set 28

Grupo A e GSI Online firmam protocolo de intenções para fusão das operações

O Grupo A Educação firmou, nesta sexta-feira (23), um protocolo de intenções para a aquisição da GSI Online – empresa especializada em e-learning, nascida na Incubadora Tecnológica da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM-RS). Com a parceria será possível oferecer diversas formas de disponibilização e customização de conteúdo de produtos do grupo editorial, além daqueles que resultarem da união com sua mais recente parceira na área de tecnologia para a educação, a empresa norte-americana Blackboard. Conforme Celso Kiperman, diretor-presidente do Grupo A, “a empresa pretende unir forças para o melhor atendimento aos seus clientes, além da ampliação do conteúdo já oferecido pela editora decorrente da sinergia entre seus produtos editoriais e as novas parceiras”.

“A ideia é agregar o expertise da empresa em desenvolvimento de conteúdo instrucional para o meio digital, no formato de jogos educacionais e cursos online. Isso serve tanto para o mercado corporativo quanto para instituições de ensino”, conta Bruno Weiblen, gerente de Novos Negócios do Grupo A. Dentro da nova postura na editora, que é consolidar-se como uma empresa provedora de soluções educacionais completas, a GSI será responsável pela produção e adequação de conteúdos para públicos e meios digitais específicos.

Entre os serviços que serão oferecidos estão cursos online, desenvolvimento de “enhanced e-books” para intensificar a interação com o leitor através de animações e simulações, suporte para operação com a Blackboard em função da experiência da GSI na implementação e suporte de plataformas LMS, desenvolvimento da versão online do Programa de Desenvolvimento Gerencial CoachingOurselves e jogos educacionais para o ensino fundamental e médio.

“Com a GSI, a qualidade dos selos editorias (Artmed, McGraw-Hill, Penso, Bookman e Tekne) e da Blackboard – líder mundial em tecnologia para educação, o Grupo A se consolida como um dos líderes no mercado de soluções no setor, seja para instituições de ensino, empresas ou órgãos governamentais, dando um novo salto em sua trajetória de sucesso”, finaliza Weiblen.

Do ponto de vista da GSI Online, Rodrigo Madeira, gerente de Vendas e sócio-proprietário da GSI, “a união das operações entre GSI e Grupo A nos permitirá entregar uma solução muito mais completa aos nossos clientes, nos valendo da robustez e da qualidade do variado portfólio de conteúdo do Grupo A e da sua recente conquista da distribuição exclusiva no Brasil da plataforma LMS, da empresa americana Blackboard. Somando a essas condições o já reconhecido trabalho diferenciado da GSI Online, traremos ao mercado soluções ainda mais efetivas para o desenvolvimento de pessoas.”, conclui Madeira.

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
ago 30

m-Learning para Blackberry

Se você está à procura de uma ferramenta que transmita conteúdos aos colaboradores de sua empresa através do Blackberry, este post traz uma boa alternativa para você! Estou falando do software Chalk Pushcast, já ouviu falar?

Chalk Pushcast Software é uma ferramenta que possibilita o compartilhamento de arquivos multimídia como vídeos, áudios, fotos, PowerPoint, entre outros. Esse software também apresenta relatórios gerenciais os quais possibilitam controle sobre os colaboradores, permitindo que o gestor identifique os colaboradores que acessaram os arquivos enviados, os que viram o conteúdo por completo, ou os que acessaram apenas uma parte.

Veja abaixo um vídeo que apresenta o Chalk Pushcast Software, que parece ser uma boa ferramenta para m-learning.

http://www.chalk.com

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
mai 31

Aprendizagem Informal – A utilização de Redes Sociais para o Aprendizado

 

Muitos estudos apontam um crescimento do conhecimento nas organizações oriundo de atividades informais. Mas o que é isso? É a aprendizagem adquirida através da vivência. Esse tipo de aprendizagem não requer uma intencionalidade, não precisa ser estruturada através de treinamentos. Ela surge naturalmente em diálogos com colegas, leituras de blogs, livros, participação em redes sociais, observações, etc. Análises apontam que 80% do conhecimento adquirido no ambiente de trabalho vem desse tipo de aprendizagem e apenas 20% da aprendizagem formal, com treinamentos estruturados.

Por meio dessa constatação, percebemos facilmente que é muito importante estimular a aprendizagem informal dentro de sua organização.

