jul 16

Senado torna obrigatória a promoção do ensino em penitenciárias (e-learning)

O Senado aprovou projeto tornando obrigatória nos presídios a oferta de cursos destinados à formação no ensino fundamental e no ensino médio, integrados no sistema escolar de cada estado. A medida prevê que os cursos sejam oferecidos nas modalidades de educação de jovens e adultos ou de educação à distância. Os programas deverão ser financiados com o apoio da União, com recursos vinculados à manutenção e desenvolvimento do ensino, e também com recursos do sistema estadual de Justiça e da administração penitenciária.

Veja mais aqui:

Siga nosso Twitter: http://twitter.com/GSIOnline

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
jul 7

Por que os grevistas da USP são contra o e-learning?

 

Por que os grevistas são contra e-learning?

Paula Rothman, de INFO Online Sexta-feira, 19 de junho de 2009 – 19h30

7490235

SÃO PAULO- O ensino à distância é um  dos pontos mais controversos da greve que se instalou na três principais universidade paulistas.

Grupos de estudantes entraram em paralisação, entre outros motivos, por não concordarem com a implementação de projetos da Universidade Virtual do Estado de São Paulo, Univesp, entidade voltada para o ensino à distância.

Leia também:

Criada pelo atual governador de São Paulo, José Serra, do PSDB, a Univesp é um sistema de financiamento que irá ajudar a custear programas de ensino à distância (EAD) das três grandes instituições de ensino superior públicas do estado: USP, Unicamp e UNESP. Isso significa que a Univesp, que está vinculada à Secretaria de Ensino Superior, não vai ter o poder de criar cursos, já que fica a critério das universidades elaborar, aprovar e implementar as disciplinas ministradas.

“A Univesp não estabelece uma política de atuação. O aspecto pedagógico, como vai ocorrer a interação, tudo fica a cargo do professor”, explica  José Armando Valente, Coordenador do Grupo Gestor de Educação à distancia na Unicamp. “A proposta é que isso seja feito com a maior interação possível, pois é assim que a gente garante a qualidade da informação”, diz o professor que, desde 1996, trabalha com EAD.

Uma vez que a quantidade de cursos e alunos depende do planejamento de cada faculdade, a Univesp ainda não possui um departamento técnico voltado exclusivamente para o EAD. “Nossa idéia é começar com seis pessoas para cuidar não somente dos cursos à distância, mas dedicadas a dar também apoio técnico ao ensino presencial”, diz Gil da Costa Marques, Coordenador de TI da USP e representante da Universidade de São Paulo no Comitê Diretivo do programa Univesp.

Marques ressalta ainda a questão econômica que envolve os cursos à distância. “Se fôssemos criar cursos presenciais para todos os alunos que precisam, não haveria como manter o ensino no nível que a USP pratica. O Estado dedica cerca de 10% do orçamento para o ensino superior público. Precisaria de 20 vezes mais para atender todo mundo, o que é simplesmente inviável”, diz.

No entanto, as afirmações a respeito dos benefícios dos cursos à distância não são aceitas pela liderança estudantil das universidades. “Manter a qualidade de um curso à distância é muito mais caro que a própria Univesp pretende financiar”, afirma Reginaldo Alves, membro do Diretório Central Estudantil (DCE) da Unicamp. “Parece vantajoso lucrativamente, mas o ensino praticado será de qualidade inferior”, diz.

O foco mais tenso das paralisações, no entanto, é a USP. Funcionários iniciaram protestos por melhores salários no dia 3 de maio, seguidos pouco mais de um mês depois, dia 5 de junho, por professores e estudantes.

“Além da expulsão da Polícia Militar do campus e da demissão da atual reitora, Suely Vilela, com implementação de eleições diretas para seu sucessor, um dos pilares da nossa greve é a Univesp”, diz Gabriela Hipólito, membro da atual chapa do DCE da USP. Aluna do quarto ano de Letras, ela explica que os estudantes não são contra o uso da tecnologia para a educação: “O que discutimos é a forma como ela está sendo utilizada, somos contra a Univesp”, diz.

Gabriela afirma que os estudantes são a favor de toda forma de tecnologia associada ao ensino, mas acredita que ela seja um acessório no aprendizado. “A base é a universidade, ensino presencial. A Univesp vai trazer o que chamamos de precarização de estudo”, acredita.

