set 28

Grupo A e GSI Online firmam protocolo de intenções para fusão das operações

O Grupo A Educação firmou, nesta sexta-feira (23), um protocolo de intenções para a aquisição da GSI Online – empresa especializada em e-learning, nascida na Incubadora Tecnológica da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM-RS). Com a parceria será possível oferecer diversas formas de disponibilização e customização de conteúdo de produtos do grupo editorial, além daqueles que resultarem da união com sua mais recente parceira na área de tecnologia para a educação, a empresa norte-americana Blackboard. Conforme Celso Kiperman, diretor-presidente do Grupo A, “a empresa pretende unir forças para o melhor atendimento aos seus clientes, além da ampliação do conteúdo já oferecido pela editora decorrente da sinergia entre seus produtos editoriais e as novas parceiras”.

“A ideia é agregar o expertise da empresa em desenvolvimento de conteúdo instrucional para o meio digital, no formato de jogos educacionais e cursos online. Isso serve tanto para o mercado corporativo quanto para instituições de ensino”, conta Bruno Weiblen, gerente de Novos Negócios do Grupo A. Dentro da nova postura na editora, que é consolidar-se como uma empresa provedora de soluções educacionais completas, a GSI será responsável pela produção e adequação de conteúdos para públicos e meios digitais específicos.

Entre os serviços que serão oferecidos estão cursos online, desenvolvimento de “enhanced e-books” para intensificar a interação com o leitor através de animações e simulações, suporte para operação com a Blackboard em função da experiência da GSI na implementação e suporte de plataformas LMS, desenvolvimento da versão online do Programa de Desenvolvimento Gerencial CoachingOurselves e jogos educacionais para o ensino fundamental e médio.

“Com a GSI, a qualidade dos selos editorias (Artmed, McGraw-Hill, Penso, Bookman e Tekne) e da Blackboard – líder mundial em tecnologia para educação, o Grupo A se consolida como um dos líderes no mercado de soluções no setor, seja para instituições de ensino, empresas ou órgãos governamentais, dando um novo salto em sua trajetória de sucesso”, finaliza Weiblen.

Do ponto de vista da GSI Online, Rodrigo Madeira, gerente de Vendas e sócio-proprietário da GSI, “a união das operações entre GSI e Grupo A nos permitirá entregar uma solução muito mais completa aos nossos clientes, nos valendo da robustez e da qualidade do variado portfólio de conteúdo do Grupo A e da sua recente conquista da distribuição exclusiva no Brasil da plataforma LMS, da empresa americana Blackboard. Somando a essas condições o já reconhecido trabalho diferenciado da GSI Online, traremos ao mercado soluções ainda mais efetivas para o desenvolvimento de pessoas.”, conclui Madeira.

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
ago 30

m-Learning para Blackberry

Se você está à procura de uma ferramenta que transmita conteúdos aos colaboradores de sua empresa através do Blackberry, este post traz uma boa alternativa para você! Estou falando do software Chalk Pushcast, já ouviu falar?

Chalk Pushcast Software é uma ferramenta que possibilita o compartilhamento de arquivos multimídia como vídeos, áudios, fotos, PowerPoint, entre outros. Esse software também apresenta relatórios gerenciais os quais possibilitam controle sobre os colaboradores, permitindo que o gestor identifique os colaboradores que acessaram os arquivos enviados, os que viram o conteúdo por completo, ou os que acessaram apenas uma parte.

Veja abaixo um vídeo que apresenta o Chalk Pushcast Software, que parece ser uma boa ferramenta para m-learning.

http://www.chalk.com

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
mai 31

Aprendizagem Informal – A utilização de Redes Sociais para o Aprendizado

 

Muitos estudos apontam um crescimento do conhecimento nas organizações oriundo de atividades informais. Mas o que é isso? É a aprendizagem adquirida através da vivência. Esse tipo de aprendizagem não requer uma intencionalidade, não precisa ser estruturada através de treinamentos. Ela surge naturalmente em diálogos com colegas, leituras de blogs, livros, participação em redes sociais, observações, etc. Análises apontam que 80% do conhecimento adquirido no ambiente de trabalho vem desse tipo de aprendizagem e apenas 20% da aprendizagem formal, com treinamentos estruturados.

