos por secretarias estaduais de educação (mas possuem apenas simples registros dos cursos junto a sec. municipais), registro esse feito em nome de instituições terceiras como você bem colocou.

Esse debate é um passo inicial para se esclarecer as coisas perante o público.

Sobre certificados…

Quando iniciei meus cursos online consultei mais de um advogado para perguntar se poderíamos emitir certificados.

Ocorre que qualquer indivíduo ou instituição pode certificar (dar como certo), atestar ou declarar por escrito o que quiser e ser considerado responsável pelo que escreveu.

Um professor, mesmo independente, pode certificar não só a participação de um estudante em seus cursos, como também seu nível de aproveitamento e suas competências. Tal documento tem valor legal.

Se terá reconhecimento, essa é uma outra questão que depende da reputação junto à sociedade e ao mercado por parte do indivíduo ou instituição que declara / certifica.

Não é ilegal portanto emitir certificados. Ilegal é fazer propaganda enganosa, mentindo sobre o reconhecimento dos mesmos junto ao MEC ou secretarias de educação, que não tem como atribuição conferir reconhecimento a cursos livres.

Sobre o uso do logo da ABED…

Trata-se de propaganda enganosa se a instituição e seus professores não participam dos eventos acadêmicos e não contribuem com estudos na área. Afirmar-se como membro de uma associação científica significa isso, e não dar a entender que essa atesta a qualidade de suas práticas.

A ABED, deveria ser mais criteriosa na concessão do uso de sua logo. Não deveria aceitar que fosse usada por instituições que afirmam terem cursos reconhecidos por órgãos oficiais, quando não o são.

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
abr 26

Learning Trends – Elliot Masie – Fundador do Netflix investe em aprendizado online

Pessoal, reproduzo abaixo parte do texto do Learning Trends do Elliot Masie
1. Fundador do Netflix investe em Aprendizado Online Venture.
Em breve nota extraída do The New York Times: “Reed Hastings, o fundador e presidente-executivo da Netflix, usou a web para torná-la mais fácil para para alugar filmes. Agora o Sr. Hastings, que também é professor de matemática do ensino médio, está usando a Web para algo talvez menos divertido e, sim, mais educacional – ensino de matemática para crianças. Na terça-feira, o Sr. Hastings irá anunciar que ele financiou a aquisição de DreamBox Learning, uma start-up que utiliza jogos online para ensinar matemática, através do  Charter School Growth Fund, um fundo de investimento sem fins lucrativos para as escolas charter, que são escolas públicas independentes dos EUA.
Sr. Hastings disse que achar que os netbooks serão onipresentes nas escolas dentro de alguns anos, criando enormes oportunidades para a aprendizagem on-line de software. “Eu acho que estamos à beira de um ponto de inflexão real, onde o hardware se torna tão barato que a aprendizagem da Web será realmente possível em todas as escolas”, disse ele. (Nota para a nossa realidade brasileira – espero que isso seja possível aqui, também”… “Mas o que eu observei é que realmente não há muitas pessoas trabalhando nesse segmento.” O DreamBox foi iniciado no ano passado e cria planos de aula personalizdos, “escondido” no jogo, baseado em conceitos que as crianças compreendam ou precisam trabalhar. “
O reconhecimento do papel da aprendizagem on-line como ativos, sendo investimentos viáveis por empresários, como o fundador da Netflix, são indicadores interessantes do crescimento e expansão desta parte do mercado de educação.

Pessoal, reproduzo abaixo parte do texto do Learning Trends do Elliot Masie

1. Fundador do Netflix investe em Aprendizado Online.

Em breve nota extraída do The New York Times: “Reed Hastings, o fundador e presidente-executivo da Netflix, usou a web para tornar mais fácil a locação de filmes. Agora o Sr. Hastings, que também é professor de matemática do ensino médio, está usando a Web para algo talvez menos divertido e, sim, mais educacional – ensino de matemática para crianças. Na terça-feira, o Sr. Hastings irá anunciar que ele financiou a aquisição de DreamBox Learning, uma start-up que utiliza jogos online para ensinar matemática, através do  Charter School Growth Fund, um fundo de investimento sem fins lucrativos para as escolas charter, que são escolas públicas independentes dos EUA.