Para Valente, está é uma afirmação “totalmente ignorante”, já que “ a presença de um aluno em sala não garante sua participação na aula; já o ambiente virtual propicia até mais condições de interagir. Se o professor fizer uma pergunta na educação à distância, ele obtém 30 repostas; na sala de aula apenas dois ou três alunos respondem”.

Em sua opinião, os estudantes que se mostram contrários estão se baseando em modelos ruins praticados por algumas instituições privadas. Fora do Brasil, há diversos casos de universidades renomadas que há alguns anos praticam o ensino à distância.

A Open University, na Inglaterra, por exemplo, iniciou sua primeira turma em 1971. Na Berkeley, nos Estados Unidos, há mais de 140 cursos de extensão à distância. Até mesmo o tradicional MIT disponibiliza uma opção de graduação à distância – mas exige a presença do aluno no campus por um semestre inteiro, além de sua presença em outros eventos regulares.

A troca de farpas entre movimento estudantil e coordenação da Univesp vai além de discussões pedagógicas. “A população carente tem que estar presente no campus. Somos contra criar duas universidades: uma para elite de São Paulo, branca, e outra para quem não tem acesso a ela”, diz Gabriela, do DCE da USP. Já Valente rebate, dizendo que a postura de alguns estudantes é que é elitista: “Foi falado em reuniões que a verba deveria melhorar a condição de quem já está no campus, investindo na biblioteca, em estúdios… Nós não estamos falando de educação à distância para quem já está na faculdade – é para quem não entrou nela ainda”, diz.

Mas parece que, pelo menos por enquanto, a única coisa “distante” é o início das aulas em parceria com a Univesp, já que o curso para formação de professores de ciência à distância da USP não terá início este ano, como havia sido anunciado. O curso foi adiado para 2010 pois os próprios professores não entraram em um acordo com o governo.

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
jul 5

A importâncias das decisões – educação corporativa e e-learning

Pessoal,

Compartilho abaixo um artigo muito interessante do LA Costacurta Junqueira do MVC, editado no site da Vooz.

Você se esconde para não tomar decisões?

A importância da educação corporativa e as estratégias criativas a partir de uma metodologia.

Siga o Vooz no Twitter

Nosso compromisso inicial com o leitor é não mencionar a palavra crise, bem como outras abordagens que nos levam a comportamentos de paralisia e sintomas de desespero. Quem assume a “doença” pode não perceber quando o organismo reage.

Vamos focar aqui a função da “Educação Corporativa” e o que se pode fazer com os poucos recursos com que certamente fomos contemplados.

O que temos observado é que os executivos e profissionais da área, por determinação da diretoria, do executivo financeiro ou por decisões próprias, adotaram um comportamento de avestruz: “Esconder a cabeça”.

O que nós consultores/ fornecedores (que tivemos nossa demanda diminuída) podemos fazer, junto com a unidade de educação corporativa, para não sermos esquecidos ou despedidos e ao, mesmo tempo, contribuirmos com ações não tradicionais?

Algumas Idéias

Educação Corporativa é o casamento entre um bom produto e uma boa metodologia. Certamente o bom produto dará mais visibilidade para a empresa como um todo, especialmente pelo aspecto novidade, mas não pelos resultados. Tão importante quanto o produto é sua embalagem (metodologia). Falamos de algumas ações. Veja a seguir.

A. Envolvimento do superior do participante, definindo suas expectativas e o porquê da indicação para o treinamento; se não se especifica o resultado não se pode medir o resultado de qualquer ação.

B. Elaboração, pelo participante, de um plano de ação a ser discutido com o respectivo superior em até sete dias; aqui o treinamento se transforma em atividade bidirecional, pois o superior é obrigado a interagir com o subordinado, partindo para uma atividade de coaching.

C. As sugestões A e B têm um objetivo comum: fazer com que a avaliação de qualquer atividade de treinamento seja desenvolvida pelo cliente interno e não pela área de treinamento. Certamente a credibilidade e o impacto de qualquer resultado serão maiores.

D. Utilização do e-learning como atividade prévia para adição de conhecimento, liberando tempo para que, na etapa presencial, esse conhecimento possa ser operacionalizado.

