ago 30

m-Learning para Blackberry

Se você está à procura de uma ferramenta que transmita conteúdos aos colaboradores de sua empresa através do Blackberry, este post traz uma boa alternativa para você! Estou falando do software Chalk Pushcast, já ouviu falar?

Chalk Pushcast Software é uma ferramenta que possibilita o compartilhamento de arquivos multimídia como vídeos, áudios, fotos, PowerPoint, entre outros. Esse software também apresenta relatórios gerenciais os quais possibilitam controle sobre os colaboradores, permitindo que o gestor identifique os colaboradores que acessaram os arquivos enviados, os que viram o conteúdo por completo, ou os que acessaram apenas uma parte.

Veja abaixo um vídeo que apresenta o Chalk Pushcast Software, que parece ser uma boa ferramenta para m-learning.

http://www.chalk.com

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
mai 31

Aprendizagem Informal – A utilização de Redes Sociais para o Aprendizado

 

Muitos estudos apontam um crescimento do conhecimento nas organizações oriundo de atividades informais. Mas o que é isso? É a aprendizagem adquirida através da vivência. Esse tipo de aprendizagem não requer uma intencionalidade, não precisa ser estruturada através de treinamentos. Ela surge naturalmente em diálogos com colegas, leituras de blogs, livros, participação em redes sociais, observações, etc. Análises apontam que 80% do conhecimento adquirido no ambiente de trabalho vem desse tipo de aprendizagem e apenas 20% da aprendizagem formal, com treinamentos estruturados.

Por meio dessa constatação, percebemos facilmente que é muito importante estimular a aprendizagem informal dentro de sua organização.

Uma das formas mais fáceis de fazer isso é criar uma Rede Social Empresarial.

E o que vem a ser uma Rede Social Empresarial? Nada mais é do que uma rede social como Facebook, LinkedIn e Orkut focada em sua organização ou em um determinado tema. Um bom exemplo é a Rede Brasil e-Learning.

A rede pode ser muito útil, pois possibilita explorar várias discussões por meio de fóruns, recados, grupos de discussão, avisos de eventos, agendamento de treinamentos formais, etc. Ela pode servir como um canal de comunicação para a aprendizagem de sua organização e como uma importante ferramenta para a gestão do conhecimento, tendo em vista que todos os assuntos tratados nela ficam disponíveis para qualquer colaborador.

Veja, a seguir, um exemplo de rede social e algumas possibilidades de utilização desse instrumento. Caso você tenha interesse em customizar uma rede social para a sua empresa, entre em contato conosco, clicando aqui.

 

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
abr 15

Eis que surge uma nova solução para o aprendizado a distância: Já ouviram falar em iPad?

 

Estava navegando pela internet e me deparei com a seguinte notícia: “Exército Britânico realiza treinamento com iPad’s”, fiquei curioso e fui verificar o que esse pessoal estava fazendo. Pois bem, a informação é que o exército britânico, o qual se encontra na interminável Guerra do Afeganistão, está utilizando iPad’s e smartphones para agilizar o treinamento das missões armadas de apoio. Os aparelhos disponibilizam conteúdos que ensinam aos soldados os procedimentos de operações de ataque a quilômetros de distância do alvo. O iPad, particularmente, está sendo bastante utilizado por se tratar de um aparelho de grande portabilidade e fácil uso.

Diante disso, posso afirmar que uma tendência, no mundo corporativo, será a inserção desses aplicativos nos seus projetos de e-learning, venho acompanhando o setor e constatei que várias empresas já estão comprando tablets para seus colaboradores. Daqui a algum tempo, não bastará apenas que o conteúdo esteja disponível 24 horas por dia, 7 dias da semana, mas, também, que ele esteja acessível de maneira fácil, rápida e portável. Com isso, as tablets e os smartphones estão em vantagem em relação aos desktops e aos notebooks, uma vez que a portabilidade e a facilidade de uso desses novos aplicativos são muito maiores.

Veja abaixo uma lista dos 10 melhores aplicativos para iPad listados pelo site http://www.infomaniaco.com.br

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 1,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
out 6

Design instrucional

Recentemente li um post do ótimo blog The elearning Coach e compartilho com vocês a tradução livre e resumida. Todo o crédito para a autora Connie Malamed! O post original se encontra aqui.

