ago 30

O maior evento do sul do país sobre e-Learning será realizado em outubro.

marca elearning sul oficial

O e-Learning Sul 2010 ocorrerá dia 22 de outubro, no hotel Continental, em Porto Alegre. O evento tem como público-alvo executivos envolvidos com projetos de Educação Corporativa (T&D), sejam eles gestores, educadores, estudantes de graduação interessados no assunto, especialistas em tecnologia e outros e as tecnologias utilizadas para esse fim. Algumas das empresas que participaram do evento em 2009: Unimed, Banrisul, AES Sul, Corsan, Panvel, Artecola, SICREDI, Electrolux, John Deere, Lojas Herval, Lojas Renner, Aracruz Celulose, Ferramentas Gerais, Hospital das Clínicas, Hospital Mãe de Deus.

Durante o dia, a programação contará com a palestra “Universidade Corporativa transformada em Unidade de Negócios” – Hospital Mãe de Deus – e por cases de empresas como a Electrolux, Porto Seguro, John Deere e Oi. Além disso, haverá dois workshops simultâneos, “Implementação de projeto de e-Learning”, com Luciana Arnésio – Sky; e “A utilização do e-Learning no Canadá”, com Gean Oliveira – Canadian Tire.

O e-Learning Sul promove a discussão, reflexão e distribuição de conhecimento acerca de gestão de projetos de e-learning, bem como auxilia empresas que ainda não utilizaram essa ferramenta a se familiarizarem com os principais fatores de sucesso de um bom projeto de ensino a distância com uso de internet. Disseminar conhecimentos e propiciar discussões sobre os usos do e-learning são os principais objetivos a serem alcançados com mais um e-Learning Sul, que já se encontra em sua terceira edição em 2010.

O e-learning não é apenas uma ferramenta de ensino a distância, ou meramente a disponibilização de um curso no desktop do usuário. É, na verdade, um conjunto de recursos via internet, ou outros canais multimídia, que age não somente na habilitação de novas competências, mas em uma mudança de comportamento que vai além do conteúdo específico do curso desenvolvido. Conta com uma interface sistematizada de aprendizado que permite às organizações e aos colaboradores encontrarem nos cursos soluções e melhorias para os seus trabalhos, transformando o aprendizado em ação e mudança.

Aplicado em conjunto com as estratégias de cada organização, o e-learning potencializa significativamente a transformação dos esforços de treinamento e desenvolvimento em resultados positivos. Além disso, oferece vantagens em custos financeiros, tempo, deslocamento, flexibilidade, possibilidade de customização do conteúdo, amplitude e rapidez do treinamento.

As inscrições podem ser feitas até o dia do evento, os valores variam de acordo com o número de inscritos por empresa, além de haver descontos para estudantes. Para mais informações sobre o evento, acesse http://elearningsul.gsionline.com.br.

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Postado por Organização e-Learning Sul.
jul 6

Dicas rápidas para engajar usuários

O que pode ser feito para tornar a experiência online atraente e aumentar as chances de que os colaboradores e alunos deem uma chance ao e-learning, com suas novas abordagens? Veja nesse artigo dicas que trazem isso à realidade.

  • O e-learning deve ser percebido como útil

Há pouca paciência para os benefícios obscuros a serem revelados no futuro. Se você quiser e-learners engajados, eles devem ver o valor no conteúdo que está disponível e verificar a importância rapidamente. Use depoimentos. Mostre dados da avaliação das necessidades. Mostre um problema ou caso que lembre os participantes do motivo pelo qual eles deveriam se preocupar.

  • O curso deve oferecer oportunidades para o sucesso

Muitas pessoas se inscrevem em cursos online e abandonam na metade do caminho. Após obter sucesso nos módulos iniciais, o aluno se depara com assuntos mais aprofundados e pode se sair mal em algumas avaliações, decidindo, então, não voltar ao curso. Por quê? Em grande parte, porque sua confiança foi abalada. Para motivar e manter a participação, ao invés de testar os participantes para ver o quanto eles não sabem, lembre-os dos conhecimentos adquiridos e do seu sucesso anterior.

  • Real, ativo e humano

Certifique-se de que os cursos correspondem à audiência no tópico e nível. Para os novatos, use exemplos que diretamente demonstram como fazer ou pensar sobre as tarefas e desafios. Para o público expert, as abordagens de descoberta orientada, como os cases são adequados. As suas aulas e cursos são recheados com oportunidades para fazer alguma coisa, para reconhecer erros, ou apenas para contemplar as implicações dos erros? Mostre pessoas, emoções e sucessos. Mostre como as pessoas se sentem sobre o que estão aprendendo, fazendo e conseguindo. Inclua nas aulas palavras daqueles que já conhecem o assunto ou daqueles que já aprenderam utilizando esta mesma ferramenta.