Uma das formas mais fáceis de fazer isso é criar uma Rede Social Empresarial.

E o que vem a ser uma Rede Social Empresarial? Nada mais é do que uma rede social como Facebook, LinkedIn e Orkut focada em sua organização ou em um determinado tema. Um bom exemplo é a Rede Brasil e-Learning.

A rede pode ser muito útil, pois possibilita explorar várias discussões por meio de fóruns, recados, grupos de discussão, avisos de eventos, agendamento de treinamentos formais, etc. Ela pode servir como um canal de comunicação para a aprendizagem de sua organização e como uma importante ferramenta para a gestão do conhecimento, tendo em vista que todos os assuntos tratados nela ficam disponíveis para qualquer colaborador.

Veja, a seguir, um exemplo de rede social e algumas possibilidades de utilização desse instrumento. Caso você tenha interesse em customizar uma rede social para a sua empresa, entre em contato conosco, clicando aqui.

 

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
abr 26

A influência dos jogos na aprendizagem

Há tempos me questiono sobre a utilidade dos Games nos treinamentos de grandes corporações. Pesquisando sobre o assunto, encontrei um artigo escrito por Daniel Pavani, o qual me esclareceu algumas dúvidas e também me mostrou que a utilidade dos games, ou jogos educacionais, é realmente inquestionável. É fato que eles devem estar alinhados a uma abordagem pedagógica adequada a fim de atingir aos objetivos almejados, e os relatos abaixo comprovam que as organizações podem e irão explorar cada vez mais essa ferramenta de aprendizagem para alcançar as suas metas educacionais. Veja, abaixo, o artigo.

Games como treinamento
Apesar dos potenciais efeitos negativos, jogar videogame pode, por outro lado, aumentar o QI dos jogadores, fato que foi tratado como um mito durante muito tempo. Pesquisadores da Faculdade de Piedmont (EUA) acreditam que jogos como “SimCity” podem ajudar na percepção de planejamento, por exemplo. Até games como o “Great Theft Auto” podem ajudar, já que o jogador aprende a lidar com dinheiro, a fazer investimentos e distribuir seus gastos. Games como Guitar Hero e Rock Band podem não ensinar os jogadores a tocar instrumentos, mas, sem dúvida alguma, dão uma grande percepção de estrutura musical.

imagem-blog

Com a evolução da tecnologia e, consequentemente, da qualidade e realismo dos games, eles passaram a ser também uma ferramenta muito utilizada para o treinamento de pessoas em diversas atividades, tanto em ambientes profissionais quanto no esporte. O piloto de Fórmula 1 mais vencedor de todos os tempos, o alemão Michael Schumacher, é famoso por adorar os simuladores de corrida, o que veio a se tornar praticamente um treino obrigatório para os pilotos da categoria.

No Brasil, muitos esportistas também estão utilizando os videogames para ter mais sucesso em suas competições. No ano passado, o site Gazeta do Povo mostrou alguns exemplos bem sucedidos de atletas que treinaram nos games: os jogadores Jorge Henrique e Elias, do Corinthians, repetiram em campo uma jogada treinada no videogame e, o ACP, time do Paraná, teria treinado muitas jogadas no game “Winning Eleven” antes de conquistar o campeonato estadual.

Até mesmo médicos cirurgiões podem ser treinados com o auxílio de videogames. James Rosser, pesquisador do Centro Médico Beth Israel, em Nova York, estudou a relação entre o uso de videogames entre cirurgiões e seus desempenhos em laparoscopias. Durante os testes, Rosser descobriu que os médicos que jogavam por pelo menos três horas semanais tinham 37% menos erros nas cirurgias (simuladas, é claro).

Seja qual for o tipo de game, muitos especialistas mostram que todos acabam tendo certa influência no cérebro humano e, consequentemente, nas atitudes e saúde dos indivíduos. É interessante pensar que os games evoluíram de tal forma que deixaram de ser apenas entretenimento, passando a ser ferramenta de treinamento, tratamento, aprimoramento sem deixar de ser, é claro, diversão.

Por Daniel Pavani

Veja o texto na íntegra: http://br.noticias.yahoo.com/os-games-e-o-c%C3%A9rebro.html

 

Se você ou sua empresa é adepto a essa nova ferramenta de aprendizagem contate a GSI e conheça nossas soluções.