Por meio dessa constatação, percebemos facilmente que é muito importante estimular a aprendizagem informal dentro de sua organização.

Uma das formas mais fáceis de fazer isso é criar uma Rede Social Empresarial.

E o que vem a ser uma Rede Social Empresarial? Nada mais é do que uma rede social como Facebook, LinkedIn e Orkut focada em sua organização ou em um determinado tema. Um bom exemplo é a Rede Brasil e-Learning.

A rede pode ser muito útil, pois possibilita explorar várias discussões por meio de fóruns, recados, grupos de discussão, avisos de eventos, agendamento de treinamentos formais, etc. Ela pode servir como um canal de comunicação para a aprendizagem de sua organização e como uma importante ferramenta para a gestão do conhecimento, tendo em vista que todos os assuntos tratados nela ficam disponíveis para qualquer colaborador.

Veja, a seguir, um exemplo de rede social e algumas possibilidades de utilização desse instrumento. Caso você tenha interesse em customizar uma rede social para a sua empresa, entre em contato conosco, clicando aqui.

 

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
abr 26

A influência dos jogos na aprendizagem

Há tempos me questiono sobre a utilidade dos Games nos treinamentos de grandes corporações. Pesquisando sobre o assunto, encontrei um artigo escrito por Daniel Pavani, o qual me esclareceu algumas dúvidas e também me mostrou que a utilidade dos games, ou jogos educacionais, é realmente inquestionável. É fato que eles devem estar alinhados a uma abordagem pedagógica adequada a fim de atingir aos objetivos almejados, e os relatos abaixo comprovam que as organizações podem e irão explorar cada vez mais essa ferramenta de aprendizagem para alcançar as suas metas educacionais. Veja, abaixo, o artigo.

Games como treinamento
Apesar dos potenciais efeitos negativos, jogar videogame pode, por outro lado, aumentar o QI dos jogadores, fato que foi tratado como um mito durante muito tempo. Pesquisadores da Faculdade de Piedmont (EUA) acreditam que jogos como “SimCity” podem ajudar na percepção de planejamento, por exemplo. Até games como o “Great Theft Auto” podem ajudar, já que o jogador aprende a lidar com dinheiro, a fazer investimentos e distribuir seus gastos. Games como Guitar Hero e Rock Band podem não ensinar os jogadores a tocar instrumentos, mas, sem dúvida alguma, dão uma grande percepção de estrutura musical.

imagem-blog

Com a evolução da tecnologia e, consequentemente, da qualidade e realismo dos games, eles passaram a ser também uma ferramenta muito utilizada para o treinamento de pessoas em diversas atividades, tanto em ambientes profissionais quanto no esporte. O piloto de Fórmula 1 mais vencedor de todos os tempos, o alemão Michael Schumacher, é famoso por adorar os simuladores de corrida, o que veio a se tornar praticamente um treino obrigatório para os pilotos da categoria.

No Brasil, muitos esportistas também estão utilizando os videogames para ter mais sucesso em suas competições. No ano passado, o site Gazeta do Povo mostrou alguns exemplos bem sucedidos de atletas que treinaram nos games: os jogadores Jorge Henrique e Elias, do Corinthians, repetiram em campo uma jogada treinada no videogame e, o ACP, time do Paraná, teria treinado muitas jogadas no game “Winning Eleven” antes de conquistar o campeonato estadual.

Até mesmo médicos cirurgiões podem ser treinados com o auxílio de videogames. James Rosser, pesquisador do Centro Médico Beth Israel, em Nova York, estudou a relação entre o uso de videogames entre cirurgiões e seus desempenhos em laparoscopias. Durante os testes, Rosser descobriu que os médicos que jogavam por pelo menos três horas semanais tinham 37% menos erros nas cirurgias (simuladas, é claro).

Seja qual for o tipo de game, muitos especialistas mostram que todos acabam tendo certa influência no cérebro humano e, consequentemente, nas atitudes e saúde dos indivíduos. É interessante pensar que os games evoluíram de tal forma que deixaram de ser apenas entretenimento, passando a ser ferramenta de treinamento, tratamento, aprimoramento sem deixar de ser, é claro, diversão.