E. Envolvimento da cadeia de valor nos processos de Educação Corporativa. Essa estratégia de maior envolvimento dos stakeholders acaba trazendo resultados mais imediatos, tangíveis e perceptíveis, bem como dá maior visibilidade à área de T&D.

F. Envolvimento, pela área de Educação Corporativa, dos fornecedores na uniformização do conteúdo e metodologia de programas de T&D conduzidos por prestadores de serviços diferentes.

Essa ação de customização do programa, normalmente é desenvolvida individualmente entre o fornecedor e a contratante, perdendo-se a visão de conjunto.

Nossa sugestão é que essa customização /uniformização seja feita de uma só vez, com todos os consultores e fornecedores. Cada um deles apresentaria seu conteúdo a respectiva metodologia, textos, slides, etc.

A área de educação corporativa, de imediato, poderia sugerir:
• eliminação de superposições de conteúdo;
• consenso de uma metodologia única para todos os temas, como, por exemplo a elaboração de um plano de ação ao final do evento;
• continuidade para assuntos desenvolvidos por fornecedores diferentes;
• unificação de abordagens antagônicas sobre um mesmo assunto, como, por exemplo, estilos de negociação, de liderança etc..
G. Treinamento por massa crítica, aumentando o número de participantes em uma mesma turma (de 25 para 50 pessoas, por exemplo). O custo para dobrar o número de participantes não é de 100%, mas de, aproximadamente, 85% (mesmo com a utilização de 2 consultores);

H. procurar consultorias que possam minimizar os obstáculos financeiros à contratação de programas de treinamento, bem como alternativas para manter ativo seu processo de educação corporativa. Um exemplo dessa ação seriam aqueles fornecedores que desenvolvem Programas cujo valor é arbitrado, pelo cliente, 30 dias após o Programa e de acordo com parâmetros estabelecidos entre as partes. Uma segunda opção seriam as consultorias que permitem que os investimentos em T&D possam ser pagos em até 120 dias, após cada programa. Outra hipótese é o treinamento em que o cliente paga ao fornecedor um percentual dos resultados obtidos (na avaliação do próprio contratante e de acordo com parâmetros definidos pelas partes. Está achando difícil essas alternativas? Tente negociar isso com um fornecedor!

Vale mencionar que o momento atual certamente permite que o cliente e consultores sejam mais flexíveis em seus processos de negociação. Afinal de contas quem confia em “seu taco” pode oferecer a seus clientes treinamento com risco zero

A essa altura o leitor poderá se perguntar por que não falamos sobre o conteúdo dos eventos a contratar? A resposta é simples, procure nos sites de buscas, todas as commodities estarão lá.

Apresentar propostas maravilhosas é fácil, o complicado é saber como esse conteúdo vai ser “entregue” e implantado.

E aí, onde está a miopia?

Lembre-se de que a ignorância e a inanição não devem ser desculpas para nossos erros.

Por LA Costacurta Junqueira (CEO – Instituto MVC. Website: www.institutomvc.com.br)
HSM Online

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (Avalie)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
jun 5

MTV Debate – O ensino à distância (e-learning) é eficaz?

Pessoal,

Muito interessante o debate promovido pela MTV acerca da eficácia do Ensino a Distância.

Veja na íntegra, clicando aqui e responda a pergunta do título do post.

O ensino à distância (e-learning) é eficaz?

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mai 29

A Revolução da Web

Já falamos aqui nesse espaço o poder da web como potencializadora do e-learning, das ferramentas de colaboração, enfim de uma nova forma de encarar o mundo. Ou como diria Alvin Toffler, hoje em dia, precisamos saber aprender, desaprender e aprender novamente. Tudo porquê o que hoje é, amanhã pode ter mudado. Assim, ilustro com esse vídeo, com uma dublagem não tão boa quanto a narração original em inglês, porém, acessível a todos!

You need to a flashplayer enabled browser to view this YouTube video

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (2 votos, média: 4,50 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mai 25

ONU lança Universidade Online

Chama-se University of the People (Universidade do Povo) e funciona apenas em sistema de ensino à distância através da Internet. Foi anunciada esta semana pela ONU como sendo a primeira universidade do mundo onde não existem propinas.