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
out 6

Aproveite o desconto e se inscreva no e-Learning SUL 2010

e-Learning Sul 2010

As inscrições para o e-Learning SUL 2010 podem ser feitas até o dia do evento, sendo que os valores alteram de acordo com o número de inscritos por empresa, além de haver descontos para estudantes. Mas até sexta-feira, dia 08/10, você pode realizar sua inscrição com descontos especiais.

O e-Learning Sul 2010, maior evento sobre e-Learning da região sul do país, ocorrerá dia 22 de outubro, no hotel Continental, em Porto Alegre. O evento é realizado pela GSI Online – empresa que atua na Incubadora Tecnológica de Santa Maria (ITSM) – e tem o objetivo de promover a discussão, reflexão e distribuição de conhecimento acerca de gestão de projetos de e-learning, bem como auxiliar empresas que ainda não utilizam essa ferramenta a se familiarizarem com os principais fatores de sucesso de um bom projeto de ensino a distância com uso de internet.

Durante o dia 22 de outubro, a programação contará com a palestra Universidade Corporativa transformada em Unidade de Negócios – Hospital Mãe de Deus – e com cases de empresas como a Electrolux, Porto Seguro, Santander, Sindus Andritz e uma comparação do e-Learning no Canadá x e-Learning no Brasil. Para mais informações sobre o evento, acesse www.elearningsul.gsionline.com.br, entre em contato através do e-mail organizacaoelsul@gsionline.com.br, ou pelo telefone (55) 3217 0407.

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Postado por Organização e-Learning Sul.
set 23

Eurofarma eleita a 8ª melhor empresa para trabalhar no Brasil

Recentemente foi veiculada no guia Você S/A – Exame uma pesquisa que envolveu colaboradores de empresas em todo o Brasil, feita pela equipe de jornalistas da Você S/A, e que elegeu as 150 melhores empresas para trabalhar.

“Comparadas às demais do mercado, as 150 comprovam que investir em pessoas traz, sim, resultados concretos. Quando comparadas às organizações listadas na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), um instrumento de coleta de dados sobre trabalho, do governo federal, ficou comprovado que as 150 remuneram melhor seu pessoal, têm maior poder de retenção e possuem gente mais qualificada.”

Outro fato importante é que, pelo quinto ano consecutivo, a rentabilidade sobre o patrimônio das 150 Melhores Empresas supera a das 500 companhias do anuário Melhores & Maiores, da Exame; uma prova de que investimento nas pessoas retorna como mais crescimento para a empresa.

Parte desse sucesso se deve ao investimento em treinamento e qualificação dos funcionários, que se sentem valorizados à medida que adquirem mais conhecimento para trabalhar e crescer dentro das empresas. Esse é o caso da Eurofarma, empresa farmacêutica brasileira que oferece “subsídio para cursos técnicos, graduação, pós-graduação e MBA com bolsas de 40% a 80% para aqueles com, no mínimo, um ano de casa”. Além disso, existem ações baseadas em jogos de negócios para trabalhar a visão e o planejamento estratégico dos líderes da empresa.

A equipe de vendas da Eurofarma também é treinada com games, através de disputas entre os grupos de vendedores, para reforçar conhecimentos sobre os produtos e serviços. Projetados pela empresa GSI Online juntamente aos vendedores especialistas da Eurofarma, os jogos foram adotados como prática constante dos treinamentos e já superaram a marca de 50 edições.

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Postado por GSI Online.
ago 30

O maior evento do sul do país sobre e-Learning será realizado em outubro.

marca elearning sul oficial

O e-Learning Sul 2010 ocorrerá dia 22 de outubro, no hotel Continental, em Porto Alegre. O evento tem como público-alvo executivos envolvidos com projetos de Educação Corporativa (T&D), sejam eles gestores, educadores, estudantes de graduação interessados no assunto, especialistas em tecnologia e outros e as tecnologias utilizadas para esse fim. Algumas das empresas que participaram do evento em 2009: Unimed, Banrisul, AES Sul, Corsan, Panvel, Artecola, SICREDI, Electrolux, John Deere, Lojas Herval, Lojas Renner, Aracruz Celulose, Ferramentas Gerais, Hospital das Clínicas, Hospital Mãe de Deus.