  • Oriente e acompanhe os participantes, medindo resultados

Experiências não estruturadas aumentam os riscos associados ao e-learning, especialmente para novatos. Experimentos controlados indicam quase uniformemente que, quando se lida com informação nova, os alunos devem ser apresentados ao que fazer e como fazer isso. No mínimo, o e-learning e os LMS’s proporcionam conforto com tecnologias que permitem disponibilização e avaliação de conteúdo. Mas isso ainda é pouco. As organizações de aprendizagem sabem em que nível de conhecimento seus usuários estão? Se eles precisam aprender? Se querem aprender? A informação é recolhida e distribuída? Será que eles sabem por que alguns recursos são utilizados e outros ignorados? Será que eles sabem quais perguntas permanecem sem resposta?

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Postado por Lucas Franco Colusso - Coordenador de Criação - GSI Online.
jun 28

Qual a vantagem do e-learning para as empresas?

Segue abaixo uma reportagem retirada da sessão Mercado Digital, da Isto É Dinheiro. Nada de grandes novidades, mas mostra alguns números de dois excelentes cases: Intel e Vivo. Acompanhe!

Ensino a distância vem sendo utilizado por grandes companhias para treinar número maior de funcionários. Conheça os exemplos de Intel e da Vivo

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Cada vez mais empresas estão utilizando a tecnologia para facilitar o treinamento dos funcionários. Por meio de ferramentas de ensino eletrônico, ou e-learning, grandes companhias estão economizando com viagens e locação de espaços para conferências.

Segundo dados da Associação Brasileira de Ensino a Distância (Abed), as empresas gastaram cerca de R$ 60 milhões com esses treinamentos em 2008, mas o potencial do mercado é muito maior, afirma Rodrigo Paiva, sócio do Instituto IOB, que atua na área de consultoria jurídica. 

Atualmente, diz Paiva, mais de 2,5 milhões de pessoas no Brasil estão se valendo de educação através de novas tecnologias e quase 1 milhão fazem graduação ou pós-graduação no modelo a distância. Os números globais do setor também dão uma ideia do potencial. De acordo com a empresa de pesquisas IDC, os gastos com e-learning no mundo chegaram a US$ 6,6 bilhões no ano passado. 

O maior filão desse mercado está nos cursos rápidos, voltados para a educação continuada de profissionais. “Ninguém pode ser dar ao luxo hoje de parar de aprender”, destaca Fredric Michael Litto, presidente da Abed.

A fabricante de chips Intel é uma das empresas que está se beneficiando do e-learning como ferramenta de treinamento. O modelo é utilizado para capacitar vendedores e parceiros da companhia, um contingente de 16 mil pequenas lojas de informática. No primeiro trimestre deste ano, mais de mil desses parceiros receberam aulas online, afirma Vanessa Martins, gerente de marketing da Intel. 

Os treinamentos, explica ela, são focados nos produtos da empresa. Neles, os vendedores aprendem sobre os recursos de cada chip fabricado e suas aplicações práticas, além de técnicas de vendas, como a maneira mais eficiente de atualizar as vitrines das lojas. A intenção, com o uso do treinamento online, é que 90% dos canais de vendas recebam treinamento, o que seria praticamente impossível sem a ferramenta de e-learning. 

A operadora de telefonia celular Vivo também vem se beneficiando do e-learning. Com 13 mil funcionários diretos e 16 mil colaboradores indiretos, a empresa enfrenta sempre um grande desafio na hora de lançar um novo plano de serviços ou comercializar aparelhos celulares de última geração. A saída foi optar pelo treinamento online. Segundo Lília Vieira, gerente de recursos humanos da empresa, os principais benefícios do modelo são a padronização das informações e a facilidade de acesso, que não precisa acontecer ao mesmo tempo por parte de todos os interessados.  

A outra face do e-learning é o da produção desses conteúdos utilizados pelas empresas. É nesta ára que aposta a IOB. O uso do ensino a distância, para a consultoria jurídica, permite a ampliação da capilaridade dos cursos que já oferece em algumas capitais, principalmente São Paulo. Com o modelo eletrônico, a expectativa é ampliar de 15 mil para 50 mil o número de freqüentadores dos cursos em um ano.

