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Design instrucional

Recentemente li um post do ótimo blog The elearning Coach e compartilho com vocês a tradução livre e resumida. Todo o crédito para a autora Connie Malamed! O post original se encontra aqui.

Designer instrucional“Talvez aconteça quando você está escrevendo um storyboard para ensinar a usar um software mal desenhado e pouco inspirador. Ou talvez você acabou de receber um fax com revisões rabiscadas em todas as páginas. De repente, o botão da desmotivação é ativado e você não consegue se livrar dela.Você começa a se perguntar por que está fazendo isto em primeiro lugar.

Nós gastamos muito tempo teorizando e pensando sobre como motivar os alunos. Mas e a motivação dos designers instrucionais? Muitas vezes nos sentamos  frente a  um computador para incontáveis horas fazendo o trabalho que ninguém entende, com tantas responsabilidades diferentes, e às vezes trabalhando com conteúdos muito crus. Porém, eu ainda amo este campo. Então aqui vai meu conselho com maneiras de obter motivação e mantê-la quando você está menos animado sobre seu trabalho.

Você é o advogado do aluno

Quando eu estava estudando Design Instrucional, um professor da faculdade disse para a turma que éramos os advogados dos alunos. Eu nunca mais esqueci aquelas palavras. Um advogado “alega a causa do outro, defende uma causa ou uma proposta, e apoia ou promove os interesses do outro”, de acordo com o dicionário Webster online.

Somos os únicos que levam o aluno a sério, certificando-se que as coisas são explicadas com clareza, que a experiência de aprendizagem é envolvente, que os testes são justos, e assim por diante. Advogar para os alunos é uma missão significativa e motivadora.

Lembre-se que o curso vai ajudar alguém

Design Instrucional é um trabalho de abnegação em vários pontos, porque não é sobre você, é sobre eles, os alunos. Seu curso tem potencial para ajudar outra pessoa a se tornar mais competente no trabalho, na vida ou na escola.

Criei cursos que ensinam as pessoas como salvar vidas, a trabalhar em equipe, a operar equipamento pesado com segurança, a utilizar softwares embora os alunos não fossem “alfabetizados” digitalmente. Tenho certeza que você também criou experiências de aprendizagem que mudam vidas ou fará isso um dia. Este trabalho é gratificante e isso é motivador.

Mergulhe de coração e alma, até que se torne interessante

Tudo sob o sol pode ser fascinante, se você olhar da perspectiva correta. Veja o conteúdo de um ponto de vista abrangente, e com uma visão detalhista. Expanda sua mente e mergulhe no conteúdo, explorando as conexões e relacionamentos. Ele se tornará mais intrigante à medida que você trabalha o seu caminho com admiração e curiosidade.

Imagine que você é o aluno

Coloque-se no lugar do aluno para entender o valor da experiência de aprendizagem que está em suas mãos para ser criado. Pense em como a experiência se relacionará ao universo do aluno. Imagine como você gostaria de encontrar essa informação, se fosse o aluno. Então eduque sua mente para encontrar maneiras de tornar a informação atraente.

Pense visualmente

Pensamento visual o leva a olhar as coisas de uma forma única. Mesmo quando você não é um artista, você ainda pode esboçar ao pensar – com pessoas feitas de “palitos” e formas geométricas. Desenhar é um apoio cognitivo que pode ajudá-lo a quebrar o marasmo.

Utilize mapas mentais para analisar e organizar o conteúdo e planejar interações. Desenhe gráficos e diagramas para entender as relações. Rabisque. Alguns recursos úteis são: A volta do guardanapo e VizThink.

Fascine-se pelo cérebro

Resolver problemas é uma tarefa motivadora. Seu problema é como oferecer uma experiência de aprendizagem envolvente, que transforme a informação em conhecimento para aplicação em situações do mundo real. Isso leva a compreensão de como a mente funciona e como as pessoas processam a informação.

