mai 26

QUENTE: Google lança LMS, chama-se CloudCourse

É pessoal, o todo poderoso Google está voltando seus olhos para o mercado educacional e lançando um software open source para gerenciamento do aprendizado (LMS), chamado CloudCourse. Segue abaixo a íntegra do post CloudCourse: An Enterprise Application in the Cloud , em tradução livre, no qual os engenheiros de software Boutboul Irwin & Vemuru Phaneendhar falam sobre esse novo aplicativo.

O que você acha? Essa iniciativa será um sucesso ou será apenas mais uma ideia lançada e deixada de lado (como Google Wave e outros aplicativos que o Google já “criou”)?

Na minha opinião, servirá, pelo menos, como alternativa ao Moodle, o único LMS open source realmente bom.

CloudCourse: um aplicativo corporativo na “nuvem”

Quarta-feira 19 de maio de 2010 | 13:30

No Google, nós temos especialistas em tudo, de Python a pinguins. No entanto, conectar nossos professores especialistas a estudantes de todo o mundo pode não ser uma tarefa muito fácil. Por isso, estamos animados em lançar nossa nova plataforma interna de aprendizagem, o CloudCourse, sob uma licença open source. Desenvolvido inteiramente sobre o App Engine, o CloudCourse permite a qualquer pessoa criar e controlar atividades de aprendizagem. Ele também dispõe de calendário, gerenciamento de lista de espera e controle para avaliações e aprovações.

O CloudCourse é totalmente integrável ao Google Calendar e pode ser customizado para a sua organização com as seguintes funcionalidades (substituíveis):

  • Sincronia – permite a sincronização de dados do CloudCourse com seus sistemas internos;
  • Informações das classes - permite agendar aulas nos locais desejados;
  • Informações do usuário - permite visualizar os perfis dos usuários (cargo, imagem, etc.).

Foi desenvolvido em Python, utilizando o framework Django e a Closure Javascript libraryImplantar o CloudCourse na App Engine é muito simples, exigindo menos de 5 minutos.

Nós desenvolvemos o CloudCourse para:

• Fornecer um sistema de agendamento de curso totalmente integrado com os serviços do Google;
• Demonstrar o que é preciso para construir um aplicativo utilizando o App Engine.

Ao disponibilizar o CloudCourse como software livre, esperamos ajudar desenvolvedores que têm interesse em modificar ou criar aplicativos no App Engine. Analisando o código-fonte, você pode conferir como lidamos com desafios como processos de longa duração, locking, sincronização com sistemas externos, workflows de alta performance, entre outros.

Todas as técnicas que utilizamos podem ser facilmente aplicadas em outros aplicativos. 

O CloudCourse já está disponível para download. Se você tem interesse em discutir sobre o projeto ou deseja esclarecer alguma dúvida, faça parte da Lista de discussão do CloudCourse.

Happy hacking!

Irwin Boutboul & Phaneendhar Vemuru, Software Engineering Team

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
jul 17

O polêmico padrão SCORM

Hoje vou comentar a respeito de um dos assuntos mais delicados no mundo do e-learning. O polêmico padrão SCORM. Ele é o terror de qualquer fornecedor de conteúdo e-learning que pretenda colocá-lo na plataforma LMS alheia.

Mas o que é o SCORM?

SCORM quer dizer Sharable Content Object Reference Model (SCORM), uma coleção de padrões e especificações para e-learning baseado na web. A norma SCORM define comunicações entre o conteúdo do lado do cliente e um host/servidor chamado de ambiente de execução (comumente uma função de um LMS (Learning Management System – Sistema de Gerenciamento de Aprendizado). SCORM também se define como o conteúdo que pode ser compactado em um arquivo de transferência (ZIP).

O SCORM foi iniciativa da Secretaria de Defesa dos Estados Unidos, que foi uma das primeiras organizações a utilizar e-learning no formato clássico que conhecemos em ambiente internet. Tal iniciativa objetivava padronizar a disseminação de conteúdo e-learning, a fim de que os conteúdos se comunicassem perfeitamente em qualquer plataforma e-learning (LMS), mantendo registros de aprendizagem (tracking), disposição dos objetos de aprendizagem, entre outros.

Para tanto, criou-se a Advanced Distributed Learning (ADL), que é a entidade responsável pelas atualizações do padrão.