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
jun 14

Pesquisa revela percepção do e-learning pelos usuários

No mundo corporativo, o e-learning se tornou uma vertente da EAD muito difundida, por ser capaz de atender a diversas necessidades de aprendizagem das organizações. Naturalmente, o seu sucesso e a consequente obtenção dos resultados desejados passam pela aceitação das pessoas que o utilizam. E como será que elas veem essa ferramenta?

Um artigo publicado na revista EAD em FOCO (eademfoco.cecierj.edu.br), traz um estudo muito interessante sobre esse assunto. Além de apresentar uma análise sobre o cenário atual da EAD, ele revela uma pesquisa realizada em uma grande instituição financeira em 2008, sobre a percepção de seus empregados em relação aos cursos de e-learning utilizados na empresa.

A pesquisa contou com 90 funcionários da organização, que responderam um questionário composto de afirmativas relacionadas ao e-learning envolvendo nove aspectos:

- Facilidade para utilização dos recursos de informática

- Autodisciplina para realizar o curso

- Relação entre ausência do instrutor em tempo integral e a qualidade do curso

- Comparação do nível de aprendizado dos cursos e-learning em relação aos cursos presenciais

- Apresentação gráfica e nível de interação dos cursos

- Vantagem de determinar o horário de estudo

- Relação entre os cursos e-learning e as competências essenciais

- Aplicabilidade dos temas abordados

- Percepção se o e-learning é uma tendência ou moda passageira

Foi analisado o nível de concordância dos participantes em relação a esses itens, baseados nas respostas 1 – Discordo completamente, 2 – Discordo, 3 – Concordo e 4 – Concordo plenamente (escala Likert).

O gráfico abaixo mostra a média das respostas:

Nível de concordância - respostas

Clique na imagem para ampliá-la.

 

Destaco alguns pontos que me chamaram a atenção:

1)      Embora a maioria dos participantes considere o fato de poder determinar o horário de estudo uma vantagem do curso e-learning, na média, eles não têm disciplina para planejar seus estudos.

2)      Na média, os respondentes enxergam claramente a ligação entre os cursos e as competências que devem ser desenvolvidas, ou seja, estão conscientes dos objetivos que precisam ser atingidos.

3)      Mesmo que grande parte dos participantes não acredite que o treinamento e-learning proporcione o nível de aprendizagem de um curso presencial, quase todos concordam que ele não é apenas uma moda, mas sim uma tendência que está se consolidando.

Um dos principais obstáculos enfrentados por projetos de educação a distância é a resistência por parte dos usuários a esse formato de ensino. Muitos ainda enxergam a modalidade com desconfiança e custam a se desfazer de preconceitos adquiridos na cultura do ensino presencial.

Evidentemente, trata-se de uma barreira difícil de contornar, pois exige, antes de qualquer coisa, uma mudança comportamental que leva tempo para ser consolidada. Enquanto nos modelos tradicionais de aprendizagem o aluno recebe o conhecimento, muitas vezes passivamente, no ensino a distância ele deve buscá-lo, ou seja, precisa assumir uma postura autodidata, baseada na disciplina.

Isso só pode acontecer se ele estiver convencido de que um curso a distância pode trazer resultados tão bons ou melhores que os de um curso convencional/presencial.

Leiam o artigo e publiquem suas opiniões no blog! Segue a referência:

Ferreira, A.; Valério, J.; Souza, G.. A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NAS ORGANIZAÇÕES: A PERCEPÇÃO SOBRE O E-LEARNING EM UMA GRANDE EMPRESA NACIONAL. EAD em FOCO, América do Norte, 115 04 2010.

Abraço.

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Postado por Tairon Martins - Gerente de Projetos - GSI Online.
jun 7

Estudo comparativo entre curso presencial e curso a distância.

Pessoal, estou aproveitando a oportunidade para apresentar a todos os resultados obtidos em minha dissertação de mestrado. Realizei um estudo comparativo entre dois cursos de graduação da Universidade Federal de Santa Maria, um a distância e outro presencial. Os resultados foram bem interessantes. Meu referencial teórico baseou-se nos estudos sobre avaliação do aprendizado de Kirkpatrick. Segue, abaixo, um resumo do artigo que escrevi sobre ela.