Você pode se inspirar lendo sobre o funcionamento do cérebro e sobre como as pessoas aprendem. Alguns recursos são: Cognitive Psychology Anyone? e How the Mind Works de Stephen Pinker. Quando você é lembrado do quão impressionante o cérebro humano é, pode achar mais motivador aplicar teorias da aprendizagem e ciência do cérebro no seu trabalho.

Veja outros trabalhos

Tire algum tempo para analisar outros cursos de e-learning. Você vai encontrar pessoas com grandes idéias para interações, tratamentos, gráficos e estratégias instrucionais. Encontrar novas ideias pode inspirá-lo a experimentar um pouco mais. Esta é uma lista de sites para encontrar cursos e demonstrações.

Se você fica inspirado por meio do design gráfico, considere comprar alguns livros e procure-os quando estiver sentindo-se desmotivado ou visite uma livraria, ou ainda confira alguns blogs de design gráfico.

Crie experiências de aprendizagem robustas

É motivador pensar em criar uma experiência ao invés de um curso solitário. Você pode ir além do conceito de um curso único genérico criando uma variedade de eventos online e offline que suportem a aprendizagem. Considere estratégias alternativas de ensino, como a adição de tecnologias de redes sociais e abordagens informais.

Quando você tenta novas formas de ensino, isso não motiva somente os alunos, motiva você também. Confira: 30 maneiras de motivar alunos adultos.

Procure a comunidade

Eu nunca experimentei comunidade mais amigável e atenciosa do que as comunidades de especialistas em aprendizagem, designers instrucionais e desenvolvedores. Você não está sozinho neste campo e pode receber apoio, inspiração e soluções para seus problemas através das muitas comunidades online associadas ao e-learning. Confira os vários grupos no LinkedIn e Facebook, assim como organizações profissionais como o eLearning Guild e ASTD (aqui no Brasil, temos a Rede Brasil e-learning).

Analise-se

Não quero dar uma de psicóloga pra cima de você, mas essa é a verdade: às vezes quando você está desmotivado, não é por causa do trabalho em si, mas sim o local de trabalho.

Talvez você não se sinta valorizado no trabalho, seja mal pago ou tenha prazos não razoáveis. Tente não confundir os problemas do local de trabalho com o trabalho real que está fazendo. Tente dar jeito na situação ou prometa a si mesmo que vai cuidar disso logo. Então, coloque isso de lado para que possa estar motivado a fazer um grande curso para os alunos. Eles merecem isso.

Como você se mantém motivado?

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Postado por GSI Online.
set 23

Eurofarma eleita a 8ª melhor empresa para trabalhar no Brasil

Recentemente foi veiculada no guia Você S/A – Exame uma pesquisa que envolveu colaboradores de empresas em todo o Brasil, feita pela equipe de jornalistas da Você S/A, e que elegeu as 150 melhores empresas para trabalhar.

“Comparadas às demais do mercado, as 150 comprovam que investir em pessoas traz, sim, resultados concretos. Quando comparadas às organizações listadas na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), um instrumento de coleta de dados sobre trabalho, do governo federal, ficou comprovado que as 150 remuneram melhor seu pessoal, têm maior poder de retenção e possuem gente mais qualificada.”

Outro fato importante é que, pelo quinto ano consecutivo, a rentabilidade sobre o patrimônio das 150 Melhores Empresas supera a das 500 companhias do anuário Melhores & Maiores, da Exame; uma prova de que investimento nas pessoas retorna como mais crescimento para a empresa.

Parte desse sucesso se deve ao investimento em treinamento e qualificação dos funcionários, que se sentem valorizados à medida que adquirem mais conhecimento para trabalhar e crescer dentro das empresas. Esse é o caso da Eurofarma, empresa farmacêutica brasileira que oferece “subsídio para cursos técnicos, graduação, pós-graduação e MBA com bolsas de 40% a 80% para aqueles com, no mínimo, um ano de casa”. Além disso, existem ações baseadas em jogos de negócios para trabalhar a visão e o planejamento estratégico dos líderes da empresa.