Designer instrucional“Talvez aconteça quando você está escrevendo um storyboard para ensinar a usar um software mal desenhado e pouco inspirador. Ou talvez você acabou de receber um fax com revisões rabiscadas em todas as páginas. De repente, o botão da desmotivação é ativado e você não consegue se livrar dela.Você começa a se perguntar por que está fazendo isto em primeiro lugar.

Nós gastamos muito tempo teorizando e pensando sobre como motivar os alunos. Mas e a motivação dos designers instrucionais? Muitas vezes nos sentamos  frente a  um computador para incontáveis horas fazendo o trabalho que ninguém entende, com tantas responsabilidades diferentes, e às vezes trabalhando com conteúdos muito crus. Porém, eu ainda amo este campo. Então aqui vai meu conselho com maneiras de obter motivação e mantê-la quando você está menos animado sobre seu trabalho.

Você é o advogado do aluno

Quando eu estava estudando Design Instrucional, um professor da faculdade disse para a turma que éramos os advogados dos alunos. Eu nunca mais esqueci aquelas palavras. Um advogado “alega a causa do outro, defende uma causa ou uma proposta, e apoia ou promove os interesses do outro”, de acordo com o dicionário Webster online.

Somos os únicos que levam o aluno a sério, certificando-se que as coisas são explicadas com clareza, que a experiência de aprendizagem é envolvente, que os testes são justos, e assim por diante. Advogar para os alunos é uma missão significativa e motivadora.

Lembre-se que o curso vai ajudar alguém

Design Instrucional é um trabalho de abnegação em vários pontos, porque não é sobre você, é sobre eles, os alunos. Seu curso tem potencial para ajudar outra pessoa a se tornar mais competente no trabalho, na vida ou na escola.

Criei cursos que ensinam as pessoas como salvar vidas, a trabalhar em equipe, a operar equipamento pesado com segurança, a utilizar softwares embora os alunos não fossem “alfabetizados” digitalmente. Tenho certeza que você também criou experiências de aprendizagem que mudam vidas ou fará isso um dia. Este trabalho é gratificante e isso é motivador.

Mergulhe de coração e alma, até que se torne interessante

Tudo sob o sol pode ser fascinante, se você olhar da perspectiva correta. Veja o conteúdo de um ponto de vista abrangente, e com uma visão detalhista. Expanda sua mente e mergulhe no conteúdo, explorando as conexões e relacionamentos. Ele se tornará mais intrigante à medida que você trabalha o seu caminho com admiração e curiosidade.

Imagine que você é o aluno

Coloque-se no lugar do aluno para entender o valor da experiência de aprendizagem que está em suas mãos para ser criado. Pense em como a experiência se relacionará ao universo do aluno. Imagine como você gostaria de encontrar essa informação, se fosse o aluno. Então eduque sua mente para encontrar maneiras de tornar a informação atraente.

Pense visualmente

Pensamento visual o leva a olhar as coisas de uma forma única. Mesmo quando você não é um artista, você ainda pode esboçar ao pensar – com pessoas feitas de “palitos” e formas geométricas. Desenhar é um apoio cognitivo que pode ajudá-lo a quebrar o marasmo.

Utilize mapas mentais para analisar e organizar o conteúdo e planejar interações. Desenhe gráficos e diagramas para entender as relações. Rabisque. Alguns recursos úteis são: A volta do guardanapo e VizThink.

Fascine-se pelo cérebro

Resolver problemas é uma tarefa motivadora. Seu problema é como oferecer uma experiência de aprendizagem envolvente, que transforme a informação em conhecimento para aplicação em situações do mundo real. Isso leva a compreensão de como a mente funciona e como as pessoas processam a informação.

Você pode se inspirar lendo sobre o funcionamento do cérebro e sobre como as pessoas aprendem. Alguns recursos são: Cognitive Psychology Anyone? e How the Mind Works de Stephen Pinker. Quando você é lembrado do quão impressionante o cérebro humano é, pode achar mais motivador aplicar teorias da aprendizagem e ciência do cérebro no seu trabalho.

Veja outros trabalhos

Tire algum tempo para analisar outros cursos de e-learning. Você vai encontrar pessoas com grandes idéias para interações, tratamentos, gráficos e estratégias instrucionais. Encontrar novas ideias pode inspirá-lo a experimentar um pouco mais. Esta é uma lista de sites para encontrar cursos e demonstrações.

Se você fica inspirado por meio do design gráfico, considere comprar alguns livros e procure-os quando estiver sentindo-se desmotivado ou visite uma livraria, ou ainda confira alguns blogs de design gráfico.