O principal objetivo do estudo é  identificar  as percepções dos  alunos  perante o  processo de  ensino/aprendizagem  dos  cursos de graduação em Administração presencial da UFSM e a distância UFSM/UFRGS, em  relação  às  dimensões aluno/aluno, aluno/professor e aluno/conteúdo.  O estudo se caracteriza por ser de natureza descritiva, de cunho qualitativo, uma vez que busca conhecer qual a melhor maneira de avaliar as práticas de ensino segundo indicadores previamente definidos, por meio da análise qualitativa das entrevistas aplicadas.  Os  resultados  encontrados  não  identificaram  diferenças  significativas com  relação  aos  constructos  pesquisados,  pois os alunos dos dois tipos de metodologia demonstraram  ter  opiniões muito  semelhantes. Além disso,  foi possível concluir com esse estudo  que  as  duas metodologias  podem  se  complementar, de modo a maximizar  o  aprendizado  do  aluno,  tornando  as  aulas  presenciais mais atrativas por meio de recursos lúdicos e as aulas a distância menos distantes, na tentativa de aproximar cada vez mais tutor e aluno.

Quem quiser saber mais detalhes sobre o artigo pode acessar o link: http://www.gsionline.com.br/penseelearning/artigo1.pdf

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Postado por Rodrigo Barros Severo - Diretor de Projetos - GSI Online.
mai 31

Colaboração: eLearning 2.0

O eLearning atinge seu potencial quando usado repetidamente ao longo do tempo e espaço. Mas o fator crucial do sucesso com certeza são participantes motivados. Pessoas envolvidas buscam aulas online e referências, e agora, neste mundo da Web 2.0, a maior novidade é que eles também contribuem generosamente para o aprendizado geral, fazendo a escolha de tanto consumir quanto criar conteúdo para seus semelhantes. Alguns exemplos úteis:

  • Pesquisadores de uma universidade encorajam membros de uma equipe espalhada por todo o mundo a trabalhar juntos para completar uma WebQuest.
  • Um auditor inventa novas práticas para resolver problemas frequentes em seu local de trabalho e, em seguida cria um Wiki para a documentação das lições aprendidas.
  • Gerente de vendas usa um CRM para conhecer melhor seus clientes e, em seguida, comenta em um blog para fornecer feedback sobre como a ferramenta poderia ser mais útil.
  • Um engenheiro petroquímico constrói uma simulação no Second Life para mostrar aos novatos implicações referente às decisões sobre onde e como fazer escavações.

Obviamente, o eLearning cresceu e hoje representa muito mais do que simples aulas e tutoriais transpostos ao mundo virtual. As gerações atuais, membros da geração X e Y, possuem uma forma diferente de encarar as situações profissionais. A medida que entram no mercado, eles esperam tanto colaborar em grandes projetos quanto utilizar as últimas tecnologias para fazê-lo. Cabe a todos nós aproveitarmos essa nova ótica colaborativa insurgente para elevar o conhecimento em nossas áreas, assim como a qualidade de nossos trabalhos.

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Postado por Lucas Franco Colusso - Coordenador de Criação - GSI Online.
mai 26

QUENTE: Google lança LMS, chama-se CloudCourse

É pessoal, o todo poderoso Google está voltando seus olhos para o mercado educacional e lançando um software open source para gerenciamento do aprendizado (LMS), chamado CloudCourse. Segue abaixo a íntegra do post CloudCourse: An Enterprise Application in the Cloud , em tradução livre, no qual os engenheiros de software Boutboul Irwin & Vemuru Phaneendhar falam sobre esse novo aplicativo.

O que você acha? Essa iniciativa será um sucesso ou será apenas mais uma ideia lançada e deixada de lado (como Google Wave e outros aplicativos que o Google já “criou”)?

Na minha opinião, servirá, pelo menos, como alternativa ao Moodle, o único LMS open source realmente bom.

CloudCourse: um aplicativo corporativo na “nuvem”

Quarta-feira 19 de maio de 2010 | 13:30

No Google, nós temos especialistas em tudo, de Python a pinguins. No entanto, conectar nossos professores especialistas a estudantes de todo o mundo pode não ser uma tarefa muito fácil. Por isso, estamos animados em lançar nossa nova plataforma interna de aprendizagem, o CloudCourse, sob uma licença open source. Desenvolvido inteiramente sobre o App Engine, o CloudCourse permite a qualquer pessoa criar e controlar atividades de aprendizagem. Ele também dispõe de calendário, gerenciamento de lista de espera e controle para avaliações e aprovações.