Por Daniel Pavani

Veja o texto na íntegra: http://br.noticias.yahoo.com/os-games-e-o-c%C3%A9rebro.html

 

Se você ou sua empresa é adepto a essa nova ferramenta de aprendizagem contate a GSI e conheça nossas soluções.

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
abr 15

Eis que surge uma nova solução para o aprendizado a distância: Já ouviram falar em iPad?

 

Estava navegando pela internet e me deparei com a seguinte notícia: “Exército Britânico realiza treinamento com iPad’s”, fiquei curioso e fui verificar o que esse pessoal estava fazendo. Pois bem, a informação é que o exército britânico, o qual se encontra na interminável Guerra do Afeganistão, está utilizando iPad’s e smartphones para agilizar o treinamento das missões armadas de apoio. Os aparelhos disponibilizam conteúdos que ensinam aos soldados os procedimentos de operações de ataque a quilômetros de distância do alvo. O iPad, particularmente, está sendo bastante utilizado por se tratar de um aparelho de grande portabilidade e fácil uso.

Diante disso, posso afirmar que uma tendência, no mundo corporativo, será a inserção desses aplicativos nos seus projetos de e-learning, venho acompanhando o setor e constatei que várias empresas já estão comprando tablets para seus colaboradores. Daqui a algum tempo, não bastará apenas que o conteúdo esteja disponível 24 horas por dia, 7 dias da semana, mas, também, que ele esteja acessível de maneira fácil, rápida e portável. Com isso, as tablets e os smartphones estão em vantagem em relação aos desktops e aos notebooks, uma vez que a portabilidade e a facilidade de uso desses novos aplicativos são muito maiores.

Veja abaixo uma lista dos 10 melhores aplicativos para iPad listados pelo site http://www.infomaniaco.com.br

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
set 16

Twitter muda de perspectiva.

Twitter. O público em geral possui uma relação de amor e ódio para com este site. A verdade é que muitas pessoas realmente não sabem muito sobre ele ou não fazem uso da ferramenta. Anteontem, na sede da empresa em San Francisco, na Califórnia, foram anunciadas mudanças drásticas no funcionamento do site.

Ao longo dos últimos anos, foram criados vários outros sites que complementavam faltas do Twitter em expôr fotos, vídeos, etc. Agora, a empresa tem a intensão de trazer para junto de si todos estes “clientes” (os mais famosos são DeviantArt, Etsy, Flickr, Justin.TV, TwitPic, Twitvid, Vimeo, e YouTube), mantendo o usuário por mais tempo dentro de seu site, sem alterar o funcionamento linear de exposição de informação. Os tweets continuam sendo mostrados da mesma forma, porém, eles podem ser estendidos para visualização de mais conteúdo, como se fossem manchetes de jornais ou revistas.

Nova interface do Twitter

Novo painel contextual na direita da tela, referente ao tweet que o usuário acessar

Após esta alteração, fiquei pensando como isso poderia ser útil para incorporar na prática do e-learning. Creio que muitas outras formas de integração ao Twitter irão surgir para se aproveitar destas novas características. É muito tangível a possibilidade de integração com plataformas LMS para disponibilização de cursos, sejam eles apostilas, vídeos, apresentações; variados tipos de exercício e até mesmo incorporação de jogos de aprendizado / serious games. As chances de aplicação parecem infinitas.

Também possuo pensamentos controversos sobre o Twitter. Por um lado, realmente adoro brincar com todas as novas ferramentas de mídia social e estou animado com o potencial de aprendizagem que está sendo descoberto. Por outro lado, as redes sociais podem representar distração e desperdício de tempo. Sei que isso não é uma falha das ferramentas de mídia social, e sim de seus usuários.

Muitos de vocês estão atrás dos firewalls de suas empresas e não têm acesso ao Twitter. Entretanto, se tiver acesso, avalie começar a usar esta ferramenta ou outra rede social.  As pessoas sentem-se atraídas pelas redes, e você precisa engajar as pessoas nos cursos: coloque a máquina para trabalhar para você.

Existem outras ideias de como pode-se integrar o Twitter com cursos e-learning / EAD ? Compartilhe seus pensamentos, comentando abaixo!

Visite o site da GSI Online!