Abaixo, um resumo mais detalhado dos objetivos do SCORM:

  • Padronizar o modo como os conteúdos se relacionam com os sistemas que os suportam (sejam eles plataformas de e-learning ou repositórios de conteúdos);
  • Reutilizar os objetos de aprendizagem, permitindo ao autor do conteúdo utilizá-lo em contextos diferentes. Isto é, o mesmo conteúdo pode ser incorporado em vários contextos e ter várias utilizações (em diferentes disciplinas/módulos);
  • Flexibilizar a aprendizagem uma vez que podem ser construídos vários percursos de aprendizagem e estes disponibilizados a diferentes alunos;
  • Portabilidade/migração: ao permitir que os SCO’s (Sharable Content Objetcs ou os Objetos de Aprendizagem Compartilháveis) sejam independentes da plataforma de e-learning ou do repositório utilizados, os objetos de aprendizagem podem assim ser transportados entre ambientes de e-learning, os mais diversos possíveis.

Entretanto, por que os mais variados fornecedores de e-learning têm problemas ao compartilhar pacotes de conteúdo em SCORM ou mesmo para fazer suas plataformas LMS assimilarem adequadamente conteúdos SCORM de outros fornecedores?

A pergunta é polêmica, cheia de incertezas e com poucas respostas. Entretanto, nossa experiência no mercado de e-learning mostra que a versão do SCORM mais utilizada (1.2) parece muito complexa, possibilitando uma infinidade de parâmetros diferentes. Outro fato é a instabilidade de algumas plataformas e até mesmo do próprio padrão SCORM. Ok, muitas dúvidas, mas onde estão os caminhos para a solução desse problema?

Nós da GSI Online acreditamos que uma possível solução estaria na união dos profissionais, fornecedores e clientes (usuários) de e-learning em torno da criação de eventos, fóruns de discussão específicos para discussão do tema. Só assim, com os principais atores do mercado brasileiro de e-learning reunidos, daríamos o primeiro passo para um padrão SCORM confiável e que trouxesse mais vantagens e menos dor de cabeça para todos.

Alguns links para maiores informações sobre o padrão SCORM:

http://www.cinted.ufrgs.br/files/tutoriais/scorm/scorm.htm

http://imasters.uol.com.br/artigo/8924/elearning/o_que_e_o_scorm/

http://imasters.uol.com.br/artigo/9150/elearning/o_que_e_scorm_parte_02/

As páginas abaixo estão todas em língua inglesa:

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
abr 9

Programas Trainees e e-Learning – Como unir os dois?

O sonho de várias empresas há um tempo atrás era estruturar um Programa Trainee, tudo porque o mesmo teria um impacto enorme na atração e retenção de talentos e, conseqüentemente, reduziria o índice de rotatividade, o que sempre contribui para uma melhor gestão do conhecimento.

Pois bem, semana passada, a GSI Online “bateu o martelo” de um projeto com uma empresa gaúcha que pretende inovar nesse processo. Além de estar formatando o seu Programa Trainee que ambiciona abastecer a empresa de talentos no mesmo ritmo forte de crescimento que tem a empresa, a idéia é usar o LMS (Learning Management System) para integrar o processo de seleção dos trainees com todos os treinamentos necessários para a formação dos novos colaboradores, formando ao final de tudo uma Universidade Corporativa. 

Clique aqui para ler o artigo completo »

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 27

LMSs sob fogo cruzado!!!

Lendo a crítica internacional sobre e-learning, principalmente Elliot Masie e suas iniciativas em questionar os atuais LMSs existentes no mercado frente aos desafios de aprendizagem colocados pelas empresas em todo o mundo.

E ele lista alguns dos questionamentos acerca dos LMSs:

Clique aqui para ler o artigo completo »

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 3

LMS como sistema de gestão de talentos

Para finalizar os comentários em relação aos anseios do guru Elliot Masie em relação às plataformas LMS, vamos comentar a integração total entre Treinamento & Desenvolvimento através dos aplicativos de e-learning.

Muitos fornecedores americanos e europeus já ofertam LMSs que possuem integração com robustos sistemas de gestão do capital humano/gestão de talentos. Mas o que fazem e para que servem tais funcionalidades?

A idéia é que possamos ter um “mapa” do colaborador desde quando ele entra na empresa, passando por todas as promoções e trocas de funções, até um eventual desligamento da empresa. Assim, sempre que ele munda de função, por exemplo, já existe uma trilha de aprendizagem pronta para o desenvolvimento desse colaborador.