Crie experiências de aprendizagem robustas

É motivador pensar em criar uma experiência ao invés de um curso solitário. Você pode ir além do conceito de um curso único genérico criando uma variedade de eventos online e offline que suportem a aprendizagem. Considere estratégias alternativas de ensino, como a adição de tecnologias de redes sociais e abordagens informais.

Quando você tenta novas formas de ensino, isso não motiva somente os alunos, motiva você também. Confira: 30 maneiras de motivar alunos adultos.

Procure a comunidade

Eu nunca experimentei comunidade mais amigável e atenciosa do que as comunidades de especialistas em aprendizagem, designers instrucionais e desenvolvedores. Você não está sozinho neste campo e pode receber apoio, inspiração e soluções para seus problemas através das muitas comunidades online associadas ao e-learning. Confira os vários grupos no LinkedIn e Facebook, assim como organizações profissionais como o eLearning Guild e ASTD (aqui no Brasil, temos a Rede Brasil e-learning).

Analise-se

Não quero dar uma de psicóloga pra cima de você, mas essa é a verdade: às vezes quando você está desmotivado, não é por causa do trabalho em si, mas sim o local de trabalho.

Talvez você não se sinta valorizado no trabalho, seja mal pago ou tenha prazos não razoáveis. Tente não confundir os problemas do local de trabalho com o trabalho real que está fazendo. Tente dar jeito na situação ou prometa a si mesmo que vai cuidar disso logo. Então, coloque isso de lado para que possa estar motivado a fazer um grande curso para os alunos. Eles merecem isso.

Como você se mantém motivado?

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por GSI Online.
jul 6

Dicas rápidas para engajar usuários

O que pode ser feito para tornar a experiência online atraente e aumentar as chances de que os colaboradores e alunos deem uma chance ao e-learning, com suas novas abordagens? Veja nesse artigo dicas que trazem isso à realidade.

  • O e-learning deve ser percebido como útil

Há pouca paciência para os benefícios obscuros a serem revelados no futuro. Se você quiser e-learners engajados, eles devem ver o valor no conteúdo que está disponível e verificar a importância rapidamente. Use depoimentos. Mostre dados da avaliação das necessidades. Mostre um problema ou caso que lembre os participantes do motivo pelo qual eles deveriam se preocupar.

  • O curso deve oferecer oportunidades para o sucesso

Muitas pessoas se inscrevem em cursos online e abandonam na metade do caminho. Após obter sucesso nos módulos iniciais, o aluno se depara com assuntos mais aprofundados e pode se sair mal em algumas avaliações, decidindo, então, não voltar ao curso. Por quê? Em grande parte, porque sua confiança foi abalada. Para motivar e manter a participação, ao invés de testar os participantes para ver o quanto eles não sabem, lembre-os dos conhecimentos adquiridos e do seu sucesso anterior.

  • Real, ativo e humano

Certifique-se de que os cursos correspondem à audiência no tópico e nível. Para os novatos, use exemplos que diretamente demonstram como fazer ou pensar sobre as tarefas e desafios. Para o público expert, as abordagens de descoberta orientada, como os cases são adequados. As suas aulas e cursos são recheados com oportunidades para fazer alguma coisa, para reconhecer erros, ou apenas para contemplar as implicações dos erros? Mostre pessoas, emoções e sucessos. Mostre como as pessoas se sentem sobre o que estão aprendendo, fazendo e conseguindo. Inclua nas aulas palavras daqueles que já conhecem o assunto ou daqueles que já aprenderam utilizando esta mesma ferramenta.

  • Oriente e acompanhe os participantes, medindo resultados

Experiências não estruturadas aumentam os riscos associados ao e-learning, especialmente para novatos. Experimentos controlados indicam quase uniformemente que, quando se lida com informação nova, os alunos devem ser apresentados ao que fazer e como fazer isso. No mínimo, o e-learning e os LMS’s proporcionam conforto com tecnologias que permitem disponibilização e avaliação de conteúdo. Mas isso ainda é pouco. As organizações de aprendizagem sabem em que nível de conhecimento seus usuários estão? Se eles precisam aprender? Se querem aprender? A informação é recolhida e distribuída? Será que eles sabem por que alguns recursos são utilizados e outros ignorados? Será que eles sabem quais perguntas permanecem sem resposta?

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (3 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por GSI Online.
jun 7

Estudo comparativo entre curso presencial e curso a distância.

