mai 31

Aprendizagem Informal – A utilização de Redes Sociais para o Aprendizado

 

Muitos estudos apontam um crescimento do conhecimento nas organizações oriundo de atividades informais. Mas o que é isso? É a aprendizagem adquirida através da vivência. Esse tipo de aprendizagem não requer uma intencionalidade, não precisa ser estruturada através de treinamentos. Ela surge naturalmente em diálogos com colegas, leituras de blogs, livros, participação em redes sociais, observações, etc. Análises apontam que 80% do conhecimento adquirido no ambiente de trabalho vem desse tipo de aprendizagem e apenas 20% da aprendizagem formal, com treinamentos estruturados.

Por meio dessa constatação, percebemos facilmente que é muito importante estimular a aprendizagem informal dentro de sua organização.

Uma das formas mais fáceis de fazer isso é criar uma Rede Social Empresarial.

E o que vem a ser uma Rede Social Empresarial? Nada mais é do que uma rede social como Facebook, LinkedIn e Orkut focada em sua organização ou em um determinado tema. Um bom exemplo é a Rede Brasil e-Learning.

A rede pode ser muito útil, pois possibilita explorar várias discussões por meio de fóruns, recados, grupos de discussão, avisos de eventos, agendamento de treinamentos formais, etc. Ela pode servir como um canal de comunicação para a aprendizagem de sua organização e como uma importante ferramenta para a gestão do conhecimento, tendo em vista que todos os assuntos tratados nela ficam disponíveis para qualquer colaborador.

Veja, a seguir, um exemplo de rede social e algumas possibilidades de utilização desse instrumento. Caso você tenha interesse em customizar uma rede social para a sua empresa, entre em contato conosco, clicando aqui.

 

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
mai 13

Dicas para Implementação de Mobile Learning

Primeiro é importante definir que Mobile Learning consiste em usar dispositivos móveis (celulares, smartphones, PDA’s,etc…) para transmitir conhecimento.

Não existem grandes diferenças na implementação de aprendizagem via mobile e outros programas de treinamento, afinal as principais orientações que se aplicam a um bom projeto de capacitação são inerentes ao meio que é usado, pois são mais ligadas a parte pedagógica.

Abaixo seguem algumas dicas que podem ser uma luz para entrar nessa nova modalidade de treinamento.

1 – Seja curto e simples

Apesar desta regra ser importante em qualquer tipo de treinamento, aqui ela é crucial para o sucesso em função da natureza dos dispositivos móveis e das situações em que eles tendem a ser utilizados. Durante o treinamento o aluno poderá ser frequentemente interrompido, então o tempo de atenção do aluno pode ser curto e os conceitos passados devem ser fechados em pequenos blocos. Assim caso o aluno tenha que atender alguma coisa e voltar ele não esteja em meio a um texto ou animação enormes.

Digamos que nenhuma parte de um treinamento via mobile deva demorar mais de 5 minutos para ser concluída.

Além disso, evite usar interações e animações complexas que possam ser conflituosas com os diferentes tamanhos de telas e tipos de softwares presentes nos dispositivos móveis.

2 – Evite conteúdos densos

Não tente transmitir conteúdos muitos densos através de dispositivos móveis. É muito desmotivante ficar lendo textos muito complexos em uma letrinha miudinha rolando páginas e páginas com seu dedo. Tente coisa mais pontuais, use o aparelho como uma ferramenta de lembrança, consulta rápida e outras possibilidades mais diretas.

3 – Vá devagar com as diferentes mídias

O uso cuidadoso de elementos de mídia são importantes para o aprendizado móvel. Não use mídias em situações onde não há necessidade como animações de abertura, elementos gráficos que são puramente estéticos e interações desnecessárias.

Na maioria dos casos, existe um custo associado ao desenvolvimento e até mesmo ao acesso de tais conteúdos, pois é provável que haja um custo para downloads e quanto mais pesado for o arquivo mais caro sairá esse download.

No entanto, é importante mencionar que muitos dispositivos móveis podem ser conectados a um computador e os arquivos podem ser copiados para eles, evitando o download direto e os custos associados a isso. Caso o treinamento possa ser entregue dessa forma pode haver mais liberdade no uso dos elementos citados anteriormente.

4 – Inclua elementos de colaboração

Os dispositivos móveis são incomparáveis na capacidade de comunicação síncrona e como ferramenta social. Quando usados como parte de um treinamento e-learning ou presencial pode ser uma fonte muito interessante de interação entre os participantes. Essas interações, se feitas de forma correta, podem trazer um enorme valor para o processo de aprendizagem.