A equipe de vendas da Eurofarma também é treinada com games, através de disputas entre os grupos de vendedores, para reforçar conhecimentos sobre os produtos e serviços. Projetados pela empresa GSI Online juntamente aos vendedores especialistas da Eurofarma, os jogos foram adotados como prática constante dos treinamentos e já superaram a marca de 50 edições.

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Postado por GSI Online.
set 21

Como fazer serious games interessantes?

Da mesma forma como se faz qualquer jogo interessante!

Os jogos de aprendizagem também podem ser atrativos. Veja os slides abaixo (em inglês):

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Postado por GSI Online.
set 16

Twitter muda de perspectiva.

Twitter. O público em geral possui uma relação de amor e ódio para com este site. A verdade é que muitas pessoas realmente não sabem muito sobre ele ou não fazem uso da ferramenta. Anteontem, na sede da empresa em San Francisco, na Califórnia, foram anunciadas mudanças drásticas no funcionamento do site.

Ao longo dos últimos anos, foram criados vários outros sites que complementavam faltas do Twitter em expôr fotos, vídeos, etc. Agora, a empresa tem a intensão de trazer para junto de si todos estes “clientes” (os mais famosos são DeviantArt, Etsy, Flickr, Justin.TV, TwitPic, Twitvid, Vimeo, e YouTube), mantendo o usuário por mais tempo dentro de seu site, sem alterar o funcionamento linear de exposição de informação. Os tweets continuam sendo mostrados da mesma forma, porém, eles podem ser estendidos para visualização de mais conteúdo, como se fossem manchetes de jornais ou revistas.

Nova interface do Twitter

Novo painel contextual na direita da tela, referente ao tweet que o usuário acessar

Após esta alteração, fiquei pensando como isso poderia ser útil para incorporar na prática do e-learning. Creio que muitas outras formas de integração ao Twitter irão surgir para se aproveitar destas novas características. É muito tangível a possibilidade de integração com plataformas LMS para disponibilização de cursos, sejam eles apostilas, vídeos, apresentações; variados tipos de exercício e até mesmo incorporação de jogos de aprendizado / serious games. As chances de aplicação parecem infinitas.

Também possuo pensamentos controversos sobre o Twitter. Por um lado, realmente adoro brincar com todas as novas ferramentas de mídia social e estou animado com o potencial de aprendizagem que está sendo descoberto. Por outro lado, as redes sociais podem representar distração e desperdício de tempo. Sei que isso não é uma falha das ferramentas de mídia social, e sim de seus usuários.

Muitos de vocês estão atrás dos firewalls de suas empresas e não têm acesso ao Twitter. Entretanto, se tiver acesso, avalie começar a usar esta ferramenta ou outra rede social.  As pessoas sentem-se atraídas pelas redes, e você precisa engajar as pessoas nos cursos: coloque a máquina para trabalhar para você.

Existem outras ideias de como pode-se integrar o Twitter com cursos e-learning / EAD ? Compartilhe seus pensamentos, comentando abaixo!

Visite o site da GSI Online!

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Postado por GSI Online.
ago 30

O maior evento do sul do país sobre e-Learning será realizado em outubro.

marca elearning sul oficial

O e-Learning Sul 2010 ocorrerá dia 22 de outubro, no hotel Continental, em Porto Alegre. O evento tem como público-alvo executivos envolvidos com projetos de Educação Corporativa (T&D), sejam eles gestores, educadores, estudantes de graduação interessados no assunto, especialistas em tecnologia e outros e as tecnologias utilizadas para esse fim. Algumas das empresas que participaram do evento em 2009: Unimed, Banrisul, AES Sul, Corsan, Panvel, Artecola, SICREDI, Electrolux, John Deere, Lojas Herval, Lojas Renner, Aracruz Celulose, Ferramentas Gerais, Hospital das Clínicas, Hospital Mãe de Deus.