Pessoal, estou aproveitando a oportunidade para apresentar a todos os resultados obtidos em minha dissertação de mestrado. Realizei um estudo comparativo entre dois cursos de graduação da Universidade Federal de Santa Maria, um a distância e outro presencial. Os resultados foram bem interessantes. Meu referencial teórico baseou-se nos estudos sobre avaliação do aprendizado de Kirkpatrick. Segue, abaixo, um resumo do artigo que escrevi sobre ela.

O principal objetivo do estudo é  identificar  as percepções dos  alunos  perante o  processo de  ensino/aprendizagem  dos  cursos de graduação em Administração presencial da UFSM e a distância UFSM/UFRGS, em  relação  às  dimensões aluno/aluno, aluno/professor e aluno/conteúdo.  O estudo se caracteriza por ser de natureza descritiva, de cunho qualitativo, uma vez que busca conhecer qual a melhor maneira de avaliar as práticas de ensino segundo indicadores previamente definidos, por meio da análise qualitativa das entrevistas aplicadas.  Os  resultados  encontrados  não  identificaram  diferenças  significativas com  relação  aos  constructos  pesquisados,  pois os alunos dos dois tipos de metodologia demonstraram  ter  opiniões muito  semelhantes. Além disso,  foi possível concluir com esse estudo  que  as  duas metodologias  podem  se  complementar, de modo a maximizar  o  aprendizado  do  aluno,  tornando  as  aulas  presenciais mais atrativas por meio de recursos lúdicos e as aulas a distância menos distantes, na tentativa de aproximar cada vez mais tutor e aluno.

Quem quiser saber mais detalhes sobre o artigo pode acessar o link: http://www.gsionline.com.br/penseelearning/artigo1.pdf

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
mai 20

Não compre gato por lebre…

Compartilho esse post publicado no blog Educação Próxima que fala sobre uma discussão que começou na Rede Brasil e-Learning e acabou tomando outros espaços. Contribua você também, deixe seus comentários ou entre na maior comunidade brasileira sobre e-learning e acrescente suas ideias nessa e em várias outras discussões que há por lá.

[por Régis Tractenberg]

Faz poucos dias respondi a uma mensagem do Carlos Rodrigues na comunidade Rede Brasil e-learning. O título aberto pelo Carlos foi: “Não compre gato por lebre … Certificação é coisa séria!” Vale a pena conferir o debate na íntegra que teve também a contribuição de Paolla Luciana Zecchinelli.

Dentre os pontos levantados tivemos:

- Podem empresas e professores independentes emitir certificados para cursos livres?

- Esses certificados tem algum valor legal?

- Quando a empresa ou professor é associado(a) à ABED (selo que vem sendo amplamente adquirido por aqueles que oferecem cursos online) isso confere alguma garantia de qualidade aos cursos e algum reconhecimento adicional aos certificados emitidos por essas instituições e professores?

- É legal que certas  ´instituições´ afirmem que seus cursos (livres) sejam reconhecidos por secretarias estaduais de educação?

A seguir minhas respostas:

—–

Olá Carlos,

Agradeço por você estar levantando essa discussão. Como lhe disse, também vejo ´instituições´ que afirmam serem seus cursos (cursos livres na verdade) reconhecidos por secretarias estaduais de educação (mas possuem apenas simples registros dos cursos junto a sec. municipais), registro esse feito em nome de instituições terceiras como você bem colocou.

Esse debate é um passo inicial para se esclarecer as coisas perante o público.

Sobre certificados…

Quando iniciei meus cursos online consultei mais de um advogado para perguntar se poderíamos emitir certificados.

Ocorre que qualquer indivíduo ou instituição pode certificar (dar como certo), atestar ou declarar por escrito o que quiser e ser considerado responsável pelo que escreveu.

Um professor, mesmo independente, pode certificar não só a participação de um estudante em seus cursos, como também seu nível de aproveitamento e suas competências. Tal documento tem valor legal.

Se terá reconhecimento, essa é uma outra questão que depende da reputação junto à sociedade e ao mercado por parte do indivíduo ou instituição que declara / certifica.

Não é ilegal portanto emitir certificados. Ilegal é fazer propaganda enganosa, mentindo sobre o reconhecimento dos mesmos junto ao MEC ou secretarias de educação, que não tem como atribuição conferir reconhecimento a cursos livres.