Por enquanto ficaremos por aqui, mas em breve vamos trazer mais ideias interessantes sobre Mobile Learning.

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
mai 10

Compartilhamento rápido

Recebi o vídeo abaixo do Bruno Weiblen e achei interessante. Existem muitos outros deste tipo no YouTube, aproveitem.

Vou colocar abaixo dois vídeos. O primeiro é em inglês porque é a versão mais recente, com dados bem atualizados e mais bonito visualmente. O segundo tem legenda em português e o conteúdo é quase o mesmo só que com visual menos trabalhado e com alguns dados desatualizados (poucas coisas, não influencia na mensagem).

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
jan 26

Cinco palavras para definir o Aprendizado Corporativo em 2010

O texto a seguir foi baseado num artigo escrito por Jeanne Meister, mais detalhes no final.

Quando penso nas tendências do Aprendizado Corporativo para a próxima década, cinco palavras logo me vem a mente.

Social

Embora o “e” venha dominando a internet (e-mail, e-commerce, e-business, e-learning, etc…) é cada vez mais presente a ascensão do “s” (mídia social, rede social e, porque não, aprendizado social).

Quando a palavra SOCIAL se mistura a APRENDIZAGEM, isso significa que teremos um ensino colaborativo, imediato, pertinente e contextualizado ao ambiente do público-alvo.

No contexto social, o aprendizado passa a ser menos sobre aprender e mais sobre como ser eficiente e eficaz para os negócios, aumentando a frequência das inovações, encurtando o tempo necessário para desenvolver pessoas e diminuindo os erros.

Mobile

O aprendizado em que as pessoas precisam estar no mesmo local ao mesmo tempo vai perder cada vez mais espaço. Os aprendizes corporativos estão buscando formas remotas/móveis para aprender.

Em alguns países, já existem mais celulares/smatphones do que pessoas. No Reino Unido, para cada 100 pessoas há 123,64 aparelhos. No Brasil, uma pesquisa do IBGE, de 2008, mostrou que 53,8% da população de dez anos ou mais de idade tem celular (são 86 milhões de pessoas!!!); se forem relacionadas apenas as pessoas com ensino superior completo este percentual sobe para 82,9%. Esta pesquisa já está defasada, mas é o último levantamento do IBGE; serve para termos um parâmetro de comparação.

Na minha opinião, esses percentuais só tendem a crescer, e de forma bastante acelerada. Já usamos celulares para tirar fotos, fazer vídeos, acessar a internet, usar GPS, etc… Por que não usaríamos para aprender?

Colaborativo

Mais empresas se esforçarão para ser como a P&G (Procter & Gamble), que há dois anos tomou uma atitude visionária determinando que 50% das inovações de produtos viriam da colaboração com clientes e parceiros.

Enquanto a estrutura tradicional das empresas prevê que as pessoas devem buscar soluções, opiniões e outras formas de colaboração dentro da organização, o local de trabalho do futuro será muito mais amplo, permitindo que os funcionários busquem informações globalmente, através de infinitas possibilidades online.

Empreender

O engajamento dos colaboradores continuará sendo um dos principais assuntos das reuniões de RH. A razão é simples: de acordo com uma pesquisa da Corporate  Executive Board (CEB), as empresas com altos índices de envolvimento das pessoas cresceram 20,1%, em 3 anos, em comparação com 8,9% de desempenho para empresas com médio envolvimento. A mesma pesquisa também demonstrou que o crescimento do EBITDA das corporações “engajadas” é três vezes maior.

Procure por mais objetivos de aprendizagem que aumentem o envolvimento e o comprometimento das pessoas que fazem parte da sua organização.

Diversão

Não importa nossa idade, queremos aprender de forma tão lúdica e fácil quanto compramos, pesquisamos e nos comunicamos com amigos. Isto significa que o aprendizado deve ficar cada vez mais divertido, social e colaborativo.

Algumas das ferramentas que devem crescer em importância incluem jogos de fixação, simulações da realidade e jogos de realidade alternativa que ajudam a desenvolver competências como liderança e pensamento crítico.

Existe ainda uma categoria de jogos chamada MMO (Massive Multiplayers Online), onde MUITAS pessoas interagem num ambiente online de jogo, fazem tarefas e evoluem. Estes jogos tem um potencial para se tornarem potentes simuladores para desenvolver líderes e equipes que tem que trabalhar em conjunto, analisando dados e tomando decisões.

Em 2010, se você não está prestando atenção ao modo como o mundo da aprendizagem corporativa está evoluindo, você pode perder muitas de suas vantagens competitivas.

