O que pode ser feito para tornar a experiência online atraente e aumentar as chances de que os colaboradores e alunos deem uma chance ao e-learning, com suas novas abordagens? Veja nesse artigo dicas que trazem isso à realidade.
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O e-learning deve ser percebido como útil
Há pouca paciência para os benefícios obscuros a serem revelados no futuro. Se você quiser e-learners engajados, eles devem ver o valor no conteúdo que está disponível e verificar a importância rapidamente. Use depoimentos. Mostre dados da avaliação das necessidades. Mostre um problema ou caso que lembre os participantes do motivo pelo qual eles deveriam se preocupar.
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O curso deve oferecer oportunidades para o sucesso
Muitas pessoas se inscrevem em cursos online e abandonam na metade do caminho. Após obter sucesso nos módulos iniciais, o aluno se depara com assuntos mais aprofundados e pode se sair mal em algumas avaliações, decidindo, então, não voltar ao curso. Por quê? Em grande parte, porque sua confiança foi abalada. Para motivar e manter a participação, ao invés de testar os participantes para ver o quanto eles não sabem, lembre-os dos conhecimentos adquiridos e do seu sucesso anterior.
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Real, ativo e humano
Certifique-se de que os cursos correspondem à audiência no tópico e nível. Para os novatos, use exemplos que diretamente demonstram como fazer ou pensar sobre as tarefas e desafios. Para o público expert, as abordagens de descoberta orientada, como os cases são adequados. As suas aulas e cursos são recheados com oportunidades para fazer alguma coisa, para reconhecer erros, ou apenas para contemplar as implicações dos erros? Mostre pessoas, emoções e sucessos. Mostre como as pessoas se sentem sobre o que estão aprendendo, fazendo e conseguindo. Inclua nas aulas palavras daqueles que já conhecem o assunto ou daqueles que já aprenderam utilizando esta mesma ferramenta.
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Oriente e acompanhe os participantes, medindo resultados
Experiências não estruturadas aumentam os riscos associados ao e-learning, especialmente para novatos. Experimentos controlados indicam quase uniformemente que, quando se lida com informação nova, os alunos devem ser apresentados ao que fazer e como fazer isso. No mínimo, o e-learning e os LMS’s proporcionam conforto com tecnologias que permitem disponibilização e avaliação de conteúdo. Mas isso ainda é pouco. As organizações de aprendizagem sabem em que nível de conhecimento seus usuários estão? Se eles precisam aprender? Se querem aprender? A informação é recolhida e distribuída? Será que eles sabem por que alguns recursos são utilizados e outros ignorados? Será que eles sabem quais perguntas permanecem sem resposta?



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