Sr. Hastings acredita que os netbooks serão onipresentes nas escolas dentro de alguns anos, criando enormes oportunidades para os softwares de aprendizagem on-line. “Eu acho que estamos à beira de um ponto de inflexão real, onde o hardware se torna tão barato que a aprendizagem da Web será realmente possível em todas as escolas”, disse ele. (Nota para a nossa realidade brasileira – espero que isso seja possível aqui, também…) “Mas o que eu observei é que realmente não há muitas pessoas trabalhando nesse segmento.” A DreamBox começou no ano passado e cria planos de aula personalizados, “escondidos” em jogos, baseados em conceitos que as crianças compreendem ou precisam trabalhar.”

O reconhecimento do papel da aprendizagem on-line como ativos, sendo investimentos viáveis por empresários, como o fundador da Netflix, são indicadores interessantes do crescimento e expansão desta parte do mercado de educação.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
dez 24

Feliz Natal e Próspero 2010 – e o e-Learning se renovará?

Pessoal,

Aproveitando para lhes desejar um Feliz Natal e Próspero 2010, gostaria de deixar a seguinte indagação: se todos nós entramos nessa época com a intenção de refletir sobre tudo que ocorreu durante o ano, repensando nossas atitudes, podemos também focar em nossa área de atuação, o e-learning. Por tudo que vemos e discutimos, qual o potencial de renovação das soluções e-learning? Será que podemos mudar a forma como o encaramos? Enfim, aqui fica a reflexão para que possamos entrar em 2010, encarando novos desafios frente a essa mudança de paradigma, trazida pelo e-learning.

Aproveite e conheça:

www.redebrasilelearning.com.br

www.gsionline.com.br

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
out 23

Mercado de e-Learning nos EUA atinge 16,7 bilhões de dólares em 2009

O mercado de soluções para e-Learning nos EUA atingiu  $16.7 bilhões de dólares em 2009. A demanda vem crescendo em torno de 7,4% e deverá chegar a $23.8 bilhões de dólares em 2014.

A taxa de crescimento vem diminuindo em relação ao último conjunto de análise. No período analisado de 2007-2012, o mercado de e-learning crescia 22% anualmente. Ainda assim, a taxa de declínio diminui significativamente, principalmente pela demanda crescente do mercado corporativo. Apesar da recessão mundial e, até mesmo devido a esta, a demana é positiva em todos os segmentos compradores de soluções e-learning.

A referida pesquisa abordou os seguintes segmentos de soluções para e-learning:

  • conteúdo de catálogo para TI
  • conteúdo de catálogo (excluindo TI)
  • desenvolvimento de conteúdo customizado
  • softwares específicos
  • plataforma de aprendizado (ambiente virtual de aprendizagem – AVA/LMS)

Serviços de plataforma de aprendizagem hospedadas é o segmento que mais cresce, a uma taxa de 12.8%. A demanda para conteúdo de catálogo (exceto TI) cresce 9,4%, puxada principalmente pelo segmento acadêmico.

E no Brasil? Difícil dizer. Ainda não temos nenhuma pesquisa confiável acerca do mercado brasileiro, principalmente no que tange ao mercado corporativo . Apenas alguns levantamentos e estimativas. Assim, se alguém se propõe a pesquisar a fundo esse mercado, acredito que terá clientes de sobra.

O mercado de soluções para e-learning nos EUA é relativamente maduro, mas o cenário competitivo é bastante fragmentado. Essa fragmentação é devido à diferenciação no comportamento de compra dos diferentes segmentos do mercado. Dificilmente algum fornecedor consegue atender as mais variadas necessidades de clientes distintos.

Bruno Weiblen - Gerente de Vendas - GSIonline.com.br - (55)3217-0407

Acesse o blog Pense e-Learning e mantenha-se atualizado.

