mai 13

Dicas para Implementação de Mobile Learning

Primeiro é importante definir que Mobile Learning consiste em usar dispositivos móveis (celulares, smartphones, PDA’s,etc…) para transmitir conhecimento.

Não existem grandes diferenças na implementação de aprendizagem via mobile e outros programas de treinamento, afinal as principais orientações que se aplicam a um bom projeto de capacitação são inerentes ao meio que é usado, pois são mais ligadas a parte pedagógica.

Abaixo seguem algumas dicas que podem ser uma luz para entrar nessa nova modalidade de treinamento.

1 – Seja curto e simples

Apesar desta regra ser importante em qualquer tipo de treinamento, aqui ela é crucial para o sucesso em função da natureza dos dispositivos móveis e das situações em que eles tendem a ser utilizados. Durante o treinamento o aluno poderá ser frequentemente interrompido, então o tempo de atenção do aluno pode ser curto e os conceitos passados devem ser fechados em pequenos blocos. Assim caso o aluno tenha que atender alguma coisa e voltar ele não esteja em meio a um texto ou animação enormes.

Digamos que nenhuma parte de um treinamento via mobile deva demorar mais de 5 minutos para ser concluída.

Além disso, evite usar interações e animações complexas que possam ser conflituosas com os diferentes tamanhos de telas e tipos de softwares presentes nos dispositivos móveis.

2 – Evite conteúdos densos

Não tente transmitir conteúdos muitos densos através de dispositivos móveis. É muito desmotivante ficar lendo textos muito complexos em uma letrinha miudinha rolando páginas e páginas com seu dedo. Tente coisa mais pontuais, use o aparelho como uma ferramenta de lembrança, consulta rápida e outras possibilidades mais diretas.

3 – Vá devagar com as diferentes mídias

O uso cuidadoso de elementos de mídia são importantes para o aprendizado móvel. Não use mídias em situações onde não há necessidade como animações de abertura, elementos gráficos que são puramente estéticos e interações desnecessárias.

Na maioria dos casos, existe um custo associado ao desenvolvimento e até mesmo ao acesso de tais conteúdos, pois é provável que haja um custo para downloads e quanto mais pesado for o arquivo mais caro sairá esse download.

No entanto, é importante mencionar que muitos dispositivos móveis podem ser conectados a um computador e os arquivos podem ser copiados para eles, evitando o download direto e os custos associados a isso. Caso o treinamento possa ser entregue dessa forma pode haver mais liberdade no uso dos elementos citados anteriormente.

4 – Inclua elementos de colaboração

Os dispositivos móveis são incomparáveis na capacidade de comunicação síncrona e como ferramenta social. Quando usados como parte de um treinamento e-learning ou presencial pode ser uma fonte muito interessante de interação entre os participantes. Essas interações, se feitas de forma correta, podem trazer um enorme valor para o processo de aprendizagem.

Por enquanto ficaremos por aqui, mas em breve vamos trazer mais ideias interessantes sobre Mobile Learning.

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
mai 10

Compartilhamento rápido

Recebi o vídeo abaixo do Bruno Weiblen e achei interessante. Existem muitos outros deste tipo no YouTube, aproveitem.

Vou colocar abaixo dois vídeos. O primeiro é em inglês porque é a versão mais recente, com dados bem atualizados e mais bonito visualmente. O segundo tem legenda em português e o conteúdo é quase o mesmo só que com visual menos trabalhado e com alguns dados desatualizados (poucas coisas, não influencia na mensagem).

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
jan 26

Cinco palavras para definir o Aprendizado Corporativo em 2010

O texto a seguir foi baseado num artigo escrito por Jeanne Meister, mais detalhes no final.

Quando penso nas tendências do Aprendizado Corporativo para a próxima década, cinco palavras logo me vem a mente.

Social

Embora o “e” venha dominando a internet (e-mail, e-commerce, e-business, e-learning, etc…) é cada vez mais presente a ascensão do “s” (mídia social, rede social e, porque não, aprendizado social).