O CloudCourse é totalmente integrável ao Google Calendar e pode ser customizado para a sua organização com as seguintes funcionalidades (substituíveis):

  • Sincronia – permite a sincronização de dados do CloudCourse com seus sistemas internos;
  • Informações das classes - permite agendar aulas nos locais desejados;
  • Informações do usuário - permite visualizar os perfis dos usuários (cargo, imagem, etc.).

Foi desenvolvido em Python, utilizando o framework Django e a Closure Javascript libraryImplantar o CloudCourse na App Engine é muito simples, exigindo menos de 5 minutos.

Nós desenvolvemos o CloudCourse para:

• Fornecer um sistema de agendamento de curso totalmente integrado com os serviços do Google;
• Demonstrar o que é preciso para construir um aplicativo utilizando o App Engine.

Ao disponibilizar o CloudCourse como software livre, esperamos ajudar desenvolvedores que têm interesse em modificar ou criar aplicativos no App Engine. Analisando o código-fonte, você pode conferir como lidamos com desafios como processos de longa duração, locking, sincronização com sistemas externos, workflows de alta performance, entre outros.

Todas as técnicas que utilizamos podem ser facilmente aplicadas em outros aplicativos. 

O CloudCourse já está disponível para download. Se você tem interesse em discutir sobre o projeto ou deseja esclarecer alguma dúvida, faça parte da Lista de discussão do CloudCourse.

Happy hacking!

Irwin Boutboul & Phaneendhar Vemuru, Software Engineering Team

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
mai 24

O que você acha mais importante num curso online?

Nos últimos dias fizemos uma pesquisa/enquete através do site da GSI perguntando “O que você acha mais importante num curso online?”.

As alternativas que os respondentes tinham eram: didática, interatividade, qualidade gráfica, simulações e a opção outros.

O resultado você pode ver abaixo e tirar suas próximas conclusões. Aproveite e compartilhe elas com a gente através dos comentários. :-)

O que você acha mais importante num curso online?

Obrigado a todos que votaram.

A próxima enquete já está no ar: “Quais elementos podem agregar mais valor a um projeto educacional?”

Entre no site www.gsionline.com.br e participe! ;-)

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
mai 20

Não compre gato por lebre…

Compartilho esse post publicado no blog Educação Próxima que fala sobre uma discussão que começou na Rede Brasil e-Learning e acabou tomando outros espaços. Contribua você também, deixe seus comentários ou entre na maior comunidade brasileira sobre e-learning e acrescente suas ideias nessa e em várias outras discussões que há por lá.

[por Régis Tractenberg]

Faz poucos dias respondi a uma mensagem do Carlos Rodrigues na comunidade Rede Brasil e-learning. O título aberto pelo Carlos foi: “Não compre gato por lebre … Certificação é coisa séria!” Vale a pena conferir o debate na íntegra que teve também a contribuição de Paolla Luciana Zecchinelli.

Dentre os pontos levantados tivemos:

- Podem empresas e professores independentes emitir certificados para cursos livres?

- Esses certificados tem algum valor legal?

- Quando a empresa ou professor é associado(a) à ABED (selo que vem sendo amplamente adquirido por aqueles que oferecem cursos online) isso confere alguma garantia de qualidade aos cursos e algum reconhecimento adicional aos certificados emitidos por essas instituições e professores?

- É legal que certas  ´instituições´ afirmem que seus cursos (livres) sejam reconhecidos por secretarias estaduais de educação?

A seguir minhas respostas:

—–

Olá Carlos,

Agradeço por você estar levantando essa discussão. Como lhe disse, também vejo ´instituições´ que afirmam serem seus cursos (cursos livres na verdade) reconhecidos por secretarias estaduais de educação (mas possuem apenas simples registros dos cursos junto a sec. municipais), registro esse feito em nome de instituições terceiras como você bem colocou.

Esse debate é um passo inicial para se esclarecer as coisas perante o público.

Sobre certificados…

Quando iniciei meus cursos online consultei mais de um advogado para perguntar se poderíamos emitir certificados.

Ocorre que qualquer indivíduo ou instituição pode certificar (dar como certo), atestar ou declarar por escrito o que quiser e ser considerado responsável pelo que escreveu.

Um professor, mesmo independente, pode certificar não só a participação de um estudante em seus cursos, como também seu nível de aproveitamento e suas competências. Tal documento tem valor legal.

Se terá reconhecimento, essa é uma outra questão que depende da reputação junto à sociedade e ao mercado por parte do indivíduo ou instituição que declara / certifica.