Sobre o uso do logo da ABED…

Trata-se de propaganda enganosa se a instituição e seus professores não participam dos eventos acadêmicos e não contribuem com estudos na área. Afirmar-se como membro de uma associação científica significa isso, e não dar a entender que essa atesta a qualidade de suas práticas.

A ABED, deveria ser mais criteriosa na concessão do uso de sua logo. Não deveria aceitar que fosse usada por instituições que afirmam terem cursos reconhecidos por órgãos oficiais, quando não o são.

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
mai 10

Compartilhamento rápido

Recebi o vídeo abaixo do Bruno Weiblen e achei interessante. Existem muitos outros deste tipo no YouTube, aproveitem.

Vou colocar abaixo dois vídeos. O primeiro é em inglês porque é a versão mais recente, com dados bem atualizados e mais bonito visualmente. O segundo tem legenda em português e o conteúdo é quase o mesmo só que com visual menos trabalhado e com alguns dados desatualizados (poucas coisas, não influencia na mensagem).

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (2 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
jan 21

Idéias gerenciais que mais influenciaram a década

Repasso esse post retirado do blog http://hsm.updateordie.com. Muito interessante.

Especial atenção ao que é dito sobre “Valor para o acionista como estratégia”, “A organização criativa” e “High potentials”.

Grande abraço,

the_boss

Pessoal,

encontrei no site da Harvard Business Review, artigo que relaciona as idéias que mais influenciaram a gestão na última década. Relaciono-as abaixo com meus comentários :

- Valor para o acionista como estratégia : Na minha opinião, a mais infeliz das idéias. Como diz o artigo: “valor para o acionista deve ser consequência, e não uma estratégia.” Lembro-me de um artigo do professor Mintzberg escreveu no final de 2007  em que ele afirmava que enquanto as empresas não se conscientizassem de que elas faziam parte de uma comunidade e que suas ações afetavam e eram afetadas por esse ambiente, não conseguiríamos evitar a catástrofe que estava por vir. A resposta a essa estratégia foi a maior crise financeira desde 1929;

- TI como comoditie : O assunto do momento em termos de tecnologia chama-se Cloud Computing. Isso tem a ver com o sonho de todo administrador de querer trabalhar apenas com custos variáveis. O artigo apresenta uma visão interessante de que essa onda teve início com o Bug do milênio que obrigou a ter uma atenção muito grande com os sistemas legados onerosos;

- Aumento do poder do consumidor : Em 2006, a revista “The economist” elegeu o consumidor como a personalidade do ano. Tem tudo a ver com uma série de evoluções tecnológicas e sociais que fizeram com que a voz do cliente ficasse cada vez mais alta. Tal fato é potencializado pelo crescimento veloz das redes sociais e o surgimento da geração Y;

- Gestão de risco empresarial : O 11 de setembro de 2001 mudou muita coisa nesse campo. Apenas para lembrar, haviam empresas que funcionava em uma das torres e possuia seu backup na outra torre. Esse acontecimento fez com que fossem revisadas várias normas nesse campo. Uma delas é a necessidade de as empresas financeiras adotarem procedimentos de disaster recovery, sob pena de perder capacidade de investimento. Como exemplo de medida, podemos citar a construção de Datacenters foram de um raio de 10 quilômetros a partir da central de processamento de empresas financeiras, além de outras medidas de contigenciamento e recuperação imediata para mitigar o risco sistêmico no setor financeiro;

- A organização criativa : Como já disse no post anterior, a pessoas passaram a estar novamente no centro do processo. Voltaram a ser a força motriz da economia devido a necessidade de inovação. A questão é como estruturar nossas organizações orientadas a melhor produtividade criativa e inovadoras das pessoas, uma vez que tudo que foi em termos de modelo de gestão foi pensado para tornar mais eficiente a produção de máquinas? Por essa razão, cresce a importância de conceitos como Enterprise 2.0 e Gestão 2.0, como bem citou o Jorge Carvalho no seu último post no blog da HSM (Clique aqui para acessar);

- Open source : Aqui devemos dar todo o crédito ao criador do Linux, Linus Torvalds, pois foi a partir do modelo de colaboração para construção Linux é que ganhou força conceitos como Wikipedia, Redes Sociais, software livre, inovação aberta;

- Going Private : O fator “Enron” desestimulou a administração de uma empresa como se fosse um orgão público. Cresce a importância do capital privado como investimento nas empresas e, consequentemente, cresce a importância de mecanismos de gestão mais transparentes como governança corporativa;