ONU lança Universidade Online

Na University of the People pode inscrever-se qualquer pessoa com o ensino secundário completo e bom domínio da língua inglesa, mas a iniciativa destina-se sobretudo a quem não pode (por questões financeiras ou pela ausência de uma universidade geograficamente próxima) frequentar o ensino superior.

Por ora, a universidade oferece apenas dois cursos: de gestão (Business Administration) e de informática (Computer Sciences). A instituição, porém, não é reconhecida no sistema internacional, não confere graus e não permite a transferência de créditos a partir de outras universidades.

Para além das aulas online, o modelo de ensino vai fomentar a aprendizagem com os pares: os alunos serão divididos em turmas de 15 a 20 elementos, que deverão discutir e tirar dúvidas uns aos outros através de fóruns online e ferramentas de chat. Também há académicos e estudantes pós-graduados voluntários que darão apoio aos estudantes.

Embora não haja propinas, existe uma taxa de admissão (que, consoante o país, oscila entre os dez e os 50 dólares) e por cada exame os estudantes pagarão entre dez e 100 dólares.

Os responsáveis esperam ter “dezenas de milhares” de alunos inscritos, lê-se no site da universidade. Mas nesta fase de lançamento há um limite de apenas 300 matrículas. As inscrições estão abertas há menos de três semanas e estão matriculados cerca de 200 alunos.

A universidade precisa de 15 mil alunos e seis milhões de dólares (pouco mais de 4,3 milhões de euros) para assegurar o funcionamento. O fundador e presidente da universidade, Shai Reshef – um empreendedor israelita com anos de experiência em e-learning -, avançou com um milhão de dólares para lançar o projecto.

Fonte: http://www.publico.clix.pt/

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mai 10

Jogos Educacionais para e-learning em escolas de Pernambuco

Lendo um posto do Silvio Meira, que tem o Blog dia a dia, bit a bit no Portal Terra (link aqui), encontrei essa interessante iniciativa realizada em Pernambuco…Veja aqui o que Meira escreveu:

…numa palestra recente para um importante sistema nacional de ensino, meu primeiro slide era uma pergunta quase óbvia nos nossos dias:

sera que os alunos fugiram

o segundo slide tinha a resposta, em uma única palavra, ocupando todo o gigantesco espaço de projeção no auditório:

sim vermelho sobre fundo preto

este é o estado da arte: em todo lugar, em todas as escolas, públicas e privadas, se os alunos tiverem, em casa ou na rua, a menor chance de estarem na rede e não na sala de aula, é online que iremos encontrá-los.

e não é sem motivo: a sala de aula ficou tão pra trás da realidade [virtual] em que vivemos que dá a impressão que só ficaremos lá se não houver nenhuma alternativa à disposição. pra completar, um grande número de iniciativas que deveria ajudar a reverter tal situação acaba levando pra rede uma filosofia, processos e métodos educacionais completamente desconectados do novo mundo, online, onde os alunos vivem. resultado? fracasso total.

a pergunta da hora é: será que dá pra fazer alguma coisa, online, na escola ou na rede escolar, que atraia alunos e professores para uma experiência lúdica, educacional, sem a chatice que os alunos [principalmente] vêem nos métodos, digamos, clássicos de educação? dá sim. quer ver um exemplo?

o sistema de educação pública de pernambuco está promovendo uma iniciativa pioneira: uma olimpíada de jogos educacionais, uma competição virtual entre times de estudantes que, apoiados por professores, irão desenvolver um trabalho colaborativo, criando estratégias de jogo e se articulando em atividades de resolução de problemas… participando de uma aventura virtual que levará as melhores equipes a uma competição final concorrendo a prêmios especiais vinculados à cultura digital.image

a olimpíada de jogos educacionais [OJE] é uma maratona de jogos online entre equipes [de seis a dez alunos] de escolas estaduais do ensino fundamental [oitava e nona séries] e médio, onde a diversão “esconde” o aprendizado e, além da motivação educacional, há prêmios para os vencedores. pense: jogue, se divirta, aprenda, apareça, forme rede com seus colegas e ainda ganhe um laptop. não tô nem tão velho assim, mas às vezes fico pensando porque é mesmo que não estou nascendo agora…