Quando a palavra SOCIAL se mistura a APRENDIZAGEM, isso significa que teremos um ensino colaborativo, imediato, pertinente e contextualizado ao ambiente do público-alvo.

No contexto social, o aprendizado passa a ser menos sobre aprender e mais sobre como ser eficiente e eficaz para os negócios, aumentando a frequência das inovações, encurtando o tempo necessário para desenvolver pessoas e diminuindo os erros.

Mobile

O aprendizado em que as pessoas precisam estar no mesmo local ao mesmo tempo vai perder cada vez mais espaço. Os aprendizes corporativos estão buscando formas remotas/móveis para aprender.

Em alguns países, já existem mais celulares/smatphones do que pessoas. No Reino Unido, para cada 100 pessoas há 123,64 aparelhos. No Brasil, uma pesquisa do IBGE, de 2008, mostrou que 53,8% da população de dez anos ou mais de idade tem celular (são 86 milhões de pessoas!!!); se forem relacionadas apenas as pessoas com ensino superior completo este percentual sobe para 82,9%. Esta pesquisa já está defasada, mas é o último levantamento do IBGE; serve para termos um parâmetro de comparação.

Na minha opinião, esses percentuais só tendem a crescer, e de forma bastante acelerada. Já usamos celulares para tirar fotos, fazer vídeos, acessar a internet, usar GPS, etc… Por que não usaríamos para aprender?

Colaborativo

Mais empresas se esforçarão para ser como a P&G (Procter & Gamble), que há dois anos tomou uma atitude visionária determinando que 50% das inovações de produtos viriam da colaboração com clientes e parceiros.

Enquanto a estrutura tradicional das empresas prevê que as pessoas devem buscar soluções, opiniões e outras formas de colaboração dentro da organização, o local de trabalho do futuro será muito mais amplo, permitindo que os funcionários busquem informações globalmente, através de infinitas possibilidades online.

Empreender

O engajamento dos colaboradores continuará sendo um dos principais assuntos das reuniões de RH. A razão é simples: de acordo com uma pesquisa da Corporate  Executive Board (CEB), as empresas com altos índices de envolvimento das pessoas cresceram 20,1%, em 3 anos, em comparação com 8,9% de desempenho para empresas com médio envolvimento. A mesma pesquisa também demonstrou que o crescimento do EBITDA das corporações “engajadas” é três vezes maior.

Procure por mais objetivos de aprendizagem que aumentem o envolvimento e o comprometimento das pessoas que fazem parte da sua organização.

Diversão

Não importa nossa idade, queremos aprender de forma tão lúdica e fácil quanto compramos, pesquisamos e nos comunicamos com amigos. Isto significa que o aprendizado deve ficar cada vez mais divertido, social e colaborativo.

Algumas das ferramentas que devem crescer em importância incluem jogos de fixação, simulações da realidade e jogos de realidade alternativa que ajudam a desenvolver competências como liderança e pensamento crítico.

Existe ainda uma categoria de jogos chamada MMO (Massive Multiplayers Online), onde MUITAS pessoas interagem num ambiente online de jogo, fazem tarefas e evoluem. Estes jogos tem um potencial para se tornarem potentes simuladores para desenvolver líderes e equipes que tem que trabalhar em conjunto, analisando dados e tomando decisões.

Em 2010, se você não está prestando atenção ao modo como o mundo da aprendizagem corporativa está evoluindo, você pode perder muitas de suas vantagens competitivas.

Que palavras você acrescentaria a esta lista? Compartilhe!

Jeanne Meister é uma estudiosa que acompanha as tendências e inovações na aprendizagem entre empresas, instituições de ensino e organizações sem fins lucrativos.

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
set 24

3º Fórum do Instituto Claro: Mobilidade e Colaboração na Educação

O 3º Fórum do Instituto Claro aconteceu no dia 11 de setembro, na USP, em São Paulo, e teve a participação de dois especialistas, professor Rogério da Costa e professora Lynn Alves. Moderados por Priscila Cruz, do movimento Todos pela Educação, eles debateram o tema “Mobilidade e Colaboração na Educação”. Abaixo, confira os vídeos (versões resumida e completa) do evento, além de outros conteúdos desta edição do Fórum.