Durante o dia, a programação contará com a palestra “Universidade Corporativa transformada em Unidade de Negócios” – Hospital Mãe de Deus – e por cases de empresas como a Electrolux, Porto Seguro, John Deere e Oi. Além disso, haverá dois workshops simultâneos, “Implementação de projeto de e-Learning”, com Luciana Arnésio – Sky; e “A utilização do e-Learning no Canadá”, com Gean Oliveira – Canadian Tire.

O e-Learning Sul promove a discussão, reflexão e distribuição de conhecimento acerca de gestão de projetos de e-learning, bem como auxilia empresas que ainda não utilizaram essa ferramenta a se familiarizarem com os principais fatores de sucesso de um bom projeto de ensino a distância com uso de internet. Disseminar conhecimentos e propiciar discussões sobre os usos do e-learning são os principais objetivos a serem alcançados com mais um e-Learning Sul, que já se encontra em sua terceira edição em 2010.

O e-learning não é apenas uma ferramenta de ensino a distância, ou meramente a disponibilização de um curso no desktop do usuário. É, na verdade, um conjunto de recursos via internet, ou outros canais multimídia, que age não somente na habilitação de novas competências, mas em uma mudança de comportamento que vai além do conteúdo específico do curso desenvolvido. Conta com uma interface sistematizada de aprendizado que permite às organizações e aos colaboradores encontrarem nos cursos soluções e melhorias para os seus trabalhos, transformando o aprendizado em ação e mudança.

Aplicado em conjunto com as estratégias de cada organização, o e-learning potencializa significativamente a transformação dos esforços de treinamento e desenvolvimento em resultados positivos. Além disso, oferece vantagens em custos financeiros, tempo, deslocamento, flexibilidade, possibilidade de customização do conteúdo, amplitude e rapidez do treinamento.

As inscrições podem ser feitas até o dia do evento, os valores variam de acordo com o número de inscritos por empresa, além de haver descontos para estudantes. Para mais informações sobre o evento, acesse http://elearningsul.gsionline.com.br.

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Postado por Organização e-Learning Sul.
jul 6

Dicas rápidas para engajar usuários

O que pode ser feito para tornar a experiência online atraente e aumentar as chances de que os colaboradores e alunos deem uma chance ao e-learning, com suas novas abordagens? Veja nesse artigo dicas que trazem isso à realidade.

  • O e-learning deve ser percebido como útil

Há pouca paciência para os benefícios obscuros a serem revelados no futuro. Se você quiser e-learners engajados, eles devem ver o valor no conteúdo que está disponível e verificar a importância rapidamente. Use depoimentos. Mostre dados da avaliação das necessidades. Mostre um problema ou caso que lembre os participantes do motivo pelo qual eles deveriam se preocupar.

  • O curso deve oferecer oportunidades para o sucesso

Muitas pessoas se inscrevem em cursos online e abandonam na metade do caminho. Após obter sucesso nos módulos iniciais, o aluno se depara com assuntos mais aprofundados e pode se sair mal em algumas avaliações, decidindo, então, não voltar ao curso. Por quê? Em grande parte, porque sua confiança foi abalada. Para motivar e manter a participação, ao invés de testar os participantes para ver o quanto eles não sabem, lembre-os dos conhecimentos adquiridos e do seu sucesso anterior.

  • Real, ativo e humano

Certifique-se de que os cursos correspondem à audiência no tópico e nível. Para os novatos, use exemplos que diretamente demonstram como fazer ou pensar sobre as tarefas e desafios. Para o público expert, as abordagens de descoberta orientada, como os cases são adequados. As suas aulas e cursos são recheados com oportunidades para fazer alguma coisa, para reconhecer erros, ou apenas para contemplar as implicações dos erros? Mostre pessoas, emoções e sucessos. Mostre como as pessoas se sentem sobre o que estão aprendendo, fazendo e conseguindo. Inclua nas aulas palavras daqueles que já conhecem o assunto ou daqueles que já aprenderam utilizando esta mesma ferramenta.

