Software como serviço é uma tendência e, dessa forma, os aplicativos LMS não poderiam ficar de fora.
Nos EUA e na Europa, isso já vem se concretizando e muitas empresas estão desistindo do modelo de licenças e cobrando apenas o uso da ferramenta. O cliente só paga o que usa e esse modelo parece que tem tido melhor retorno para ambos os lados.
No Brasil, ainda vemos muitas empresas arraigadas ao modelo de licenças pelo fato de que, muitas vezes, a área de TI não pode ouvir falar em ver seus aplicativos rodando fora dos “muros” da empresa, o que torna a aplicação do modelo de serviço mais complicada.
Entretanto, nos últimos clientes que tenho visitado já vejo uma inversão dessa tendência em direção ao famoso modelo ASP (Application Service Provider), que é a forma mais comum do mercado de e-learning chamar o modelo de LMS comercializado como serviço.
Mas Elliot Masie finaliza dizendo que o ápice da evolução nesse sentido está em ir em direção ao LMS da geração Web 3.0 (alta interatividade e customização das necessidades das unidades de negócio de uma mesma empresa).
Dessa forma, unidades de negócio com necessidades específicas poderão solicitar inclusão/exclusão de módulos mais alinhados as suas características.



17 de dezembro de 2010 às 12:07
Parabens pelo ótimo trabalho.
Estou com um projeto de desenvolvimento de um pequeno LMS mas que não está apto ao padrão scorm, vc poderia nos ajudar?
Ou então poderia indicar alguem que possa ajudar na implementação desses módulos que fazem a integração com Scorm?
Obrigado pela ajuda.
Att,
Moises Miranda