um dos jogos da OJE [serão doze, este ano] é imuno [veja a tela de entrada na imagem abaixo], onde você comanda uma nave que tenta salvar oswaldyr pontes, cuja vida não é lá muito saudável: nosso anti-herói é fumante, come muita gordura, não pratica exercícios, sofre de bronquite crônica e tem alto risco de ataque cardíaco…

image

imuno explora biologia, anatomia, imunologia, educação alimentar e comportamento. e é divertido. jogar em time é ainda mais divertido: todos constroem, juntos, a estratégia, os mais habilidosos jogam de fato [e ensinam os outros a jogar], o professor tira as dúvidas e ajuda o time. pena que não dá –ainda- pra você jogar; no momento, apenas os alunos pernambucanos inscritos na OJE vão ter acesso aos jogos da competição.

um outro jogo online da OJE é machina [tela do jogo na imagem abaixo], que explora, ao mesmo tempo, princípios de história, geografia e física clássica. pegue uma nave e vá atrás de objetos históricos numa escavação em algum lugar do planeta. e gaste pouco combustível e tempo, pois sua eficácia e eficiência são o que vão levar seu time para o topo da tabela da competição. não é você contra o jogo [veja o regulamento aqui]: é você e seu time, no jogo, contra todos os outros muitos times. isso pega, pode crer.

image

ainda estamos a cinco dias do fim das inscrições e mais de 2.200 times, de 337 escolas em 120 das 186 cidades de pernambuco já estão inscritos, atingindo quase 15.000 alunos da rede estadual. e esta é só a primeira rodada; a depender dos resultados e do marketing real e viral desta edição, podemos ter dez vezes mais alunos na OJE de 2010 em pernambuco, 150.000 de um total de 800.000 alunos.

a OJE é uma iniciativa da secretaria de educação do estado, que não está tendo medo de arriscar, cair na rede e tentar atrair a atenção dos alunos para processos de aprendizado que, queiramos ou não, serão cada vez mais digitais e em rede. a secretaria articulou o desenvolvimento e execução da OJE com o porto digital, arranjo produtivo local de TICs de pernambuco, situado no bairro do recife antigo, envolvendo uma rede empresas de jogos digitais, acrescida do cesar.edu [especialista em conteúdo e processos educacionais], fazendo com que os conceitos e capacidades locais em educação para o futuro e games contribuam para a melhoria do sistema educacional do estado.

mas não só: a iniciativa está sendo essencial para o aumento das competências técnicas e negociais locais em soluções, processos e jogos educacionais, e pelo menos um outro estado da federação e um grupo de escolas privadas já está interessado em ter uma OJE para seus alunos e professores. tomara. os alunos, tenho certeza, vão agradecer.

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mai 4

Serious Games para e-Learning – O poder da curva de colaboração em rede!

Lendo o Informal Learning Blog do Jay Cross a respeito da curva de colaboração em comunidades de aprendizado nesse post.  Realmente muito interessante.  Quem tiver maior interesse em se aprofundar, leia o Harvard Business blog (The Big Shift) no post “Introducing the Collaboration Curve.”, onde vi menções ao World of Warcraft.  Ao ampliarmos a ideia dos efeitos multiplicadores das redes, conseguimos chegar a um denominador comum para esse conceito.

A ideia basica ao relacionar o WoW é:

“Leva aproximadamente 150 horas de jogo para para se ganhar 2 milhões de pontos de experiência, mas os jogadores na média podem ganhar outros 8 milhões de pontos nas próximas 150 horas de jogo. Mesmo que ao avançar no jogo, fique mais difícil ganhar novos pontos, os jogadores normalmente melhoram sua performance 4x mais rápido na continuidade do jogo.”

A ideia de relacionar o jogo partiu a partir de uma comparação entre grupo de pessoas jogando juntas e o poder do aprendizado em grupo. Grandes especialistas reafirmam a cada dia o poder do aprendizado em grupo, dado o poder multiplicador de relacionar experiências passadas juntamente com teorias. Pois no WoW, outros membros contribuem com o seu crescimento, justamente devido ao poder de compartilhar essas experiências. É exatamente sobre isso que disserta a teoria da Curva de Colaboração. Nós todos somos exponencialmente mais produtivos a partir do momento que começamos a colaborar num grupo cada vez maior de pessoas, maior é o potencial de aprendizado.