  • Oriente e acompanhe os participantes, medindo resultados

Experiências não estruturadas aumentam os riscos associados ao e-learning, especialmente para novatos. Experimentos controlados indicam quase uniformemente que, quando se lida com informação nova, os alunos devem ser apresentados ao que fazer e como fazer isso. No mínimo, o e-learning e os LMS’s proporcionam conforto com tecnologias que permitem disponibilização e avaliação de conteúdo. Mas isso ainda é pouco. As organizações de aprendizagem sabem em que nível de conhecimento seus usuários estão? Se eles precisam aprender? Se querem aprender? A informação é recolhida e distribuída? Será que eles sabem por que alguns recursos são utilizados e outros ignorados? Será que eles sabem quais perguntas permanecem sem resposta?

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Postado por GSI Online.
jun 28

Qual a vantagem do e-learning para as empresas?

Segue abaixo uma reportagem retirada da sessão Mercado Digital, da Isto É Dinheiro. Nada de grandes novidades, mas mostra alguns números de dois excelentes cases: Intel e Vivo. Acompanhe!

Ensino a distância vem sendo utilizado por grandes companhias para treinar número maior de funcionários. Conheça os exemplos de Intel e da Vivo

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Cada vez mais empresas estão utilizando a tecnologia para facilitar o treinamento dos funcionários. Por meio de ferramentas de ensino eletrônico, ou e-learning, grandes companhias estão economizando com viagens e locação de espaços para conferências.

Segundo dados da Associação Brasileira de Ensino a Distância (Abed), as empresas gastaram cerca de R$ 60 milhões com esses treinamentos em 2008, mas o potencial do mercado é muito maior, afirma Rodrigo Paiva, sócio do Instituto IOB, que atua na área de consultoria jurídica. 

Atualmente, diz Paiva, mais de 2,5 milhões de pessoas no Brasil estão se valendo de educação através de novas tecnologias e quase 1 milhão fazem graduação ou pós-graduação no modelo a distância. Os números globais do setor também dão uma ideia do potencial. De acordo com a empresa de pesquisas IDC, os gastos com e-learning no mundo chegaram a US$ 6,6 bilhões no ano passado. 

O maior filão desse mercado está nos cursos rápidos, voltados para a educação continuada de profissionais. “Ninguém pode ser dar ao luxo hoje de parar de aprender”, destaca Fredric Michael Litto, presidente da Abed.

A fabricante de chips Intel é uma das empresas que está se beneficiando do e-learning como ferramenta de treinamento. O modelo é utilizado para capacitar vendedores e parceiros da companhia, um contingente de 16 mil pequenas lojas de informática. No primeiro trimestre deste ano, mais de mil desses parceiros receberam aulas online, afirma Vanessa Martins, gerente de marketing da Intel. 

Os treinamentos, explica ela, são focados nos produtos da empresa. Neles, os vendedores aprendem sobre os recursos de cada chip fabricado e suas aplicações práticas, além de técnicas de vendas, como a maneira mais eficiente de atualizar as vitrines das lojas. A intenção, com o uso do treinamento online, é que 90% dos canais de vendas recebam treinamento, o que seria praticamente impossível sem a ferramenta de e-learning. 

A operadora de telefonia celular Vivo também vem se beneficiando do e-learning. Com 13 mil funcionários diretos e 16 mil colaboradores indiretos, a empresa enfrenta sempre um grande desafio na hora de lançar um novo plano de serviços ou comercializar aparelhos celulares de última geração. A saída foi optar pelo treinamento online. Segundo Lília Vieira, gerente de recursos humanos da empresa, os principais benefícios do modelo são a padronização das informações e a facilidade de acesso, que não precisa acontecer ao mesmo tempo por parte de todos os interessados.  