Link para o Instituto Claro

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 2

Campus Party mostra o potencial da Internet rápida

Pessoal,

Reproduzo abaixo uma reportagem de Zero Hora que dá uma idéia da evolução que teremos com o aumento da velocidade de conexão à internet no futuro próximo. E o exemplo vem dos países europeus, asiáticos, além de Canadá e EUA. Assim, poderemos explorar melhor o uso de áudio e vídeo, além de jogos educacionais colaborativos mais complexos.

Um jovem pega o megafone e anuncia entre as bancadas de computadores da Campus Party Brasil, evento de tecnologia que ocorreu na última semana no Centro Imigrantes, em São Paulo:

– Excursão para Santa Ifigênia em duas horas.

Na rua que é o principal reduto de venda de eletrônicos do país, um produto encabeçaria a lista de compras do público da Campus Party: os discos rígidos (HDs) externos. Também pudera: no evento, 4 mil pessoas compartilhavam um link de internet de altíssima velocidade – 10 gigabits por segundo (Gbps) – aproximadamente 500 vezes mais rápido do que a maior velocidade oferecida no Estado.

Quem não foi preparado, como o universitário Roger Vargas, 22 anos, deu um pulo na Santa Ifigênia. Pagou R$ 500 por um disco de 1 terabyte.

– Nem dá tempo de ver o download. Baixo 700 mega em menos de um minuto – afirma Roger, morador de Itaqui, onde tem conexão de 1,5 megabits por segundo (Mbps) em casa.

No Brasil, segundo a consultoria IDC, apenas um terço das conexões consideradas banda larga tem mais de 1 Mbps. Algumas empresas adotam franquia de dados – caso o cliente extrapole o limite de download mensal, a conexão é reduzida. Eduardo Aspesi, vice-presidente de marketing e vendas da NET, explica que é uma forma de garantir que quem utiliza mais a rede pague mais.

O programador web Caio Santos, 25 anos, de São Paulo, levou dois computadores para a Campus Party – um com oito HDs e outro com quatro, mais dois extras (cada um com 160 GB):

– Tinha de me preparar para baixar bastante (con- teúdo da internet) nessa semana – revela o jovem.

Para Marcelo Branco, diretor geral do evento, a Campus Party dá um “gostinho’’ do que é ter uma conexão de alta velocidade e estimula os participantes a desejarem uma banda melhor. No Estado, para ter a velocidade máxima de 20 Mbps é preciso pagar R$ 450 mensais. Ricardo Sanfelice, diretor de marketing da GVT, pondera que quando a operadora lançou 1 Mbps como velocidade máxima, em 2002, o custo era quatro vezes o seu valor atual.

– Alguns países estão em outro nível de infraestrutura. Na Coreia, o governo deu incentivos tributários para incentivar o e-learning (ensino pela web) e o teletrabalho para não prejudicar o trânsito – diz Sanfelice.

No Brasil, impostos encarecem o serviço em 40%.

– A internet é tributada como supérfluo. Também falta disponibilidade do serviço, há cidades com demanda reprimida – avalia Vinicius Caetano, analista de telecom da consultoria IDC Brasil, acrescentando que as dimensões continentais do país dificultam levar a todos os locais a infraestrutura necessária.

Estudo da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp) aponta que, no Japão, a velocidade média de conexão chega a 61 Mbps. Naquele país, um pacote de 1 Mbps sai entre R$ 0,22 e R$ 3,5 devido à concorrência, segundo o presidente da entidade, Luis Cuza. Em Manaus (AM), o contraste: chega-se a pagar R$ 700 por 1 Mbps.

– O consumidor está na mão de poucas empresas. Além do preço, há má prestação de serviço – lamenta a coordenadora institucional da entidade de defesa do consumidor Pro Teste, Maria Inês Dolci.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.