Faça parte da Rede Brasil e-Learning e compartilhe seus conhecimentos.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
out 22

Ensino a Distância ganha espaço cada vez maior

Por Alex Macedo, Tempestade Comunicação/Especial para o Yahoo! Brasil

O EaD (ensino a distância) tem deixado de ser uma modalidade de aprendizado marginalizada, como era no passado, para se tornar parte integrante da grade das principais instituições de ensino no Brasil e no mundo. Cada vez mais estudantes buscam essa alternativa como forma de compensar a falta de tempo ou de proximidade à instituição.

O crescimento é impressionante. Dados do Censo de Educação Superior de 2006, do MEC (Ministério da Educação), apontam que o número de cursos a distância aumentou consideravelmente nos últimos anos. Para se ter uma ideia, as graduações nesse modelo tiveram alta de 8,3% no número de cursos em comparação a 2005 e de 5% nas matrículas, enquanto os cursos tecnológicos tiveram expansão 31,3% no número de inscritos. Em 2006, o total de alunos de EaD representava 4,4% de todos os estudantes do Brasil.

De acordo com Angeles Treitero Garcia Cônsolo, mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP e professora universitária de cursos presenciais e a distância, a praticidade do EaD é o seu diferencial. “Sua característica principal é permitir que os estudantes estejam em qualquer lugar possam ter acesso ao conteúdo a qualquer horário. Apesar de existir em diversos formatos, de revistas entregues pelo correio até cursos dados por meio de rádio, televisão, fitas cassetes e CDs, o EaD hoje funciona principalmente pela internet”, destaca.

Tipos de EaD

Hoje, existe uma variedade de modelos de aprendizado por meio de EaD, que vão de acordo com o perfil e o objetivo do estudante. Um deles é o Broadcasting, um módulo em que a interação entre aluno/professor e aluno/aluno é pequena, quando não nula. O estudante é autônomo na concepção de seu próprio conhecimento, sem praticamente a necessidade de ter de ir à instituição.

Outro modelo de ensino a distância é conhecido como Pólo Via Satélite. Trata-se de um sistema em que o aluno tem um lugar fixo – normalmente dentro da instituição ou em alguma unidade – para assistir às aulas via satélite e poder interagir ao vivo com o professor, mesmo com acompanhamento e mediação. A interação após as aulas é feita pela internet e o conteúdo, adaptado ao meio online. Nessa modalidade pode também haver encontros presenciais esporádicos.

Outro tipo é o EaD semipresencial, em que o estudante faz a maior parte dos estudos via internet, inclusive assiste às aulas. Porém, uma ou duas vezes por semana comparece à sala de aula com os demais alunos para discutir dúvidas com os professores presencialmente.

Variedade de mídias

Maria da Graça Moreira da Silva, docente do departamento de Ciências de Computação e do programa de pós-graduação em educação, coordenação de projetos de EaD da PUC-SP, cita a variedade de mídias utilizadas. “Podem ser impressas [livros, apostilas, manuais]; rádio [web rádio]; TV [aberta; IP TV; canais a cabo etc]; teleconferência; videoconferência; vídeos [CDs, DVDs]; internet [materiais hipermídia], além da combinação desses veículos”, destaca.

Conforme ela, a escolha de uma ou mais mídias, tanto pela instituição quanto pelo aluno, é feita de acordo com o projeto do curso, os objetivos, as características do público, o número de pessoas a serem atingidas e as condições estruturais e investimentos.

Diferenciação do ensino presencial

Para Marcelo Claro Silva, monitor técnico e blogueiro em EaD (www.moodlelivre.com.br), o ensino a distância não deve ser visto sob a mesma ótica do presencial. “É bom compreender que em momento algum tentamos comparar o EaD com a educação presencial. São duas modalidades diferentes de ensino que muitas vezes se combinam, mas que não se substituem”, afirma.

O ensino a distância conta com um público amplo, que visa, em sua maioria, fazer cursos livres, de curta duração, com o objetivo de complementar estudos ou conhecimento profissional, de entretenimento ou social. Exemplos disso são aulas de idiomas, formação de professores, além de cursos corporativos, que possuem a intenção de desenvolver competência na área profissional, correlata ou pessoal.