A outra face do e-learning é o da produção desses conteúdos utilizados pelas empresas. É nesta ára que aposta a IOB. O uso do ensino a distância, para a consultoria jurídica, permite a ampliação da capilaridade dos cursos que já oferece em algumas capitais, principalmente São Paulo. Com o modelo eletrônico, a expectativa é ampliar de 15 mil para 50 mil o número de freqüentadores dos cursos em um ano.

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
jun 14

Pesquisa revela percepção do e-learning pelos usuários

No mundo corporativo, o e-learning se tornou uma vertente da EAD muito difundida, por ser capaz de atender a diversas necessidades de aprendizagem das organizações. Naturalmente, o seu sucesso e a consequente obtenção dos resultados desejados passam pela aceitação das pessoas que o utilizam. E como será que elas veem essa ferramenta?

Um artigo publicado na revista EAD em FOCO (eademfoco.cecierj.edu.br), traz um estudo muito interessante sobre esse assunto. Além de apresentar uma análise sobre o cenário atual da EAD, ele revela uma pesquisa realizada em uma grande instituição financeira em 2008, sobre a percepção de seus empregados em relação aos cursos de e-learning utilizados na empresa.

A pesquisa contou com 90 funcionários da organização, que responderam um questionário composto de afirmativas relacionadas ao e-learning envolvendo nove aspectos:

- Facilidade para utilização dos recursos de informática

- Autodisciplina para realizar o curso

- Relação entre ausência do instrutor em tempo integral e a qualidade do curso

- Comparação do nível de aprendizado dos cursos e-learning em relação aos cursos presenciais

- Apresentação gráfica e nível de interação dos cursos

- Vantagem de determinar o horário de estudo

- Relação entre os cursos e-learning e as competências essenciais

- Aplicabilidade dos temas abordados

- Percepção se o e-learning é uma tendência ou moda passageira

Foi analisado o nível de concordância dos participantes em relação a esses itens, baseados nas respostas 1 – Discordo completamente, 2 – Discordo, 3 – Concordo e 4 – Concordo plenamente (escala Likert).

O gráfico abaixo mostra a média das respostas:

Nível de concordância - respostas

Clique na imagem para ampliá-la.

 

Destaco alguns pontos que me chamaram a atenção:

1)      Embora a maioria dos participantes considere o fato de poder determinar o horário de estudo uma vantagem do curso e-learning, na média, eles não têm disciplina para planejar seus estudos.

2)      Na média, os respondentes enxergam claramente a ligação entre os cursos e as competências que devem ser desenvolvidas, ou seja, estão conscientes dos objetivos que precisam ser atingidos.

3)      Mesmo que grande parte dos participantes não acredite que o treinamento e-learning proporcione o nível de aprendizagem de um curso presencial, quase todos concordam que ele não é apenas uma moda, mas sim uma tendência que está se consolidando.

Um dos principais obstáculos enfrentados por projetos de educação a distância é a resistência por parte dos usuários a esse formato de ensino. Muitos ainda enxergam a modalidade com desconfiança e custam a se desfazer de preconceitos adquiridos na cultura do ensino presencial.

Evidentemente, trata-se de uma barreira difícil de contornar, pois exige, antes de qualquer coisa, uma mudança comportamental que leva tempo para ser consolidada. Enquanto nos modelos tradicionais de aprendizagem o aluno recebe o conhecimento, muitas vezes passivamente, no ensino a distância ele deve buscá-lo, ou seja, precisa assumir uma postura autodidata, baseada na disciplina.

Isso só pode acontecer se ele estiver convencido de que um curso a distância pode trazer resultados tão bons ou melhores que os de um curso convencional/presencial.