Não é ilegal portanto emitir certificados. Ilegal é fazer propaganda enganosa, mentindo sobre o reconhecimento dos mesmos junto ao MEC ou secretarias de educação, que não tem como atribuição conferir reconhecimento a cursos livres.

Sobre o uso do logo da ABED…

Trata-se de propaganda enganosa se a instituição e seus professores não participam dos eventos acadêmicos e não contribuem com estudos na área. Afirmar-se como membro de uma associação científica significa isso, e não dar a entender que essa atesta a qualidade de suas práticas.

A ABED, deveria ser mais criteriosa na concessão do uso de sua logo. Não deveria aceitar que fosse usada por instituições que afirmam terem cursos reconhecidos por órgãos oficiais, quando não o são.

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Postado por Pavlos Dias - Diretor de Marketing - GSI Online.
abr 26

Learning Trends – Elliot Masie – Fundador do Netflix investe em aprendizado online

Pessoal, reproduzo abaixo parte do texto do Learning Trends do Elliot Masie
1. Fundador do Netflix investe em Aprendizado Online Venture.
Em breve nota extraída do The New York Times: “Reed Hastings, o fundador e presidente-executivo da Netflix, usou a web para torná-la mais fácil para para alugar filmes. Agora o Sr. Hastings, que também é professor de matemática do ensino médio, está usando a Web para algo talvez menos divertido e, sim, mais educacional – ensino de matemática para crianças. Na terça-feira, o Sr. Hastings irá anunciar que ele financiou a aquisição de DreamBox Learning, uma start-up que utiliza jogos online para ensinar matemática, através do  Charter School Growth Fund, um fundo de investimento sem fins lucrativos para as escolas charter, que são escolas públicas independentes dos EUA.
Sr. Hastings disse que achar que os netbooks serão onipresentes nas escolas dentro de alguns anos, criando enormes oportunidades para a aprendizagem on-line de software. “Eu acho que estamos à beira de um ponto de inflexão real, onde o hardware se torna tão barato que a aprendizagem da Web será realmente possível em todas as escolas”, disse ele. (Nota para a nossa realidade brasileira – espero que isso seja possível aqui, também”… “Mas o que eu observei é que realmente não há muitas pessoas trabalhando nesse segmento.” O DreamBox foi iniciado no ano passado e cria planos de aula personalizdos, “escondido” no jogo, baseado em conceitos que as crianças compreendam ou precisam trabalhar. “
O reconhecimento do papel da aprendizagem on-line como ativos, sendo investimentos viáveis por empresários, como o fundador da Netflix, são indicadores interessantes do crescimento e expansão desta parte do mercado de educação.

Pessoal, reproduzo abaixo parte do texto do Learning Trends do Elliot Masie

1. Fundador do Netflix investe em Aprendizado Online.

Em breve nota extraída do The New York Times: “Reed Hastings, o fundador e presidente-executivo da Netflix, usou a web para tornar mais fácil a locação de filmes. Agora o Sr. Hastings, que também é professor de matemática do ensino médio, está usando a Web para algo talvez menos divertido e, sim, mais educacional – ensino de matemática para crianças. Na terça-feira, o Sr. Hastings irá anunciar que ele financiou a aquisição de DreamBox Learning, uma start-up que utiliza jogos online para ensinar matemática, através do  Charter School Growth Fund, um fundo de investimento sem fins lucrativos para as escolas charter, que são escolas públicas independentes dos EUA.

Sr. Hastings acredita que os netbooks serão onipresentes nas escolas dentro de alguns anos, criando enormes oportunidades para os softwares de aprendizagem on-line. “Eu acho que estamos à beira de um ponto de inflexão real, onde o hardware se torna tão barato que a aprendizagem da Web será realmente possível em todas as escolas”, disse ele. (Nota para a nossa realidade brasileira – espero que isso seja possível aqui, também…) “Mas o que eu observei é que realmente não há muitas pessoas trabalhando nesse segmento.” A DreamBox começou no ano passado e cria planos de aula personalizados, “escondidos” em jogos, baseados em conceitos que as crianças compreendem ou precisam trabalhar.”

O reconhecimento do papel da aprendizagem on-line como ativos, sendo investimentos viáveis por empresários, como o fundador da Netflix, são indicadores interessantes do crescimento e expansão desta parte do mercado de educação.

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Postado por Bruno Weiblen - Sócio-Diretor.