Durante o dia, a programação contará com a palestra “Universidade Corporativa transformada em Unidade de Negócios” – Hospital Mãe de Deus – e por cases de empresas como a Electrolux, Porto Seguro, John Deere e Oi. Além disso, haverá dois workshops simultâneos, “Implementação de projeto de e-Learning”, com Luciana Arnésio – Sky; e “A utilização do e-Learning no Canadá”, com Gean Oliveira – Canadian Tire.

O e-Learning Sul promove a discussão, reflexão e distribuição de conhecimento acerca de gestão de projetos de e-learning, bem como auxilia empresas que ainda não utilizaram essa ferramenta a se familiarizarem com os principais fatores de sucesso de um bom projeto de ensino a distância com uso de internet. Disseminar conhecimentos e propiciar discussões sobre os usos do e-learning são os principais objetivos a serem alcançados com mais um e-Learning Sul, que já se encontra em sua terceira edição em 2010.

O e-learning não é apenas uma ferramenta de ensino a distância, ou meramente a disponibilização de um curso no desktop do usuário. É, na verdade, um conjunto de recursos via internet, ou outros canais multimídia, que age não somente na habilitação de novas competências, mas em uma mudança de comportamento que vai além do conteúdo específico do curso desenvolvido. Conta com uma interface sistematizada de aprendizado que permite às organizações e aos colaboradores encontrarem nos cursos soluções e melhorias para os seus trabalhos, transformando o aprendizado em ação e mudança.

Aplicado em conjunto com as estratégias de cada organização, o e-learning potencializa significativamente a transformação dos esforços de treinamento e desenvolvimento em resultados positivos. Além disso, oferece vantagens em custos financeiros, tempo, deslocamento, flexibilidade, possibilidade de customização do conteúdo, amplitude e rapidez do treinamento.

As inscrições podem ser feitas até o dia do evento, os valores variam de acordo com o número de inscritos por empresa, além de haver descontos para estudantes. Para mais informações sobre o evento, acesse http://elearningsul.gsionline.com.br.

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Postado por Organização e-Learning Sul.
jun 14

Pesquisa revela percepção do e-learning pelos usuários

No mundo corporativo, o e-learning se tornou uma vertente da EAD muito difundida, por ser capaz de atender a diversas necessidades de aprendizagem das organizações. Naturalmente, o seu sucesso e a consequente obtenção dos resultados desejados passam pela aceitação das pessoas que o utilizam. E como será que elas veem essa ferramenta?

Um artigo publicado na revista EAD em FOCO (eademfoco.cecierj.edu.br), traz um estudo muito interessante sobre esse assunto. Além de apresentar uma análise sobre o cenário atual da EAD, ele revela uma pesquisa realizada em uma grande instituição financeira em 2008, sobre a percepção de seus empregados em relação aos cursos de e-learning utilizados na empresa.

A pesquisa contou com 90 funcionários da organização, que responderam um questionário composto de afirmativas relacionadas ao e-learning envolvendo nove aspectos:

- Facilidade para utilização dos recursos de informática

- Autodisciplina para realizar o curso

- Relação entre ausência do instrutor em tempo integral e a qualidade do curso

- Comparação do nível de aprendizado dos cursos e-learning em relação aos cursos presenciais

- Apresentação gráfica e nível de interação dos cursos

- Vantagem de determinar o horário de estudo

- Relação entre os cursos e-learning e as competências essenciais

- Aplicabilidade dos temas abordados

- Percepção se o e-learning é uma tendência ou moda passageira

Foi analisado o nível de concordância dos participantes em relação a esses itens, baseados nas respostas 1 – Discordo completamente, 2 – Discordo, 3 – Concordo e 4 – Concordo plenamente (escala Likert).

O gráfico abaixo mostra a média das respostas:

Nível de concordância - respostas

Clique na imagem para ampliá-la.

 

Destaco alguns pontos que me chamaram a atenção:

1)      Embora a maioria dos participantes considere o fato de poder determinar o horário de estudo uma vantagem do curso e-learning, na média, eles não têm disciplina para planejar seus estudos.

2)      Na média, os respondentes enxergam claramente a ligação entre os cursos e as competências que devem ser desenvolvidas, ou seja, estão conscientes dos objetivos que precisam ser atingidos.