Que palavras você acrescentaria a esta lista? Compartilhe!

Jeanne Meister é uma estudiosa que acompanha as tendências e inovações na aprendizagem entre empresas, instituições de ensino e organizações sem fins lucrativos.

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
set 24

3º Fórum do Instituto Claro: Mobilidade e Colaboração na Educação

O 3º Fórum do Instituto Claro aconteceu no dia 11 de setembro, na USP, em São Paulo, e teve a participação de dois especialistas, professor Rogério da Costa e professora Lynn Alves. Moderados por Priscila Cruz, do movimento Todos pela Educação, eles debateram o tema “Mobilidade e Colaboração na Educação”. Abaixo, confira os vídeos (versões resumida e completa) do evento, além de outros conteúdos desta edição do Fórum.

Link para o Instituto Claro

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 2

Campus Party mostra o potencial da Internet rápida

Pessoal,

Reproduzo abaixo uma reportagem de Zero Hora que dá uma idéia da evolução que teremos com o aumento da velocidade de conexão à internet no futuro próximo. E o exemplo vem dos países europeus, asiáticos, além de Canadá e EUA. Assim, poderemos explorar melhor o uso de áudio e vídeo, além de jogos educacionais colaborativos mais complexos.

Um jovem pega o megafone e anuncia entre as bancadas de computadores da Campus Party Brasil, evento de tecnologia que ocorreu na última semana no Centro Imigrantes, em São Paulo:

– Excursão para Santa Ifigênia em duas horas.

Na rua que é o principal reduto de venda de eletrônicos do país, um produto encabeçaria a lista de compras do público da Campus Party: os discos rígidos (HDs) externos. Também pudera: no evento, 4 mil pessoas compartilhavam um link de internet de altíssima velocidade – 10 gigabits por segundo (Gbps) – aproximadamente 500 vezes mais rápido do que a maior velocidade oferecida no Estado.

Quem não foi preparado, como o universitário Roger Vargas, 22 anos, deu um pulo na Santa Ifigênia. Pagou R$ 500 por um disco de 1 terabyte.

– Nem dá tempo de ver o download. Baixo 700 mega em menos de um minuto – afirma Roger, morador de Itaqui, onde tem conexão de 1,5 megabits por segundo (Mbps) em casa.

No Brasil, segundo a consultoria IDC, apenas um terço das conexões consideradas banda larga tem mais de 1 Mbps. Algumas empresas adotam franquia de dados – caso o cliente extrapole o limite de download mensal, a conexão é reduzida. Eduardo Aspesi, vice-presidente de marketing e vendas da NET, explica que é uma forma de garantir que quem utiliza mais a rede pague mais.

O programador web Caio Santos, 25 anos, de São Paulo, levou dois computadores para a Campus Party – um com oito HDs e outro com quatro, mais dois extras (cada um com 160 GB):

– Tinha de me preparar para baixar bastante (con- teúdo da internet) nessa semana – revela o jovem.

Para Marcelo Branco, diretor geral do evento, a Campus Party dá um “gostinho’’ do que é ter uma conexão de alta velocidade e estimula os participantes a desejarem uma banda melhor. No Estado, para ter a velocidade máxima de 20 Mbps é preciso pagar R$ 450 mensais. Ricardo Sanfelice, diretor de marketing da GVT, pondera que quando a operadora lançou 1 Mbps como velocidade máxima, em 2002, o custo era quatro vezes o seu valor atual.

– Alguns países estão em outro nível de infraestrutura. Na Coreia, o governo deu incentivos tributários para incentivar o e-learning (ensino pela web) e o teletrabalho para não prejudicar o trânsito – diz Sanfelice.

No Brasil, impostos encarecem o serviço em 40%.

– A internet é tributada como supérfluo. Também falta disponibilidade do serviço, há cidades com demanda reprimida – avalia Vinicius Caetano, analista de telecom da consultoria IDC Brasil, acrescentando que as dimensões continentais do país dificultam levar a todos os locais a infraestrutura necessária.

Estudo da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp) aponta que, no Japão, a velocidade média de conexão chega a 61 Mbps. Naquele país, um pacote de 1 Mbps sai entre R$ 0,22 e R$ 3,5 devido à concorrência, segundo o presidente da entidade, Luis Cuza. Em Manaus (AM), o contraste: chega-se a pagar R$ 700 por 1 Mbps.

– O consumidor está na mão de poucas empresas. Além do preço, há má prestação de serviço – lamenta a coordenadora institucional da entidade de defesa do consumidor Pro Teste, Maria Inês Dolci.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.