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Postado por GSI Online.
mai 26

QUENTE: Google lança LMS, chama-se CloudCourse

É pessoal, o todo poderoso Google está voltando seus olhos para o mercado educacional e lançando um software open source para gerenciamento do aprendizado (LMS), chamado CloudCourse. Segue abaixo a íntegra do post CloudCourse: An Enterprise Application in the Cloud , em tradução livre, no qual os engenheiros de software Boutboul Irwin & Vemuru Phaneendhar falam sobre esse novo aplicativo.

O que você acha? Essa iniciativa será um sucesso ou será apenas mais uma ideia lançada e deixada de lado (como Google Wave e outros aplicativos que o Google já “criou”)?

Na minha opinião, servirá, pelo menos, como alternativa ao Moodle, o único LMS open source realmente bom.

CloudCourse: um aplicativo corporativo na “nuvem”

Quarta-feira 19 de maio de 2010 | 13:30

No Google, nós temos especialistas em tudo, de Python a pinguins. No entanto, conectar nossos professores especialistas a estudantes de todo o mundo pode não ser uma tarefa muito fácil. Por isso, estamos animados em lançar nossa nova plataforma interna de aprendizagem, o CloudCourse, sob uma licença open source. Desenvolvido inteiramente sobre o App Engine, o CloudCourse permite a qualquer pessoa criar e controlar atividades de aprendizagem. Ele também dispõe de calendário, gerenciamento de lista de espera e controle para avaliações e aprovações.

O CloudCourse é totalmente integrável ao Google Calendar e pode ser customizado para a sua organização com as seguintes funcionalidades (substituíveis):

  • Sincronia – permite a sincronização de dados do CloudCourse com seus sistemas internos;
  • Informações das classes - permite agendar aulas nos locais desejados;
  • Informações do usuário - permite visualizar os perfis dos usuários (cargo, imagem, etc.).

Foi desenvolvido em Python, utilizando o framework Django e a Closure Javascript libraryImplantar o CloudCourse na App Engine é muito simples, exigindo menos de 5 minutos.

Nós desenvolvemos o CloudCourse para:

• Fornecer um sistema de agendamento de curso totalmente integrado com os serviços do Google;
• Demonstrar o que é preciso para construir um aplicativo utilizando o App Engine.

Ao disponibilizar o CloudCourse como software livre, esperamos ajudar desenvolvedores que têm interesse em modificar ou criar aplicativos no App Engine. Analisando o código-fonte, você pode conferir como lidamos com desafios como processos de longa duração, locking, sincronização com sistemas externos, workflows de alta performance, entre outros.

Todas as técnicas que utilizamos podem ser facilmente aplicadas em outros aplicativos. 

O CloudCourse já está disponível para download. Se você tem interesse em discutir sobre o projeto ou deseja esclarecer alguma dúvida, faça parte da Lista de discussão do CloudCourse.

Happy hacking!

Irwin Boutboul & Phaneendhar Vemuru, Software Engineering Team

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
mai 10

Compartilhamento rápido

Recebi o vídeo abaixo do Bruno Weiblen e achei interessante. Existem muitos outros deste tipo no YouTube, aproveitem.

Vou colocar abaixo dois vídeos. O primeiro é em inglês porque é a versão mais recente, com dados bem atualizados e mais bonito visualmente. O segundo tem legenda em português e o conteúdo é quase o mesmo só que com visual menos trabalhado e com alguns dados desatualizados (poucas coisas, não influencia na mensagem).

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
mai 5

Erupção de vulcão na Islândia aumentou substancialmente o uso de videoconferência

EyjafjallajoekullHouve um aumento acentuado no uso de videoconferências de alta definição e através do Skype na semana passada, provocada pelo rompimento das cinzas do vulcão Eyjafjallajokull que criaram um caos no transporte aéreo de e para a Europa.

Vários empresas tem relatado um aumento dramático na utilização e na procura de reuniões baseadas em vídeo, incluindo videoconferências incorporadas nos sistemas de ensino. Um grupo empresarial teve que mudar sua política de TI para permitir chamadas de vídeo do Skype, um recurso que havia sido bloqueado na rede deles, a fim de permitir reuniões de venda de serviços após as viagens terem sido restringidas.