Já na esfera da graduação, diversas instituições contam com cursos de EaD nessa modalidade, além de ensino tecnológico, pós-graduação, especialização e MBA.

Reconhecimento no mercado e no mundo acadêmico

Muito bem visto por grandes universidades, os cursos de EaD contam cada vez mais com o reconhecimento por todos os órgãos responsáveis. Adriane Treitero Cônsolo acredita que o espaço conquistado pela educação a distancia é notório.

“Apesar de visto ainda com algum preconceito, aos poucos o EaD vem ganhando espaço, e hoje o MEC já regulamenta instituições com o tipo de ensino e insere espaço para novas profissões direcionadas a essa atividade”, explica.

Devido aos custos para implementação, o preço do EaD tende a ser igual ao dos demais cursos presenciais. Segundo Maria da Graça Moreira da Silva, haveria a possibilidade de redução desse valor. “O EaD, somente pode ficar mais barato que o ensino presencial caso seja veiculado em modelo comunicacional de broadcast com um número muito grade de alunos”, diz.

Para quem acredita que um certificado de curso virtual possa trazer preconceitos e perda de oportunidades, a realidade passa a ser cada vez mais diferente. Segundo Maria, a tendência do mercado atualmente é destacar o tipo de curso e a instituição, e assim valorizar o profissional e não apenas a modalidade cursada.

Já para Welington Luis Sachetti, professor e Mediador Pedagógico do Centro Paula Souza, mantido pelo governo do Estado de São Paulo para formação técnica e tecnóloga, o EaD tem sido aceito pelo mercado de trabalho. “Como sempre, há certo preconceito para situações novas. Porém, sabe-se que há muita coisa boa no mercado. Assim, a certificação tem sido aceita com certa tranquilidade. Além disso, não há nenhum tipo de exigência para que o diploma tenha impresso que o curso foi feito a distância”, explica.

O profissional de Marketing João Luiz Gonçalves, diretor da UniqueDB, de Curitiba, é um exemplo de quem fez um curso de EaD e recomenda. Ele terminou recentemente um MBA a distância de Marketing Interativo, pela Ai Group e Faculdade Impacta. O curso teve duração de 18 meses e trouxe boas lembranças a João: “Achei tudo muito bom. O fato de ser a distância permite ter um contato com professores que eventualmente não estariam disponíveis por causa da agenda”, diz.

João, que inclusive já havia feito um MBA presencial anteriormente, destaca que o EaD não perde em nada para o método tradicional. “Tudo depende da qualidade dos professores e de como eles conduzem as aulas. No meu caso, foi perfeito.”

O profissional de Marketing conta ter pago em média três vezes menos pelo curso do que o valor de mercado para um MBA presencial. “Paguei em torno de R$ 500 por mês pelo curso. Pelo que calculo, no presencial, seria algo em torno de R$ 2 mil”, diz. Mas nem sempre é assim. Em alguns casos, os valores entre cursos a distância e se igualam, de acordo com estudo da Abed (Associação Brasileira de Ensino a Distância).

Conheça alguns portais de EaD de instituições de ensino superior nacionais:

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
jul 22

Por que alguns cursos e-learning têm alta evasão?

Entre mais de 60,6 mil inscritos no programa Iniciando um Pequeno Grande Negócio, 55% não concluíram o curso online, revela pesquisa.

Entre os alunos que abandonam um curso a distância, 77,7% o fazem por problemas pessoais como falta de tempo, questões financeiras e de saúde, revela um levantamento do Instituto de Estudos Avançados (IEA) divulgado nesta segunda-feira (20/7), em parceria com o Sebrae.

A pesquisa, feita em parceria com o Sebrae, envolveu 7.400 pessoas – 5.734 alunos desistentes e 1.666 que fizeram a inscrição mas não assistiram aulas em turmas do programa Iniciando um Pequeno Grande Negócio (IPGN). No geral, de 60.627 inscritos no IPGN, 55% não concluíram o curso.