Leiam o artigo e publiquem suas opiniões no blog! Segue a referência:

Ferreira, A.; Valério, J.; Souza, G.. A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NAS ORGANIZAÇÕES: A PERCEPÇÃO SOBRE O E-LEARNING EM UMA GRANDE EMPRESA NACIONAL. EAD em FOCO, América do Norte, 115 04 2010.

Abraço.

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Postado por Tairon Martins - Gerente de Projetos - GSI Online.
jun 7

Estudo comparativo entre curso presencial e curso a distância.

Pessoal, estou aproveitando a oportunidade para apresentar a todos os resultados obtidos em minha dissertação de mestrado. Realizei um estudo comparativo entre dois cursos de graduação da Universidade Federal de Santa Maria, um a distância e outro presencial. Os resultados foram bem interessantes. Meu referencial teórico baseou-se nos estudos sobre avaliação do aprendizado de Kirkpatrick. Segue, abaixo, um resumo do artigo que escrevi sobre ela.

O principal objetivo do estudo é  identificar  as percepções dos  alunos  perante o  processo de  ensino/aprendizagem  dos  cursos de graduação em Administração presencial da UFSM e a distância UFSM/UFRGS, em  relação  às  dimensões aluno/aluno, aluno/professor e aluno/conteúdo.  O estudo se caracteriza por ser de natureza descritiva, de cunho qualitativo, uma vez que busca conhecer qual a melhor maneira de avaliar as práticas de ensino segundo indicadores previamente definidos, por meio da análise qualitativa das entrevistas aplicadas.  Os  resultados  encontrados  não  identificaram  diferenças  significativas com  relação  aos  constructos  pesquisados,  pois os alunos dos dois tipos de metodologia demonstraram  ter  opiniões muito  semelhantes. Além disso,  foi possível concluir com esse estudo  que  as  duas metodologias  podem  se  complementar, de modo a maximizar  o  aprendizado  do  aluno,  tornando  as  aulas  presenciais mais atrativas por meio de recursos lúdicos e as aulas a distância menos distantes, na tentativa de aproximar cada vez mais tutor e aluno.

Quem quiser saber mais detalhes sobre o artigo pode acessar o link: http://www.gsionline.com.br/penseelearning/artigo1.pdf

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
mai 31

Colaboração: eLearning 2.0

O eLearning atinge seu potencial quando usado repetidamente ao longo do tempo e espaço. Mas o fator crucial do sucesso com certeza são participantes motivados. Pessoas envolvidas buscam aulas online e referências, e agora, neste mundo da Web 2.0, a maior novidade é que eles também contribuem generosamente para o aprendizado geral, fazendo a escolha de tanto consumir quanto criar conteúdo para seus semelhantes. Alguns exemplos úteis:

  • Pesquisadores de uma universidade encorajam membros de uma equipe espalhada por todo o mundo a trabalhar juntos para completar uma WebQuest.
  • Um auditor inventa novas práticas para resolver problemas frequentes em seu local de trabalho e, em seguida cria um Wiki para a documentação das lições aprendidas.
  • Gerente de vendas usa um CRM para conhecer melhor seus clientes e, em seguida, comenta em um blog para fornecer feedback sobre como a ferramenta poderia ser mais útil.
  • Um engenheiro petroquímico constrói uma simulação no Second Life para mostrar aos novatos implicações referente às decisões sobre onde e como fazer escavações.

Obviamente, o eLearning cresceu e hoje representa muito mais do que simples aulas e tutoriais transpostos ao mundo virtual. As gerações atuais, membros da geração X e Y, possuem uma forma diferente de encarar as situações profissionais. A medida que entram no mercado, eles esperam tanto colaborar em grandes projetos quanto utilizar as últimas tecnologias para fazê-lo. Cabe a todos nós aproveitarmos essa nova ótica colaborativa insurgente para elevar o conhecimento em nossas áreas, assim como a qualidade de nossos trabalhos.

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Postado por GSI Online.