3)      Mesmo que grande parte dos participantes não acredite que o treinamento e-learning proporcione o nível de aprendizagem de um curso presencial, quase todos concordam que ele não é apenas uma moda, mas sim uma tendência que está se consolidando.

Um dos principais obstáculos enfrentados por projetos de educação a distância é a resistência por parte dos usuários a esse formato de ensino. Muitos ainda enxergam a modalidade com desconfiança e custam a se desfazer de preconceitos adquiridos na cultura do ensino presencial.

Evidentemente, trata-se de uma barreira difícil de contornar, pois exige, antes de qualquer coisa, uma mudança comportamental que leva tempo para ser consolidada. Enquanto nos modelos tradicionais de aprendizagem o aluno recebe o conhecimento, muitas vezes passivamente, no ensino a distância ele deve buscá-lo, ou seja, precisa assumir uma postura autodidata, baseada na disciplina.

Isso só pode acontecer se ele estiver convencido de que um curso a distância pode trazer resultados tão bons ou melhores que os de um curso convencional/presencial.

Leiam o artigo e publiquem suas opiniões no blog! Segue a referência:

Ferreira, A.; Valério, J.; Souza, G.. A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NAS ORGANIZAÇÕES: A PERCEPÇÃO SOBRE O E-LEARNING EM UMA GRANDE EMPRESA NACIONAL. EAD em FOCO, América do Norte, 115 04 2010.

Abraço.

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Postado por Tairon Martins - Gerente de Projetos - GSI Online.
out 1

Altas taxas de evasão em EaD é mito!

“Os outros trazem opinião. Nós trazemos números”. Foi com essa frase que um sempre sorridente Fredric Litto anunciou, no final da tarde de segunda, 28 de setembro, a divulgação do Censo EAD.br, publicação que traz os números mais recentes do setor no Brasil, referentes ao final de 2008. Logo na abertura do Ciaed, na noite anterior, o presidente da Abed já havia destacado o dado que, em sua opinião, era o mais surpreendente. “Nosso estudo revela um índice médio de evasão, somadas todas as instituições e segmentos, de 18,5% na EAD. O próprio Inep aponta a evasão média de 58% nos cursos de graduação presenciais. E, atenção, nas universidades públicas, esse índice ultrapassa os 70%… Alguma coisa no presencial não está funcionando… Ou funcionando pior do que nos cursos a distância. Acho, inclusive, que esses dados deveriam ser estudados com afinco. Primeiro, para serem confirmados. E, segundo, compreendidos”, disse Litto.

Outros dados do Censo merecem destaque, como, por exemplo, a distribuição dos 2.648.031 matriculados em EAD no país, nos 1.752 cursos oferecidos, entre credenciados e cursos livres. “O estudo mostra que 37% deles estão na pós-graduação, 26,5%  na graduação e 34,6% em cursos tecnólogos ou de complementação pedagógica. No cenário Brasil, 80% dos alunos EAD estão no Sudeste. E 53,4% são do sexo feminino”, anunciou o presidente da Abed. Ainda segundo a pesquisa, no Norte do país é verificado o maior índice médio de evasão (27,8%). E o menor está no Sul, com 14,8%. No Sudeste, 80% dos estudantes EAD estão matriculados em instituições particulares. No Norte e Nordeste, ocorre o contrário: 80% estão nas instituições públicas. Por isso mesmo, aponta o estudo da Abed, é crescente o interesse de grupos internacionais em investirem na EAD nestas regiões onde, considera-se, existe uma demanda reprimida, que aguarda ser atendida.

O otimismo daqueles que atuam na EAD também foi abordado por Litto. “Devo lembrar que a apuração desses dados foi concluída no final de 2008, auge da crise da economia internacional. Apesar disso, 23% dos dirigentes dessas instituições afirmaram ter a intenção de investir ainda mais na modalidade em 2009. O que nos faz vislumbrar a continuidade do crescimento expressivo já verificado no setor. Vejam só: somente em 2008 foram lançados 269 novos cursos EAD no país, número 90% maior do que os lançamentos verificados em 2007″, disse Litto. A grande mobilidade gerada pela modalidade é evidenciada no censo: 42% dos alunos matriculados em EAD estão em outro estado que não aquele de origem da instituição de ensino na qual estudam. Por falar em alunos a distância, a maioria deles se concentra na faixa dos 30 aos 34 anos de idade.