Assim como a crise de gripe asiática e os incidentes de 11 de setembro foram pontos deCinzas do Eyjafjallajoekull inflexão para o crescimento da videoconferência nos negócios, este pode ser um outro momento chave.

Esse tipo de mudança acelerada e motivada por uma força maior pode ajudar as organizações a perceberem os ganhos que recursos online podem trazer para comunicação entre as pessoas, ajudando a  provar aos gestores que ferramentas como videoconferência e e-learning são peças extremamente úteis e vantajosas.

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
fev 8

Relatório ASTD – Mercado de Treinamento & Desenvolvimento (T&D) – 2008/2009

Pessoal,

Abaixo, compartilho uma notícia interessante a respeito do Relatório do Mercado de Treinamento nos EUA referente a 2008-2009.

Relatório ASTD 2008-2009

Apesar dos desafios econômicos, as empresas investiram US $ 130 bilhões em aprendizagem e/ou desenvolvimento de funcionários.

As principais conclusões mostram que o mercado resistiu aos desafios da economia difícil em 2008 e 2009, com as empresas investindo 134,07 bilhões dólares em 2008, ou uma média de 1.068 dólares por empregado.

Apesar das pioras nas condições econômicas na última década, os líderes de negócios continuaram a investir recursos substanciais para as funções de aprendizagem em suas organizações. Enquanto os gastos foram reduzidos ligeiramente em 2008 – a despesa média por funcionário de 1.068 dólares caiu 3,8% em relação a 2007, quando o nível era de 1.110 dólares – os profissionais de educação assumiram mais responsabilidades, aumentando o número de funcionários pelos quais eles eram responsáveis, procurando maneiras de operar de forma eficiente. Os colaboradores tiveram uma média de 36,3 horas de conteúdos de aprendizagem formal, ligeiramente abaixo de 2,9% quando comparado a 2007, que teve um valor de 37,4 horas, mas representando ainda um montante significativo de recursos atribuídos a cada trabalhador para aprendizagem e suporte a desempenho no local de trabalho.

Os dados de 2009, do relatório da indústria, compreenderam 301 organizações, incluindo os membros do ASTD Benchmarking Forum e os vencedores do ASTD BEST Award. Por mais de uma década, o Relatório Anual do Mercdo de Treinamento da ASTD apresentou insights importantes sobre as atividades estratégicas e operacionais das funções relacionadas à aprendizagem em todo o mundo.

Para se ter uma ideia, 88,59 bilhões de dólares foram gastos com a função interna de aprendizagem nas organizações americanas.

Por outro lado, 45,48 bilhões de dólares foram atribuídos a serviços externos nas organizações e as despesas com aprendizagem como um percentual da folha de pagamento aumentaram em 2008 2,24%, acima dos 2,15% de 2007.

O percentual do orçamento de aprendizagem atribuído a serviços externos foi 22%, abaixo dos 25,2% de 2007, continuando uma tendência de queda que começou em 2004.

Já o número médio de empregados por agente de aprendizagem (instrutor) foi 253 em 2008, acima dos 227 do ano anterior.

O custo médio por hora de aprendizagem utilizada diminuiu 7,1%, de US$ 56 em 2007 para US $ 52 em 2008, o que significa que os profissionais de educação estavam operando de forma eficiente e que estavam gerindo o conteúdo de aprendizagem sem incorrer em sobrecarga adicional.

O Relatório da ASTD 2009 mostra que, apesar dos momentos econômicos difíceis, os profissionais de educação se adaptaram e continuaram a entregar resultados, aumentando até mesmo o número de oportunidades de aprendizagem formal, apesar dos recursos escassos. Isso também revela um compromisso da parte dos líderes empresariais que compreendem que um compromisso contínuo financeiro e operacional é necessário para alavancar o capital humano para a sua plenitude.

Sobre a ASTD

A ASTD (American Society for Training & Development) é a maior associação profissional do mundo dedicada ao treinamento e desenvolvimento (T&D) de pessoas. A entidade atua em mais de 100 países e o trabalho dos membros da ASTD está relacionado a organizações de todos os portes, nos setores público e privado, assim como consultores independentes e fornecedores.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.