A parte de cima da curva deve ser muito mais importante que a parte de baixo, certo?

Claro, mas depende da empresa saber incentivar e apoiar o devido uso de ferramentas de suporte à aprendizagem formal e informal. Redes Sociais, Portais de Gestão do Conhecimento e os próprios LMSs (Ambientes Virtuais de Aprendizagem) são algumas das ferramentas à disposição das empresas a fim de aproveitar o potencial da curva de colaboração. Existe ainda a possibilidade do desenvolvimento de games online multiplayer específicos para treinamento que usem o potencial da curva de colaboração.

E você, como usa na sua empresa o poder da curva de colaboração?

Links:

Learning curve
Experience effect

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 3,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
abr 30

Ensino a Distância no Jornal Nacional

ead-no-jornal-nacional-01bQuando um dos maiores veículos jornalísticos do país faz uma série de reportagens sobre educação a distância é porque alguma coisa está dando certo.  E é exatamente isto que o Jornal Nacional, que dispensa comentários quanto à sua importância, está apresentando todos os dias desde segunda-feira, 27 de Abril de 2009 até o dia 1º de maio.

ead-no-jornal-nacional-01cNo primeiro capítulo desta série de reportagens foi possível conhecer as origens do ensino a distância, como ele se espalhou pelo Brasil e pelo mundo e a importância histórica e social em romper barreiras geográficas e temporais para disseminar conhecimento.  Já na segunda parte foi apresentada a importância da televisão como meio de transmissão de aulas e como ela facilitou e continua ajudando na educação de milhares de pessoas pelo país inteiro, principalmente em regiões afastadas de grandes centros.

O termo e-Learning propriamente dito só foi inserido na série no terceiro capítulo, quando o repórter Alan Severiano fala sobre os cursos superiores e pós-graduações . Apesar de nos outros episódios desta série já ter ficado evidente a importância da tecnologia para o ensino, é nesta parte em que fica ainda mais evidente a importância e seriedade do ensino à distância e sua simbiose com o meio virtual, já podendo ser considerado sinônimo de ensino eletrônico, ou seja, e-Learning.

É gratificante e motivador ver a grande mídia divulgando e salientando a relevância do e-Learning na atualidade e como o trabalho dos profissionais vinculados ao ensino a distância pode realmente contribuir para a evolução da sociedade. Graças a esta série de reportagens talvez fique mais fácil explicar para as pessoas o que é meu trabalho quando perguntam o que eu faço (sou designer gráfico, ilustrador e faço jogo interativos e animações direcionadas à educação há mais de 4 anos).

Hoje o Jornal Nacional apresentará o quarto capítulo desta série, onde falarão sobre a qualidade dos cursos e o preconceito que existe com o ensino a distância. Caso você não consiga assistir, é possível ver os vídeos de todas as reportagens anteriores acessando o site do Jornal Nacional, no seguinte link:
http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,LS0-15457-70493,00.html

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (4 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por GSI Online.
abr 16

Economia do conhecimento – Apple usa iTunes para e-learning

AppleA Apple, a tão famosa empresa criadora do Mac, iPod, iPhone, dentre vários outros está lançando um novo negócio que pretende suprir a necessidade humana por conhecimento. Tudo que você pensar entre palestras em universidades e tours de museus estará disponível em um novo serviço chamado iTunes U.

Assim, a Apple está usando toda a sua força para impulsionar esse novo serviço, objetivando fazer da iTunes não só um grande portal para busca de músicas, podcasts, vídeos, mas também de conhecimento.

A grande ideia é fazer da iTunes um lugar para entreter a mente. De acordo com um comunicado da empresa, a iTunes U dentro da iTunes store oferecerá conteúdos gratuitos em áudio e vídeo das Universidades, musesus e instituições culturais, das mais renomadas ao redor do mundo.

“Assim, não importa se você quer aprender alguma coisa com grandes pensadores mundiais, saber da última exposição de obras de arte ou se quer melhorar o seu aprendizado em espanhol, a iTunes U propiciará isso para você” dizia o comunicado da Apple

Para conhecer melhor esse serviço, explore a iTunes U.

É a Apple surpreendendo mais uma vez! É esperar e ver o potencial dessa nova ferramenta!

By John Kennedy

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (2 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
Compartilhar / Salvar



Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.