Quando analisados em separado, esse é o retrato dos segmentos de ensino em EAD: o total de 2.648.031 alunos é formado por 1.075,272 matriculados em graduações e pós, 1.074.106 em cursos livres e 498.653 estudantes em iniciativas corporativas. A tendência de maior crescimento foi registrada no ensino superior e, levando-se em conta apenas graduações e de pós, as áreas com maior número de cursos são Educação & Pedagogia (552 ofertas), Administração, RH e Gestão (345), Computação & Tecnologia (118) e Direito (105). Fonte:   Folha Dirigida

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
set 19

Professores como agentes da cultura empreendedora

Pessoal,

Em uma análise precipitada, poder-se-ia dizer que esse post está fora do escopo desse blog, entretanto, a forma como nossos professores se posicionam durante toda a nossa vida escolar pode fazer uma enorme diferença na forma como enxergamos o aprendizado. Pois o aprendizado social (social learning) e a educação a distância (e-learning) tem tudo a ver com isso.

Vejam mais esse excelente post do Allan Brito, do Colaborativo.org e digam-me o que acham a respeito.

Professores como agentes da cultura empreendedora

Uma das coisas mais interessantes no estudo do empreendedorismo como fator de transformação pessoal para indivíduos. Para que uma pessoa possa começar a despertar o chamado espírito ou comportamento empreendedor, são necessárias uma série de mudanças e pequenos ajustes de comportamento para que o comportamento posse se desenvolver. Isso é referenciado no estudo do empreendedorismo como sendo a cultura empreendedora, que precisa ser disseminada e incentivada, principalmente no ambiente acadêmico, para que os professores sejam os primeiros agentes desse tipo de comportamento. A pergunta que faço aqui é: será que os professores estão preparados para incentivar esse tipo de cultura? Os professores são agentes de transformação?

Os professores são sim agentes de transformação, e por sinal muito importante, mas como na maioria dos casos em que disciplinas e exigências do mundo contemporâneo aparecem como desafios para que os docentes se adaptem e consigam passar esse tipo de conteúdo para seus alunos.

A Lecture upon the Shadow

Será que existe o empreendedor acadêmico? Claro que sim! Se formos fazer uma analogia direta entre os empreendedores e os pesquisadores, veremos que existem muitas semelhanças entre as pessoas que realizam pesquisas científicas e os empreendedores. Isso vai de encontro a um dos maiores mitos sobre o empreendedorismo, que é a associação direta de empreendedor com empresário. Nem todas as pessoas que são empreendedoras, necessariamente abrem empresas ou negócios. Basta ter vontade de realizar ou finalizar um projeto, deslocando seus esforços e recursos para tal, que você estará muito próximo de se tornar um empreendedor.

No caso dos professores dedicados a pesquisa científica, os mesmos podem ser chamados de empreendedores sim. Cada trabalho de pesquisa que resulta em artigos científicos, dissertações ou testes são frutos de um grande esforço de pesquisa. Esses são os projetos de realização pessoal, que fazem com que os professores possam ser “classificados” em uma categoria do empreendedorismo.

Como passar esse espírito de pesquisa e empreendedorismo acadêmico para os alunos? Esse é o grande desafio para os docentes interessados em formar pesquisadores, que futuramente podem se transformar em empreendedores acadêmicos. Uma coisa é certa em relação a esse tipo de comportamento, e disseminação da cultura empreendedora dentro da sala de aula: os professores são peças fundamentais. Veja algumas coisas que você pode fazer para potencializar o desenvolvimento desse tipo de empreendedor:

  • Não use aulas ou cursos voltados para conteúdos apenas
  • Sempre que possível aplique o aprendizado baseado na resolução de problemas
  • A resolução de problemas fará com que os alunos pesquisem as soluções
  • Sempre use trabalhos de pesquisa com resultado factível para a realidade dos alunos. Sem aplicação prática, os trabalhos acabam sendo feitos apenas em função da nota.

Essas são apenas algumas recomendações que podem ser aplicadas no design de uma disciplina ou curso, para ajudar na disseminação da cultura empreendedora, mesmo que os alunos não saibam o que isso significa. A transformação não se dará em todos os indivíduos, mas se uma pequena parcela dos alunos for cativada pela metodologia, já terá valido o esforço.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.