Outro fato está ligado à tão badalada gestão por competências. Quando todas as empresas já tiverem mapeado suas competências, esses sistemas irão ajudar no processo de alinhamentos das atividades de treinamento & desenvolvimento com as competências da empresa, tudo isso de forma automatizada.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 3

Ciclo das plataformas LMS

Elliot Masie, dentro do seu Learning Consortium, faz pesquisas constantemente para identificar os anseios da comunidade de e-learning americana e mundial. Dessa forma, um desses questionamentos está em quanto tempo a empresa pensa em reavaliar a sua plataforma LMS. A maioria das empresas responde de 36 a 42 meses.

Isso mostra o quanto o mercado tem de ser ágil para implementar mudanças nas ferramentas LMS porque as organizações cada vez mais migram seus treinamentos presenciais para online, demandando inclusive algumas inovações na forma de desenvolvimento dos cursos.

Assim, a idéia de que o mercado está em processo de globalização, alta competitividade, de constante mudança, também vale para o mercado de e-learning, que precisa estar atento e focado nas inovações como forma de gerar evolução nas ferramentas, contribuindo, ao final, para um melhor processo de aprendizagem nas organizações.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 3

LMS como serviço

Software como serviço é uma tendência e, dessa forma, os aplicativos LMS não poderiam ficar de fora.

Nos EUA e na Europa, isso já vem se concretizando e muitas empresas estão desistindo do modelo de licenças e cobrando apenas o uso da ferramenta. O cliente só paga o que usa e esse modelo parece que tem tido melhor retorno para ambos os lados.

 No Brasil, ainda vemos muitas empresas arraigadas ao modelo de licenças pelo fato de que, muitas vezes, a área de TI não pode ouvir falar em ver seus aplicativos rodando fora dos “muros” da empresa, o que torna a aplicação do modelo de serviço mais complicada.

Clique aqui para ler o artigo completo »

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
mar 3

Desenvolvimento de conteúdo pelo usuário

Dando continuidade aos 12 anseios em relação aos nossos LMSs de Elliot Masie, comento aqui o nono desejo: desenvolvimento de conteúdo pelo usuário.

Como já falado anteriormente, o ápice do desenvolvimento de uma organização em termos de iniciativas de e-learning está ligado aos próprios usuários gerarem conteúdo relevante entre eles, construindo o conhecimento coletivamente. Estamos longe disso nas empresas brasileiras? Sim, ainda há um bom caminho a percorrer. Vale a pena ficar atento para essa tendência, isso sim.

Entretanto, ficam algumas dúvidas sobre a operacionalização desse conteúdo na base de aprendizado. Como editar, criar tags e gerenciar todo esse conteúdo frente a outros conteúdos obrigatórios da trilha de aprendizagem do colaborador?

Clique aqui para ler o artigo completo »

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 29

Foco nos papéis

A rotina das empresas está cada vez mais permeada de atividades baseadas em papéis ou, caminhando em direção a um sistema fundamentado em competências. A tão famosa gestão por competências terá um impacto gigantesco na forma como desenvolvemos nossos projetos de e-learning, permitindo alinhar melhor os objetivos de aprendizagem de acordo com os objetivos estratégicos da empresa.

Hoje em dia ainda estamos totalmente focados em plataformas que traçam a trilha de aprendizagem de acordo com o cargo/posição do colaborador e não nos papéis e processos que o mesmo desempenha.  A idéia é que no futuro, tenhamos um LMS que trace a trilha de aprendizagem com base no histórico de capacitação do colaborador, correlacionando com o papel e os processos atualmente designados ao colaborador.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.
fev 29

Sistemas de aprendizado como componentes

Novamente, Elliot Masie, ao discorrer sobre mais um desejo do LMS “ideal” coloca algo que realmente iria impactar e mudar radicalmente o mundo do e-learning nas corporações.

Esse anseio está ligado ao fato dos LMS terem a capacidade de se integrar com todas as ferramentas da rotina diária do funcionário, ou seja, o LMS seria apenas um componente de um sistema global de aprendizado. Por exemplo, ao ler esse post do blog, você tem um dúvida do que é a palavra LMS. Simplesmente, o sistema estaria integrado com todas as ferramentas usuais do colaborador e, portanto, bastaria passar o cursor em cima da palavra que surgiriam opções de conectar na rede social com pessoas que trabalham com LMS ou que já conhecem a ferramenta para então poder consultá-las. Outra opção possível seria clicar na palavra e ser direcionado automaticamente a um curso sobre LMS e, por fim, poderia se ter acesso a uma base de conhecimento central (algo como um wiki) que disponibilizasse definições sobre a palavra.

Portanto, mais um desejo que hoje é sonho, mas amanhã pode ser realidade. Quem viver, verá!!!

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.