A falta de tempo é razão para 51,5% não começarem um curso, mesmo após fazer a inscrição, enquanto 23,5% dizem abandonar os estudos por falta de acesso a um computador e à internet.

Embora a taxa de desistência para cursos à distância gratuitos esteja entre 50% e 70%, no caso dos cursos pagos a média de alunos que concluem o programa sobe para 95%.

O objetivo da pesquisa é auxiliar as instituições que oferecem ensino a distância a melhorar o índice de participação nos cursos.

E você, o que acha dessa pesquisa, como melhorar a adesão e minimizar a evasão de cursos a distância (e-learning)?

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
jul 18

TICs e educação a distância (e-learning) podem contribuir para o desenvolvimento da Amazônia

A reportagem abaixo é um exemplo do potencial da educação a distância (e-learning) na potencialização do desenvolvimento. Publicado originalmente aqui

O Estado do Amazonas é seis vezes maior que o Estado de São Paulo e tem praticamente o mesmo tamanho da Alemanha. São 3,7 milhões de habitantes, sendo que metade reside em Manaus e a outra metade fica espalhada pelo Estado. Apesar das dimensões significativas, o acesso às novas tecnologias de informação e de comunicação (TICs) ainda é bastante restrito: dos 62 municípios do Amazonas, 12 ainda não tem tecnologia de acesso à internet – isso num país em que, em média, apenas uma em cada três pessoas usa internet (de acordo com dados do Comitê Gestor da Internet do Brasil – CBI.br). No entanto, as TICs podem – e devem – ser usadas para o desenvolvimento da região.

Esse foi o tema da mesa redonda “TIC’s como instrumento de desenvolvimento”, realizada na última terça-feira (14) pelo Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Estado do Amazonas, Denis Minev. Ele apresentou uma série de programas em desenvolvimento no Amazonas no sentindo de promover a inclusão digital na região.

O Projeto Amazonas Digital, por exemplo, consiste em disponibilizar o sinal da internet via satélite nas cidades do interior, escolas, hospitais, polícia e, até mesmo, praças com o objetivo de incluir a Amazônia para o mundo online, permitir maior utilização dos serviços e-gov, capacitação com o uso da mão-de-obra local, crescimento de e-commerce nos municípios e aumento do comércio de bens de informática.

Outra iniciativa em andamento, promovida pelo Governo do Estado do Amazonas, são os chamados Centros de Mídia (ou polos) localizados em 740 pontos espalhados pelo Estado, que visam promover a inclusão digital. O projeto já atendeu 25 mil alunos. Minev lembra que há cidades do interior do Estado com evasão escolar média de 60% e com muita dificuldade de acesso a centros urbanos: um exemplo é a cidade Guajará, localizada na fronteira do Acre, cuja viagem de barco, partindo de Manaus, pode levar semanas. Para Minev, o problema com transporte e comunicação é preocupante, mas alguns projetos têm contribuído para minimizar estes problemas. “A solução é a tecnologia de informação”, destaca.

Ensino virtual é boa opção


Outros projetos estão em andamento na Universidade Estadual do Amazonas (UEA), a principal do Estado. Há três anos, a UEA já realiza ensino a distância por meio de novas tecnologias de comunicação e, com isso, já atingiu 16 municípios, com 5 mil alunos em três cursos superiores. “Hoje todos os professores do Amazonas tem uma graduação”, diz Minev.

O Estado do Amazonas, em parceria com a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), a Secretaria do Estado de Educaçao do Amazonas (Seduc), o Ministério da Educação, Ciência e Tecnologia e Defesa (MEC, MCT), também desenvolve o projeto de Telemedicina (oferta de serviços ligados aos cuidados com a saúde, nos casos em que a distância é um fator crítico). A operação atual está em 20 pontos do Estado. Em 2008, foram realizadas 356 consultas e 1,3mil exames. Além de cursos, palestras e treinamentos para profissionais da saúde, em especial aos que residem em pequenas cidades do interior do Amazonas.