- High potentials : As empresas de consultoria e as que são baseadas em conhecimento já sabiam disso há algum tempo, mas na última década, o resto do mundo corporativo acordou para o fato de que alguns gerentes são mais iguais do que outros. A partir daí, foram criados programas para identificar gerentes que pensavam de forma diferente e inovadora da grande maioria. Quem ganhou com isso foi a indústria de Coaching Executivo;

- Competição baseada em análise : Aqui o assunto é o BI (Business Inteligence).  Na minha opinião, ainda não está consolidada essa tendência e ainda precisa evoluir muito, não como ferramenta, mas sim no uso e na visão de como utiliza-la melhor pelos gestores das empresas. Já se fala em Business Analytics, mas esse é um assunto para um outro post;

- Inovação reversa : A maior história aqui é o amadurecimento do conceito de globalização, particularmente no que diz respeito às economias emergentes. A maioria das grandes corporações, em 2000, viu-os primeiramente como uma fonte de recursos naturais e, cada vez mais trabalho, mais barato. Então, como o aumento do emprego alimentou o desenvolvimento da classe média, as cidades da Índia e da China passaram a representar mercados valiosos. Agora, esses não-consumidores nos EUA estão chegando para o primeiro plano. Empresas como a GE ea Microsoft estão fazendo R & D nos mercados emergentes, Otimizando a essas preferências e restrições, e em seguida, trazendo os resultados de volta para casa;

- Sustentabilidade : Mais do que tudo, os primeiros dez anos do século 21 será lembrado como a década que os negócios começaram a serem verdes. Daqui a dez anos, quando alguém revisitar esse artigo da Harvard, poderão dizer que 2010-2020 foi a década de sustentabilidade, mas a idéia estava no ar antes de 2010, pois foi a década em que esse conceito realmente pegou. Na minha opinião, não devemos enxergar o conceito de sustentabilidade aplicado apenas a questão ecológica, mas sim a vários aspectos da economia, principalmente em relação a valorizar a visão de longo prazo em detrimento da visão de curto prazo e, também, a valorizar a colaboração ao invés da competição;

Essas foram as idéias apresentadas no artigo. E você? Concorda com elas? Quais seria as suas?

Um abraço.

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
nov 9

Construir conhecimento usando a Web 2.0 é possível?

Web 2.0?!?Há algum tempo venho lendo sobre iniciativas de gerar e disseminar conhecimento usando ferramentas da tão falada web 2.0. Mas até onde isso é possível? Até que ponto essas ferramentas de comunicação tão intensas e tão interessantes (Twitter, redes sociais, blogs e outros) realmente podem ser úteis?

Claro que essa resposta não é fácil de ser dada e nem é meu interesse aqui esgotar esse assunto, na verdade quero apenas lançar uma semente que pode ou não germinar em cada uma das pessoas que lerem isso.

A minha opinião é que conteúdo GERADO através desse tipo de mídia é muito difícil de controlar e usar. Entretanto não podemos virar as costas pra isso, pois o valor que este tipo de conteúdo tem é imensurável. Dois pensam melhor do que um. TODOS pensam melhor do que dois!

Outro fator forte nessa questão é que o pessoal que vem entrando agora no mercado de trabalho – a chamada Geração Nativa Digital – já usa essas ferramentas pra tudo e certamente vão querer usá-las para aprender e ensinar.

Essa história de gerar conhecimento coletivamente não é exatamente nova. O método tem até nome: Crowdsourcing. O termo criado por Jeff Howe sintetiza a ideia de milhões de pessoas, pensando sobre algo e organizando esse conteúdo.

Porém, nas análises sobre Crowdsourcing nem tudo são flores. Os problemas que este tipo de trabalho geram também são significativos e estão ligados à maneira como o conteúdo gerado é organizado e o que se faz com o batalhão de informações suscitadas.

Isso tudo sem nos determos ao já tão falado problema de Direitos Autorais. Se todo mundo constrói junto, quem é o dono?!?

Olhando para tudo isso, vejo que ainda enfrentaremos muitos desafios com a web 2.0 e seu nível extraordinário de conhecimento. Mas não tem escapatória! Os computadores estão em todo lugar (na mesa, na maleta, na mão) e isso só vai ficar maior!

Se você é como eu e se impressiona a cada dia com a web 2.0, faça o seguinte: comece a pesquisar sobre web 3.0!

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.