Para Minev, a telepresença é uma solução que cria a experiência de reuniões ao vivo, por meio de uma rede. A tecnologia permite a realização de reuniões com pessoas de diversos locais, por meio de uma experiência extremamente realista: imagens em tamanho real, ambientação das salas para que sejam similares em todos os pontos de presença e voz direcionada fazem com que se tenha a sensação de que o participante está, de fato, sentado à sua frente no próprio local de reunião. O objetivo, de acordo com Minev, é diminuir os custos de deslocamento, economia de tempo, economia ambiental rapidez na tomada de decisão e maximização de recursos tecnológicos.

Manaus será um dos locais para sediar a copa do Brasil de 2014, o que pode ser positivo para o desenvolvimento da região. No entanto, para atender à demanda dos visitantes aficionados por futebol, é preciso, pelo menos, falar inglês. A cidade precisa de cerca de 10 mil pessoas com o idioma fluente. Para Minev, as novas tecnologias têm um papel essencial também nesse caso e podem contribuir para a capacitação, atendendo também as necessidades imediatas.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
jun 5

MTV Debate – O ensino à distância (e-learning) é eficaz?

Pessoal,

Muito interessante o debate promovido pela MTV acerca da eficácia do Ensino a Distância.

Veja na íntegra, clicando aqui e responda a pergunta do título do post.

O ensino à distância (e-learning) é eficaz?

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mai 28

e-Learning SUL consolida-se como referência na edição 2009

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O e- Learning SUL mostrou que veio para ficar. Após laurear-se através da presença de um público de mais de 100 pessoas, o evento consolidou-se como uma referência para discussão de e-learning no Sul do Brasil e até mesmo nacionalmente. Discussões essas fomentadas pela palestra de Rafael Fernandez da Alcatel-Lucent que questionou o público sobre o status quo das áreas de educação corporativa nas empresas brasileiras, muito acostumadas a “dar respostas” e não a “questionar” as áreas demandantes, trabalhando em conjunto para achar a melhor solução para problemas de “negócio” que podem ser impulsionados por melhores estratégias de aprendizagem.

elsul2009Dentro dessa ideia de fomentar o debate, o e-Learning SUL procurou trazer Cases nos mais diversos estágios de implementação. Assim, o Habib´s procurou mostrar que tem uma Universidade Corporativa bem estruturada e que o próximo passo é implementar o e-learning a fim de transpor as barreiras geográficas e otimizar investimentos.

Já a Paraná Clínicas mostrou que pode-se começar a usar a internet para educação corporativa com a aplicação de projetos-piloto. Assim, com o sucesso dos dois primeiros cursos no Ambiente e-Learning Paraná Clínicas, a empresa agora traça as estratégias para consolidar o projeto como um pilar da educação corporativa.

O Grupo RBS mostrou, por outro lado, que a consolidação do e-learning como ferramenta de treinamento está muito mais próxima, ao passo que existem um número já bastante interessante de cursos online disponíveis e os resultados das iniciativas até então já são consistentes.

Para mostrar projetos de e-learning já maduros e avançados, que permeiam toda a organização, Renault e HSBC evidenciaram os resultados das boas práticas de e-learning em suas empresas, com equipes mais competitivas, de forma mais ágil e com menor investimento.

Assim, os Cases ratificaram que a ferramenta é uma questão de tempo para a maior parte das organizações brasileiras, face os resultados apresentados.

Em um outro momento do evento, buscou-se propiciar um espaço mais instrumental, com temas específicos ligados ao treinamento online, com workhops sobre Design Instrucional, LMS (Learning Management System) e ROI (Return On Investment).

Por fim, vale ressaltar que o e-Learning SUL 2009 procurou trazer uma novidade para o evento. Essa novidade foi a Mesa Redonda sobre Aprendizagem Online que trouxe à tona o anseio do público em discutir sobre o tema. Enfim, um espaço a ser incrementado e trabalhado para render melhores frutos em 2010.

É, exatamente isso que você leu, o e-Learning SUL 2010 espera por você!!!

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.